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Passageiro de ônibus é preso com 9kg de maconha durante abordagem em barreira sanitária

Um passageiro de um ônibus foi preso com nove tabletes e duas porções pequenas de uma substância semelhante à maconha dentro de uma bolsa infantil na noite deste domingo (07). A prisão aconteceu durante uma barreira sanitária realizada pela Polícia Militar, Civil e técnicos da Vigilância sanitária na cidade de Alagoa Grande.

A barreira foi montada para realizar abordagens a pessoas e veículos como forma de prevenir a disseminação do novo coronavírus.

O homem foi encaminhado à delegacia para o auto de prisão em flagrante delito por tráfico de drogas.

Foto: P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

Outra ocorrência

Na cidade de Cuitegi, a guarnição do Destacamento foi acionada para averiguar uma ocorrência de lesão corporal. Após diligências, os policiais conseguiram encontrar e prender o suspeito que confessou ter agredido a vítima com pedradas na cabeça.

A vítima foi socorrida por Bombeiros militares para o Hospital Regional de Guarabira e o suspeito encaminhado à delegacia.

paraiba.com.br

 

 

Morte de passageiro leva CBF a adiar jogo entre Botafogo-PB e Atlético-BA

A morte de um passageiro levou a Confederação Brasileira  de Futebol (CBF) a cancelar o jogo previsto para acontecer nesta quarta-feira (5), em Salvador,  entre o Botafogo da Paraíba e o Atlético da Bahia pela Copa do Brasil.

O passageiro morreu  antes mesmo do voo sair da cidade do Rio de Janeiro com destino a João Pessoa. Esse mesmo voo, ao chegar na Capital, levaria os jogadores do Botafogo da Paraíba para Salvador.

Foto: Rede Social

Como não dava para os jogadores do Botafogo chegaram e tempo da partida, a CBF resolveu adiar o jogo para o próximo dia 12.

paraiba.com.br

 

 

Passageiro irão pagar por bagagem em voos

bagagemA partir de março do ano que vem, as companhias aéreas não terão mais que oferecer obrigatoriamente uma franquia de bagagens aos passageiros. Isso significa que os viajantes vão poder escolher, na hora de comprar a passagem, se vão despachar ou não as bagagens. Para quem optar pelo serviço, poderá haver cobrança pelo volume despachado. A medida valerá para passagens compradas a partir de 14 de março de 2017.

Atualmente, a franquia de bagagens é de um volume de 23 quilos nos voos domésticos e de dois volumes de 32 quilos nos internacionais.

As novas regras para o transporte aéreo de passageiros estão em consulta pública desde março e deverão ser aprovadas pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) amanhã (13). Para a agência, a liberalização das franquias vai trazer benefícios aos passageiros.

“A Anac não vai mais dizer que o passageiro vai ter que pagar necessariamente por uma peça de 23 quilos. Pode ser 23 quilos, 10 quilos, 15 quilos. O que não faz sentido é a Anac continuar estipulando que as empresas são obrigadas a seguir esse modelo no mercado doméstico e também internacional”, disse hoje (12) o superintendente de Acompanhamento de Serviços Aéreos da Anac, Ricardo Catanant, em entrevista transmitida pelo Facebook.

Segundo Catanant, os estudos da agência e o comportamento do mercado no resto do mundo demonstram que o fim da franquia beneficia os passageiro. “Acreditamos que isso deverá se refletir em melhores e mais diferenciados serviços”. Segundo ele, o impacto da mudança no valor das tarifas deve ser sentido pelos passageiros a partir da metade do ano que vem.

O secretário de Política Regulatória de Aviação Civil, Rogério Coimbra, disse que, no ano passado, 41 milhões de pessoas viajaram no Brasil sem levar bagagens, o que equivale a cerca de 35% do total de viajantes. “Imagina quantas pessoas deixaram de viajar por conta dessa impossibilidade de ter um bilhete mais barato.” Atualmente, além do Brasil, apenas Rússia, Venezuela, México e China têm a franquia de bagagem regulada pelo governo.

