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Com um a mais, Ponte passeia em Campinas e vence Corinthians com golaço

A Ponte Preta passeou no Moisés Lucarelli na tarde deste sábado. Com um a mais desde o começo do jogo (Balbuena foi expulso aos 18min) e melhor em campo desde o apito inicial, o time de Eduardo Baptista dominou o Corinthians durante os 90 minutos e, com gols de Roger e Clayson (um golaço), venceu o duelo – que abriu a 22ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro – pelo placar de 2 a 0.

Com a derrota, o Corinthians não só perde a chance de assumir (ao menos temporariamente) a liderança do Campeonato Brasileiro como, estacionado nos 37 pontos, pode até deixar o G-4 dependendo dos resultados dos jogos de Flamengo (37), Santos (36) e Grêmio (35). A Ponte Preta, por sua vez, chega a 34 pontos e fica ainda mais perto do pelotão de cima.

O Corinthians agora deixa de lado o Campeonato Brasileiro e volta a pensar na Copa do Brasil, competição pela qual enfrenta o Fluminense na próxima quarta-feira, no estádio Edson Passos, às 21h45, no primeiro jogo das oitavas de final. Já a Ponte tem mais de uma semana até o próximo compromisso: 7 de setembro, contra o Flamengo, fora, pela 23ª rodada da Série A.

Roger faz de tudo na Ponte Preta

Robson Ventura/Folhapress

Capitão da Ponte Preta, o experiente atacante Roger foi quem mais deu trabalho à frágil defesa do Corinthians. Ele já havia perdido duas boas chances (a primeira clara, que parou nas mãos de Cássio), mas aos 35min abriu o placar após bola mal desviada por Cristian. Fora o gol, cavou a expulsão de Balbuena, fez bem o papel de pivô, criou oportunidades e participou de quase todos os ataques da Ponte.

Dupla de sucesso em 2009 decepciona

Com a saída de Bruno Henrique para o Palermo, o reserva Cristian ganhou uma chance como titular no time do Corinthians e reeditou a dupla de sucesso com Elias, do time de 2009. Mas neste sábado, os volantes renderam bem abaixo do esperado. Cristian, aliás, falhou no primeiro gol da Ponte Preta ao cabecear a bola para trás e deixa-la nos pés do artilheiro Roger.

Balbuena deixa Corinthians com um a menos

O novo esquema montado por Cristóvão Borges (4-1-4-1, com Marlone e Cristian como novidades) precisou ser desmontado logo no início do jogo. Isso porque Balbuena segurou Roger na meia-lua – em lance que o atacante ficaria cara a cara com Cássio – e recebeu o cartão vermelho do juiz Luiz Flávio de Oliveira, aos 18min de jogo. Após a expulsão, o técnico corintiano optou por sacar Guilherme e recompor a zaga com Pedro Henrique. Já no intervalo, Cristóvão tentou Romero no lugar de Marquinhos Gabriel, e pouco depois promoveu a entrada de Lucca (na vaga de Rodriguinho). Mas nada adiantou.

Ponte Preta domina Corinthians. E não só após expulsão

Denny Cesare/Estadão Conteúdo

O Corinthians não conseguiu sequer uma chance de perigo na etapa inicial. E não só por conta da expulsão de Balbuena, aos 18min. Antes mesmo do cartão vermelho do zagueiro, a Ponte já vinha dominando o adversário e criado uma série de oportunidades claras de gol. E, de tanto, pressionar, conseguiu abrir o placar aos 35min. Na etapa final, o domínio pontepretano continuou, e veio mais, com um golaço de Clayson.

Protesto da torcida corintiana

Irritados com a atuação do time, torcedores do Corinthians cobraram dirigentes em frente a um camarote do Moisés Lucarelli e entoaram gritos de ‘time sem vergonha’.

Mais uma vítima no Moisés Lucarelli

A Ponte Preta não sabe o que é perder dentro do Moisés Lucarelli desde 22 de junho, quando foi goleada pelo Cruzeiro (4 a 0) em jogo da décima rodada do Campeonato Brasileiro. Desde então, foram cinco vitórias e um empate, incluindo o triunfo deste sábado.

Pontapé inicial mais que especial

Ídolo da Ponte Preta e maior artilheiro da história do clube campineiro, com 155 gols em 581 jogos, o ex-jogador Dicá foi o responsável pelo pontapé inicial da partida no Moisés Lucarelli. O Mestre Dicá, como também é conhecido, foi homenageado por um motivo bastante especial: há exatos 50 anos, ele fazia a sua primeira partida pela Ponte Preta. E para comemorar a data, foi lançada neste sábado uma camisa retrô inspirada no ex-jogador.

