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Durante briga, mulher atinge esposo com golpe de faca e foge, no bairro do Rangel; cresce em JP casos de violência doméstica

Mais um caso de violência domestica foi registrado pela Polícia Militar na noite desta quinta-feira (22), no bairro do Rangel, em João Pessoa, quando uma discussão de casal culminou em um homem ferido com golpes de faca. O caso foi registrado na noite desta quinta-feira (22), no bairro do Rangel, em João Pessoa. João Pessoa registra mais de 900 casos de violência contra a mulher no primeiro semestre de 2020.

De acordo com a Polícia Militar (PM), as informações iniciais repassadas à corporação são de que a vítima teria chegado em casa após ingerir bebida alcoólica e discutido com a esposa. Mediante a situação, ela teria se armado com a faca e desferido um golpe – que atingiu a mão do homem.

Na sequência, a mulher teria saído do local deixando a vítima. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou atendimento. O homem foi encaminhado ao Trauminha de Mangabeira.

Casos de violência contra a mulher na capital
Pelo menos 911 casos de violência contra a mulher foram registrados no primeiro semestre de 2020, em João Pessoa. O número foi divulgado recentemente, após ser foi extraído do banco de dados do Sistema de Procedimentos Policiais (SPP) da Delegacia Geral da Polícia Civil.

Como denunciar violência contra a mulher
180: Central de Atendimento à Mulher
197: Disque Denúncia da Polícia Civil
190: Disque Denúncia da Polícia Militar (para casos de emergência)
Delegacia online

pbagora

 

Marido de mulher que fez ofensas racistas em JP mostra laudo psiquiátrico

O marido da mulher que tem aparecido em vídeos que viralizaram por ele estar proferindo declarações racistas, em João Pessoa, alegou que a mulher tem problemas psiquiátricos.

Rodrigo Augusto apresentou um laudo psiquiátrico que atesta que a mulher está em tratamento para transtorno bipolar.

Ainda conforme o laudo a mulher necessita fazer uso de um medicamento específico para o seu caso, porém o marido alega que ela tem mostrado resistência para fazer uso do mesmo.

No documento médico, estão listados problemas como transtorno afetivo bipolar, episódio atual maníaco com sintomas psicóticos, tremor essencial e hemiplegia não especificada, que se refere a paralisia de metade sagital (esquerda ou direita) do corpo.

Rodrigo ainda pediu desculpas aos que foram alvos das declarações racistas da mulher.

PB Agora

 

Mulher é detida após gritar ofensas racistas em agência bancária de João Pessoa: ”sou a maior racista do Planeta Terra. Odeio a raça negra”

Uma mulher foi detida após gritar ofensas racistas em uma agência bancária de João Pessoa nesta quarta-feira (14). ”Eu sou a maior racista do Planeta Terra. Eu odeio a raça negra”, disse ela. O momento foi registrado em um vídeo que está circulando nas redes sociais e foi obtido pelo ClickPB.

O caso ocorreu na agência do Banco do Brasil de Manaíra, na Avenida Rui Carneiro. A mulher estava acompanhada de um homem, que tentou acalmá-la, mas não conseguiu.

Nem mesmo quando a Polícia Militar chega, a mulher para de gritar ofensas. Ela foi conduzida à delegacia junto com o homem que a acompanhava.

clickpb

 

 

Mulher é espancada até a morte e companheiro é preso em flagrante em João Pessoa

Uma mulher de 28 anos foi espancada até a morte no bairro do Geisel, em João Pessoa, neste domingo (11). O companheiro dela, de 31 anos, foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio.

A polícia teria atendido uma ocorrência de violência doméstica envolvendo este casal na tarde do domingo, mas na ocasião, o suspeito não foi encontrado. À noite, o casal teria brigado novamente e dessa vez, quando a polícia chegou ao local, o suspeito estava chorando ao lado do corpo da mulher, que já estava morta.

Há informações de que já havia um histórico de violência doméstica envolvendo o suspeito, principalmente quando ele ingeria bebia alcoólica. Anteriormente, ele já havia sido preso por roubo e agora aguarda a audiência de custódia.

 

clickpb

 

 

Mulher esfaqueia marido durante discussão em João Pessoa

Uma mulher esfaqueou o marido na tarde deste domingo (11), durante uma discussão no bairro de Mandacaru, em João Pessoa.

