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Estados e municípios recebem a nona parcela do Programa Nacional de Alimentação Escolar

Estados, municípios e o Distrito Federal receberam em outubro a nona parcela do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os repasses somam pouco mais de R$ 376 milhões de reais. Segundo o Governo Federal, o FNDE já destinou R$ 3,4 bilhões aos entes federativos em 2020.

Mesmo sem atividades escolares presenciais por conta da pandemia de Covid-19, a autarquia segue distribuindo o recurso, já que houve adaptação da legislação para possibilitar a entrega aos estudantes.

A orientação do poder Executivo é que a distribuição nas escolas seja realizada em forma de kits, definidos pela equipe de nutrição local, de acordo com a faixa etária de cada estudante e o período em que estaria sendo atendido na unidade escolar. Além disso, os kits devem seguir as determinações do Programa Nacional de Alimentação Escolar como respeitar hábitos alimentares, e a qualidade nutricional e sanitária.

Fonte: Brasil 61

 

 

Dia Nacional do Rádio: adequação ao meio digital e superação na pandemia, acompanhe as principais vitórias do rádio brasileiro

Considerado o veículo da emoção, por levar informação, utilidade pública e diversão aos lares de toda família, o rádio brasileiro comemora seu dia neste 25 de setembro. A data é festejada pelo jornalista Daniel Starck, CEO do portal Tudo Rádio, como de extrema importância, pois se trata do meio de comunicação de maior alcance do planeta, no qual, 90% da população ouve rádio semanalmente.

“Desde o início da popularização da internet, o rádio vem com essa tecnologia, sempre disponível com streaming de áudio e agora possibilitando outras integrações em formatos diferentes na entrega de conteúdo. Seja por meio de uma rede social, onde as pessoas estão, o rádio está. Também há outras plataformas de entregas de áudio, como os podcasts e até transmissões em vídeo de algumas de suas atrações, portais de internet e aplicativos”, destacou.

Ainda segundo Stark, além de ter conseguido se fortalecer com a chegada do meio digital e online, o rádio também mostrou sua capacidade e eficiência, mesmo diante dos problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. Apesar de considerar que houve redução no faturamento, o veículo apresentou aumento em relação à audiência.

“Não só no Brasil, mas lá fora, o tempo médio em que os ouvintes ficam dedicados a uma emissora de rádio, aumentou. Já o alcance, ou foi mantido, ou aumentou em alguns locais, mesmo com uma menor circulação das pessoas no início da pandemia. Esse crescimento de audiência tem muito a ver com o papel que o rádio desempenha para a população. Ele é um grande companheiro, prestador de serviço e tem credibilidade”, avaliou Starck.

O radialista, Nilson Bittar, da Rede Mais FM comemora a data lembrando que, aos 7 anos de idade, quando morava na zona rural do estado de Goiás, ouvia grandes locutores e falava que queria ser do rádio. Ele conta que até dormia com o aparelho na cama. O problema eram as surras do pai por quebrar o rádio enquanto estava desacordado.

“Eu pegava o rádio do meu pai escondido, levava para a cama, colocava perto do travesseiro e ouvia as rádios de São Paulo. Acreditem, eu dormia, rolava e o rádio caia e quebrava. Eu tomei três surras, porque era um negócio louco quebrar um rádio dentro daquelas condições. Mas realmente era um sonho que eu tinha”, lembrou Bittar.

Rádios comunitárias

Neste dia Nacional do Rádio, a educadora da rede Mocoronga de Comunicação Popular, Elis Lucien, dá um destaque especial para as emissoras comunitárias. Ela acredita que, pela proximidade que essas rádios têm com a população, o apelo da sociedade é atendido com maior celeridade.

“Se não fossem as rádios comunitárias, várias questões sociais de dentro da própria comunidade não iam à tona para outras emissoras. O Brasil dá a notícia que ele gostaria de dar, mas a rádio comunitária dá a notícia que o próprio receptor nos envia para falar. Esse é o elo dessa grande transformação, da relevância da comunicação comunitária”, considerou Elis.

Dados do rádio no Brasil

Dados do Inside Rádio 2019 revelam que, de 13 regiões metropolitanas pesquisadas, 83% da população ouve rádio. Além disso, 3 a cada 5 pessoas sintonizam em alguma emissora diariamente. Cada ouvinte passa em média 4h30min por dia ouvindo rádio.

