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Policiais prendem pichadores que estavam pichando muros e paredes em Bananeiras

presoNa noite desta quinta-feira (22) por volta das 22 horas a Guarnição policial de Bananeiras foi informada por meio de uma ligação anônima que três indivíduos estariam pichando a porta de um estabelecimento comercial que fica na saída de Bananeiras para Solânea.

A guarnição policial na VTR 6922 localizou os três indivíduos que após abordagem foram encontrados duas tintas spray colorgin decor nas cores amarela e laranja. Todos os envolvidos foram conduzidos juntamente com o material aprendido para a delegacia de Solânea,

Acusados de nomes MARCOS HENRIQUE BARBOSA, 19 anos, ISRAEL DEANDRADE GUEDES, 19 anos e GABRIEL VINÍCIUS CORREIA DE BRITO, 18 anos, os mesmo naturais da capital paraibana João Pessoa. Segundo relato dos mesmos eles vieram participar de um evento na UFPB campus III na ultima segunda-feira (19) e ficaram nas casas de colegas na cidade de bananeiras ate a data de ontem praticando esse ato de pichar muros e paredes de residências e estabelecimentos comerciais, ainda relataram que não são pichadores são grafiteiros fazem arte que as autoridades deveriam se preocupar com questões políticas do país do que ta prendendo estudantes universitários que estava pichando por um país melhor

Os três agora estão à disposição da autoridade policial para as providências cabíveis.

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Redação/TV Web Cidade

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Desconhecidos usam pichações em paredes para ameaçar policiais na Paraíba

Reprodução/Diário do Sertão
Reprodução/Diário do Sertão

Pichações com ameaças direcionadas a policiais militares de Coremas, a 390 km de João Pessoa, no Sertão paraibano, foram encontradas no domingo (18), em paredes de residências da cidade. Segundo a Polícia Militar, a população atribui as pichações a criminosos locais. A Polícia Militar confirmou nesta quarta-feira (21) que está apurando os casos.

Em uma das paredes pichadas há: “Mata os policia é a nossa meta”(sic) e em outra, os pichadores atribuem uma palavra de baixo calão aos policiais.

Segundo o comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar, Major Guedes, responsável pela companhia de Coremas, as pichações foram encontradas no domingo e as providências para identificar os autores estão sendo tomadas.

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“Tomamos conhecimento dessas pichações e determinei a devida identificação dos responsáveis. Acionamos o serviço de inteligência para verificar se isso foi apenas uma brincadeira de mau gosto promovida por adolescentes ou ameaças verdadeiras de criminosos” afirmou o comandante.

Major Guedes informou que nenhum policial da região está recebendo ameaças e que a PM vem realizando o seu trabalho normalmente. “Nenhum policial nosso recebeu ameaça nos últimos dias. Estamos realizando nosso trabalho normalmente em todo o Vale do Piancó e tudo está tranquilo”, concluiu.

 

Por Halan Azevedo

Eduardo Paredes é condenado a 12 anos de prisão pela morte de Fátima Lopes

juriO psicólogo Eduardo Paredes foi julgado culpado pela morte da defensora pública Fátima Lopes e, por isso, condenado a 12 anos de prisão em regime  fechado por homicídio doloso e lesão corporal. O julgamento começou às 9h e se estendeu por todo o dia tendo seu desfecho por volta das 20h. O juiz Marcial Henrique Ferraz da Cruz leu a sentença por volta das 20h.

O Ministério Público desde defendeu que Paredes fosse condenado por homicídio doloso, o que poderia deixá-lo na cadeia por até 20 anos. Já a defesa insistiu em homicídio culposo, ou seja, quando não há intenção de matar.

O júri já havia sido marcado outras vezes, mas foi cancelado. No último, a razão foi o abandono do caso pelo advogado de defesa.

