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Esposa do secretário de comunicação de Cabedelo morre após sofrer parada cardíaca durante parto

Mariana Bezerra, esposa do secretário de Comunicação de Cabedelo, Leandro Borba, faleceu na manhã desta quarta-feira (4) após dar a luz ao filho do casal. Ela teve uma parada cardíaca. O bebê, chamado Bernardo, passa bem.

As informações são de que Mariana havia passado mal por falta de ar e uma tomografia mostrou lesões no pulmão. Foram feitos testes de covid-19, mas os resultados foram negativos. Os médicos optaram então por fazer a cesária. Ela teve problemas durante a cirurgia, mas foi estabilizada e encaminhada para a UTI, onde os médicos acabaram descobrindo um problema cardíaco. A família de Mariana tinha histórico de problemas cardíacos, mas ela não havia apresentado sintomas até então.

O velório será no Parque das Acácias, em João Pessoa, mas o horário ainda não foi confirmado pela família. O sepultamento deve ocorrer nesta quinta-feira (5).

O prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo, divulgou uma nota de pesar pelo falecimento de Mariana Bezerra. Leia na íntegra:

Dentre tantas quedas que a vida nos impõe, nada destrói mais do que a perda de alguém que amamos. O ciclo da vida às vezes se mostra impiedoso, e só mesmo crendo nos desígnios de nosso Pai para aceitarmos e convivermos com ele, certos de que os planos de Deus são sempre mais sábios que os nossos.

Com o coração cheio de tristeza e dor, venho aqui lamentar profundamente a perda da nossa amiga Mariana Bezerra, esposa do secretário de Comunicação de Cabedelo, Leandro Borba.

Mariana se foi de forma precoce e inesperada. Antes, deu vida ao filho Bernardo, que chega nesse mundo para tentar preencher o imenso vazio por ela deixado, e para ser luz em meio às trevas que sua morte representa.

A você, meu amigo Leandro, e a toda família de Mari, nosso mais sincero pesar. Apenas Deus pode confortar o coração de vocês nesse momento de indizível tristeza. Todos estão com você, cheios de certeza de que Mari foi luz em vida e deixou conosco o fruto de um amor infinito e puro, para ser cuidado e amado como ela foi durante o tempo que passou conosco!

 

clickpb

 

 

Homem alega demora do Samu e realiza parto de esposa no sofá na PB

O parto de uma mulher foi realizado pelo próprio marido, no sofá da casa onde moram no bairro de Cidade Verde, em João Pessoa, na madrugada desta sexta-feira (27).

O motivo, segundo informações do homem, teria sido a demora do Samu.

Uma tia da criança também teria auxiliado no parto. Após o bebê nascer eles foram para o hospital em um carro de aplicativo.

O Samu negou que tenha ocorrido demora.

O menino é o primeiro filho do casal e nasceu com 2,6 kg e 45 cm.

PB Agora

 

 

Equipe do SAMU realiza parto dentro de ambulância no Sertão

No início da manhã deste sábado (20), uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou um parto dentro de uma ambulância a caminho do hospital no Sertão paraibano.

Aproximadamente às 6h da manhã, a equipe do SAMU foi acionada pela família da jovem Sandy Pereira Alves, 23 anos, com a informação de que a jovem, moradora do município de Santa Terezinha, teria entrado em trabalho de parto e precisava ser levada com urgência a uma unidade hospitalar.

Quando a ambulância trafegava pela BR 361, a criança deu os primeiros sinais de que não esperaria chegar ao hospital e o parto teve que ser realizado dentro da unidade.

Graças a equipe de médicos e enfermeiros do SAMU, o parto foi bem sucedido. Mãe e filha foram recebidas na Maternidade Dr. Peregrino Filho, em Patos e passam bem.

A filha do casal Sandy Pereira e Leandro Marques recebeu o nome de Helena. É o segundo filho deles.

 

PB Agora

 

 

Adolescente perde parte do intestino após gaze de parto ficar dentro do corpo, na PB

maternidadeUma adolescente de 17 anos teve parte do intestino retirado durante uma cirurgia para reparar um possível erro médico cometido em um parto cesárea realizado na Maternidade Doutor Peregrino Filho, no município de Patos, a 317 km de João Pessoa. Segundo ela, a equipe médica da maternidade teria deixado uma gaze compressiva dentro da barriga dela após o parto. A unidade de saúde disse ao Portal Correio que vai abrir uma sindicância para apurar o caso.