De acordo com informações apuradas pelo Portal ClickPB, a mulher é dependente química.

O Samu foi acionado e socorreu o homem para o Hospital de Trauma de João Pessoa. O estado de saúde é considerado estável.

 

ClickPB

 

 

Mulher é morta a tiros enquanto tomava banho, em Cruz do Espírito Santo, na PB

Uma mulher de 27 anos foi morta a tiros na noite deste domingo (4), enquanto tomava banho, em Cruz do Espírito Santo, na Paraíba. De acordo com a Polícia Civil, ela trabalhava em um bar da cidade e estava tomando banho na casa ao lado, quando dois homens chegaram em uma moto.

Um dos suspeitos entrou armado e já sabia onde a mulher estava. O morador da casa diz ter ouvido um tiro. Conforme a perícia, a mulher teria tentado se defender com a mão, porque o primeiro tiro atingiu a mãe direita, houve fratura no dedo e foram encontrados restos de pólvora na mão dela.

Depois, a mulher tentou fugir. Tiros atingiram ainda um móvel da casa e a parede. Na rua, a mulher conseguiu correr pelo menos 45 metros, quando foi atingida com um tiro na cabeça, caiu e morreu no local. O suspeito ainda disparou a queima roupa quando a mulher já estava no chão.

O delegado Paulo Josafá informou que não está descartada nenhuma outra linha de investigação. No entanto, há informações de que ela teria envolvimento com um ponto de drogas na localidade. A morte foi uma execução e, até o momento, não há suspeitas de que o crime seria feminicídio. O caso será investigado pela delegacia seccional de Santa Rita.

G1

 

Ex-policial de Pernambuco é preso suspeito de atirar em mulher no Bessa

Um homem de 40 anos, ex-policial militar de Pernambuco, foi preso em flagrante por suspeita de espancar e ferir com um tiro uma mulher de 29 anos, no bairro do Bessa, em João Pessoa.

A prisão aconteceu no sábado. A polícia apreendeu no carro do suspeito, que estava com manchas de sangue em um dos bancos, uma pistola que estava com 13 munições, uma delas deflagrada, uma algema, uma capa de colete balístico, além de munições de calibres 380 e 5,56.

A vítima deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Oceania com um ferimento de tiro na clavícula e foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma.

Durante a abordagem, o suspeito ainda tentou se livrar do flagrante se apresentando como policial militar de Pernambuco, inclusive mostrando identidade funcional. Na ocasião, os policiais da Companhia Especializada em Apoio ao Turista (CEATur) fizeram a consulta e descobriram que o suspeito tinha sido expulso da corporação do estado vizinho por envolvimento em roubos contra instituições financeiras.

O preso foi apresentado na Central de Polícia, no Geisel, e além dos crimes que envolve a vítima, vai responder também por falsidade ideológica.

 

paraiba.com.br

 

 

Mulher se afoga após sofrer crise de convulsão dentro de mar, em JP

Uma mulher foi vítima de afogamento, na manhã desta sexta-feira (02), após sofrer uma crise convulsiva enquanto nadava no mar da praia de Tambaú, em João Pessoa. Banhistas perceberam que a vítima estava se debatendo contra a água e a resgataram.

Logo após o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou e realizou os primeiros socorros da equipe médica.

“A paciente sofre de crise convulsiva e estava sem fazer o uso das medicações. Ela teve uma crise dentro da água e concomitante veio o afogamento”, explicou.

Ela foi estabilizada e encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma da capital.

 

PB Agora

 

Projeto que cria serviço de denúncia de violência contra mulher via WhatsApp é aprovado na ALPB

Com dados crescentes do índice de feminicídio que entre 2017 e 2018 fez a Paraíba ter a quarta maior alta em relação aos estados brasileiros com 53% segundo dados do Anuário Brasileiro de Violência, um projeto aprovado nesta quarta-feira (30) na Assembleia Legislativa da Paraíba institui o serviço permanente de denúncia de violência contra a mulher via aplicativo WhatsApp.

O projeto de Lei 1.945/20, de autoria da deputada e presidente da Comissão dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Camila Toscano (PSDB) tem o objetivo de diminuir os casos e ajudar as vítimas de forma mais prática.

