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Morre a segunda vítima baleada na noite de ontem (19) no bairro do Nordeste

baleadoA segunda vítima baleada ontem à noite (sexta-feira, 19), no bairro do Nordeste, em Guarabira, faleceu na manhã deste sábado (20). João Batista da Silva Neto, o “Dodô”, foi baleado na cabeça, mas havia sido levado para o hospital Regional com vida. Devido à gravidade dos ferimentos à bala, teve que ser transferido para o Hospital de Trauma, em João Pessoa, na noite de ontem.

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Parentes informaram que na manhã de hoje, ele não resistiu e faleceu.

Dodô em companhia de outro amigo, Del, foram baleados na cabeça, por tras do prédio do CAIC, no bairro do Nordeste.

 

portalmidia

Tentativa de assalto na noite de ontem em Mari/PB deixa um ferido

Uma tentativa de assalto no início da noite desta sexta-feira (11) em um Posto de Combustível na saída de Mari para Guarabira deixou o sr. João Marques ferido por um disparo de arma de fogo, segundo informou a polícia.

Informações dão conta de que o proprietário do referido posto reagiu a tentativa de assalto e foi atingido na clávicula. Logo após o acontecido, João foi socorrido para a Policlínica Municipal e em seguida transferido pelo Samu para o Hospital de Traumas da capital.

Imprensa impedida de colher informações

O réporter do Expresso PB, ao dirigir-se a Policilínica Municipal para colher maiores informações sobre o estado de saúde da vítima foi impedido de adentrar ao local por uma figura ligada a administração municipal.

Ruan Henrique foi barrado na porta do órgão público sob o argumento de que existe uma ordem expressa por parte da nova gestão de que os reporteres da Rádio Araçá FM e do Expresso PB estão proibidos de adentrar nos órgãos públicos de Mari.

Da Redação 
Do Expresso PB/Por Ruan Henrique

‘Profeta’ que prometia o fim do mundo para sexta (12) é preso por estelionato no Nordeste

O profeta que prometia o fim do mundo nesta sexta-feira (12), em Teresina, no Piauí, foi preso pelo crime de estelionato. De acordo com a polícia, Luis Pereira dos Santos usava o dinheiro de seus seguidores para manter a casa onde eram realizadas as reuniões.

Outros seis seguidores prestaram depoimentos e foram liberados em seguida, segundo a polícia.

Cerca de 120 pessoas que estavam dentro de uma casa à espera do fim do mundo deixaram o local no fim da tarde desta sexta. O Coronel José Fernandes de Albuquerque explicou que todos deixaram o local pacificamente, após negociação com a polícia.

O grupo estava no local junto com Luis Pereira dos Santos, que dizia ser profeta e havia previsto o fim do mundo.

“Conseguimos convencer as pessoas a voltar para suas casas ou ir para a casa de parentes. Não houve violência e não tiramos ninguém a força, eles compreenderam a situação e saíram”, afirmou o coronel.

A Polícia Militar deve permanecer no local por mais dois dias. De acordo com Albuquerque, a intenção é evitar que a população deprede o local. “Queremos evitar que a população coloque fogo e destrua o imóvel, que era uma espécie de casa de oração dessas pessoas. Quem não acreditava no profeta, ficou revoltada com as mentiras e também pelo transtorno causado no bairro”, explicou.

Prisão

O homem que se dizia profeta foi preso durante a tarde. Homens da Polícia Militar invadiram a casa para resgatá-lo, após a população nos arredores do imóvel atirar pedras e ameaçar entrar no local para linchá-lo. A Tropa de Choque teve de dispersar a população. Segundo a polícia, além dele, outros dois integrantes do grupo foram detidos.

“Todos estão detidos na Central de Flagrantes de Teresina, à disposição da Polícia Civil. Eles devem permanecer detidos lá até por uma questão de segurança, não temos informação de quando serão liberados”, afirmou Albuquerque.

Resgate de crianças

Na tarde de quinta-feira (11), uma operação com cerca de 100 homens das polícias Civil e Militar retiraram crianças e adolescentes da casa. Os menores foram levados para abrigos e estão sob a guarda do Conselho Tutelar da cidade. Não foram encontradas drogas no local, mas uma quantidade razoável de veneno de rato, segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado.

O TJ informou que o mandado de busca e recolhimento dos menores foi autorizado pela juíza Maria Luiza Melo Freitas, da 1ª Vara da Criança e Adolescente, a pedido da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Teresina.

G1

Ramalho Leite – Ontem, como hoje

O Banco do Nordeste tinha na sua diretoria dois paraibanos: Pedro Gondim e Paulo Gadelha. Ambos se esforçaram para oferecer crédito à Paraíba, visando o saneamento de suas finanças. O governador Tarcisio Burity vinha pagando aos servidores graças aos famosos saques de antecipação de receita, de curto prazo e juros escorchantes. Um empréstimo âncora pagaria os  débitos espalhados por bancos privados e concederia ao BNB o titulo de principal credor do Estado da Paraíba. O erário ganharia prazo de carência e juros oficiais mais confortáveis. A operação evitaria os constantes apelos do Governo à Justiça em busca de liminares que evitassem os bloqueios de suas contas e, o PARAIBAN, depois fechado por isso mesmo, entre outras causas, largaria a tarefa de pagar a folha do executivo usando seus parcos recursos, para cobertura posterior. O socorro do BNB era a salvação.

O governador Burity, na dobra do segundo período do seu mandato perdera a maioria na Assembléia e, em conseqüência, o presidente se tornara  comandante em chefe da oposição. Essa maioria aguerrida, à medida em que se aproximavam as eleições, crescia em virulência e arrogância, impedindo que as ações do governo avançassem.

O empréstimo pretendido junto ao BNB foi o cavalo de batalha com que se serviram para impedir que o governo equilibrasse as suas finanças e retomasse o processo de desenvolvimento, estagnado por absoluta falta de recursos. O resultado foi o que se viu. A Assembleia negou o empréstimo e Burity foi até o final do seu mandato graças a liminares judiciais que impediam bloqueio das contas do Estado. O fechamento do PARAIBAN foi conseqüência e aumentou o caos.

O cenário atual não se confunde com o do passado narrado acima. As finanças estaduais estão equilibradas graças ao esforço hercúleo do atual governo, fechando as torneias do desperdício e direcionando  investimentos para áreas que facilitem seu retorno em receitas e emprego.O erário vai bem, obrigado.

A guerra do momento envolve a CAGEPA, única empresa pública de vulto que restou ao patrimônio do povo paraibano. Os déficits acumulados foram sendo cobertos por empréstimos vários, solução a que recorreram vários governos até o presente. O que no passado existia com relação ao Estado da Paraíba,  existe hoje com relação àquela empresa. Vários empréstimos com  juros de tirar a pele, afogam a operadora de água e esgotos, que precisa ser socorrida. Um banco oficial oferece o guarda-chuva sob cuja proteção serão abrigados todos os empréstimos privados, além de um prazo de carência que permitirá ao afogado respirar por algum tempo e reinvestir na melhoria dos seus serviços.

O cenário é outro, a oposição, porém, á a mesma. Mudaram as siglas e foram trocadas algumas cabeças, mas,tem oposição que só fatura na desgraça. Para alguns, com raras e honrosas exceções, quanto pior melhor. O momento exige diálogo e o interesse público não pode sucumbir diante de objetivos políticos e eleitoreiros. O péssimo exemplo do passado não pode prosperar no presente.

Ramalho Leite

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