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Padre sobre políticos que ignoram pandemia: “bando de irresponsáveis, vão pagar no inferno”

Durante celebração de missa na noite do último sábado (24), o padre Adauto Tavares, da paróquia da Santíssima Trindade, diocese de Guarabira-PB, fez duras críticas aos políticos que têm ignorado a pandemia da Covid-19, realizam eventos políticos e saem apertando as mãos dos eleitores.

“O que me entristece é que parece que passou a pandemia, que não existe mais pandemia nesse mundo e os candidatos estão andando de rua em rua pegando nas mãos das do povo e quando eles adoecem vão para o hospital particular e os pobres morrem mendigando na porta da UPA e não tem dinheiro pra comprar remédio. Bando de irresponsáveis, vão pagar no inferno”, disse o religioso.

A missa, transmitida pelas redes sociais, ganhou grande repercussão e internautas se dividem a respeito do assunto. Muitos apoiam a posição de combate adotada por padre Adauto e outros entendem que o religioso não deveria tratar na missa sobre a polêmica questão que evolve políticos.

O assunto foi repercutido no programa Manhã de Notícias, pela jornalista Michele Marques, da TV Mídia na web.

Histórico

Padre Adauto já criou uma polêmica no passado envolvendo a o judiciário. Durante homilia, o religioso disse que os juízes só trabalhavam terça, quarta e quinta-feira. O tema foi debatido em emissoras de rádio e redes sociais.

 

portal25horas

 

 

Falso sequestro: problema pessoal vivido por padre antes de chegar à Paraíba ficará sob sigilo durante investigação

Ainda está sob sigilo o teor do problema pessoal vivido pelo padre Gilmar  antes de chegar à Paraíba, que motivou a extorsão no valor de R$ 50 mil e a sequência de mentiras que foram forjadas após o episódio. O religioso confessou que mentiu sobre o sequestro e que fugiu para tentar suicídio em alto mar.

Ele é natural de São Paulo e, atualmente, administra a paróquia da Igreja Católica no bairro do Roger. José Gilmar foi encontrado em Tambaba, no município de Conde, Litoral Sul paraibano, no dia 16 de outubro. Ele havia sumido três dias antes, deixando um pedido de socorro por mensagem enviada ao celular de um colega, também padre.

De acordo com o delegado Vitor Melo, o motivo da extorsão e ameaças ficarão sob sigilo e a investigação continua, ainda segundo informou o delegado. Por causa do falso sequestro, que mobilizou a Segurança Pública, o padre foi autuado por falsa comunicação de crime, que implica em pena de 1 a 6 meses de prisão. O sacerdote, no entanto. deve apenas assinar Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

 

PB Agora

 

 

Em vídeo, Padre Gilmar agradece apoio; ‘Agradeço a cada um que rezou por mim’

Em vídeo divulgado nas redes sociais da Paróquia Santa Terezinha do Roger, o Padre José Gilmar, que estava desaparecido desde a terça-feira (13), e foi encontrado no final da tarde dessa sexta (16), em Conde, Litoral Sul, agradeceu o apoio dos fiéis.

 

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Mensagem de agradecimento do Padre Gilmar.

Uma publicação compartilhada por Paróquia Santa Teresinha (@santateresinharogerjp) em

Após depoimento na Central de Polícia, o religioso contou que viveu momentos de aflição e desespero que passou nas mãos de três homens, que ele não conseguiu identificar. Ele relatou que foi abordado, quando ia para o velório, e levado para um local desconhecido no meio do mato.

O pároco relatou que os bandidos amarraram suas mãos, colocaram um capuz na sua cabeça e que só foi liberado na quarta-feira, quando saiu caminhando pelo mato. A polícia encontrou o religioso na tarde desta sexta-feira (16) desorientado e caminhando às margens da PB-008, próximo a uma praia do Litoral Norte.

paraiba.com.br

 

 

Padre Gilmar diz que ficou em cativeiro, amarrado e com capuz; três suspeitos são procurados

O padre José Gilmar concedeu entrevista, na noite desta sexta-feira (16), e contou detalhes sobre o seu desaparecimento. Ele revelou que foi levado por sequestradores a um cativeiro no meio do matagal, amarrado e ficou com um capuz, na região de Tambaba.

