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Paraíba tem maior número de mortes por Covid-19 em um dia desde setembro

A Paraíba contabilizou mais 20 mortes por coronavírus, 13 delas nas últimas 24 horas. O número total de óbitos subiu de 3.487 para 3.507 entre essa quarta-feira (16) e esta quinta-feira (17). Também foram registrados mais 1.278 casos confirmados, totalizando 157.396. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Até o momento, 505.037 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados na Paraíba.

Resumo | Últimas 24h na Paraíba

  • Confirmados: 157.396 (eram: 156.122)
  • Descartados: 210.628 (eram: 209.111)

Dentre os casos confirmados:

  • Recuperados: 122.219 (eram: 121.400)
  • Isolados em casa: 31.341 (eram: 30.903)
  • Internados: 329 (eram 332)
  • Mortos: 3.507 (eram: 3.487)

portalcorreio

 

 

Cresce número de desistência de candidaturas nestas eleições na PB

Aumenta o número de desistências registradas em disputa de vagas para prefeito e vereador na Paraíba. Segundo dados da Justiça Eleitoral, no estado já foram registradas 400 candidatos desistiram da disputa nestas eleições de 2020.

De acordo com os dados da Justiça Eleitoral estes mostram que desistiram ou foram impedidos de participar da campanha 31 candidatos a prefeito, 46 candidatos a vice-prefeito e 323 candidatos a vereador em toda a Paraíba.

Além desses ainda há casos, candidatos foram alijados do processo eleitoral – 129 – porque suas candidaturas foram indeferidas pela Justiça Eleitoral. Nos bastidores, há especulações que quantidade de desistências pode ser ainda maior nos próximos dias.

 

PB Agora

 

Eleições 2020: Cresce o número de candidatos analfabetos concorrendo a vereador

As eleições deste ano registraram um número maior de candidatos que se declararam analfabetos se compararmos com a disputa eleitoral anterior. É isso o que revela um levantamento feito pelo portal Brasil61.com constando que, para estas eleições, foram registradas 20 candidaturas para o cargo de vereador com pessoas declaradas como analfabetas, enquanto em 2016 esse número foi de apenas seis candidatos.

Tanto agora em 2020 quanto na eleição anterior, não houve nenhum candidato registrado como analfabeto para concorrer ao cargo de prefeito. Todas as regiões do país apresentam candidatos nestas condições, mas duas regiões concentram o maior número, sendo o Norte e o Nordeste com sete pessoas que não sabem ler e nem escrever concorrendo à uma cadeira de vereador. O Sudeste vem logo depois com três candidatos, o Centro Oeste com dois e o Sul com apenas um candidato declarado analfabeto.

De acordo com o Artigo 14, referente aos Direitos Políticos, apresentado na Constituição Federal, esses aspirantes a um cargo público são inelegíveis. Como forma de agilizar o processo, os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) exigem comprovante de escolaridade, mas se o candidato não tiver como apresentar, ele pode provar que sabe ler e escrever. Desta forma, caso tenham “capacidade mínima de escrita e leitura”, ficam aptos a disputar a vaga.

Segundo a advogada eleitoral, Carla Rodrigues, existem algumas formas de o candidato comprovar sua habilidade na leitura e na escrita, por meio de documentos, para que possa ser apto à participar das eleições como candidato.

“Os documentos que são apresentados são certificados de conclusão de curso em algum nível de escolaridade, ou seja, ensino fundamental, médio ou superior. Mas existe a Súmula do TSE, de número 55, afirmando que a CNH gera presunção da escolaridade necessária. De toda forma, isso vai caber ao juiz eleitoral considerar o comprovante de escolaridade apresentado e decidir pela exigência ou não de eventual complementação ou comprovação alternativa, prevista na Legislação Eleitoral, caso ele tenha alguma dúvida”, explicou a advogada.

De acordo com a cientista política e Articuladora Política Voluntária da ONG Elas no Poder, Noemi Lopes, é importante ter representatividade de todas as classes da sociedade no âmbito político, mas qualquer cargo de gestão pública precisa de alguns conhecimentos mínimos para que as políticas sociais sejam realizadas de maneira efetiva e para trazer benefício à população.

“Infelizmente percebemos que isso traz uma defasagem educacional que pode, inclusive, ser perpetuada por falta de conhecimento, de informação técnica. Um gestor público que não teve acesso à educação e vai estar na linha de frente promovendo legislação para a sua comunidade é até incoerente”, destacou a cientista política.

Para as eleições deste ano, 70.443 candidatos afirmaram à Justiça Eleitoral que não concluíram os estudos do Ensino Fundamental. Essa etapa é quando ocorre a alfabetização do aluno, que até os seis anos deve aprender a ler e escrever.

