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Quatro médicos morrem por Covid-19 em 24 horas, em João Pessoa, aponta CRM

Quatro médicos morreram em João Pessoa vítima da Covid-19 entre a terça-feira (15) e esta quarta-feira (16). De acordo com levantamento Conselho Regional de Medicina na Paraíba (CRM-PB), ao todo 20 médicos já morreram pela doença. Os quatro estavam internados em um hospital particular em João Pessoa.

Na terça-feira, faleceram os médicos Fernando Luiz Gomes de Carvalho e a Égina Maria de França. Nesta quarta-feira, também vítimas da Covid-19, morreram os médicos Vilma de Lourdes Torres Soares Boulitreau e José Péricles Rodrigues Neves.

O Sindicato dos Médicos da Paraíba (Simed) emitiu uma nota de pesar em nome prestando solidariedade aos familiares do médico. O CRM-PB também prestou condolências aos parentes do profissional de saúde.

 

paraiba.com.br

 

 

Veículos pegam fogo e quatro pessoas morrem carbonizada na Paraíba

Quatro pessoas morreram carbonizadas após um acidente automobilístico grave, na tarde desta terça-feira (10), na rodovia estadual que liga os municípios de Desterro e Teixeira, na Paraíba. As vítimas ainda não foram identificadas.

O acidente grave aconteceu após uma colisão frontal entre dois veículos que, em seguida, pegaram fogo na estrada que liga esses municípios. De acordo com informações, cada veículo tinha dois ocupantes, totalizando quatro mortes. Moradores da região tentaram ajudar apagando o fogo, mas não foi possível salvar as vítimas.

Equipes da Polícia Militar de Teixeira, do Corpo de Bombeiros de Patos estiveram trabalhando na região para socorrer vítimas e apagar o incêndio. Uma ambulância e viatura do Corpo de Bombeiros estiveram no local do acidente. As causas da colisão ainda não foram divulgadas.

 

paraiba.com.br

 

 

Quatro jovens morrem em acidente entre caminhão e carro no RN

As quatro jovens que morreram no início da tarde desta sexta-feira (28), na BR-304, no município de Santa Maria, eram moradoras da comunidade Maisa, zona rural do município de Mossoró.

De acordo com informações fornecidas por um familiar ao Mossoró Hoje, as vítimas são:

Evelin Raiane, de 20 anos.
Maria Isabel, de 17 anos.
Isabell Medeiros, de 15 anos.
Rayanni Silva, de 17 anos.

As três primeiras jovens eram da mesma família, sendo Evelin e Maria Isabel, irmãs, e Isabel Medeiros, tia das duas.

As jovens seguiam para a cidade de Natal, quando aconteceu o acidente e morreram na hora. Elas iam passar o final de semana na capital.

De acordo com o sargento do Corpo de Bombeiros, que atendeu a ocorrência, todos os ocupantes dos veículo estavam usando cinto de segurança, mas o impacto da batida foi tão forte que foi preciso serrar o teto para retirar as vítimas.

Os corpos das 4 vítimas foram removidos do local e levados para o Instituto Técnico-Científico de Natal (Itep). Familiares já foram para a cidade para fazer o reconhecimento e providenciar a transferência para Mossoró.

As circunstância do acidente ainda serão apuradas pela Polícia Rodoviária Federal. Não há informações sobre o estado de saúde do motorista do carro, que foi socorrido com vida, e nem dos ocupantes da carreta.

A tragédia desta tarde poderia ter sido evitada, assim como diversas que levaram à mortes de muitas pessoas na rodovia federal.

Os acidentes na BR-304 são constantes, devido a imprudência e o fato de a rodovia que liga a capital potiguar a diversos municípios do estado, incluindo Mossoró, ser estreita e com pouco acostamento.

Há anos que a duplicação da BR vem sendo pauta de solicitações. Em novembro de 2019, o senador Jean Paul Prates aprovou emenda na Comissão Mista de Orçamento (CMO), do Congresso, incluindo a duplicação da rodovia (do entroncamento com a BR-226 até a divisa com o estado do Ceará) na Lei de Diretrizes Orçamentárias para este ano de 2020.