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Fátima Lopes morreu em janeiro de 2010, quando teve seu carro atingido pelo veículo dirigido por Eduardo  Paredes, que avançou um sinal vermelho em alta velocidade no cruzamento da avenida Epitácio Pessoa com a João Domingos, no bairro de Miramar, em João Pessoa.

No depoimento, o réu negou que tivesse embriagado, disse que estava apenas distraído e também rebateu a informação de que teria passado em sinal vermelho. Ele alega que o semáforo estava em sinal intermitente, ou seja, piscando em amarelo para os dois sentidos.

Porém, seus argumentos não foram suficientes para convencer os jurados, que o julgaram culpado.

 

 

Assessoria

Apimente a relação: saiba o que falar entre quatro paredes

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Todas querem ser aquela mítica mulher sexy que sempre sabe a coisa perfeita para sussurrar na orelha de um homem. Mas, na verdade, muitas vezes não sabemos o que exatamente é excitante. Por isso, a revista Cosmopolitan consultou o editor do site Fleshbot para descobrir o que é uma conversa picante na cama. Descubra o que dizer entre quatro paredes:

 

Comece simples
O quarto não precisa ser o palco das conversas mais sujas e depravadas que você pode imaginar. Frases simples, como “isso é excitante” ou “isso é tão gostoso” já são suficientes para elevar a temperatura. “Demonstrar entusiasmo pelo que está acontecendo é o caminho”, afirma o escritor Ed.

 

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Crie um alter ego
Durante o dia você é uma garota educada, que nunca se esquece de dizer “por favor” e “obrigado”. Mas entre quatro paredes você pode encarnar qualquer personagem que quiser, de uma espiã sedutora a uma dançarina francesa. O céu é o limite. A ideia de estar interpretando uma personagem permite que você experimente falar e ouvir coisas que nunca imaginou. Precisa de ajuda para entrar no clima? Escolha uma trilha sonora e se entregue.

 

Peça o que você gosta
Homens acham que não há nada mais sexy do que uma mulher que sabe o que quer na cama. Então, se não souber o que dizer, apenas fale a coisa mais safada que você gostaria que ele fizesse com você. Se vocês já estiverem fazendo isso diga o quão bom está sendo.

 

Avalie o que ele considera legal
Se não você não tem ideia se seu parceiro está mais para umas frases mais quentes ou algo realmente safado, pergunte a ele: “o que você quer que eu face com você? Detalhe, por favor”. Preste atenção na linguagem que ele utiliza e depois siga o mesmo espírito.

 

Não se preocupe em parecer boba
Quando você está excitada seu cérebro funciona de forma diferente, um monte de coisas que parecem ridículas quando você está em seu estado normal de repente pode parecer muito, muito quente. “É instintivo. Tudo faz parte do jogo”, defende a designer gráfica Wendy. Se você disse algo que o faça reagir de uma forma estranha fique calma. Você pode concertar a situação falando algo como “o que quis dizer na verdade foi…”, mas se ele realmente agir como um babaca é porque você estará melhor sem ele.

 

Tente se expressar
Na cama vale se deixar levar pelas sensações. Se tiver vontade de “gritar” ou soltar um palavrão que expresse o quanto está sentindo prazer vá em frente. Seu parceiro vai adorar saber que você gostou.

 

Busque inspiração
Como atrizes passam pelas cenas de sexo? Elas memorizam as palavras quentes que outra pessoa escreveu. Isso não dizendo que você deve repetir uma cena de sexo palavra por palavra, mas se viu um filme ou leu um livro quente recentemente use alguns trechos que achou sensuais como inspiração para sua vida.

 

Alimente o ego dele
“Dá muito tesão uma mulher me tratando como um objeto de prazer. Parece simples, mas é muito poderoso”, defendeu Christopher. Não tenha medo de falar a um homem sobre seu corpo, elogiar seu órgão sexual ou falar sobre o que acha atraente e sexy nele.

