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Polícias Militar e Civil prendem em Alagoa Grande acusado de homicídio com droga e munição

Policiais militares e civis deram cumprimento a um mandado expedido pela Justiça e prenderam, na manhã desta quinta-feira (2), na cidade de Alagoa Grande, um homem acusado de homicídio e com ele foram encontrados substâncias entorpecentes, munições, uma balança de precisão e uma quantia em dinheiro. A ação integrada para cumprir o mandado expedido pela Vara Única da cidade envolveu policiais da Guarnição do Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e do GTE (Grupo Tático Especial) da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil.

O acusado foi localizado na sua residência, onde, após uma busca no imóvel, os policiais encontraram um tablete e uma ‘trouxinha’ de uma substância semelhante à maconha, 13 pedras de uma substância similar a crack, uma balança de precisão, cinco munições calibre 38 intactas, um caderno de anotações, a quantia de R$ 1.200 em espécie e uma moto. Depois de preso, ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Alagoa Grande.

OUTRA PRISÃO – Em Guarabira, a guarnição de Rádio Patrulha comandada pelo cabo Abrahão realizava rondas no Bairro das Nações quando se deparou com um homem com atitudes suspeitas. Na abordagem, nada de ilícito foi encontrado, mas na consulta ao nome dele foi constatado que havia um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara da Comarca local, pelo crime de roubo. Ele foi levado para a delegacia.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

 

 

Jungmann diz que munição que matou Marielle foi roubada da PF na Paraíba

Marielle Franco, vereadora do PSOL, na Câmara do Rio em foto de 2017 (Foto: Renan Olaz/Câmara do Rio)

O ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, confirmou que as munições utilizadas no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Pedro Gomes, na última quarta-feira (14), foram roubadas de um carregamento da Polícia Federal. Segundo o ministro, informações que chegaram a ele dão conta de que a munição foi subtraída da sede dos Correios na Paraíba “anos atrás”.

“A Polícia Federal já abriu mais de 50 inquéritos por conta dessa munição desviada. Então eu acredito que essas cápsulas encontradas na cena do crime foram efetivamente roubadas. Também tem a ver com a chacina de Osasco, já se sabe”, disse, referindo-se à morte de 17 pessoas pela Polícia Militar de São Paulo, ocorrida em 2015.

De acordo com Jungmann, o carregamento das balas foi dividido em três partes: uma parte ficou em Brasília, a segunda foi roubada dos Correios no estado nordestino e outra, segundo informações preliminares, teria sido desviada por um escrivão da Superintendência da PF no Rio de Janeiro.

O ministro disse que a corporação destacou “o melhor especialista em impressões digitais e DNA” para avaliar o material das cápsulas encontradas no local onde Marielle e o motorista do carro em que ela estava foram mortos.

Sem adiantar detalhes das investigações, ele informou que, além da colaboração da PF na identificação de quem manuseou as munições, o restante do inquérito sobre o crime está sendo conduzido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Crime

Na última quarta-feira, a vereadora Marielle Franco foi executada com quatro tiros na cabeça, quando ia para casa no bairro da Tijuca, zona norte do Rio, retornando de um evento ligado ao movimento negro, na Lapa. A parlamentar viajava no banco de trás do carro, quando criminosos emparelharam um veículo com o carro da vítima e dispararam nove vezes. O motorista do veículo Anderson Gomes também morreu. Uma assessora que também estava no carro sobreviveu ao ataque.

Raul Jungmann conversou com a imprensa após fazer uma visita à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo ele, a intervenção federal na segurança do estado do Rio, decretada há um mês pelo presidente Michel Temer, “não faz mágica, mas está no caminho certo”.

Ao ser perguntado se o crime pode abalar a intervenção federal, ele respondeu: “Se esse crime, e isso é uma hipótese, foi cometido no sentido de confrontar a intervenção, é preciso dizer duas coisas: se isso está acontecendo é porque intervenção está no caminho certo. A intervenção está levando exatamente o crime a reagir contra o que vem dando certo, que está sendo feito e vai continuar sendo feito. Em segundo lugar, isso não nos abala. É uma tragédia que nós gostaríamos que nunca acontecesse, mas isso só nos dá mais força e determinação para prosseguir adiante”, afirmou.

Agência Brasil

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Idoso de 82 anos é preso em casa com 5 armas e 341 cartuchos de munição, no Sertão da Paraíba

Um idoso aposentado de 82 anos foi preso nesse sexta-feira (2), em Catolé do Rocha, a 434 km de João Pessoa, no Sertão da Paraíba. Ele foi detido em casa.

Segundo a polícia, durante a operação de busca e apreensão na casa do acusado, foram encontrados uma espingarda de cartucho, calibre 36, uma pistola de fabricação artesanal, calibre 12, três espingardas de fabricação artesanal, do tipo ‘bate-bucha’, alguns cartuchos carregados, 185 cartuchos de calibres diferenciados vazios, sete cartuchos calibre 22 intactos, dois cartuchos calibre 38 intactos, 147 cartuchos calibre 38 vazio, e um carregador de cartucho.

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O material apreendido e o aposentado foram levados para a 18ª Seccional Delegacia de Polícia Civil de Catolé do Rocha.

Material apreendidoFoto: Material apreendido
Créditos: Reprodução/Catolé News

A operação ocorreu através de um trabalho conjunto entre a Polícia Militar e a Polícia Civil e o mandado de busca e apreensão foi expedido pela juíza da Comarca de Catolé do Rocha.

 

portal correio (com informações do Catolé News)