No entanto, a obra depende de investimento do Governo Federal. Com a duplicação, acredita-se que haverá uma redução no número de mortes.

 

Fonte: Mossoró Hoje

 

 

Seis médicos morrem e PB tem mais de 280 profissionais da saúde com Covid-19

Seis médicos já morreram na Paraíba vítimas de Covid-19 desde o início da pandemia, segundo mostra um levantamento realizado pelo Conselho Regional de Medicina no estado (CRM-PB). Até a última quinta-feira (14), 628 profissionais de saúde estavam sob suspeita de infecção pelo novo vírus. O boletim epidemiológico mais recente, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) nessa terça-feira (19), confirmou que 289 trabalhadores da área contraíram a doença. O CRM-PB acredita, no entanto, que há subnotificação de casos.

Para o presidente do CRM-PB, Roberto Magliano de Morais, é preciso que o poder público garanta a segurança para as equipe de saúde de todo o estado. “Hoje, já contabilizamos seis médicos mortos pela Covid-19 na Paraíba. Eram profissionais que estavam na ativa, oferecendo o que tinham de melhor, que era prestar auxílio e socorro médico a quem precisava. Quanto mais médicos infectados, menos profissionais teremos para enfrentar essa batalha. Preocupa também que garantias trabalhistas estes profissionais terão enquanto estiverem adoecidos e sem trabalhar”, destacou.

Os problemas no processo de triagem, falta de Equipamentos Individuais de Proteção (EPIs), insumos, exames e medicamentos, material para higienização e recursos humanos são as principais queixas dos médicos que atuam em unidades de saúde que prestam assistência a casos confirmados e suspeitos de Covid-19 na Paraíba. Desde o dia 30 de março, através de uma plataforma de denúncias online sobre as falhas na infraestrutura de trabalho, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) já recebeu 63 relatos de médicos sobre os problemas.

As denúncias de precariedade nas unidades de saúde recebidas pelo CRM-PB foram de médicos que atendem nas unidades de saúde de João Pessoa, Santa Rita, Bonito de Santa Fé, Mamanguape, Campina Grande, São Bento, Pitimbu, Guarabira, Bayeux, Itaporanga e Patos. Os profissionais relatam que faltam aventais, máscara cirúrgica, máscara n95 ou equivalente, óculos ou protetor facial, luvas cirúrgicas, gorros, luvas, além da escassez de insumos, como medicamentos, kits de exames para Covid-19, acesso a exames de imagem, material para curativos e peças educativos, como cartazes e folders.

Os médicos também informaram que há unidades sem abastecimento de álcool a 70% e em gel, papel toalha, sabonete líquido e desinfetante ou outro insumo recomendado. Sobre os recursos humanos, há denúncias de falta de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, profissionais de limpeza e cozinha.

Plataforma de denúncia

Os médicos do Estado podem ainda fazer denúncias através do canal criado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela internet, com este objetivo. Na plataforma, podem ser informadas as falhas identificadas pelos médicos nos seus locais de trabalho.

Médicos contra a Covid-19

Para verificar as denúncias e aumentar a segurança dos profissionais de saúde em seus locais de trabalho, o CRM-PB, através da campanha ‘Médicos Contra o Coronavírus’, tem visitado hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no estado para verificar a quantidade de EPIs, respiradores, leitos e profissionais de saúde, como está sendo feito o fluxo de pacientes e alertando aos médicos sobre a necessidade de notificação de todos os casos de síndrome respiratória, mesmo as leves e moderadas. Já foram visitadas unidades de saúde das cidades de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Cajazeiras, Patos, Sousa, Pombal, Monteiro, Sumé, Serra Branca, Cuité, Picuí, Nova Floresta, Campina Grande, Guarabira, Belém e Solânea.

