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Lesão corporal dolosa contra mulheres aumenta 20% na Paraíba, diz anuário

O número de casos de violência doméstica com lesão corporal dolosa aumentaram 20% em 2019, na Paraíba, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. De acordo com o anuário, em 2018 foram registrados 2.687 casos de lesão corporal enquanto em 2019 foram 3.245, uma variação de 20%. Entre os estados do nordeste, a Paraíba teve o 6° maior aumento neste tipo de crime.

Número de feminicídios, assédio sexual e ligações ao 190 denunciando violência doméstica também aumentaram.

O estado de Alagoas não informou o dados ao Anuário. Ceará, Maranhão e a Paraíba forneceram apenas o número total de vítimas mulheres.

  • Foram registrados na Paraíba 20 casos de assédio sexual em 2018, enquanto em 2019 foram 22. O número de medidas protetivas de urgência solicitadas pela Polícia Civil caiu de 5.118 para 4.941 no estado em 2019.
  • Em comparação com 2018, o número de feminicídios registrados aumentou de 34 para 38 em 2019. No primeiro semestre de 2019 foram 17 feminicídios, enquanto em 2020 foram 15.
  • Os homicídios dolosos com vítimas do sexo feminino aumentou no primeiro semestre de 2020 em comparação com o mesmo período em 2019, indo de 34 para 46, um aumento de 35,3%.

O Anuário também levantou os números de violência doméstica e sexual durante a pandemia, comparando a mesma parte do ano em 2020 com 2019.

Na Paraíba, o número de ameaças contra mulheres diminuiu de 478 (2019) para (403). Já o número de ligações ao 190 registradas sob a natureza de violência doméstica foi de 1.853 para 1.944, uma variação de 4,9%, maior que a média nacional de 3,8%.

G1

 

Na PB: mulheres vítimas de violência terão assegurados sigilo de dados

As mulheres em situação de risco decorrente de violência doméstica e intrafamiliar, juntamente com os seus filhos e outros membros das suas famílias, terão o sigilo dos dados garantidos nos cadastros dos órgãos públicos do Estado. É o que prevê a Lei 11.791/2020, de autoria do deputado Nabor Wanderley, sancionada pelo governador João Azevêdo e publicada na edição desta quinta-feira (15) do Diário Oficial do Estado (DOE).

A Lei determina a proteção das mulheres em situação de risco ou qualquer outro tipo de violência visando assegurar sua integridade física e sobrevivência, assim como dos seus filhos. O sigilo dos dados cadastrais dos filhos das mulheres dar-se-á, sobretudo nos cadastros das Secretarias de Estado da Segurança e Defesa Social, da Educação e da Ciência e Tecnologia, e da Saúde, de forma a obstar ao autor das violências o acesso à mulher vítima.

O deputado Nabor Wanderley reforçou a preocupação da Assembleia Legislativa em garantir a proteção e o bem-estar da mulher paraibana. “A violência doméstica tem cada dia mais se agravado. Sabemos que é um momento de fazermos uma reflexão profunda contra essa violência doméstica, especialmente, contra as mulheres”, disse o autor da Lei.

A inserção no sigilo dos dados cadastrais acontecerá a partir do momento em que a mulher for atendida pelo primeiro órgão público do Estado. O Poder Público poderá celebrar convênios com os municípios da Paraíba, com vistas à ampliação da inserção do sigilo cadastral previsto na Lei.

agenciaalpb

 

Em reunião das Mulheres, Guga anuncia Auxílio Aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica

Em reunião realizada na noite desta sexta no distrito de Vila Maia, denominada Mulheres do 25, o candidato a Prefeito de Bananeiras, Guga Aragão, anunciou o auxílio aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica como uma proposta para seu governo.

Segundo Guga, o índice de reincidência em violência doméstica é alto justamente porque, muitas vezes em razão de não ter pra onde ir, a mulher violentada é obrigada a conviver no mesmo ambiente do agressor.