 

Terra

Governo federal suspende construção de presídio com paredes finas

Paredes de celas mais finas que o exigido -que podem ser derrubadas com um golpe de marreta- e tetos com risco de desabar são alguns dos problemas que levaram o governo federal a suspender verbas para a construção de presídios em oito Estados.

Indícios de superfaturamento e contratos direcionados também estão entre os fatores que fizeram o Ministério da Justiça interromper o financiamento. O programa envolve cerca de R$ 1,1 bilhão e visa reduzir o déficit de vagas no sistema prisional.

Entre os Estados atingidos estão Bahia, Rio Grande do Sul, Alagoas e Maranhão.

Em junho, o Depen (Departamento Penitenciário Nacional), responsável pelo programa, suspendeu a aprovação de repasses e análise de projetos em andamento, que chegam a R$ 176 milhões.

A medida foi adotada depois que chegaram ao ministério laudos elaborados pelo Instituto Nacional de Criminalística, da Polícia Federal, em presídios em construção em Santa Catarina. A Folha obteve cópias dos relatórios.

Os peritos da PF acharam indícios de que as obras foram realizadas com materiais de preço inferior ao pactuado. A diferença, diz o Depen, além de representar gastos irregulares, pode comprometer a segurança das prisões.

Nas paredes das celas, por exemplo, o contrato exigia 7,5 cm de espessura de concreto, mas, de acordo com o laudo, ele não superava 3,5 cm.

“O normal são paredes de 15 cm para mais. De 3,5 cm, com uma marretada, dá para ser aberta. É fina demais, é difícil até para executar”, diz Claudio Gil, engenheiro civil especializado em estruturas de concreto e dono de empresa que já atuou em presídios.

O laudo também diz que “as lajes do teto das celas não possuem armação, reduzindo a segurança das mesmas”.

Editoria de arte/Folhapress

MÓDULOS

Os serviços em Santa Catarina e nos oito Estados com repasses suspensos estão a cargo da empresa Verdi Construções, de Erechim (RS), por meio de um método chamado Siscopen, que usa sistemas modulares de construção, o que agiliza as obras.

O sistema seria de uso exclusivo da empresa, o que permitiria a dispensa de licitações. Essa celeridade do método construtivo foi usada como argumento para a contratação direta da Verdi em ao menos três Estados.

Porém, os peritos encontraram outras empresas no país que utilizam metodologia semelhante, com preços inferiores. Uma cela, orçada por R$ 85,8 mil em Santa Catarina, foi encontrada por R$ 45 mil em empresa de São Paulo.

A polêmica levou o Ministério Público Federal no Paraná a recomendar que o Estado não efetuasse contratos sem licitação para as prisões.

OUTRO LADO

O advogado da Verdi Construções, Andrei Zenkner, diz que o laudo da PF que amparou a decisão do Depen “pretendeu” contrariar conclusões do TCU (Tribunal de Contas da União) de que não houve direcionamento nem “irregularidades significativas” na execução das obras.

“A obra foi concluída e entregue no prazo. O preço da obra foi o de mercado.”

Na área criminal, argumenta o advogado, o próprio Ministério Público Federal em Santa Catarina requisitou o arquivamento do caso. A Polícia Federal também não encontrou crimes no projeto.

“Ou seja: TCU, PF e MPF já reconheceram que não há ilícito penal algum na contratação e construção das obras.” Segundo Zenkner, a Verdi possui uma tecnologia de concreto de alto desempenho desenvolvida a partir de anos de pesquisa e investimento. “Está em condições de construir obras industrializadas de alta qualidade, preço de mercado e agilidade, dentro da lei e da ética”.

O Ministério da Justiça diz que determinou a suspensão “imediata” de propostas que usem o método desenvolvido pela Verdi até que haja um cadastro de preços de referência de itens específicos usados na construção de prisões.

Por conta disso, a Universidade Federal de Santa Catarina está realizando “estudo de aferição, verificação, detalhamento e validação dos insumos” das obras.

Colaborou CRISTINA MORENO DE CASTRO

Folha.com