 

portalcorreio

 

 

Quatro pessoas morrem em acidente de carro no Sertão da Paraíba

Um grave acidente deixou quatro pessoas mortas na tarde deste domingo (5), entre os municípios de Catingueira e Olho d’Água, no sertão da Paraíba.

De acordo com as informações iniciais, um veículo onde viajavam cinco pessoas caiu em uma curva em um açude às margens da rodovia BR-361, na região do Vale do Piancó, por volta das 16h.

A Polícia foi acionada e isolou o local até a chegada do NUMOL. A vítima sobrevivente foi levada para o Hospital de Patos.

 

clickpb

 

 

Irmãos morrem afogados enquanto tomavam banho em açude, no Sertão da Paraíba

Um jovem de 18 anos e uma adolescente de 13 anos morreram afogados nesta segunda-feira (20) enquanto tomavam banho em um açude, localizado no município de Santana dos Garrotes, no Sertão da Paraíba. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, as vítimas eram irmãos.

Eles tomavam banho no reservatório junto com um grupo de amigos quando o jovem escorregou em uma pedra, a irmã tentou socorrê-lo, mas também caiu no manancial.

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, os irmãos não sabiam nadar. Eles moravam em São Paulo e estavam na Paraíba há menos de um mês. Familiares contaram que os dois foram ao local para tirar fotos.

O acidente aconteceu por volta das 12h e os corpos das vítimas foram encontrados no açude por volta das 15h, quando já estavam mortos. Eles foram encaminhados para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Patos, também no Sertão do estado.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

G1

 

Nove pessoas morrem pisoteadas em tumulto após ação da Polícia Militar durante baile funk em Paraisópolis

Nove pessoas, sendo uma mulher e oito homens, morreram pisoteadas durante um baile funk na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, na madrugada deste domingo (1º), depois de uma perseguição policial seguida de tiros, segundo a Polícia Civil. Outras sete pessoas ficaram feridas.

Ainda de acordo com a polícia, agentes do 16º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) realizavam uma Operação Pancadão na comunidade – a segunda maior da cidade, com 100 mil habitantes – quando foram alvo de tiros disparados por dois homens em uma motocicleta. A dupla teria fugido em direção ao baile funk ainda atirando, o que provocou tumulto entre os frequentadores do evento, que tinha cerca de 5 mil pessoas.

No entanto, a mãe de uma adolescente de 17 anos que estava no local e que foi agredida com uma garrafa disse que os policiais fizeram uma emboscada para as pessoas que estavam no baile.

A jovem ferida durante a confusão descreveu o momento em que foi atingida. “Eu não sei o que aconteceu, só vi correria, e várias viaturas fecharam a gente. Minha amiga caiu, e eu abaixei pra ajudá-la”, afirmou.

“Quando me levantei, um policial me deu uma garrafada na cabeça. Os policiais falaram que era para colocar a mão na cabeça.”

Segundo a polícia, equipes da Força Tática, ao chegarem para apoiar a ação em Paraisópolis, levaram pedradas e garrafadas. Os policiais, então, teriam respondido com munições químicas para dispersão. Ainda de acordo com informações da polícia, alguém no meio da multidão disparou um tiro, e houve correria.

Durante a confusão, pessoas foram pisoteadas. Elas foram levadas em estado grave ao Pronto Socorro do Campo Limpo. Duas viaturas da PM foram depredadas. O delegado Emiliano da Silva Neto, do 89º DP, afirmou que todas as vítimas morreram pisoteadas e que ninguém foi vítima de disparos (leia mais abaixo).

O governador João Doria (PSDB) lamentou as mortes e pediu “apuração rigorosa” do episódio. O Ouvidor das Polícias, Benedito Mariano, afirmou que “a PM precisa mudar protocolo”.

A diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, afirmou em entrevista à Globo News que a polícia tem de prestar contas do que ocorreu “sem medo de assumir um erro caso tenha havido”.