De acordo com familiares da adolescente, ela teria ido à maternidade para dar à luz no mês de novembro. Na unidade, ela passou por uma cesariana e, dias depois, recebeu alta sem se queixar de dores pós-parto.

“Os problemas de saúde começaram cerca de um mês após a cesariana. Ela veio passar um tempo com a gente e se queixava de sentir um lado da barriga maior que o outro. Após dois meses da cirurgia ela sentia muitas dores do lado direito da barriga, que começou a ficar vermelha”, contou um familiar.

Com o quadro ficando mais grave, a família decidiu retornar com a adolescente para a maternidade em Patos. No local, ela recebeu atendimento e iniciou tratamento com antibióticos, mas as dores não passavam. Além disso, o local da cirurgia começou a abrir.

Ainda na maternidade, a jovem passou por exames de imagem que, segundo o relato dos médicos a família, não mostravam nenhuma anormalidade.

“Os médicos sempre me diziam que estava tudo bem, tanto em exames feitos na maternidade como feitos em clínicas particulares. Mas eu não acreditava porque escutava alguns funcionários dizendo que havia algo errado. Contei a minha família e eles decidiram me tirar da maternidade, mesmo contra a ordem médica. Sai de lá sem que os médicos me dessem transferência e viemos para o Hospital de Emergência e Trauma em Campina Grande”, contou a adolescente.

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Em Campina, ela disse que passou por um exame de tomografia, no qual os médicos constataram uma “massa estranha” dentro da barriga da adolescente.

Com os exames, os médicos do Trauma decidiram fazer uma cirurgia, neste mês de março, para remover a massa. Segundo os familiares da adolescente, durante a cirurgia, os médicos constataram que a massa estranha era uma gaze compressiva que, possivelmente, havia sido deixada no corpo dela durante a cesariana.

“Como a compressa estava perfurando o intestino dela e o local estava muito infeccionado, os médicos tiveram que retirar parte do órgão. Ela passou oito dias tomando antibióticos no Trauma e recebeu alta, mas voltou três dias depois porque ainda estava com dores”, contou um familiar.

Após a segunda internação no Trauma, ela recebeu alta médica e está na casa dos familiares, no município de Cacimba de Areia, que fica na região de Patos.

Agora, a família buscou um advogado e vai entrar com um processo contra a maternidade pelo possível erro médico. “A gente vai buscar a Justiça, não apenas pela reparação dos danos, mas para que outras pessoas não passem pelo que ela passou. Não tem lógica uma mulher estar com uma gaze na barriga e os médicos da maternidade, analisando exames de imagem, não constatarem o fato. Ela ainda não se alimenta direito, além de estar passando por outros problemas de saúde”, afirmou o familiar.

Em casa, a adolescente voltou a cuidar do filho, mesmo que limitadamente por conta da cirurgia. “Não percebi que tinha algo errado porque nunca havia sido mãe e pensava que as dores eram normais. Tive parte do intestino retirado por causa desse erro na minha cesariana. Precisei passar um mês longe do meu filho por causa dos problemas de saúde que eu tive. Não quero que outras mulheres passem pelas dificuldades que eu passei”, afirmou a adolescente.

Em nota, a assessoria de comunicação da maternidade alegou que uma sindicância vai ser aberta para apurar o caso.

“A direção da Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, imediatamente após tomar conhecimento do teor da denúncia que envolve a jovem instaurou sindicância para apurar o fato relatado. O diretor geral da Maternidade, Odir Borges Pereira Filho, que examinou a paciente em janeiro deste ano esclarece que, na ocasião, foi solicitado novos exames, além da ultrassonografia que foi feita, mas os familiares da jovem preferiram transferir a paciente antes que eles pudessem ser realizados”, diz a nota.

 

 

Por Halan Azevedo com colaboração de Patos Online

Médicos que realizarem parto normal ganharão três vezes mais, exige Justiça

(Foto: ALBANE NOOR / BSIP)
(Foto: ALBANE NOOR / BSIP)

A Justiça Federal determinou que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) cumpra novas medidas para incentivar a redução do número de cesáreas na rede particular de saúde. As medidas incluem estabelecer uma remuneração no mínimo três vezes maior para profissionais de saúde que realizarem parto normal, em relação aos que realizarem parto cesárea.