A Anac ainda não consegue estimar qual será a redução no preço das passagens com a mudança. “Mas temos convicção de que essa medida puxa o preço para baixo”, afirmou Coimbra. Segundo o secretário, sabendo com antecedência quanta bagagem deverá levar em cada voo, a companhia aérea poderá prever o espaço que será utilizado no porão da aeronave e usar o restante para o transporte de cargas.

Direito do consumidor

Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), não existe garantia sobre a redução do preço da passagem com o fim da franquia de bagagem. Segundo o órgão, não há regulação sobre a oferta do serviço ao consumidor, o que poderia confundi-lo na hora da compra.

O Idec encaminhou uma carta à Anac para reforçar os direitos dos consumidores que utilizam o transporte aéreo.

Assistência material

Na reunião de amanhã, a diretoria da Anac deverá manter os direitos dos passageiros no caso de atrasos ou cancelamentos de voos, como comunicação, alimentação, transporte e hospedagem. A proposta apresentada pela agência em março previa que o direito à assistência material poderia ser suspenso em casos de força maior imprevisível, como mau tempo que leve ao fechamento do aeroporto. Segundo Catanant, essa mudança foi revista depois da avaliação de órgãos de defesa do consumidor, que consideraram a medida um retrocesso.

“A agência está ponderando e a tendência é que a assistência material válida desde 2010 deve permanecer inalterada, se a diretoria aprovar da forma que a área técnica encaminhou”, disse.

A possibilidade de transferência do bilhete aéreo para outro passageiro também não deve ser aprovada, segundo Catanant. Segundo ele, a medida poderia prejudicar o consumidor, uma vez que agências de viagem poderiam comprar as passagens mais baratas para revender depois.

Agência Brasil 

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Passageiro relata drama durante acidente com Hércules C-130 ao pousar na Antártica

aviãoUm acidente com um avião Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB) na Antártica, ocorrido na quinta-feira passada, foi noticiado com discrição. A FAB divulgou uma nota de quatro linhas, informando que a aeronave se acidentou no pouso e que não houve feridos. Um passageiro que estava no voo, localizado pelo GLOBO, relatou o drama e a tensão que foi para quem estava no avião e os momentos posteriores ao acidente.

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O Hércules cumpria mais uma missão do Programa Antártico Brasileiro. Entre militares e civis, que visitaram a estação, estima-se que 40 pessoas estavam a bordo. A testemunha conta que houve forte impacto no pouso, que deixou na pista um pedaço do trem de pouso, um motor e uma hélice. “A aeronave deslizou por alguns segundos até rodopiar”, conta o passageiro, que preferiu não ser identificado. Na sequência, um militar da tripulação ordenou que todos abandonassem a aeronave e soou uma sirene barulhenta.

Já do lado de fora, outra ordem: “Afastar, afastar! Pode explodir”. Entre os civis estavam presentes vários servidores públicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Secretaria de Tesouro Nacional, da Secretaria do Orçamento Federal, além do pessoal do Ministério da Defesa. Abaixo, trechos do relato do passageiro do voo ao GLOBO.

Imagem mostra o avião após acidente – Arquivo pessoal

“AFASTAR, AFASTAR! PODE EXPLODIR”

“Logo depois do forte impacto, a aeronave deslizou por alguns segundos até rodopiar pela pista antes de parar totalmente. No instante seguinte, veio de um suboficial da tripulação a ordem para abandonar a aeronave, enquanto a sirene soava de forma estridente alertando os passageiros sobre o perigo iminente. Rapidamente, todos se levantaram sem saber ainda o que estava acontecendo. Uma pequena gritaria contrastava com o silêncio que vinha da pista gelada. Assim foi nossa chegada à Antártica, numa quinta-feira, dia 27 de novembro, por volta das 11 da manhã, hora local. Já do lado de fora, os passageiros se aglomeravam sem saber para onde ir, quando se ouviu nova ordem: ‘afastar, afastar… pode explodir, pode explodir!!!!’ Meio sem rumo, as pessoas iam para o mais longe que podiam, ao mesmo tempo que tomavam consciência do que havia ocorrido, ao verem o grande C-130 desfalecido sobre a pista. Na aterrisagem, a aeronave deixou pela pista uma perna do trem de pouso, um motor e uma hélice, que estavam aproximadamente a 200 metros de onde nós estávamos. Apesar de a sensação térmica estar em torno de -20°C, o frio pouco importava naquele momento em que as pessoas percebiam que, por pouco, a aeronave não havia parado no mar.

