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Homem tem parte de orelha arrancada por mordida do cunhado durante briga em Cacimba de Dentro

Um homem de 35 anos teve parte de uma das orelhas arrancada por uma mordida durante uma confusão na madrugada deste sábado (8), no município de Cacimba de Dentro, na Paraíba.

De acordo com a Polícia Militar, o fato aconteceu por volta das 02h30, no Conjunto Benjamim Maranhão. A vítima, contou aos policiais militares que foi agredida pelos cunhados, de 33 e 35 anos. Com relação ao motivo, a PM não informou no relatório.

Diante da denúncia, os acusados foram localizados, presos e conduzidos a Delegacia de Polícia Civil de Solânea, onde foram apresentados a autoridade policial para que fosse tomadas as providências cabíveis.

Por Redação FontePB

 

 

Criança de 4 anos é mordida no rosto e pai fica ferido após ataque de cachorro, em João Pessoa

Um menina, de 4 anos, e o pai dela, de 21 anos, foram atacados por um cachorro da raça pitbull no início da noite desta quarta-feira (29), no Bairro das Indústrias, em João Pessoa. Conforme informações do Samu, o ataque aconteceu na frente da casa em que a família mora.

A garota saiu de casa para receber o pai, que voltava do trabalho, quando foi mordida pelo animal na região da bochecha e dos ombros. O homem defendeu a filha e também foi ferido com arranhões.

À TV Cabo Branco, o tutor do cachorro informou que o animal é dócil, que ele fica preso e que o acidente foi uma fatalidade. Ele disse ainda que vai se responsabilizar pelo o que aconteceu.

Pai e filha passaram por atendimento médico pelo Samu. A menina foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. Já o pai foi encaminhado para o Hospital Edson Ramalho. Ambos estão com quadro de saúde estável.

 Foto: Felícia Arbex/TV Cabo Branco

G1

 

Idosa que contraiu raiva humana após ser mordida por raposa morre em João Pessoa

Uma mulher de 68 anos que estava internada no Hospital Universitário (HU) Lauro Wanderley, em João Pessoa, após contrair raiva humana, faleceu no fim da tarde dessa segunda-feira (13), após cerca de três meses com a doença.

Ela havia sido mordida na mão por uma raposa, no dia 8 de abril, em Riacho dos Cavalos, no Sertão paraibano. A idosa precisou amputar parte da mão e após dar entrada no Hospital de Catolé do Rocha, foi transferida para o HU de João Pessoa, no dia 10 de junho.

Ela estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave.

Este foi o primeiro caso de raiva humana registrado na Paraíba desde 2015, quando foi registrado um caso em Jacaraú.

 

clickpb

 

 

Idosa contrai raiva humana após ser mordida por raposa no Sertão da Paraíba

Em nota a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba confirmou um caso de raiva humana no Sertão. Uma idosa de 68 anos, de Riacho dos Cavalos foi mordida na mão por uma raposa, no último dia 8 de abril. Parte do membro precisou ser amputado.

De acordo co informações, no dia seguinte ao incidente, a mulher procurou uma Unidade Básica de Saúde, mas a internação só teria ocorrido no dia 10, na cidade de Catolé do Rocha.

A idosa apresentava disfagia, espasmos, desorientação e agitação psicomotora. Ainda no dia 10, ela foi transferida para o Hospital Universitário Lauro Wanderley, o HU de João Pessoa, referência no tratamento do caso.

O exame realizado pelo Instituto Pasteur detectou a presença do vírus.

Confira nota emitida pela Secretaria de Estado da Saúde:

PB Agora

 

 

Rapaz leva mordida ao tirar jacaré de estrada

Três jovens se arriscaram ao tentar tirar um aligátor (jacaré americano) de mais de três metros de uma estrada no estado da Luisiana, nos EUA, e um deles, Glen Bonin, acabou levando uma mordida na mão.

Bonin e os dois amigos voltavam de um bar quando se depararam com o réptil no meio da estrada. Apesar do risco, eles decidiram retirar o animal para seguir viagem.

Segundo as autoridades, Bonin teve sorte por não perder a mão. Ele recebeu 80 pontos no local.

 

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iG

Conheça os primeiros socorros em casos de mordida de cães

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

As mordidas de cachorro são sempre uma possibilidade quando entramos em contato com animais desconhecidos e, embora alguns cães sejam extremamente dóceis, muitos também são bastante protetores, podendo reagir com agressividade quando alguém se aproxima de seus proprietários.

 

Tendo em vista que o número de cães abandonados também é grande, saber como proceder ao levar uma mordida de cachorro é de grande importância para manter a saúde em uma ocorrência deste tipo; já que, muitas das doenças presentes nos animais também podem acometer os seres humanos, e provocar consequências bem graves.

 

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Os motivos para que um cão morda alguém são bem variados, e incluem desde a sensação de perigo por parte do animal até o seu instinto de proteção às crias ou aos donos. Podendo causar ferimentos de penetração ou laceração, as mordidas são ainda mais perigosas quando o cão faz parte do time dos que têm mais força na mandíbula – como o Pitbull, que pode provocar uma pressão de até 200 quilos em uma simples abocanhada.