O auxílio aluguel permitiria que a mulher violentada ou ameaçada pudesse viver em segurança, com mais dignidade, podendo tocar a vida sem ter o terror da agressão ao lado.

O evento contou com a presença de várias mulheres do distrito de Vila Maia, da ex prefeita Marta Ramalho, das candidatas a vereadoras e representantes femininas dos candidatos a vereadores, além de Guga, Ramom, do prefeito Douglas e Ramalho Leite.

 

Assessoria

 

 

Câmara promove campanha de violência contra mulheres durante as eleições

Durante o mês de outubro, a Câmara dos Deputados promove uma campanha para alertar sobre a violência contra a mulher durante as eleições municipais deste ano. A iniciativa tem como objetivo incentivar a realização desse tipo de denúncia por meio do telefone 180, do Governo Federal.

A campanha da Câmara é realizada pela Secretaria da Mulher, órgão composto por um grupo de deputados que defendem pautas relacionadas à igualdade de gênero. Segundo a secretaria, a violência contra a mulher é uma das causas da sub-representação feminina no Poder Legislativo e nos espaços de poder e decisão.

O primeiro turno das eleições municipais deste ano ocorre em 15 de novembro. Já o segundo turno do pleito está marcado para 29 de novembro.

Fonte: Brasil 61

 

 

Estela defende criação de programa para custear moradia de mulheres vítimas de violência doméstica

A pauta da defesa das mulheres vítimas de violência é constante no mandato da deputada estadual Estela Bezerra. Para isso, tem discutido nas sessões da Assembleia Legislativa da Paraíba o crescimento da violência doméstica e a situação de vulnerabilidade que as mulheres têm passado, especialmente durante a pandemia do novo coronavírus.

Em requerimento aprovado na Assembleia Legislativa da Paraíba na sessão extraordinária desta quarta-feira (7), a deputada Estela Bezerra indicou ao Governador do Estado da Paraíba o Projeto de Lei que estabelece a criação do “Programa Aluguel Maria da Penha”, a ser pago às mulheres vítimas de violência doméstica no âmbito do Estado da Paraíba, por se tratar de iniciativa exclusiva do poder executivo.

O Projeto de Lei é inspirado na iniciativa do Governo do Estado do Maranhão, onde a legislação já foi aprovada por unanimidade e tem por respaldo a preocupação com a necessidade de romper com os ciclos de violência que afetam milhares de mulheres e seus filhos, e que dependem financeiramente dos maridos agressores.

 O Programa “Aluguel Maria da Penha”, tem como finalidade a promoção da proteção às mulheres e filhos (prioritariamente – quando houver) e manutenção de sua integridade física e emocional das vítimas.

 A proposta de Aluguel Social se traduz na garantia de auxílio financeiro à mulheres vítimas de violência doméstica, para aluguel temporário de moradia, no valor de 600 reais mensais, pelo período de um ano para mulheres que estejam sob medida protetiva e estejam impedidas de retomar para seus lares, em virtude do risco de sofrer qualquer risco de morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.

 

Assessoria

 

 

60% dos inscritos no Enem 2020 são mulheres

Uninter oferece curso preparatório online, gratuito para a comunidade; Provas estão marcadas para janeiro e fevereiro de 2021

As mulheres correspondem a 60% das inscrições confirmadas para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o público feminino corresponde a 3.468.808 inscrições de um universo de 5.783.357. Esses números refletem uma realidade: um levantamento realizado em 2018 pela mesma instituição constatou que as mulheres correspondem a 57% do total de matriculados em faculdades no país.

As provas estão marcadas para janeiro e fevereiro de 2021. Para auxiliar nos estudos e no ingresso no ensino superior, o Centro Universitário Internacional Uninter disponibiliza gratuitamente para todo o país, um curso preparatório online. Os inscritos têm acesso a mais de 200 horas de conteúdo. São 345 aulas gravadas e 40 aulas inéditas, ao vivo, com os assuntos mais atuais e pertinentes. Por meio da plataforma digital o aluno também pode conferir o conteúdo das últimas edições do exame, exercícios inéditos, simulados, aulões ao vivo sobre redação e materiais complementares ao estudo. O curso é 100% online: para fazer a inscrição basta acessar o site www.uninter.com/enem/.