“ERA ATERRORIZANTE A IDEIA DE A NOTÍCIA CHEGAR PELA IMPRENSA AOS FAMILIARES”

“Rapidamente após o acidente, militares chilenos chegaram próximo ao local para nos conduzir até a base deles. Na caminhada, um misto de susto e medo dominava o semblante de todos. Nesse instante, o sopro do forte vento, de aproximadamente 50 km/h era o único som que se ouvia. Ninguém falava nada. Era como se todos estivessem se perguntando se aquilo estava realmente acontecendo. Dez minutos após o acidente, todos já estavam devidamente abrigados na acolhedora estação chilena, onde foi montado um comitê de crise para definir as próximas ações. A preocupação, nesse instante, era tentar contato com os familiares no Brasil, pois era aterrorizante a ideia de a notícia chegar às famílias por meio da imprensa. O grande problema era a falta de sinal de celular, somente os telefones chilenos possibilitavam a comunicação. O temor aumentou quando um canal de televisão do Chile noticiou o acidente. Agora era questão de tempo para a imprensa brasileira replicar o ocorrido.”

“MAR MUITO AGITADO”

“A grande preocupação dos membros do comitê de crise era definir como seria possível viabilizar a retirada dos mais de 40 passageiros e tripulantes da Antártica, uma vez que o C-130 estava interditando a pista, o que impossibilitava o pouso de outra aeronave. Por esse motivo, decidiu-se pelo transporte de navio da Antártica para a cidade de Punta Arenas, no Chile. Decidido o meio de transporte, agora era necessário operacionalizar a retirada. O primeiro desafio era levar o grupo a bordo do navio de apoio oceanográfico Ary Rongel, embarcação pertencente à Marinha do Brasil que faz apoio aos pesquisadores brasileiros na Antártica. Para tanto, era necessário caminhar da estação chilena até o ponto em que o grupo iria ser embarcado em um bote para ser levado até o navio. Mais um problema: as condições meteorológicas não permitiam a operação: o vento estava demasiadamente forte e o mar muito agitado. Deveríamos aguardar! Aliás, esse foi o verbo mais conjugado na viagem.”

“PRIMEIRA REFEIÇÃO DOS RESTOS DAS NOSSAS VIDAS”

“Gentilmente, os chilenos providenciaram almoço para todos, um saboroso filé de frango com purê de batata. Era a primeira refeição do resto de nossas vidas. À tarde, as condições ficaram mais severas, o vento aumentou de tal forma que era quase impossível caminhar do lado de fora da estação. Mesmo assim algumas pessoas se aventuraram em um passeio pela neve. Naquela altura, já pensávamos que teríamos que pernoitar na estação. No entanto, por volta das 17h, chegou a previsão de que teríamos uma janela entre 19h e 21h para realizar a operação de traslado para o navio. O tempo estava tão fechado e o vento tão forte que era difícil imaginar que em 2 horas as condições iriam melhorar, uma vez que qualquer coisa a mais de 100 metros de distância se perdia na profusão de branco e cinza que se misturava entre neve, céu, nuvens e neblina”.