Vídeos que circularam nas redes sociais mostraram a ação da PM em Paraisópolis na madrugada deste domingo.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a Operação Pancadão tem sido periodicamente realizada em toda a capital “para garantir o direito de ir e vir do cidadão e impedir a perturbação do sossego, fiscalizando a emissão ruídos proveniente de veículos”.

Dados sobre Paraisópolis

  • 2ª maior favela de São Paulo e 5ª maior do Brasil
  • 100 mil habitantes
  • 21 mil domicílios
  • 12 mil moradores analfabetos ou semianalfabetos
  • 31% da população é composta por jovens de 15 a 29 anos, portanto mais vulneráveis à carência de emprego e oportunidades
  • 42% das famílias têm mulheres como responsáveis
  • 12 escolas públicas (estaduais e municipais), uma Escola Técnica Estadual (Etec), um Centro Educacional Unificado (CEU), três unidades básicas de saúde (UBS) e uma unidade de Assistência Médica Ambulatorial (AMA)

Adolescente foi agredida por policiais, diz mãe

A mãe da adolescente de 17 anos ferida no baile funk diz que a filha foi agredida por policiais.

“[Minha filha] levou uma garrafada na cabeça [que partiu] de um policial. Deram [com] um cassetete nas costas dela. Ela está lúcida e aguardando a tomografia”, disse afirmou. “Quando eu a vi, não a reconheci. Ela estava com o rosto deformado e perdeu muito sangue. Estava em choque.”

A mãe continuou: “É uma rua com duas ou três saídas. Eles [policiais] fecharam e coagiram. Atiraram com arma de fogo – não só com bala de borracha. Bateram com cassetete, fora [o uso de] spray de pimenta. Eles [os frequentadores do baile funk] estavam só curtindo”.

“Os policiais fecharam a rua. Teve corre-corre, pisoteamento de adolescente. Gás de pimenta, bala de borracha, e ainda estavam agredindo pessoas. Foi um policial que tacou garrafa de vidro na minha filha.”

Adolescente ficou ferida na cabeça após confusão em Paraisópolis — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente ficou ferida na cabeça após confusão em Paraisópolis — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente levou golpe de cassetete durante ação da polícia em baile funk — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente levou golpe de cassetete durante ação da polícia em baile funk — Foto: Arquivo pessoal

Em novembro, uma jovem perdeu a visão de um dos olhos ao ser atingida por uma bala de borracha da polícia na dispersão de um baile funk na Zona Leste de São Paulo.

‘Muito tiro’

Um jovem de 18 anos que não é morador de Paraisópolis, mas que costuma frequentar os bailes, disse que viu muitos adolescentes passando mal e desmaiando por causa das bombas de gás atiradas pela polícia durante o baile funk da madrugada deste domingo.

“Chegaram atirando em todo mundo. A gente estava no baile e primeiro veio a bomba. Começaram a cair as pessoas, passando mal, e a desmaiar, sendo pisoteadas. Ficamos encurralados. Não tinha para aonde correr, para aonde ir. Muita gente caindo já morta, a polícia atirou. Muitas pessoas tentavam salvar a própria vida. Vi muito sangue e escutei bastante barulho de tiro”, disse o jovem.

A mãe dele afirmou: “Foi meio tenso, a polícia queria saber se meu filho estava no baile funk. É uma guerra ao pobre. Se fosse nos Jardins[bairro de classe alta de SP], a coisa seria nem diferente. Até a forma da polícia abordar é diferente. O problema não é o funk, é a cultura da periferia, é o lazer”.

Paraisópolis, maior favela de São Paulo, é vizinha do bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo  — Foto: Felipe Souza/BBC Brasil

Paraisópolis, maior favela de São Paulo, é vizinha do bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo — Foto: Felipe Souza/BBC Brasil

Delegado disse que ninguém foi vítima de disparos

O delegado Emiliano da Silva Neto, do 89º DP, afirmou que nenhuma das mortes ocorridas no baile funk foi causada por tiro.