 

 

Autodefesa feminina: uma em cada três mulheres em todo o mundo já sofreu violência física ou sexual

Segundo o Observatório da Mulher contra a Violência, 27% das entrevistadas em território nacional, declararam já ter sofrido algum tipo de agressão
Para a mulher, infelizmente a insegurança e o medo é um sentimento que pode fazer parte do seu dia a dia. Receio de andar sozinha à noite ou ter de sair de madrugada para o trabalho. A autodefesa e o krav magá para mulheres ajudam no fortalecimento da autoestima e a diminuir a vulnerabilidade.

A questão não é somente o roubo, mas principalmente a violência contra a sua integridade física e a própria vida.

Em abril desse ano a ONU Mulheres, Organização das Nações Unidas, divulgou que uma em cada três mulheres em todo o mundo já sofreu violência física ou sexual.

Segundo o Observatório da Mulher contra a Violência, 27% das entrevistadas em território nacional, declararam já ter sofrido algum tipo de agressão. A violência doméstica foi apresentada por 36% das mulheres que participaram da entrevista.

Aprender a defender-se é essencial para toda mulher, seja no âmbito familiar ou urbano. Não é sair por aí praticando a agressão física, mas proteger-se contra situações que possam colocar sua integridade em risco, garantindo assim maior autoconfiança e diminuindo a sensação de vulnerabilidade.

O professor filiado à Federação Sul-Americana de Krav Magá, Dionésio Mariosi, considera a modalidade uma ferramenta de superação pessoal de extrema importância para a autoconfiança, principalmente das mulheres.

“Através da prática é possível descobrir novas potencialidades. Defender-se é essencial para todo ser humano. Independente dos fatores biológicos e musculares distintos entre os sexos, com direcionamento adequado, desenvolvimento de técnicas e treino, é possível alcançar excelentes resultados”.

De acordo com o instrutor, embora as mulheres sejam mais receosas quanto ao aprendizado da defesa pessoal, o número da procura só cresce a cada dia. Explica que é preciso desmistificar falsas crenças como a força física ou a necessidade de habilidade prévia para aprender as técnicas de defesa pessoal.

“Não só as mulheres, mas temos entre os alunos crianças e idosos. Não se trata de força física, mas o desenvolvimento da técnica e atenção. A aluna é treinada para identificar os pontos sensíveis do corpo, reconhecer situações de risco e saber o momento certo de reagir em diferentes cenários”, ressalta.

Krav magá para mulheres – autodefesa e superação

O krav magá para mulheres e para o público geral ainda é um assunto repleto de tabus no Brasil. O professor destaca que é importante esclarecer que a prática não estimula a reação aos assaltos e colocar uma pessoa em risco, mas o contrário, treina a autodefesa, ver se existe arma de fogo, analisar cenários e aprender a identificar situações perigosas.

“Ao se tratar das mulheres é primordial em relação à integridade física e autoproteção. A mulher por si só já é vista como um alvo vulnerável e vítima de diversos tipos de assédio que colocam em risco a vida, saúde física e principalmente psicológica”, explica.

Como funciona o treino?

Tanto para mulheres como para os homens o treino é o mesmo. O instrutor diz que as primeiras aulas são destinadas a trabalhar a resistência, equilíbrio e coordenação. “Geralmente os alunos praticam a corrida para aquecer, abdominais e flexões”, completa.

As dificuldades surgem principalmente nos primeiros treinos e para pessoas que nunca praticaram nenhum tipo de arte marcial. Coordenar chutes e socos pode ser um desafio.