Fonte: Brasil 61

 

 

Paraíba é o estado brasileiro que apresentou maior crescimento no número de casamentos em cartórios no mês de setembro

A Paraíba foi o estado brasileiro que registrou o maior crescimento no número de casamentos em cartórios no mês de setembro. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e registra aumento no número de celebrações durante a pandemia do Coronavírus.

De acordo com os dados que o ClickPB teve acesso, foram 1.001 celebrações durante o mês de setembro. No mês de abril foram registradas 75 celebrações, sendo assim um aumento de 1.234,7%.

O cenário atual fez com que o mês de setembro se tornasse o período com mais registros de matrimônios desde março, superando, inclusive, o mês de maio, conhecido tradicionalmente como o mês das noivas, fato que não ocorria desde 2018

Além da Paraíba, no ranking estão os estados do Piauí (1.156,7%), Amazonas (1.115,2%), e Amapá (863,6%). Quando avaliados os números totais de casamentos realizados em 2019 e 2020, de janeiro a setembro, os estados do Tocantins e do Amazonas foram os únicos a registrar aumento nas celebrações neste ano, com crescimentos de 24,1% e 3,8%, respectivamente.

Os dados constam na Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), base de dados dos atos praticados pelos Cartórios de Registro Civil do País, administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). Em abril deste ano, foram realizados 25.394 casamentos em território nacional, número 61,8% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando houve 66.561 celebrações. Já setembro foi o mês responsável pelo recorde do índice desde o início da pandemia, com 61.799 casamentos feitos pelos Cartórios – começando a se aproximar das 80.427 uniões realizadas no mesmo mês do ano passado.

Os Cartórios de Registro Civil tomaram diversas ações para proteger a população nesse período de pandemia do coronavírus. Foram determinadas medidas para espaçamento entre as cerimônias ao longo do dia; permissão de entrada apenas do casal e de duas testemunhas no Cartório para a realização do casamento, sem presença de convidados; uso obrigatório de máscaras por todos presentes no local; disponibilização de álcool em gel e pias para lavagem de mãos; uso de canetas próprias para a assinatura do registro de casamento, sem compartilhamento do objeto; e distância mínima de um metro entre os envolvidos na cerimônia.

Além disso, a criatividade também teve espaço importante neste momento excepcional. Iniciativas como a realização de casamentos em sistema conhecido como “drive-thru” emergiram por todo o País, proporcionando a realização do sonho do matrimônio, mas com a mínima interação física, sem que o casal saia de dentro do carro.

Em alguns estados também foram editadas normas que autorizaram o casamento por videoconferência, permitindo que a celebração aconteça sem a presença dos noivos no Cartório. São eles: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

 

clickpb

 

 

Eleições 2020: Cresce o número de candidatos analfabetos concorrendo a vereador

As eleições deste ano registraram um número maior de candidatos que se declararam analfabetos se compararmos com a disputa eleitoral anterior. É isso o que revela um levantamento feito pelo portal Brasil61.com constando que, para estas eleições, foram registradas 20 candidaturas para o cargo de vereador com pessoas declaradas como analfabetas, enquanto em 2016 esse número foi de apenas seis candidatos.

Tanto agora em 2020 quanto na eleição anterior, não houve nenhum candidato registrado como analfabeto para concorrer ao cargo de prefeito. Todas as regiões do país apresentam candidatos nestas condições, mas duas regiões concentram o maior número, sendo o Norte e o Nordeste com sete pessoas que não sabem ler e nem escrever concorrendo à uma cadeira de vereador. O Sudeste vem logo depois com três candidatos, o Centro Oeste com dois e o Sul com apenas um candidato declarado analfabeto.

De acordo com o Artigo 14, referente aos Direitos Políticos, apresentado na Constituição Federal, esses aspirantes a um cargo público são inelegíveis. Como forma de agilizar o processo, os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) exigem comprovante de escolaridade, mas se o candidato não tiver como apresentar, ele pode provar que sabe ler e escrever. Desta forma, caso tenham “capacidade mínima de escrita e leitura”, ficam aptos a disputar a vaga.

Segundo a advogada eleitoral, Carla Rodrigues, existem algumas formas de o candidato comprovar sua habilidade na leitura e na escrita, por meio de documentos, para que possa ser apto à participar das eleições como candidato.

“Os documentos que são apresentados são certificados de conclusão de curso em algum nível de escolaridade, ou seja, ensino fundamental, médio ou superior. Mas existe a Súmula do TSE, de número 55, afirmando que a CNH gera presunção da escolaridade necessária. De toda forma, isso vai caber ao juiz eleitoral considerar o comprovante de escolaridade apresentado e decidir pela exigência ou não de eventual complementação ou comprovação alternativa, prevista na Legislação Eleitoral, caso ele tenha alguma dúvida”, explicou a advogada.