Quando a análise é feita em quatro regiões no país, a plataforma mostra ainda mais o seu potencial. No Nordeste brasileiro, por exemplo, 83% das pessoas são ouvintes de rádio. A média é a mesma percebida no Sudeste do país. Esse volume aumenta um pouco quando passamos para o Sul, onde 85% da população tem costume de ouvir rádio. Já no Centro-Oeste, o índice é de 81%.

Fonte: Brasil 61

 

 

Congresso Nacional estabelece R$15 bilhões extras para combate à pandemia

Mais R$15 bilhões de reais serão injetados na conta de estados, municípios e Distrito Federal para ajudar no combate à pandemia da Covid-19. É o que estabelecem as leis Nº 14.055 e Nº 14.056 aprovadas neste mês pelo Congresso Nacional. Esse crédito extra será a favor do Ministério da Saúde, que vai repassar os valores para os demais entes da federação.

Esses recursos já haviam sido liberados anteriormente pelo Congresso, na forma de Medidas Provisórias (MPV), mas devido o Governo Federal não ter empenhado todo recurso dentro do prazo de 120, que era a validade das medidas, a Câmara e o Senado realizaram uma votação transformando a MPV 967/2020 e MPV 969/2020 em lei para que essa verba possa ser utilizada por completo. Esse investimento na área da saúde será destinado ao Fundo Nacional de Saúde (FNS), que é o gestor financeiro dos recursos prometidos ao Sistema Único de Saúde (SUS), por parte da União.

Desta forma, o FNS vai repassar essa verba para os fundos de saúde dos estados, Distrito Federal e municípios. Segundo a proposta do governo, entre as ações que serão beneficiadas estão a vigilância em saúde, área responsável por ações de prevenção e controle de doenças transmissíveis; e também para melhorar o funcionamento da rede de postos e hospitais que recebem as pessoas com a Covid-19.

Seguindo o rito sumário estabelecido pela Câmara dos Deputados e o Senado Federal, todas as medidas provisórias que tratem de crédito extraordinário serão examinadas diretamente no Plenário de cada Casa, sem passar antes por uma comissão mista.

Desta forma, o deputado federal Hiran Gonçalves (PP/RR), foi definido como um dos relatores das medidas durante votação do Congresso Nacional. De acordo com o parlamentar, “esse aporte foi fundamental no Sistema Único de Saúde, tanto no governo federal, governos estaduais e municipais, porque o SUS não é só municipal, ele é tripartite, tripactuado. De forma que todos foram contemplados com aporte significativo de recursos extras para combater a pandemia”, disse.

Na opinião do médico sanitarista, Gonzalo Vecina Neto, que é professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), esses recursos tem um papel fundamental não só durante esse momento de combate à pandemia ou apenas para as pessoas que estão diretamente afetadas pela doença. De acordo com o professor, um primeiro ponto importante é reforçar o estoque de material de proteção individual que teve aumento na demanda e ainda precisa ser fortalecido.

“Segunda coisa é a expansão das condições de financiamento da Atenção Primária e em particular da Estratégia de Saúde da Família, que pode ajudar muito nessa fase em que nós deixamos de atender pacientes hipertensos e diabéticos, porque não tem como salvar essa população se nós não dedicarmos atenção adequada à eles. E o terceiro ponto importante é o pagamento da conta do número de leitos de UTI que foi expandido e nós temos que fazer o financiamento deles”, destacou o Gonzalo.

Além disso, o período pós-pandemia também preocupa o especialista, principalmente por conta da forma como foram realizados os investimentos neste ano de 2020. “Dos gastos realizados durante o atual exercício, uma parte importante dos recursos são para pagar os leitos de UTI que nós estamos contratando e criando no País. O SUS tinha uma defasagem muito grande em termos de leitos de UTI e não cobrimos essa defasagem, só diminuímos. É importante que após a pandemia possamos manter parte desses novos leitos para viabilizar o funcionamento mais adequado do SUS”, ressaltou o professor.

Fonte: Brasil 61

 

 

Site nacional do PT ignora Anísio Maia e destaca apoio do partido em João Pessoa à candidatura de Ricardo Coutinho

Em nota intitulada “Sobre a situação eleitoral em João Pessoa”, a executiva nacional do Partido dos Trabalhadores ratificou em seu site oficial o apoio integral da sigla à candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) na corrida pela sucessão municipal em detrimento da postulação do deputado estadual Anísio Maia (PT), que já registrou seu nome na disputa junto ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.