“Fiquei desde a terça-feira o final da tarde até hoje, consegui sair depois de terem me liberado na quarta à tarde, mas com ameaça de que eu não saísse daquele local. Graças à Deus sai caminhando, ontem caminhei bastante. Foi amarrado as mãos, colocado capuz, mas eles retiraram”, disse.

Segundo o padre, os homens estavam em um outro veículo e abandonaram o veículo do padre em Tambaba.

O delegado Victor Melo revelou que pelo menos três pessoas estavam com o padre no cativeiro. A Polícia Civil já tem uma linha de investigação, revelou.

Ele ainda contou que os criminosos pensavam que padre Gilmar fosse motorista de aplicativo. Ele foi abordado após um velório, e obrigado a dirigir no sentido Recife. O padre ainda estava com o celular entre as penas e conseguir mandar um pedido de socorro.

“Ele não foi violentado fisicamente, mas psicologicamente… ao descobrirem que ele seria padre, passaram a exigir que ele transferisse dinheiro da paróquia, mas ele não fez”, declarou à Tv Cabo Branco.

 

Portal WSCOM

 

 

Após três dias desaparecido, Padre José Gilmar é encontrado no Litoral Sul

Desaparecido deste a última terça-feira (13), o padre José Gilmar, da Paróquia de Santa Teresinha, no Alto Róger, em João Pessoa, foi encontrado pela polícia na tarde deste sexta-feira (16), em Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba. As informações são do delegado responsável pelo caso, Victor Melo.

Nas primeiras horas da tarde, a polícia localizou o carro utilizado pelo religioso no dia em que desapareceu. O veículo FOX de Placa QFP 4874, que pertence  no Mirante em Tambaba, no município do Conde. Segundo os policiais, o veículo foi localizado após uma pessoa ligar para o 190, da Polícia Militar, passando as informações.

Segundo o delegado, o padre está consciente, no entanto, um pouco debilitado. Ele foi encaminhado à Central de Polícia, no bairro do Geisel, na Capital, onde prestará mais esclarecimentos sobre o seu desaparecimento.

Em entrevista concedida à emissora de João Pessoa, logo após ser encontrado, o Padre agradeceu pelas orações por sua vida e revelou ter sido amarrado, mas conseguiu se soltar e passou três dias na mata local, sem se alimentar, até ser encontrado.

Entenda:

O Padre Gilmar, de 46 anos, da Paróquia de Santa Teresinha, no Alto Róger, em João Pessoa, desapareceu após se dirigir a um velório. No entanto, de acordo com as investigações, o religioso não chegou ao seu destino.

Através de um aplicativo de mensagens, Padre Gilmar chegou a enviar a mensagem de ‘socorro’ a um amigo por volta do meio-dia. Desde então, não se tem mais noticias no padre.

Em nota, a Arquidiocese da Paraíba confirmou o aparecimento do Padre José Gilmar:

PADRE GILMAR ESTÁ VIVO!!!

O padre Gilmar, desaparecido desde a última terça, dia 13, foi encontrado com vida na região da cidade do Conde – PB.

Ele está bem e está sendo acompanhado pelo setor jurídico da Arquidiocese e pessoas próximas ao sacerdote para que tudo seja esclarecido.

Pedimos respeito ao momento e, assim que possível, a Arquidiocese emitirá nota oficial sobre o caso.

Agora é momento de agradecer a Deus e à Virgem Santíssima por este livramento!

Arquidiocese da Paraíba

 

PB Agora

 

Dois dias: padre José Gilmar segue desaparecido e investigações continuam na Paraíba

As buscas pelo padre José Gilmar, desaparecido há dois dias, continuam. O padre, que atuava na Paróquia Santa Terezinha, no bairro do Róger, em João Pessoa, sumiu no fim da manhã dessa terça-feira (13). A polícia ainda não tem pistas sobre o caso e aguarda autorização judicial para acessar informações do celular do padre.

O delegado responsável pelo caso, Victor Melo, contou que já ouviu pelo menos seis pessoas próximas ao padre e deve ouvir mais ainda nesta quinta-feira (15). Segundo ele, ainda é muito cedo para saber o que aconteceu e nenhuma hipótese está descartada.