 

Seja qual for o ferimento provocado, a primeira e mais importante providência a se tomar após uma mordida é a higienização do local, e a região atingida deve ser lavada imediatamente com água e sabão. Feito isso, é indicado que um produto anti-bacteriano seja usado para limpar a região por, pelo menos, cinco minutos ininterruptos; deixando que água em abundância escorra sobre a ferida nos próximos cinco minutos após a limpeza.

 

Alguns ferimentos (normalmente, os que causam lacerações) podem provocar a perda de muito sangue e, nestes casos, é preciso aplicar pressão sobre a ferida até que o sangramento pare. No entanto, nos casos de feridas por penetração, o recomendado é que se deixe a ferida sangrar por algum tempo, já que esse processo ajuda a expulsar as bactérias que podem ter entrado na pele com a saliva do animal.

 

Nos casos em que a mordida for dada por um cão de origem desconhecida – e não houver informações sobre a sua imunização contra a raiva – o indicado é dirigir-se imediatamente a um instituto especializado em doenças infecciosas para a realização de um exame clínico. De acordo com o resultado, exames laboratoriais podem ser requisitados, assim como a aplicação de vacinas para impedir complicações maiores na pessoa ferida pela mordida.

 

Fonte: dr. Ricardo Tubaldini, Médico Veterinário (CRMV- SP 23.348), formado pela Universidade Paulista, Cirurgião Geral e Ortopedista no Hospital Veterinário Cães e Gatos 24h.

 

Terra

Chupeta pode causar ‘mordida aberta’; saiba mais

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Junto com a paixão pelo filho, a mãe desenvolve a paixão pela chupeta. Como em um passe de mágica, aquele pequeno objeto faz a criança parar de chorar e, muitas vezes, dormir horas seguidas. Por isso, antes mesmo de completar um mês de vida, muitos bebês já estão habituados a chupar chupeta.

 

A Academia Norte-Americana de Pediatria aprova o uso da chupeta na hora de dormir. A explicação seria que ela ajuda a diminuir o risco da morte súbita. No entanto, só deve ser oferecida a partir do momento em que a amamentação já esteja estabelecida. Isso porque muitos profissionais defendem que os bicos podem acarretar no desmame precoce. “Há uma confusão provocada pelo modo diferente de sucção entre o peito (movimento de ordenha) e a mamadeira (sucção negativa), ao mesmo tempo, a mamadeira supre apenas a fome fisiológica do bebê e não a necessidade de sucção, a criança pode ficar irritada e inquieta, até que seja utilizada a chupeta ou a sucção do dedo”, explica a odontopediatra Rosana de Fátima Possobon, da área de Psicologia Aplicada da Faculdade de Odontologia da Unicamp.

 

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Segundo a fonoaudióloga Luciana Cardoso Assuiti, chefe do Núcleo de Fonoaudiologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, com dois anos já é possível perceber alterações dentárias e no processo de desenvolvimento de fala e linguagem. “Quando a criança é pequena oriento as mães a não oferecer a chupeta antes de a amamentação estar bem estabelecida, e, geralmente, após 15 a 20 dias, as crianças nem querem mais, pois já há satisfação da sucção no seio materno”, diz.

 

Complicações
Os hábitos de sucção da chupeta promovem o fortalecimento dos músculos da bochecha e diminuem a atuação da língua dentro da boca, predispondo a um estreitamento da arcada dentária, a falta de espaço para o nascimento dos dentes e apinhamento, popularmente conhecido como ‘dente torto’ ou ‘dente montado’.  “A interposição de algo entre os dentes superiores e inferiores pode interferir no crescimento da região impedindo que os dentes se toquem, a este distúrbio damos o nome de mordida aberta”, afirma o cirurgião-dentista Rogério Pavan, especialista em ortodontia.

 

Pavan explica que, frequentemente, estas alterações bucais estão associadas a quadros de amidalites, adenoides, otites e outros distúrbios de ordem respiratória. “Não são raros casos de bronquite asmática associada a estas deformidades”, relata.

 

Truques para dar adeus à chupeta
Vale lembrar que, caso os pais optem pelo uso da chupeta, é importante removê-lo no momento necessário e saber usar esses dispositivo. “O ideal seria a remoção até os dois anos de idade para facilitar que os dentes voltem para o lugar e a mordida não seja prejudicada”, diz Daniela Raggio, professora de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da USP.

 

Luciana Assuiti também destaca que o uso da chupeta deve ser limitado somente na hora de dormir. Assim que a criança pegar no sono, os pais devem retirá-la da boca e não deixar levá-la para a escola, nem colocar objetos juntos, como, por exemplo, o tão conhecido “cheirinho” ou mesmo outras chupetas amarradas juntas.

 

Segundo a psicóloga Miriam Barros, os pais precisam ter paciência na hora de tirar esse hábito. “Os pais podem substituir a chupeta por um brinquedo e tratar deste momento como algo importante a ser conquistado pela criança que está crescendo e deixando de ser bebê”, diz.

 

Um meio de conseguir o feito é recompensá-la quando conseguir ficar sem a chupeta. Pode ser com um passeio, um brinquedo ou até mesmo um doce que a criança goste.
Também vale usar histórias infantis sobre personagens que as crianças gostem e enfatizar o não uso da chupeta por eles. “Podem conversar com os personagens e fazê-los falar com a criança sobre o assunto”, indica Miriam.

 

Beta
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