A decisão da justiça é uma resposta a um pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2010, motivado pela constatação de que o número de cesarianas na saúde suplementar é muito maior do que no setor público.

A ANS já tinha adotado medidas para incentivo do parto normal, que entraram em vigor em 7 de julho. A Resolução Normativa nº 368 prevê, entre outras coisas, que a gestante tenha o direito de saber a porcentagem de partos normais e cesarianas de seu plano de saúde, de seu hospital e de seu médico.

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Em nota divulgada nesta terça-feira (1º) sobre a decisão da justiça, a ANS afirmou que “tão logo receba a notificação judicial, irá analisar e se manifestar quanto às medidas cabíveis”.

A agência ressaltou ainda que, além das medidas iniciadas em julho, também está desenvolvendo, em parceria com o Hospital Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), o projeto Parto Adequado. Implantado em mais de 40 hospitais, o projeto conseguiu aumentar a taxa de partos normais de 19,8% para 27,2% nas instituições que o adotaram, segundo a ANS.

Do Bem Estar

Ginecologista é acusado de esquecer celular no corpo de paciente em parto

ginecologistaUm ginecologista foi acusado de ter deixado cair seu celular dentro do corpo de uma paciente durante uma cesariana em Amã, na Jordânia.

Segundo o jornal inglês “Daily Mirror”, o médico não teria percebido o incidente e acabou esquecendo o aparelho ainda no corpo de Hanan Mahmoud Abdul Karim, de 36 anos, após o nascimento do bebê.

A mulher havia dado à luz em um hospital privado na capital jordaniana no dia 24 de abril. Mas, durante a cesariana, o médico teria deixado seu telefone cair na paciente e não percebeu.

A mãe de Hanan disse que sua filha notou que algo estava vibrando em sua barriga ao chegar em casa. A mulher precisou passar por nova cirurgia para a retirada do aparelho.

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O porta-voz do Ministério da Saúde da Jordânia, Hatem Al Azrae, disse que a história é falsa.

G1

Agentes da PRF realizam parto dentro de um carro em Pombal      

 

Parto TaysaPoliciais rodoviários federais realizaram um parto dentro de um carro na tarde desta quarta-feira (6), em frente ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Pombal, Sertão da Paraíba.

 

A gestante Iris Beatriz Custódio, de 24 anos, estava indo do município de Lagoa com destino à maternidade da cidade de Alexandria, Sertão paraibano, onde seria internada para dar a luz nesta próxima quinta-feira. Às 16h um Gol vermelho parou em frente à unidade da PRF de Pombal, localizado na BR 230, e o motorista desceu gritando: “ela está nascendo”. Surpresos, os três agentes da PRF que lá se encontravam correram até o carro e perceberam que a jovem estava entrando em trabalho de parto. De imediato, iniciaram os procedimentos dentro do próprio veículo. Três minutos depois a criança nasceu; uma menina, que será registrada como Taysa Iane Custódio.

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Parto Taysa IIIris já é mãe de outras duas crianças, de 7 e 2 anos. A jovem mora no Sítio Barroquinha, que fica em Lagoa.

 

Após o parto uma equipe do SAMU chegou ao posto, onde cortaram o cordão umbilical e, em seguida, transportaram mãe e filha até o Hospital Regional de Pombal.

 

 

Obs.:O vídeo e fotos são de autoria do PRF Thyago Batista

 

Assessoria de Comunicação Social/PRF

 

 

Mulher grávida de cinco meses tem parto prematuro e dá a luz a verme gigante

mulherUma mulher no Zimbabwe deu a luz à um verme de 38cm de comprimento ao invés de uma criança. Anna Mbizi, de 38 anos, achou estar grávida de 5 meses quando de repente entrou em parto prematuro. E a “filha” dela veio surpreendendo a todos.

Os médicos disseram que no começo da gravidez, tudo estava normal. Após o parto, o médico confirmou que em momento algum houve um bebê no ventre dela – e o estômago de Anna vinha crescendo por causa do terrível verme.

Ela estava tendo contrações há dias, aí numa contração mais forte ela correu para o banheiro e deu a luz ao tal verme de 38 cm. O verme estava alojado no útero dela.