As informações que se tem até o momento são de que o padre saiu por volta das 11h30 para encomendar um corpo em um velório, mas não chegou ao local. Ao meio-dia ele enviou uma mensagem para um amigo com a palavra ”socorro”, mas a mensagem só foi visualizada às 15h, quando começaram a procurá-lo. Nesse momento o celular do padre já estava desligado e ele não foi mais visto.

Nessa quarta-feira (14), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou imagens de um carro semelhante ao do padre, registradas pela câmera de segurança do posto operacional de Mata Redonda, na BR-101, indo na direção de Recife. A PRF não conseguiu confirmar, porém, a placa do veículo filmado. O padre conduzia um veículo Fox, na cor grafite, de placa QFP 4874, até desaparecer.

Depois disso, a PRF chegou a receber denúncias de que o carro do padre estaria na divisa com Pernambuco ou na divisa com o Rio Grande do Norte, mas o veículo não foi encontrado em nenhum dos locais apontados pelos denunciantes.

 

clickpb

 

 

PRF investiga carro, semelhante ao de padre desaparecido, que foi filmado saindo de João Pessoa

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba identificou imagens de um veículo que pode ser do padre José Gilmar, da Paróquia Santa Terezinha, localizada no bairro do Róger, em João Pessoa. O padre, de 46 anos, está desaparecido desde essa terça-feira (13), após sair para um velório sem nunca chegar ao local. Ele enviou uma mensagem de socorro para um amigo pouco tempo após sair e não houve mais notícia desde então.

O padre estava num veículo Fox, na cor grafite, de placa QFP 4874. A PRF identificou um veículo com características semelhantes em filmagem do circuito interno de segurança do posto da PRF de Mata Redonda, na BR-101, no sentido João Pessoa-Recife.

De acordo com a PRF, por ser uma câmera de segurança e não de trânsito, a imagem não é tão nítida para a leitura da placa, por isso ainda não é possível ter certeza que era mesmo o carro do padre.

Técnicos estão trabalhando para melhorar a imagem e agentes da PRF estão buscando imagens de outras câmeras de segurança que possam existir nas redondezas, em locais como postos de gasolina e lojas de conveniência.

 

clickpb

 

 

Polícia investiga padre desaparecido que deixou mensagem de WhatsApp pedindo socorro

O padre José Gilmar, da paróquia de Santa Terezinha, no bairro do Róger, em João Pessoa, está desaparecido desde esta terça-feira (13).

De acordo com informações obtidas pelo ClickPB, o padre saiu por volta das 11h30 para um velório, mas não chegou ao local do velório. Ele enviou uma mensagem pelo aplicativo WhatsApp para um irmão da igreja, pedindo socorro, por volta do meio-dia.

O religioso só viu a mensagem por volta das 15h, e acionou a polícia. O padre estava num veículo Fox Grafite de placa QFP 4874.

Até o momento não há informações do que pode ter acontecido ao sacerdote. Amigos divulgaram os seguintes dados nas redes sociais:

clickpb

 

Alvo de represália da Guarda Municipal da prefeitura de Conde, padre surpreende e pede afastamento da paróquia

Após ter pintado um cruzeiro Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, no Conde, e com isso ter desencadeado uma briga com a gestão da prefeita Márcia Lucena, o padre Luciano Gustavo Lustosa da Silveira pediu afastamento da referida paróquia em carta enviada à Arquidiocese da Paraíba.

Na carta, o padre alega risco à sua integridade física e relata que está “sendo hostilizado por meio de discursos de ódio e ataques verbais” dirigidos a ele através de redes sociais.

Em sua carta, o padre Luciano não cita nomes, embora ressalte que as ameaças tiveram início após o episódio em que foi conduzido para a delegacia de Alhandra por uma guarnição da Guarda Municipal do Conde e que segundo ele, teria ocorrido por causa da pintura do cruzeiro reformado pela prefeitura, de azul para marrom.