Uol

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Corinthians passeia com dois de Love e aproxima Cruzeiro da zona da degola

corintiansO Corinthians se comportou como líder, de fato, neste domingo. Com direito a público recorde da Arena em Itaquera, não deu qualquer chance para o Cruzeiro e ganhou de 3 a 0 para empurrar a equipe de Vanderlei Luxemburgo ladeira abaixo.

O personagem da partida foi Vagner Love. Tão criticado pelo jejum, ele não só fez dois gols como também jogou melhor e se entendeu mais com o restante da equipe. Também houve gol de Jadson, agora o artilheiro do Corinthians em jogos oficiais de 2015.

Se foi bom para o Corinthians, o jogo foi péssimo para o Cruzeiro. Luxemburgo acreditou que havia achado seu time ideal, mas agora é 15º colocado com um ponto de distância para a zona de rebaixamento. Fábio, Mayke e Mena, em especial, tiveram jornadas desastrosas em São Paulo.

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Com 41014 pagantes, a Arena Corinthians teve seu novo recorde de público, exceto os jogos da Copa do Mundo, com arquibancadas temporárias. Fruto, principalmente, dos novos preços adotados para os ingressos.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 3 x 0 CRUZEIRO

Data: 23/08/2015
Horário: 16h (de Brasília)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (Fifa – RJ)
Assistentes: Rodrigo F Henrique Correa (Fifa – RJ) e Luiz Claudio Regazone (Asp Fifa – RJ)
Cartões amarelos: Gil, Bruno Henrique, Fabrício
Público e renda: 41014 pagantes e R$ 2.671.941,50
Gols: Vagner Love, aos 15min, Renato Augusto, aos 43min do primeiro tempo, Vagner Love, aos 2min do segundo tempo.

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Bruno Henrique (Ralf); Jadson (Matheus Pereira), Elias, Renato Augusto e Malcom; Vagner Love. Treinador: Tite.

CRUZEIRO: Fábio; Mayke (Fabiano), Manoel, Paulo André e Mena; Charles (Willian), Henrique e Fabrício; Alisson, Leandro Damião e Marquinhos (De Arrascaeta). Treinador: Vanderlei Luxemburgo

Uol

Náutico passeia e goleia frágil São Paulo; Teve até gol contra de Ceni…

Se o Náutico repetisse longe dos Aflitos a campanha que tem como mandante, certamente seria um dos primeiros colocados do Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, o Timbu fez sua quinta vítima em oito jogos disputados em casa. Com um primeiro tempo de extrema inspiração e contando com novos vacilos defensivos do São Paulo durante os 90 minutos, a equipe comandada por Alexandre Gallo passeou em campo, bateu o rival por 3 a 0 e voltou a conquistar uma vitória após duas rodadas.

O Náutico brilhou, mas a atuação desastrosa do São Paulo foi ainda mais determinante para o resultado. Até Rogério Ceni protagonizou um lance incrível – ao tentar cortar um escanteio, “espanou” e viu a bola subir e cair dentro do gol. Casemiro e Rhodolfo, tal qual Didi Mocó e Dedé Santana, se trombaram e não conseguiram impedir a bola de entrar na meta tricolor, naquele que foi o terceiro gol do Náutico. Antes, Toloi e Douglas já haviam falhado.

Uma noite com vilões também teve heróis, e eles foram os atacantes Kieza e Araújo, que, na base da velocidade, levaram ampla vantagem sobre a defesa tricolor. Com a vitória, o Náutico foi a 20 pontos, cinco a mais que o Coritiba, primeiro time na zona do rebaixamento. Dentro de sua casa, o Timbu já havia batido Botafogo, Grêmio, Ponte Preta e Santos.

Para o São Paulo, o sinal amarelo foi definitivamente aceso. O time sofreu sua terceira derrota consecutiva no torneio (antes havia perdido para Fluminense e Grêmio) e viu o G-4 ficar cada vez mais distante. No domingo, o time vislumbrava a vaga no grupo da Libertadores. Mas a realidade é bem pior e o Tricolor fechou a quarta-feira na oitava colocação, com 25 pontos, seis a menos que o Grêmio, que segue em quarto. A campanha da equipe paulista como visitante é muito fraca: duas vitórias, um empate e seis derrotas, aproveitamento de 25,9%.

Os dois times voltarão a campo no próximo final de semana. O São Paulo irá em busca da reabilitação contra a Ponte Preta, sábado, às 21h, no Morumbi. Já o Náutico voltará a atuar diante do seu torcedor, desta vez contra o Bahia, também no sábado, mas às 18h30.