Anísio, no entanto, aguarda uma decisão judicial para deixar a postulação. Ele, inclusive, participou do primeiro debate da TV entre os prefeitáveis, ratificando a intenção de encarar a disputa e tratando o apoio do PT ao PSB como vexatório.

CONFIRA A PUBLICAÇÃO 

SOBRE A SITUAÇÃO ELEITORAL EM JOÃO PESSOA

Com a mudança da conjuntura eleitoral em João Pessoa (PB), na quarta-feira (16) o Diretório Nacional do PT decidiu, por ampla maioria de votos, apoiar a candidatura do companheiro Ricardo Coutinho (PSB) à prefeitura da capital, retirando a candidatura do companheiro Anísio Maia, que havia sido indicado em convenção com a presença dos filiados daquele Diretório Municipal.

O lançamento do nome do ex-governador Ricardo Coutinho, de reconhecida relevância no processo político local e nacional, à Prefeitura de João Pessoa levou o Diretório Nacional do PT a rever o lançamento do companheiro Anísio Maia, que também tem papel importante junto ao PT e à Paraíba. Mas diante do novo quadro no município, avaliamos como mais importante formar um bloco que proporcione a unidade da esquerda em torno da candidatura do PSB e construir essa aliança também com o PCdoB, que já caminhava conosco.

Esta aliança eleitoral e política do PT em João Pessoa não é novidade, dada a histórica relação do partido com Ricardo Coutinho e o PSB da Paraíba, que sempre estiveram ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ex-presidenta Dilma Rousseff, mesmo nos momentos mais difíceis. O PT sempre contou com o apoio e a força de Ricardo Coutinho para denunciar arbitrariedades e ataques à democracia.

A aliança para a disputa eleitoral de 2020 retoma a unidade programática no campo das esquerdas e a disposição de reconstruirmos a democracia brasileira, sob ataque do governo Bolsonaro, num compromisso que tem como referência os interesses populares.

17 de Setembro de 2020

Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT

José Guimarães, coordenador do GTE nacional

 

 

PB Agora

 

Empresas do Simples Nacional já podem quitar dívidas tributárias com desconto

As micro e pequenas empresam terão acesso a desconto de até 70% e prazo de 145 meses para pagamento de débito tributário com a União, inscrito em dívida ativa, em fase administrativa ou judicial. A lei que permite a medida entrou em vigor nesta quinta-feira (6). Os descontos só poderão incidir sobre multas, juros de mora e encargos legais.

A determinação consta na Lei Complementar 174/20, que permite a esses empreendimentos enquadrados na Lei do Simples Nacional realizar a negociação de débitos com a União segundo as regras da Lei do Contribuinte Legal. A nova norma também estende o prazo para adesão ao Simples Nacional dos pequenos negócios com início de atividade em 2020.

A Lei do Contribuinte Legal estabelece que a Fazenda Pública e o contribuinte possam negociar um acordo sobre dívida tributária, de modo a extinguir a cobrança. A lei permite que todo tipo de empresa faça a transação. No entanto, no caso de micros e pequenas empresas optantes do Simples Nacional havia a necessidade de uma lei específica autorizativa, situação que é resolvida agora.

Fonte: Brasil 61

 

 

Entidades entregam Plano Nacional de Enfrentamento à Covid-19 ao Ministério da Saúde

O Brasil se aproxima da infeliz marca de 100 mil vítimas pela Covid-19, de acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde. Apesar de muitos especialistas apontarem que a pandemia no país atingiu o platô — isto é, a estabilização — o número de vítimas diárias segue em um patamar elevado, em torno dos mil óbitos. Diante desse cenário, autoridades sanitárias, instituições e pesquisadores tentam propor soluções para que a curva de contágio e mortes seja arrefecida.

Pensando nisso, 13 entidades científicas da saúde e bioética e o Conselho Nacional de Saúde (CNS) — integrantes do movimento Frente pela Vida — entregaram ao Ministério da Saúde um Plano Nacional de Enfrentamento à Covid-19. A iniciativa traz uma série de propostas e recomendações de pesquisadores e profissionais da saúde para que o país “supere a grave crise sanitária”.