De acordo com a cientista política e Articuladora Política Voluntária da ONG Elas no Poder, Noemi Lopes, é importante ter representatividade de todas as classes da sociedade no âmbito político, mas qualquer cargo de gestão pública precisa de alguns conhecimentos mínimos para que as políticas sociais sejam realizadas de maneira efetiva e para trazer benefício à população.

“Infelizmente percebemos que isso traz uma defasagem educacional que pode, inclusive, ser perpetuada por falta de conhecimento, de informação técnica. Um gestor público que não teve acesso à educação e vai estar na linha de frente promovendo legislação para a sua comunidade é até incoerente”, destacou a cientista política.

Para as eleições deste ano, 70.443 candidatos afirmaram à Justiça Eleitoral que não concluíram os estudos do Ensino Fundamental. Essa etapa é quando ocorre a alfabetização do aluno, que até os seis anos deve aprender a ler e escrever.

Fonte: Brasil 61

 

 

Número de pessoas na fila da adoção é nove vezes maior que o de crianças disponíveis, na PB

O número de pessoas que estão na fila da adoção é nove vezes maior que o de crianças disponíveis, na Paraíba, de acordo com Conselho Nacional de Justiça. O estado tem 50 crianças disponíveis e 467 pretendentes na fila.

No entanto, essa grande diferença entre uma quem quer adotar e quem deseja ser adotado, esbarra nas categorizações que são impostas pelos pretendentes. De acordo com dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) do CNJ, a maioria dos pretendentes (380) só aceitam crianças de até seis anos. Além disso, 61% quer adotar apenas uma crianças, enquanto 36,2% adotaria duas.

Ainda conforme os dados, os adolescentes com mais de 12 anos são os que mais aguardam na fila de adoção, na Paraíba, sendo 26 crianças disponíveis a partir dessa idade. Há 32 crianças em processo de adoção mas a maioria tem até seis anos e não tem irmãos.

Os dados divulgados pelo CNJ ainda mostrando que 42 crianças foram adotadas desde janeiro de 2019, a maioria com até 9 anos de idade.

Uma criança ou adolescente pode receber a medida protetiva de acolhimento institucional ao se detectar uma situação de risco, negligência, abandono, maus-tratos, entre outras violações de direitos. A medida tem caráter temporário, até o retorno da acolhida, por adoção ou reintegração familiar, considerando o interesse da criança e do adolescente.

Na Paraíba, 278 crianças foram acolhidas, a maioria com 12 anos ou mais.

Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

G1

 

TSE: baixo número de candidatos para eleições deste ano

Os partidos e coligações têm até o próximo sábado (26) para realizar pedidos de registros de candidatura para concorrer aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador nas Eleições Municipais de 2020. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou, até às 16h10 desta segunda-feira (21), 89.760 pedidos de registros de candidatura para concorrer a um dos cargos.

Apesar de ainda restar praticamente uma semana para novos registros, o número é muito inferior ao que foi alcançado nas eleições de 2016 para os mesmos cargos. Para se ter uma ideia, naquelas eleições, o quantitativo de pedidos de registros de candidatura chegou a 496.927.

Para o cientista político Nauê Bernardes, existem diversos fatores que podem ter levado à uma baixa na quantidade de registros de candidatos para estas eleições. Mesmo que alguns fatores expliquem essa redução, o pleito deste ano pode não oferecer dados suficientes para uma análise dos impactos na diversidade e quantidade de candidatos.

“Para mim, muito tem a ver com as condições de financiamento. Hoje está efetivamente mais difícil fazer campanha, porque não há mais a flexibilidade de receber, por vias legais, o financiamento de empresas. Por CNPJ, pois agora o financiamento é por pessoa física. Aliado à isso, esse ano em específico, nós estamos em um contexto de pandemia e a própria indecisão inicial sobre a data das eleições já pode ter sido um fator desmotivante para eventuais pré-candidatos”, ressaltou.

O financiamento de campanhas eleitorais no Brasil passou a depender de recursos públicos e de doações de pessoas físicas a partir de 2015, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucionais as doações eleitorais feitas por pessoas jurídicas. Desta forma, o Congresso Nacional criou, durante a Minirreforma Eleitoral de 2015, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que destina recursos do Tesouro Nacional para que os candidatos a cargos eletivos possam divulgar as suas propostas aos eleitores.

Apesar disso, essa verba não pode ser empregada livremente: as Resoluções TSE nº 23.605/2019 e nº 23.607/2019 regulamentam, respectivamente, como esses recursos são distribuídos, como podem ser usados e como é feita a sua prestação de contas.