Douglas São Paulo x Sport (Foto: Otávio de Souza / Futura Press)Douglas, do São Paulo, disputa lance com Martinez, do Náutico (Foto: Otávio de Souza / Futura Press)

Náutico passeia em campo e domina primeiro tempo

Sem vencer havia dois jogos, o Náutico apostou no caldeirão dos Aflitos e na força de sua torcida. Em relação ao time que perdeu para o Flamengo, a única novidade foi a volta do meio-campista Martinez. O São Paulo contava com o retorno do zagueiro Rafael Toloi para tentar dar mais estabilidade ao frágil sistema defensivo.

O time pernambucano armou uma blitz e sufocou o Tricolor nos primeiros 15 minutos. Aos 7, Rogério Ceni já havia trabalhado duas vezes, em lances de Souza e Araújo – este último, aliás, perdeu um gol inacreditável, praticamente embaixo da trave, ao desperdiçar um rebote do goleiro. A noite já dava sinais de que seria ruim para o Tricolor quando Ney Franco fez a primeira mudança com nove minutos de jogo, sacando João Filipe, que já tinha tomado cartão amarelo, para colocar Casemiro.

O maior volume de jogo do Náutico se transformou em vantagem no placar aos 12. Souza cruzou na área e Rafael Toloi colocou o braço esquerdo na bola. Pênalti bem marcado pelo juiz José de Caldas Souza, conforme explicado pelo comentarista de arbitragem da TV Globo, Leonardo Gaciba, durante a transmissão. Na cobrança, Kieza colocou no canto direito de Rogério Ceni e saiu para o abraço.

Com o placar adverso, o São Paulo foi obrigado a se mandar para o ataque. Casemiro, que entrara como homem da sobra dos três zagueiros, passou a jogar como volante. A ideia era ajudar na saída de jogo e preencher o meio-campo. Em vão. Jadson e Maicon eram bem marcados no meio, enquanto Douglas e Cortez não tinham espaço para sair pelas laterais.

O Náutico, com inteligência, recuou a marcação para explorar os contra-ataques. E, aos 28, aumentou a vantagem, com Araújo, que aproveitou novo rebote de Rogério Ceni, desta vez em chute de Rhayner, e só empurrou para o gol vazio. Até o final da primeira etapa, o São Paulo não criou uma única chance. O Náutico era senhor absoluto da partida.

Jogadores do Náutico comemoram (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Jogadores do Náutico comemoram um dos gols da partida (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Ceni marca gol contra e Náutico garante a vitória

No segundo tempo, o panorama da partida não mudou. O Náutico, que voltou com uma alteração (Jean Rolt na vaga de Ronaldo Alves na zaga), seguiu controlando a partida. O tempo passava, e o São Paulo não conseguia levar o menor perigo. E o time da casa rapidamente voltou a criar chances para aumentar sua vantagem. Aos nove, Rhayner, em contra-ataque, foi fominha e, em vez de tocar para Araújo, que estava livre, concluiu por cima do gol. Quatro minutos depois, Souza exigiu boa defesa de Rogério Ceni em cobrança de falta.

Acostumado a ser decisivo, o camisa 1 tricolor deu sua parcela na péssima noite da equipe ao marcar um gol contra aos 16. Foi um lance bizarro. Após cobrança de escanteio da direita, Rogério tentou afastar com um soco, mas a bola subiu, tomou efeito e entrou no gol são-paulino: 3 a 0. O jogo acabou aí. O Náutico, embalado pela festa de sua torcida, diminuiu seu ritmo, embora Araújo, aos 31, ainda tenha exigido grande defesa de Ceni em cabeçada na pequena área.

O São Paulo se entregou após o golpe derradeiro. Ney Franco sacou o apagado Jadson para colocar Willian José. E isso não surtiu o menor efeito. A ponto de o goleiro Gideão, do Náutico, não ter feito uma única defesa até o apito final.

Globoesporte.com

Corinthians impõe superioridade e passeia no Engenhão: 3 a 0 no Fla

De um lado, o atual campeão brasileiro e da Libertadores. Do outro, uma equipe que sequer chegou a uma final de turno no Campeonato Carioca e não consegue emplacar uma boa atuação no Brasileirão. A diferença técnica entre os times de Corinthians e Flamengo na atualidade ficou clara no Engenhão nesta quarta-feira. Superior do início ao fim do jogo, o Timão ainda desperdiçou um pênalti com Emerson, mas derrotou o Rubro-Negro por 3 a 0 e chegou a 11 pontos, subindo para o 13º lugar no Brasileiro. Já os cariocas caíram para a 10ª posição, com 15 pontos, e provocaram a ira da torcida. Os últimos minutos da partida transcorreram com gritos de protestos contra a presidente Patricia Amorim e o técnico Joel Santana.