“UMA PESSOA NÃO DURA TRÊS MINUTOS NA ÁGUA GELADA DA ANTÁRTICA”

“Durante nossa aventura, aprendemos a confiar nas previsões meteorológicas. Quase que milagrosamente, às 19h as condições já estavam propícias para fazer o traslado. O vento, que anteriormente soprava com fervor, agora havia baixado para pouco mais de 20 km/h. Dessa forma, pudemos caminhar até o local de embarcar nos botes, a cerca de 1 km da estação.Em grupos de 10 pessoas embarcamos nos botes para uma travessia de aproximadamente dez minutos até o navio Ary Rongel. Na verdade, era apenas um bote que ia e voltava até transportar todos. Nesse momento, duas coisas preocupavam: a primeira é que os meteorologistas de lá são muito bons, e, por isso, tínhamos pouco menos de 120 minutos para fazer quatro pernadas de bote, sendo que cada uma durava em torno de 25 minutos; e a segunda é que uma pessoa não dura mais do que três minutos em caso de queda nas águas geladas da Antártica. Passamos por essa fase sem muitos problemas, tirando o fato de que era impossível acabar a travessia sem ter sido batizado e, por consequência, chegar a bordo do Ary Rongel um tanto quanto molhado. Considerando que a temperatura da água estava em torno de 1°C e que vento já soprava mais forte, o frio nos castigou naquele momento”.

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“UM DRAKE NO MEIO DO CAMINHO”

O embarque no Ary Rongel nos deu a sensação de estarmos chegando em casa. Estávamos em solo brasileiro, pelo menos era assim que nos sentíamos, com uma tripulação que se desdobrou para nos dar o máximo de conforto, apesar de haver bem menos leitos do que o número de embarcados. A bordo tínhamos boa comida, uma sala de estar que contava com uma vasta seleção de filmes e um camarote que, apesar de ser bastante espartano, dava para esticar o esqueleto. A roupa era a do corpo, mas a tripulação nos fez a benesse de conceder um kit para higiene pessoal. Ocorre que no meio do caminho havia uma pedra, ou melhor, um Drake (zona na extremidade da América do Sul e a Antártica, com as piores condições meteorológicas). Logo percebemos que a travessia não seria esse mar de rosas. Pouco antes da meia-noite, o navio já balançava bastante, fazendo as primeiras vítimas, que corriam para o médico clamando por um comprimido de Dramin. O nosso pequeno navio, com cerca de 75 metros de comprimento, não parava de chacoalhar. Na manhã seguinte, poucas pessoas se arriscavam a tomar café da manhã. No almoço foi a mesma coisa, apesar de os “lobos do mar” dizerem que não se podia deixar o estômago vazio e que ficar deitado era o mais aconselhado para não passar mal. O primeiro dia a bordo foi na cama para quase todos os “marinheiros de primeira viagem”.

“RISCO DE INCÊNDIO A BORDO DO NAVIO”

“O segundo dia de mar nos reservou mais um grande susto. O velho Ary Rongel de tanto balançar sentiu o golpe. Fomos acordados pela tripulação com a ordem de nos reunir na Praça d’Armas, pois havia sido detectado um vazamento de óleo que poderia levar a um incêndio a bordo, situação que a embarcação havia passado há pouco tempo. Mas, mais uma vez, não passou de um susto. A tripulação conseguiu conter o vazamento e realizar os reparos necessários. O alvorecer do quarto dia começou a trazer um alento para o grupo. Estávamos navegando no famoso Canal de Beagle, um dos locais mais belos do mundo. Por águas extremamente calmas rumávamos para o Norte acompanhados de lindas geleiras e cachoeiras que circundavam o navio a todo momento”.

“PACIÊNCIA, PERSEVERANÇA, ESPÍRITO DE GRUPO”

“Apesar de todos os percalços, a viagem foi muito proveitosa. Pudemos aprender como brasileiros, militares e civis, se entregam a uma inóspita condição de vida para defender os seus ideais. A base brasileira Comandante Ferraz, na Antártica, abriga pesquisadores que abandonam o aconchego dos seus lares por meses a fio atrás de respostas para as suas teses e dissertações. Ao final dessa aventura, é certo afirmar que voltamos para casa com nossa bagagem mais carregada. Muitas foram as lições aprendidas. Paciência, perseverança, espírito de grupo e preocupação com o próximo fizeram parte de nossa rotina nesses dias. Sinceramente, agradeço a Deus pela oportunidade que nos deu, mas, principalmente, pela dádiva de podermos estar voltando para a casa.”

