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No Piauí, recém nascido é encontrado sendo devorado por urubus

O corpo de um recém-nascido foi encontrado pela Polícia Militar nas imediações do centro comunitário de São Benedito no bairro Morro da Onça. A população denunciou que tinha urubus devorando algo parecido com um corpo de uma criança e acionaram a polícia.

De acordo com informações do Capitão Albuquerque quando a equipe da Força Tática chegou ao local foi constado que se tratava de uma criança que estava sendo devorada pelos urubus.

A população denunciou uma suposta autora do crime que foi presa e conduzida a delegacia para averiguação trata-se da jovem de 18 anos, Ana Paula Marques. Existe a suspeita de que a mãe tenha cortado o bebê.

180 Graus

Acusada de jogar filho recém-nascido em buraco ganha liberdade provisoria

Em Solânes, no Brejo paraibano, mulher que é suspeita de jogar o filho em um buraco depois de dar à luz recebeu a liberdade provisória e está internada no Hospital Municipal da cidade. De acordo com a Polícia Civil, ela passou mal enquanto estava presa da delegacia distrital e foi levada para o hospital da cidade, onde ficou internada.

Diórgines Ferreira, delegado do caso, disse que o juiz de Solânea concedeu a liberdade provisória depois de sucessivos casos de mal-estar da suspeita. “Ela foi levada para o hospital e atendida pela mesma médica que a recebeu quando ela teve o filho. Ela vai ficar sete dias internada e depois receberá acompanhamento social e psicológico em casa. A suspeita já não está mais sob custódia da polícia, e sim da Justiça”, disse.

O delegado revelou que antes de jogar a criança no buraco no quintal de casa, a adolescente de 18 anos teria cortado a placenta na tentativa de abortar o menino e, por isso, estaria passando mal. “Ela fez tudo de caso pensado e deve responder por isto, mas é preciso entender os fatos”, concluiu.

Ele ainda informou que vai concluir o inquérito em 30 dias e que deve ouvir o susposto pai da criança, um comerciante, que poderia ter motivado a suspeita a tentar abortar o filho. Ela será indiciada por abandono de incapaz com o agravante de ter causado lesões corporais à criança, segundo o delegado.

O menino, que está sendo chamado de Vitório no hospital pelo fato de ter sobrevivido, tem estado de saúde grave. Ele continua internado no Hospital da Fundação Assistencial da Paraíba se alimentando através de sonda.

As suspeitas da Polícia Militar começaram depois que ela deu entrada no hospital de Solânea alegando cólicas e hemorragia. A médica teria desconfiado de uma tentativa de aborto e chamou a polícia, que acompanhou a mulher até a casa dela e descobriu que as dores e o sangramento era porque ela tinha acabado de dar à luz uma criança. O menino foi encontrado vivo em buraco no quintal da casa.

Ela foi presa em flagrante. Ainda de acordo com a polícia, ela estaria grávida há nove meses e tentou esconder da família e do pai da criança com receio da atitude de todos. A Polícia Civil informou que a suspeita seria transferida para o Centro de Reeducação Feminina Maria Júlia Maranhão, em João Pessoa, mas acabou recebendo a liberdade provisória e agora aguarda o julgamento em liberdade, com a condição de não sair da comarca de Solânea.

Paraíba.com.br

Focando a Notícia

Declaração de Nascido Vivo também deve ser emitida para partos feitos em casa

Mulheres adeptas ao parto sem assistência de profissionais de saúde ou com parteiras devem procurar o cartório mais próximo para conseguir a Declaração de Nascido Vivo, documento que, a partir de agora, passa a valer como identidade provisória da criança. As informações são da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg).

O Ministério da Saúde alertou que a declaração, entregue pelo hospital aos pais ou responsáveis após o nascimento do bebê, não substitui o registro civil de nascimento.

Maria Fernanda da Silva, de 39 anos, é parteira desde os 16 e aprendeu mais sobre a profissão com a mãe, que também era parteira. Graduada em enfermagem, já realizou mais de 300 partos. Segundo Maria Fernanda, a orientação dada pelas secretarias de Saúde é que as parteiras encaminhem a criança e a mãe ao hospital assim que o bebê nasce.

“Entretanto, o registro sai como se aquela criança tivesse nascido no hospital, e não em casa. Se a criança nascer em casa, ela não recebe a Declaração do Nascido Vivo –  é um documento exclusivo de quem nasce no hospital”, disse.

Depois de auxiliar no parto em casa, ela orienta as mães para que levem o bebê à maternidade ainda na primeira semana para receber as vacinas e para fazer o teste do pezinho.

Maria dos Prazeres de Souza, de 74 anos, é enfermeira-obstetra aposentada e trabalha como parteira há mais de 50 anos. Ela calcula que já ajudou a trazer ao mundo cerca de 5.600 crianças – a primeira quando tinha apenas 17 anos. “O parto realizado em casa é opção exclusiva das mães. Já atendi partos de todos os tipos e em vários locais do País”, completou.

Portal Brasil

Declaração de Nascido Vivo passa a valer como identidade provisória

Documento não substitui o registro civil de nascimento, que continua sendo obrigatório e gratuito

A partir desta semana, a Declaração de Nascido Vivo (DN), entregue pelo hospital aos pais e responsáveis após o nascimento da criança, passa a valer como documento de identificação provisória em todo o território nacional. A decisão fortalece o direito que cada cidadão tem de obter esta declaração ao nascer e de fazer uso dela para ter acesso a serviços públicos até que o registro civil seja expedido por um cartório.

A DN já era utilizada como fonte de dados, mas não como documento oficial de nascimentos no País. A partir de agora, o número de identificação da DN deverá constar obrigatoriamente na certidão de nascimento feita nos cartórios.

A sanção da lei nº 12.662 na última quarta-feira (6) também traz benefícios para coleta de informações nascidos vivos. Os cartórios repassarão os mapas de registros civis a todos os órgãos públicos interessados em obter os dados, dentre eles o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de Saúde. Antes, o documento era entregue somente ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Declaração de Nascidos Vivos é o documento padrão que alimenta o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) desde a década de 1990, quando foi implantado pelo Ministério da Saúde. Este sistema serve como uma das principais fontes de dados para a geração de indicadores de saúde sobre pré-natal, assistência ao parto e vitalidade ao nascer além de ser parte do cálculo das taxas de mortalidade infantil e materna. Por meio da DN, o governo capta aproximadamente 97% dos nascimentos no Brasil, de acordo com as estimativas do IBGE.

Portal Brasil

Mulher é acusada de vender filho, recém-nascido, na rodoviária de Guarabira

 

A criança teria sido entregue a um casal no Rio Grande do Norte


Uma mulher que reside no Sítio Jenipapo, em Alagoinha, no Brejo paraibano, é suspeita de ter vendido o próprio filho, no terminal rodoviário de Guarabira, na tarde da sexta-feira (13).

De acordo com as informações, a acusada trabalhava e morava em João Pessoa, onde passou a morar com um homem. Aos três meses de gravidez, quando descobriu que a companheira estava grávida, o mesmo a expulsou de casa dizendo que o filho não era seu. A acusada retornou para Alagoinha, onde teve a criança.

A polícia foi informada que a mulher teria vendido o seu filho a um casal residente em Natal, no Rio Grande do Norte. A mulher será levada, pela polícia, até a casa deste casal, em Natal, para averiguar a informação.

Juka Martins/Portal Mídia, com informações de Zé Roberto

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