O professor alerta que como nas práticas de arte marcial, com o tempo, treino e repetição, o aluno vai adquirindo maior condicionamento físico, segurança e autoestima. Tudo isso irá refletir no seu melhor desempenho aula após aula.

Há escolas em que o krav magá é só para mulheres e separado do treino masculino, mas geralmente a prática é em conjunto. Ambas as opções são interessantes de acordo com o instrutor desde que a pessoa se sinta bem e adquira segurança.

“As aulas mistas entre homens e mulheres possibilitam estimular a maior troca de experiência com alunos de diversos níveis de aprendizado. Outro ponto é que numa situação real podem existir os dois sexos e o aluno deve estar preparado para diferentes situações”, pontua.

Orientações específicas para mulheres

  • Amarrar o cabelo com elásticos e evitar o uso de presilhas e outros materiais que possam machucar acidentalmente. O cabelo amarrado ajuda a ampliar a visão;
  • Mulheres que mantém as unhas longas deve lixá-las para evitar machucar o colega durante as simulações;
  • Correntes, relógios e brincos devem ser evitados. Correntes em simulações de estrangulamento pode causar acidente. Relógios e pulseiras podem dificultar e a defesa e soltura das mãos.
Qual o tempo ideal para aprender de maneira segura o krav magá

O instrutor explica que para golpes de acordo com faixa branca o tempo necessário é de seis meses. Nessa modalidade a aluna vai aprender os primeiros movimentos de soltura e ataque. Esses golpes podem ser aplicados em diversos tipos de agressões em curta e média distância.

O professor acrescenta que durante essa fase a aluna recebe o treinamento adequado para defender-se em 60 a 70% das principais situações.

Daiana Barasa

 

Mulheres são presas suspeitas de tráfico e exploração sexual de criança

Duas mulheres foram presas nesta quarta-feira (26), em João Pessoa, suspeitas de atuarem no tráfico de drogas e exploração sexual de uma criança de 12 anos. A vítima dos abusos é a própria filha de uma das suspeitas. Além das duas mulheres presas, os policiais ainda apreenderam um adolescente que estaria praticando exploração sexual contra a criança e também atuando no tráfico de drogas.

Entorpecentes também foram localizados e apreendidos pela Polícia Civil. As prisões ocorreram no bairro do Gramame e foram realizadas por equipes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE) após denúncias feitas no 197.

Segundo informações do delegado Bruno Germano, da DRE, os policiais receberam informações do Disque 197 de que um apartamento situado em Gramame estava sendo usado como ponto de exploração sexual de uma criança e de tráfico de drogas .

“Essa mulher, a mãe, estaria corrompendo a criança para ser explorada sexualmente por outros adolescentes. Além disso, a  mãe estaria corrompendo a filha para traficar drogas”, informou o delegado .

No local, a polícia encontrou 50 papelotes de maconha prontos para o consumo, duas mudas da planta. Um adolescente também envolvido nos atos ilícitos foi conduzido para a delegacia, juntamente com a criança de 12 anos.

 

portalcorreio

 

 

Feminicídios são mais de 50% dos assassinatos de mulheres em sete meses de 2020, na Paraíba

Nos sete primeiros meses de 2020, 49 mulheres foram mortas por crimes letais intencionais em toda a Paraíba. Do total, 17 casos estão sendo investigados como feminicídios. O número representa 53% dos assassinatos de mulheres. No mês de julho, três mulheres foram mortas e dois casos são investigados como feminicídio.

Em relação a 2019, o número de assassinatos de 2020 continua maior, com dez mortes a mais. Nos sete primeiros meses de 2019 foram 18 feminicídios. Os dados são da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds), solicitados pela Lei de Acesso à Informação.

Feminicídio é o assassinato de uma mulher cometido devido ao fato de ela ser mulher ou em decorrência da violência doméstica. Foi inserido no Código Penal como uma qualificação do crime de homicídio em 2015 e é considerado crime hediondo.