O namorado de Anna, que a abandonou após o ocorrido, disse que ela estava sentindo contrações desde o começo do fim de semana. Foi aí que ela correu para o banheiro e deu a luz ao tal verme de 38cm.

Ao ser visitada por repórteres, ela estava sentada em sua sala segurando o que sobrou do “bebê”. Seguindo o conselho de um vizinho, Anna tomou até um banho de sal grosso para se livrar da “maldição” que gerou essa “criança”.

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Ela suspeita que um vizinho (que deve dinheiro à ela) seja o responsável pela “magia negra” que fez com que isso acontecesse. A “mãe” ficou extremamente desapontada com o fato do namorado tê-la deixado ao descobrir que o bebê não era humano.

Verme tinha 38 cm

 

Com R7

Paraíba incentiva o parto normal por meio de ações e serviços humanizados

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

A redução de cesarianas e, consequentemente, o aumento de partos normais são ações que já vêm sendo incentivadas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, com a execução da Rede Cegonha. No último dia 6, o Governo Federal anunciou uma série de medidas de incentivo ao parto normal.

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Uma das ações de humanização do parto na Paraíba é que as gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ganharam o direito de escolher, entre amigos e parentes, alguém de sua confiança para estar presente na sala de parto e também no pós-parto. “A presença de um acompanhante pode ajudar na redução do número de cesarianas. De acordo com 14 estudos científicos, nacionais e internacionais, realizados em mais de cinco mil mulheres, as gestantes que contaram com a presença de acompanhantes se sentiram mais seguras e confiantes durante o parto”, disse a coordenadora da Saúde da Mulher da SES, Fátima Moraes.

Ainda entre as outras ações de humanização do parto já implantadas nas maternidades públicas estão a analgesia que reduz as dores intensas; exercícios acompanhados por fisioterapeutas e as reformas nas maternidades públicas do estado, com aquisição de novos equipamentos.

Além disso, a partir deste ano, serão construídos seis Centros de Parto Normal (CPN), sendo quatro estaduais: dois em João Pessoa, nas Maternidades Frei Damião e Edson Ramalho; um na Maternidade Peregrino de Carvalho, em Patos; e um no Hospital Regional de Cajazeiras; e dois municipais: um na Maternidade Cândida Vargas, na capital, e outro no ISEA, em Campina Grande.

O ambiente nesses locais proporcionará bem estar às pacientes, com paredes coloridas e músicas relaxantes. Os quartos terão espaço suficiente para que a mulher se movimente à vontade, com camas adequadas buscando posições que aliviem a dor e banheiros com banhos quentes e relaxantes, o que diminui a espera. De acordo com o projeto, em alguns centros terá até banheiras de ofurô.

Ainda serão construídas as Casas de gestante, bebê e puérpera nas Maternidades Frei Damião e Cândida Vargas, na capital; ISEA, em Campina Grande; e em Patos. Cada uma terá 20 leitos e o objetivo é de dar suporte para as mulheres com gravidez de alto risco que não necessitam ficar internadas; para as mães que tem bebês nas UTIs e para recém-nascidos com doenças que precisam de acompanhamento sem a necessidade de internamento. Já existem duas casas semelhantes nos Hospitais Edson Ramalho e Cajazeiras que serão ampliadas, de 10 para 20 leitos e de dois para 20, respectivamente. Ainda estão previstas para 2015 as reformas nas Maternidades de Santa Luzia e no Hospital Edson Ramalho

Em parceria com o Ministério da Saúde, a SES ainda promove qualificação de profissionais para incentivar o parto normal nas maternidades do SUS, para conscientizar quanto à necessidade de mudar práticas e humanizar os partos.

De acordo com Fátima Moraes, através da Rede Cegonha, ainda é realizado repasse de incentivos financeiros a municípios e maternidades que ofereçam atenção ao pré-natal, ao parto e nascimento e possíveis complicações obstétricas. “Todas estas ações são extremamente importantes, mas incentivo ao aleitamento materno deve começar no pré-natal, quando deve haver toda orientação para as vantagens do parto normal e desmistificar essa cultura de que o parto normal funciona como castigo e mostrar os mecanismos que o SUS dispõe para um parto humanizado. O parto deve ser um momento de muita alegria e não de sofrimento”, concluiu Fátima.

De acordo com o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), em 2014 foram realizados em todo estado 21.262 partos normais e 29.009 cesáreos.

Secom-PB