“Policiais militares pararam duas pessoas em uma moto. Eles entraram onde estava ocorrendo a festa e continuaram atirando nos policiais. Em decorrência desse tiroteio, houve um efeito manada, teve uma viela com escadaria, e as pessoas pisotearam umas nas outras”, disse.

“Nove morreram. Todas elas estão com graves lesões de pisoteio, não tem nada de perfuração ou alguém atingido por projétil de arma de fogo.”

Governador pediu apuração ‘rigorosa’

O governador João Doria pediu “apuração rigorosa”do episódio.

“Lamento profundamente as mortes ocorridas no baile funk em Paraisópolis nesta noite. Determinei ao Secretário de Segurança Pública, General Campos, apuração rigorosa dos fatos para esclarecer quais foram as circunstâncias e responsabilidades deste triste episódio”, escreveu Doria, no Twitter.

Mapa da comunidade Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Amanda Paes/G1

Mapa da comunidade Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Amanda Paes/G1

'É fundamental que as periferias recebam investimentos', afirma Carolina Ricardo

‘É fundamental que as periferias recebam investimentos’, afirma Carolina Ricardo

Pancadões

Os bailes funks em comunidades de São Paulo ocorrem de quinta-feira a domingo, até a madrugada, nas zonas Leste, Sul e Norte da capital paulista.

G1

 

Dois homens morrem afogados em praias da Paraíba

Dois homens morreram vítimas de afogamentos em praias da Paraíba, na tarde desta terça-feira (22). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os acidentes foram registrados na Praia da Penha, em João Pessoa e na Praia de Tabatinga, no município do Conde.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o primeiro caso aconteceu na Praia da Penha. A vítima seria um pescador que foi resgatado por outros pescadores que estavam no local. O homem apresentou sinais de parada cardiorrespiratória e foi reanimado, mas não resistiu e morreu ainda na praia.

Já a outra vítima, é um jovem de 28 anos, que se afogou na Praia de Tabatinga. Ele estava acompanhado pela família quando mergulhou e desapareceu no mar. Uma equipe de bombeiros fez buscas no local por mais de duas horas, mas ele já foi encontrado sem vida.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, os casos são considerados atípicos porque a maioria dos afogamentos acontecem aos finais de semana.

Foto: Gabriel Costa/G1

G1

 

Duas pessoas morrem em acidente entre carro e moto na Paraíba

Um colisão envolvendo um carro e uma motocicleta deixou duas pessoas mortas na PB-044, em Caaporã, na manhã desta sexta-feira (04).

De acordo com as primeiras informações, a vítimas (um homem e uma mulher) seriam proprietários de uma casa lotérica em Caaporã. Com a força do impacto a motocicleta ficou completamente destruída.

Várias equipes do Samu foram acionadas, mas apenas constataram o óbito do motociclista e passageiro. Não há informações a respeito do estado de saúde da pessoa que dirigia o carro.

 

paraiba.com.br

 

 

Paraibanos morrem em acidente de moto na BR-153, próximo de Cariri do Tocantins

Um casal paraibano morreu em um acidente envolvendo um carro e duas motos, na manhã desta terça-feira (30), na BR-153, próximo de Cariri do Tocantins, na região sul do estado. Manoel Ailton Vieira, de 55 anos, e Maria Emília Sarnento Ferreira, de 52 anos naturais de Sousa morreram ainda no local.

O acidente aconteceu no momento em que o carro fazia uma ultrapassagem e bateu de frente com as duas motos. A mulher que dirigia o veículo confirmou a ultrapassagem.

Os motociclistas faziam parte de um clube estavam em um comboio de quatro motos. Eles saíram de Brasília (DF) com destino a Carolina (MA). O grupo tinha passado a noite em Figueirópolis e retomou a viagem no início da manhã.

Em cada uma das motos atingidas havia um casal. O outro casal foi levado em estado grave para o Hospital Regional de Gurupi.

O IML foi chamado para recolher os corpos.

 

 

clickpb