E no entendimento da Frente pela Vida, o primeiro passo para isso é uma coordenação nacional para o enfrentamento à pandemia, que contemple o Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais e entidades da saúde. É o que confirma, Gulnar Azevedo e Silva, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e professora do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

“O principal objetivo do plano é a elaboração de uma estratégia nacional integrada com estados e municípios. A inexistência desse plano e de uma voz única de comando, que possa articular todas as medidas necessárias, faz com que o país fique totalmente para trás dos outros que conseguiram enfrentar essa grave pandemia”, explica.

Recomendações

O Plano da Frente pela Vida traz 70 recomendações dirigidas às autoridades políticas e sanitárias, aos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) e à sociedade. As ideias se estendem desde o campo sanitário e vão até o econômico.

Ao Ministério da Saúde recomendou, por exemplo, a elaboração de um Plano Estratégico Nacional de Intervenção, que contaria com a participação da comunidade científica. Além disso, pede que o órgão garanta o repasse e aplicação dos repasses para enfrentamento à crise aos estados e municípios. As entidades pedem também que secretários estaduais e municipais elaborem os próprios planos de combate à pandemia da Covid-19.

Na saúde, uma das estratégias indicadas para conter a Covid-19 é fortalecer a vigilância epidemiológica. De acordo com o documento, as equipes de atenção primária do SUS, coordenadas pelas autoridades sanitárias, deveriam fazer uma busca ativa de casos confirmados e suspeitos do novo coronavírus. Com isso, seria mais fácil interromper ou bloquear a cadeia de transmissão, aponta a Frente. Gulnar Azevedo elenca essa e outras medidas.

“Recomendamos que seja feito o isolamento rigoroso de casos da doença ou prováveis, que tenha protocolo de segurança para os profissionais que estão na linha de frente e o fortalecimento dos cuidados para atender aos pacientes nas diferentes fases da doença”, exemplifica.

Neste último caso, há uma recomendação para que os gestores do SUS implementem bons protocolos de atendimento para pacientes em diferentes estágios da doença, desde aqueles que apresentam os primeiros sintomas até os que precisam de internação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Outra sugestão é que os gestores coloquem à disposição da população Centrais de Teleatendimento em regime de 24 horas, com profissionais que orientam as pessoas e distingam casos leves e graves, por exemplo.

Na ausência de vacina e incerteza quanto aos tratamentos eficazes, as entidades entendem que o distanciamento social continua a ser a melhor forma de diminuir o avanço da pandemia da Covid-19. O documento traz críticas a gestores estaduais e municipais que flexibilizaram as normas “mesmo sem queda de casos e óbitos”. E aponta que a reabertura econômica deve se balizar por indicadores epidemiológicos.

Abordagem ampla

O documento assinado pelas 13 entidades e pelo CNS não restringe as propostas a área da saúde. No campo social, por exemplo, pede que a renda básica aos informais garantida pelo governo federal durante a pandemia seja ampliada até que essas pessoas tenham trabalho, por exemplo. Pedem também políticas direcionadas a populações que considera mais vulneráveis, como “negros, indígenas e quilombolas”.

A Frente pela Vida entra em questões mais polêmicas também. Sugere a revogação de PEC 95/2019, que instituiu o teto de gastos públicos. Segundo essas entidades, isso teria limitado o investimento na aquisição de estrutura e insumos para o enfrentamento à pandemia.

A reportagem do Brasil 61 procurou o Ministério da Saúde para saber se o órgão pretendia implementar alguma das propostas que a Frente sugeriu, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.

Fonte: Brasil 61

 

 

Professores da UFPB irão participar da campanha nacional ‘Fora Bolsonaro’

O presidente do Sindicato dos Professores da Universidade Federal da Paraíba (Adufpb), Fernando Cunha promoveu na ultima semana uma plenária docente para discutir a proposta de calendário extraordinário na UFPB e a participação da categoria na campanha nacional Fora Bolsonaro. A atividade ocorreu por videoconferência – devido às medidas de isolamento social decorrentes da pandemia de covid-19 – e reuniu cerca de 60 professores e professoras.

Na ocasião, a plenária docente concordou com a proposta de o sindicato participar dos atos virtuais e simbólicos (com atividades de rua) que estão sendo organizados no país pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo dentro da campanha Fora Bolsonaro. Além disso, a entidade também tomará parte no ato nacional a ser realizado no dia 2 de julho pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), que também inclui na pauta o Fora Bolsonaro. Além de ações virtuais, a atividade prevê atos simbólicos, como a afixação de cartazes e cruzes simbolizando as vítimas da covid-19.