Confira:

NOTA

Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo Jesus, e a todos quantos virem essa nota, desejo a graça e a paz de Cristo. Nos ensina o apóstolo dos gentios, São Paulo, que: “em todas as coisas somos bem mais que vencedores, graças Àquele que nos amou” (Rm 8,37). Jesus Cristo, nosso Senhor e mestre, nos ensina que: “neste mundo vocês terão aflições, mas tenham coragem: Eu venci o mundo” (Jo 16,33).

É sabido por todos que no último dia 03 de outubro do corrente ano, deu-se um lamentável incidente envolvendo a minha pessoa e consequentemente a Igreja Católica em Conde e o poder público municipal. Episódio este, que está sendo devidamente acompanhado pela Arquidiocese da Paraíba, através do Arcebispo Metropolitano e da assessoria jurídica, buscando assim as elucidações dos fatos ocorridos. Desta forma, vivendo em um estado democrático de direito e respeito as garantias fundamentais do cidadão, desejamos que a luz da justiça, da democracia e da verdade, se evite erros, tiranias e abusos porvindouros.

Diante de toda a situação e buscando me resguardar, pedi a Arquidiocese um afastamento provisório da Paróquia, pois temo por minha integridade física, uma vez que eu esteja sendo hostilizado por meio de discursos de ódio e ataques verbais dirigidos a mim através de redes sociais.

Agradeço a todos os paroquianos, aos cidadãos condenses (dos quais faço parte) e a um grande número de católicos da Paraíba, do Brasil e do mundo que de alguma maneira externaram solidariedade a minha pessoa. Que Deus os abençoe e Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de nossa Paroquia (externando também essas bênçãos as pessoas que pensam de forma contrária, pois apesar de todas as diferenças quer queiram/creiam ou não, somos filhos do mesmo Deus), os protejam e os livrem de todos males.

Procuremos construir um mundo com base na solidariedade, buscando nas divergências o complemento e não o afastamento em convívio social, RESPEITANDO SEMPRE o próximo naquilo que lhe seja de direito, buscando o diálogo, a serenidade e a paz.
Conde, 10 de Outubro de 2020.

Padre Luciano Gustavo Lustosa da Silveira Pároco

“A verdade brotará da terra e a justiça se inclinará lá dos céus” (Sl – 85,12)

Arquidiocese da PB relata indignação por condução de padre do Conde à delegacia

A Arquidiocese da Paraíba divulgou, na tarde desta quarta-feira (07), uma nota na qual informou que acompanha com indignação o episódio ocorrido no último sábado, dia 03 de outubro, quando foi informada que um dos seus sacerdotes, o Padre Luciano Lustosa, administrador da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, na cidade do Conde/PB, foi conduzido de forma coercitiva para a delegacia da cidade de Alhandra/PB.

O religioso, na ocasião, gravou um vídeo no qual criticou a prefeita do Conde, Márcia Lucena, responsabilizando-a por sua prisão e atribuindo o fato à decisão dele de ter pintado o cruzeiro em frente à igreja de marrom, quando a prefeitura havia pintado de azul.

CONFIRA A NOTA

“A Arquidiocese entende que se tratou de uma exposição desnecessária no contexto de um estado democrático de direito e respeito às garantias fundamentais do cidadão. Causa-nos estranheza que um sacerdote seja abordado por agentes públicos sob a alegação de que teria cometido um crime de desobediência, sem que os mesmos tenham uma determinação judicial que justificasse tal ato ou diante de um flagrante delito. A Arquidiocese, através do seu Arcebispo Metropolitano e da Assessoria Jurídica, está acompanhando toda a repercussão deste episódio, tudo para que a verdade seja esclarecida. À comunidade católica arquidiocesana, informamos que o Padre Luciano está sendo devidamente assistido de modo institucional, jurídico e espiritual. À sociedade paraibana, apresentamos o nosso desejo de que tudo seja resolvido com a licitude e lisura necessárias. Reivindicamos que o caso seja acompanhado com o devido respeito às pessoas envolvidas e às instituições públicas e religiosa, que buscarão todos os meios para elucidar o caso, à luz da justiça, da democracia e da verdade, tudo a evitar qualquer espécie de abuso de autoridade posterior”.

A prefeita Márcia Lucena negou que tenha determinado a prisão do padre ou mesmo orientado a Guarda Municipal para que tomasse qualquer atitude contra o religioso.

 

pbagora