No primeiro jogo do Corinthians desde a negociação de Alex com o Al Gharafa, do Catar, Douglas assumiu a posição com brilho. Chamado de Tufão por seus companheiros por causa de sua briga com a balança, o jogador mostrou que os cinco quilos perdidos no último mês surtiram efeito e marcou dois gols, aproveitando a chance de jogar ao lado dos titulares depois de várias partidas com a equipe reserva. Danilo completou o placar com um lindo chute. Já o Flamengo sofreu com os erros individuais de Bottinelli e Renato nos gols de Douglas e com a falta de criatividade da equipe, que pouco ameaçou o gol de Cássio. O confronto dos dois clubes de maior torcida no país contou com 12.027 torcedores pagantes no Engenhão.

Depois de um início difícil no Brasileirão por causa das atenções voltadas para a Libertadores, o Corinthians conseguiu nesta quarta sua primeira vitória fora de casa. O Flamengo perdeu seu primeiro jogo como mandante – no Engenhão, o time já havia sido derrotado pelo Fluminense em clássico no qual o Tricolor tinha o mando de campo.

Amplo domínio corintiano

Antes do jogo, Tite agradeceu a Joel Santana por suas dicas antes do confronto com o Emelec, pela Libertadores. Mas as gentilezas pararam por aí. Com revezamento constante, sem guardar posição, Danilo, Emerson e Romarinho causaram dor de cabeça à defesa do Flamengo desde o início do jogo. A primeira chance começou em boa jogada de Romarinho e Danilo pela direita e passou pela finalização de Paulinho antes de chegar às mãos de Paulo Victor.

Com problemas na defesa, o Flamengo também encontrava dificuldades na criação e mal conseguia se aproximar da área corintiana. Com marcação implacável e ótima atuação de Ralf, o Timão roubava a bola com frequência no meio-campo e saía em velocidade. Em certo momento do primeiro tempo, a partida se transformou num duelo entre Romarinho e Paulo Victor. O xodó corintiano finalizou três vezes entre os 14 e os 20 minutos, porém o goleiro rubro-negro trabalhou bem em todas as oportunidades.

A defesa rubro-negra segurava o ataque corintiano aos trancos e barrancos, mas não contava com o erro individual de Bottinelli, que perdeu a bola para Douglas no campo de defesa. O meia do Timão avançou sozinho e chutou cruzado para abrir o placar.

No primeiro bom ataque do Flamengo, Bottinelli, que a essa altura era vaiado pela torcida, sofreu falta de Chicão a um passo da linha da grande área. Mas a cobrança retratou o desenrolar do jogo no primeiro tempo: o meia argentino rolou para Renato, que errou o chute e armou contra-ataque do Corinthians. Emerson correu o campo inteiro e foi desarmado por Magal já na meia-lua da área de Paulo Victor.

Com o domínio da partida, o Timão ampliou a vantagem após outra falha individual de um rubro-negro: aos 39 minutos, Renato, ao tentar desarmar Paulinho, tocou de calcanhar para a entrada da área. Douglas chutou de primeira e marcou seu segundo gol na partida.

Rubro-Negro não esboça reação

O Flamengo voltou para o segundo tempo com o garoto Adryan na vaga de Bottinelli. Mesmo com mais posse de bola, o Rubro-Negro continuava distante da área defendida por Cássio. Logo no início, Emerson perdeu boa chance após passe de Paulinho. O terceiro gol saiu aos nove minutos, depois de linda jogada coletiva: Douglas recebeu de Alessandro e tocou com o lado do pé para Romarinho, que encontrou Danilo livre na esquerda. O camisa 20, de primeira, acertou belo chute à direita de Paulo Victor.

Joel Santana voltou a apostar na garotada ao trocar Hernane por Mattheus, aos 20 minutos. Mas outro apagão de um jogador rodado proporcionou grande chance ao Corinthians, aos 25, quando Airton cometeu pênalti infantil em Emerson. Foi a senha para os torcedores rubro-negros começaram a xingar a presidente Patricia Amorim. Porém, logo depois eles finalmente tiveram um motivo para comemorar, quando Paulo Victor defendeu a penalidade batida pelo Sheik.

Após gritar o nome do goleiro, a torcida passou a pegar no pé de Joel Santana e um grupo chegou a ficar de costas para o gramado como forma de protesto, aos gritos de “time sem vergonha”. Já o maior ídolo do clube foi lembrado com o coro de “Zico é o nosso rei”.

Nos últimos minutos, o Corinthians apenas tocou a bola para administrar a vantagem, enquanto o Flamengo não conseguia esboçar qualquer reação.

globoesporte.com