Indagado como enxerga as medidas do Governo Federal diante dos movimentos sindicais o presidente Fernando Cunha, disse: “No movimento sindical, os tempos com o governo Bolsonaro têm sido muito difícil. Desde a aprovação da reforma trabalhista no governo Michel Temer, um forte ataque aos movimentos sindicais foi iniciado. Bolsonaro, ao assumir, aprovou a reforma da Previdência que, em si já é uma ampliação da retirada de direitos, ampliando o tempo de trabalho… isso teve impacto no movimento sindical. Na medida em que você tem, entre os trabalhadores uma redução de seu ganho salarial eles fazem as opções de onde vão contribuir. A contribuição sindical é voluntária e a sindicalização garante a autonomia política e financeira dos sindicatos. Na reforma trabalhista também entrou o fim do sindicato como mediador dos vínculos de trabalho entre o empregador e o trabalhador. Então qualquer contato estabelecido entre o empregador e o trabalhador passa a ser validado sem a aprovação do sindicato que aumenta o sucateamento dos sindicatos e do próprio trabalhador. O trabalhador é descartável para esse governo, essa é a visão, o trabalhador não é de interesse deles. Toda a narrativa desse governo é de proteger os empresários e aumentar seus privilégios e ele vem fazendo isso”, comentou.

Em relação ao calendário extraordinário da UFPB, o sindicato apresentou proposta de realização de uma plenária unificada dos três segmentos da comunidade universitária já no mês de julho e também de plenárias dos centros para se discutir o ensino remoto e o semestre letivo 2020.1. Na avaliação da ADUFPB, o semestre só deve ser reiniciado se as condições mínimas para o ensino e a aprendizagem forem garantidas pela universidade.

Várias intervenções e análise foram realizadas ao longo do evento. O professor Carlos, por exemplo, avaliou que a UFPB vem conduzindo o processo de aulas remotas de maneira burocrática. A professora Maria de Fátima Rodrigues lembrou que os problemas não se limitam ao ensino, mas atacam também a extensão e a pesquisa. E o professor Antônio Joaquim Feitosa destacou os docentes não podem ser obrigados a utilizar aparelhos pessoais (computadores, celulares) para realizar atividades públicas.

Para o professor Marcelo Sitcovsky, as universidades devem continuar desenvolvendo atividades relacionadas ao enfrentamento da pandemia e seus reflexos nas mais variadas áreas da vida social. “Realizar atividades que envolvem ensino, pesquisa e extensão, colocando toda nossa capacidade a serviço da sociedade. Temos condições de promover ações amplas direcionadas para comunidade interna e externa”, avaliou. Segundo ele é preciso indicar que a UFPB busque com o governo federal acessar o Fundo de Democratização das Comunicações no sentido de adquirir hardware e software para a comunidade acadêmica.

Na avaliação da professora Juliana, a formação universitária não se dá apenas pelo ensino curricular. “A pesquisa e a extensão também formam e ensinam, e muito. A UFPB deveria focar em ampliar o fomento de ações de pesquisa e extensão (que inclui ensino não curricular) da comunidade acadêmica com vistas a apoiar a sociedade no enfrentamento da pandemia de covid-19”.

Para isso, segundo ela, “é necessária uma política de fomento e suspensão de alguns pontos da resolução 52, que amplie a carga horária dedicada a essas atividades. Além disso, temos as atividades de gestão que incluem a necessidade de planejamento coletivo, envolvendo o conjunto de professores, técnicos e estudantes para pensar essas estratégias e planejar um futuro quando for possível o retorno presencial que vai precisar de novas condições de organização física e institucional”.

pbagora

 

Executiva nacional e PT-PB voltam a endossar nome de Luiz Couto para disputar a PMJP

A presidente nacional do PT, Gleissi Hoffman, e a presidente municipal da sigla em João Pessoa voltaram a apontar o nome do ex-deputado federal Luiz Couto (PT) como principal opção da sigla para concorrer às eleições municipais no pleito desse ano.