De acordo com o texto do projeto, o serviço não estará disponível para receber ligações, apenas receber mensagens, vídeos e fotos referentes à denúncia. Diz ainda que esse tipo de denúncia deve ter prioridade de atendimento durante períodos de pandemia, em que sejam necessários o distanciamento ou isolamento social e as famílias devam permanecer maior tempo em suas residências.

O projeto garante ainda que a identidade do denunciante deverá ser mantida em sigilo. “Sabemos que a maior parte da população hoje faz uso de aparelhos de celular que contam com o aplicativo WhatsApp. Desse modo, a possibilidade de utilizar-se da tecnologia para denunciar violência passa a ser mais um meio da mulher em situação de violência buscar ajuda e ainda com a garantia do sigilo da fonte”, disse a deputada.

Segundo o Ministério da Mulher Família e Direitos Humanos, o volume de denúncias de violência contra a mulher através do 180 cresceu 37% durante a pandemia do novo coronavírus.

A violência contra mulher pode acontecer de várias formas: moral, psicológica, física, patrimonial e sexual, que inclui o estupro marital, ou seja, dentro de um casamento. Em 12 estados do Brasil, em março e abril deste ano, houve um aumento de 22,2% no número de feminicídios. O apontamento, que compara o índice com o registrado em março e abril de 2019, consta de um relatório produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), a pedido do Banco Mundial.

Os números presentes no Anuário Brasileiro da Violência 2019 mostram que o feminicídio é a principal causa de morte das mulheres na Paraíba. O estudo aponta que 46 mulheres foram mortas em 2018 no estado, sendo que quase 74% delas foram vítimas de feminicídio, quando a motivação do crime é relacionada às questões de gênero. Esse número é o maior entre os estados brasileiros.

Dados revelam que no Brasil em 2019 foram 1.848 mulheres mortas e esse ano o número já chega a 1.890, em plena pandemia do novo coronavírus. Os feminicídios em 2019 chegaram a 622 e esse ano já são 631 mortas pelo simples fato de ser mulher.

 

clickpb

 

 

Projetos de Estela de enfrentamento à violência contra a mulher negra e homenagem a Fernanda Benvenutty são aprovados na CCJ

Projeto de Lei que institui o dia o “Dia Marielle Franco – Dia de Enfrentamento às violências contra as Mulheres Negras”, de autoria da deputada estadual Estela Bezerra, é aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa da Paraíba. Outro projeto da parlamentar aprovado na CCJ, denomina de Ambulatório Fernanda Benvenutty, o Centro de Atendimento de Travestis e Transexuais do Complexo Hospitalar Clementino Fraga. A reunião da CCJ aconteceu na manhã desta terça-feira (29), por meio virtual.

Os projetos têm em comum o fato de prestarem homenagem a duas mulheres que representaram a luta por direitos e inclusão social, pauta constante no mandato da deputada Estela Bezerra.

De acordo com o PL 1.313/2019 fica instituído, no âmbito do estado da Paraíba, o “Dia Marielle Franco – Dia de enfrentamento às violências contra as mulheres negras” no calendário oficial do estado, a ser celebrado no dia 14 de março de cada ano. O projeto prevê que nesta data sejam realizadas atividades promoção da cidadania das mulheres negras existentes no Estado da Paraíba.

De acordo com a justificativa do PL, as mulheres negras são as maiores vítimas dos vários níveis de violências físicas e institucionais. Dados do Atlas da Violência 2018, do Instituto de Pesquisas Aplicadas (Ipea), ao analisar dados de violência entre os anos de 2006 e 2016, indicou um aumento de 6,4 % no número de mulheres assassinadas no país. Só em 2016, 4.645 mulheres foram mortas, o que representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras.

Já o projeto 1.445/2020, denomina de Fernanda Benvenutty o Ambulatório de Saúde Integral para travestis e transexuais da unidade integrante do Complexo Hospitalar Clementino Fraga, do Governo Estadual, localizado no município de João Pessoa, e completou 7 anos de atividade em 2020.

O Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Hospital Clementino Fraga, assim como todas as conquistas de direitos da população LGBTQI+ da Paraíba, “têm a marca de Fernanda Benvenuty em sua formulação, e tem sobretudo, sua presença, altivez e voz, que conseguia expressar com profundidade a vida, a luta e a justiça pelas quais lutamos”, afirma a parlamentar.

Os projetos, aprovados por unanimidade na CCJ, agora seguem para votação em Plenário.

 

Assessoria