Em relação ao assassinato de mulheres, o mês mais violento foi o de janeiro, quando 11 mulheres foram mortas. Um caso está sendo investigado como feminicídio. Importante destacar que, no decorrer dos meses do ano, outro caso investigado como feminicídio foi adicionado no mês de janeiro, mas em junho ele foi descartado.

Apesar disso, maio foi o mês que mais registrou feminicídios, com cinco casos em investigação, representando 50% do total de mulheres assassinadas (10) no mês. Nas estatísticas divulgadas sobre o mês de maio, quatro casos estavam em investigação, isto é, um caso foi acrescentado nas investigações da Polícia Civil após o fechamento das estatísticas anteriores.

Proporcionalmente, abril foi o mês com maior número de feminicídios com relação aos casos de mulheres assassinadas. Do total de sete crimes violentos contra mulheres, 4 deles são investigados como feminicídio, o que representa um percentual de 57%. Os outros três casos são homicídios dolosos, que podem ter outras motivações.

Jovem é achada morta dentro de casa em Monteiro e namorado é principal suspeito

Uma jovem de 21 anos foi achada morta dentro de casa na cidade de Monteiro, que fica a cerca de 300 quilômetros de João Pessoa, no dia 19 de julho. Kleane Ferreira do Nascimento foi encontrada morta por um amigo do seu namorado na casa em que morava, no Centro de Monteiro, de acordo com o delegado da cidade, Jorge Luiz.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, a jovem tinha reatado seu relacionamento há poucos dias. O término tinha acontecido por conta de ciúmes do namorado, que acaba gerando brigas constantes entre os dois, segundo relatos de familiares à polícia. O relacionamento tinha sido reatado no dia 15 de agosto após muito insistência do suspeito.

Segundo o delegado Jorge Luiz, na quinta eles foram passear em um açude da cidade, lá ingeriram bebida alcoólica e o suspeito teve uma crise de ciúmes e chegou a tentar afogar a vítima.

O suspeito, de 35 anos, foi preso na manhã da última quinta-feira (13) na mesma cidade. De acordo com a Polícia Civil, durante quase todo o depoimento, o suspeito se manteve calado. “Ao ser perguntado pelo estado civil, ele se disse viúvo e sorriu, desdenhando do crime cometido”, relatou o delegado da 14ª Delegacia Seccional de Polícia Civil da Paraíba, Gilson Duarte.

G1

 

PB registra 46 assassinatos de mulheres no 1º semestre de 2020

Uma mulher de 44 anos foi achada morta dentro de um apartamento no Vale das Palmeiras, no bairro do Cristo, na Zona Oeste de João Pessoa. O crime ocorreu nessa quarta-feira (12) e o suspeito seria o companheiro da vítima. Nos primeiros seis meses deste ano, 46 mulheres já foram mortas na Paraíba.

Conforme apuração da TV Correio, a filha da mulher saiu de casa sem falar com a mãe porque sabia que ela estava no quarto com o namorado. Ao voltar, percebeu que a mãe continuava no quarto e ao abrir a porta, a encontrou morta.

Segundo a polícia, a mulher pode ter sido morta com golpes de foice ou facão. Até o fechamento desta matéria, o suspeito do crime ainda não havia sido preso.

O namoro dos dois não era aprovado pela família e o companheiro da vítima não era conhecido por ela pelo nome verdadeiro, mesmo após três anos de convívio. A polícia informou à TV Correio que ele é conhecido das autoridades por ter cometido outros crimes.

Mulheres vítimas

Segundo dados da Secretaria de Segurança do Estado, 46 mulheres foram mortas na Paraíba no primeiro semestre deste ano. Em 15 casos, a polícia apura se houve feminicídio, o que representa 32,6% do total dessas mortes.

A Polícia Civil aponta que há subnotificação e orienta como as mulheres podem denunciar: em delegacias físicas do estado, na Delegacia Online ou pelos telefones 190 ou 180.

 

portalcorreio