O Globo

Adolescente anuncia assalto em ônibus, esfaqueia passageiro, mas é detido e agredido pela população

Casos de policiaUm adolescente, 17 anos, foi detido por populares na noite desta terça-feira (14), após tentar assaltar um cobrador de ônibus e ferir a facadas um passageiro, durante a passagem de um transporte público pela avenida principal do bairro de Cruz das Armas em João Pessoa.

De acordo com a polícia, o menor infrator havia anunciado o assalto ao cobrador do ônibus, no entanto, um dos passageiros do veículo reagiu a ação criminosa. O assaltante feriu a vítima com uma facada na cabeça e outra na mão, mas foi rendido pelos demais ocupantes do ônibus.

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Revoltadas, algumas pessoas agrediram fisicamente o adolescente, por isso, ele foi encaminhado por uma viatura da Polícia Militar ao Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. Já o passageiro esfaqueado foi levado a mesma casa de saúde por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Investigações policiais apontam que o menor é natural do Estado do Rio de Janeiro e está em João Pessoa há dois meses.

 

portalcorreio

Após capotamento, motorista e passageiro são arremessados para fora do carro na BR-230

Bayeux em Foco
Bayeux em Foco

Dois jovens foram arremessados para fora do carro após um capotamento na BR-230, em Santa Rita, na manhã deste domingo (3). O motorista do veículo perdeu o controle após passar em uma curva fechada no KM 42, próximo ao Posto Planalto.

O acidente aconteceu por volta das 6h30. Além dos dois jovens arremessados para fora do carro, um terceiro passageiro que também estava no veículo, ficou ferido. De acordo com a polícia, os rapazes voltavam para João Pessoa após terem participado de uma festa em Campina Grande.

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A Polícia Rodoviária Federal e o Corpo de Bombeiros foram acionados por moradores e estiveram no local prestando socorro as vítimas. Elas foram encaminhadas para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.
portalcorreio

Homem é agredido em ônibus após pedir a passageiro para baixar volume de som

Portal Correio
Portal Correio

José Paulo da Silva, 39 anos, foi agredido no início da noite desta quarta-feira (27), dentro de um transporte coletivo após solicitar que um dos passageiros baixasse o volume da música que estava tocando em seu celular. O caso foi registrado dentro de um ônibus da empresa TransNacional – linha 302/ Cidade Verde, que trafegava pelo Centro de João Pessoa.

De acordo com relatos de José Paulo, ele se sentiu incomodado com a música tocada no aparelho celular de um jovem que seguia viagem no banco posterior ao seu e após solicitar que o passageiro reduzisse o volume do som, ele foi agredido pelo rapaz e cerca de cinco colegas que o acompanhavam.

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“Ele colocou o som bem no meu ouvido e quando eu me levantei, ele partiu para cima com os amigos”, informou José Paulo. Por conta do tumulto, o motorista do ônibus parou o veículo na Avenida Dom Pedro II, para que a vítima acionasse a polícia.

Temendo serem presos, o agressor e os colegas fugiram e ainda não foram localizados. A vítima ficou ferida no rosto e seguiu para prestar queixa na Delegacia.

 

 

Pollyana Sorrentino

Mototaxista é assassinado após deixar passageiro em Campina Grande

A Polícia Militar ainda não tem informações de quem cometeu o crime, nem os motivos do assassinato.

Um homicídio foi registrado na quarta-feira (3), no bairro da Ramadinha, na cidade de Campina Grande, no Agreste da Paraíba. Segundo a polícia, o mototaxista Elias Galdino dos Santos, 37 anos, teria ido deixar um passageiro, quando um homem chegou atirando.
Ele foi atingido com dois tiros no tórax. O mototaxista ainda foi levado para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, mas não resistiu e morreu.
A Polícia Militar não tem informações de quem cometeu o crime, nem os motivos do assassinato.
Corpo encontrado
Na manhã desta quinta-feira (4), um corpo foi encontrado dentro de uma fazenda no Distrito de Galante. Segundo as primeiras informações da polícia, o cadáver é de um homem e já estava em estado de decomposição. Ainda não tem a identificação da vítima.
O PIPOCO