Em entrevista ao programa Rádio Verdade, nesta sexta-feira (22), as dirigentes ressaltaram que a sigla tem outros nomes, mas o de Luiz Couto é o com maior aceitação. De acordo com Gleisi, existem bons quadros do partido na capital paraibana, mas o do ex-deputado federal Luiz Couto chega com mais força.

“Resgatar nosso legado no município, dos grandes investimentos de Lula e Dilma nas cidades e conquistar governos que ajudem a apontar o caminho futuro para o desenvolvimento local e o resgate do projeto de governo popular iniciado com Lula, em 2003 é nossa missão”, destacou Gleise

 

PB Agora

 

 

Em rede nacional: João descarta Lockdown na Paraíba, mas vê isolamento social longe do fim

Na tarde desta segunda-feira (11), em entrevista à CNN, o governador da Paraíba, João Azevêdo voltou a descartar a necessidade de implantação de lockdown (medida mais rígida de isolamento social) em cidades paraibanas, no entanto, o governador analisa que ainda não é o momento de flexibilizar o distanciamento.

Para João, o número de pessoas contaminadas e hospitalizadas em decorrência do novo coronavírus ainda é alta no estado e aumenta com bastante rapidez. “A Paraíba levou 42 dias para 1000 casos, depois oito dias chegou a 2 mil casos e em 5 dias poderá chegar a 3 mil casos. Então seria uma imprudência, neste momento, flexibilizar alguma coisa”, observou.

João explicou que qualquer tentativa de reabertura gradativa dependerá do número de registros diários de casos, assim como, o número de vagas em leitos hospitalares. “Só será possível flexibilizar alguma medida quando houver diminuição de casos por dias, quando nós tivermos um número de isolamento que justifique isso e quando nos tivermos um número de leitos que dê possibilidade para isso”, avaliou.

O governador lembrou que as indústrias continuam funcionando em todo o estado, assim como, algumas áreas do segmento como parte do comércio que continua funcionando como padarias, farmácias, supermercados, entre outros. “Ainda existe um score muito baixo de isolamento social e por todos os motivos já mencionados é que estamos longe de sair desse cenário”, considerou.

Na avaliação de João Azevêdo, uma iniciativa como um lockdown exigiria, no Brasil, um suporte bem maior e, principalmente, um discurso unificado em relação às medidas de contenção da doença. “Sabemos que o lookdown da Europa não funciona no Brasil, pois se precisaria de toda uma estrutura de forças armadas e outros segmentos para ajudar nesse processo. No entanto se precisaria de um discurso unificado, situação em que não temos em nosso país”.

 

PB Agora

 

 

‘Peguei coronavírus dentro de casa’, conta Sikêra Jr. em participação ao vivo no ‘Alerta Nacional’

O apresentador Sikêra Jr. confirmou, em participação ao vivo no ‘Alerta Nacional’ nesta quarta-feira (29), que seu exame deu positivo para o novo coronavírus.

Ele contou que foi contaminado mesmo sem ignorar o isolamento social.

“A enfermeira que estava cuidado da minha esposa aqui estava com COVID, ela que passo pra nós. Aí tudo mundo pegou! O que vou fazer agora? O que deu devo fazer? Não tem pra onde correr, peguei dentro de casa!”, contou Sikêra Jr.

Sikêra Jr. desmentiu os rumores de que estaria com os dois pulmões comprometidos.

Na semana passada, ele passou mal e foi substituído na apresentação do Alerta Nacional, da RedeTV!. Na ocasião, ele fez um primeiro teste de covid-19 e obteve resultado negativo. Nesta quarta, ele apresentou o resultado da contraprova.

Sikêra Jr. pediu que o brasileiro “não subestime o coronavírus, como eu fiz, é mais sério do que eu imaginava”.

“É uma surpresa, né? A gente acha que só pega fogo na casa do vizinho, né? E a vida me deu essa lição. A gente não acredita enquanto não acontece com a gente, né? A gente não acredita. Enquanto acontece com o nosso vizinho, normal. Mas quando acontece conosco, a história é outra. E é isso. Estou aqui, apesar de tanta especulação”, disse ele, em entrevista ao “Alerta Nacional”.

“Agora estou bem, estou bem acompanhado. Estou tomando a medicação, seguindo à risca o que eles me orientaram. Pedi a Deus que eu passe por essa. É um vírus longo, a ciência está brigando para conseguir uma fórmula nova”, concluiu.

 

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