Outro ponto relevante de se observar nos dados preliminares de candidaturas do TSE, é o baixo número de mulheres disputando algum cargo político: são menos de 30 mil, o que corresponde a 33% do número total até o momento. De acordo com a Emenda Constitucional Nº 97/2017, a partir de 2020, as eleições proporcionais para a Câmara dos Deputados, Câmara Legislativa, assembleias legislativas e câmaras municipais precisam ter, no mínimo 30% de mulheres filiadas, por partido político, para concorrer no pleito.

De acordo com a cientista política e articuladora política voluntária da ONG Elas no Poder, Noemi Lopes, a participação das mulheres nas eleições precisa ser enxergada de forma mais ampla, para que possa haver chances reais de disputa para os cargos políticos, e não apenas uma cota.

“Ainda há sim muitas limitações para que as mulheres, de fato, consigam disputar as eleições com reais chances de vitória. Não adianta apenas registrar a mulher como candidata se ela não potencializa, não traz formação, instrução ou sequer informação de como fazer o registro, como participar das convenções, se não é dado o mínimo de chance para que ela possa disputar em igualdade com um homem. Então, infelizmente, nós ainda estamos muito aquém do que é necessário”, afirmou Lopes.

Na página de estatísticas eleitorais disponível no Portal do TSE, é possível fazer uma ampla pesquisa sobre os números de registros de candidaturas contabilizados no DivulgaCandContas. Informações sobre gênero, estado civil, faixa etária, raça, grau de instrução e profissão dos candidatos, além de dados das prestações de contas dos concorrentes podem ser acessados na página.

Fonte: Brasil 61

 

Número de mortes pela Covid-19 chega a 129.522

O Ministério da Saúde divulgou os números a respeito da pandemia da Covid-19 no Brasil. De acordo com as informações apresentadas, o país registrou 129.522 mortes por causa do coronavírus, o que representa um aumento de 983 óbitos nas últimas 24h.

Entre a quantidade de pessoas infectadas pela doença, o país chegou à marca de 4.238.446 casos. O número de pacientes recuperados está em 3.497.337 e representa 82% das pessoas que estiveram doentes. Permanecem em investigação 2.501 pessoas suspeitas de estarem com o coronavírus. Esses são dados baseados nas informações enviadas por estados e municípios.

Fonte: Brasil 61

 

 

Serraria zera número de casos ativos de Covid-19, na PB

O município de Serraria (localizado à 123 Km distante de João Pessoa) na região do Brejo, zerou o número de casos do novo Coronavírus. Todos os pacientes que foram infectados pela Covid-19 estão curados da doença, que matou três pessoas na cidade e que teve 167 casos, outros  553 casos foram descartados.

A Secretária Municipal de Saúde, Gleycianny Ribeiro ratifica que o uso de máscara é obrigatório e a população precisa continuar  com os cuidados de prevenção, pois alguns casos notificados estão surgindo com sintomas sugestivos ao do Covid-19.

Na semana passada, Renata Bernardino da Cruz, que era Coordenadora da Vigilância Sanitária e uma senhora de 75 anos perderam a vida por causa da pandemia que já matou mais de 118 mil pessoas no país.

 

Balbino Silva/MIDIA PARAIBA

 

 

IBGE: Solânea registra perda em número de habitantes

O município de Solânea teve uma leve redução populacional em 2020. É o que revela o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O órgão divulgou nesta quinta-feira (27), as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2020.

Segundo o IBGE, a população de Solânea em 2020 é estimada em 26.227 habitantes, esses números refletem uma diminuição progressiva da população solanense, no último censo do IBGE em 2010 o município tinha 26.693 habitantes e em 2019 o IBGE estimava a população de Solânea em 26.407 pessoas.

Solânea é atualmente o 20° município mais populoso da Paraíba, subiu uma posição em relação a 2019 porque o município de Lagoa Seca que ocupava essa posição teve uma queda mais acentuada em sua população.

Segundo dados do IBGE em 2018 o município de Solânea tinha apenas 2.124 pessoas ocupadas, (que exerciam trabalho remunerado) o equivalente a 8% da população, o salário médio dos trabalhadores formais é de 1,8 salários mínimos.

A população total da Paraíba é 4.039.277 habitantes e do Brasil 211.755.692.

OUTROS MUNICÍPIOS DA REGIÃO

Bananeiras – 21.851

Araruna – 18.879

Belém – 17.093

Cacimba de Dentro – 16.748

Arara – 12.653

Dona Inês – 10.517

Casserengue – 7.058

Serraria – 6.238

Borborema – 5.111

Fonte: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pb/solanea/panorama

 

Por Tiago Costa