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Moda vegan: os prós e contras do veganismo na indústria fashion

Se você acompanha as notícias da indústria fashion, já deve ter se deparado com informações de que algumas grifes famosas estão abrindo mão do uso de couro e do pelo animal. Também já deve ter visto algum estilista renomado criando coleções de roupas sustentáveis.

É que a moda tem, cada vez mais, abraçado pautas ambientais e que tratam dos direitos animais. O veganismo, por exemplo, que virou moda na culinária, está ganhando espaço também no mundo fashion.

Embora seja uma prática que luta pelo fim da exploração animal, alguns especialistas indicam também alguns pontos negativos do veganismo, como, por exemplo, o preço das roupas. Quer saber um pouco mais sobre a moda vegan? Reunimos algumas informações para você.

O que é o veganismo

O veganismo é um modo de vida um pouco mais radical do que o vegetarianismo. Neste, como sabemos, não é permitido o consumo de carnes, principalmente as vermelhas.

Já no veganismo, as pessoas não podem consumir nada de origem animal, seja na comida, seja no vestuário e até mesmo nos produtos estéticos. Ou seja, tudo deve ter origem vegetal, desde a culinária até os cremes antirrugas.

Você talvez esteja se perguntando por qual motivo esse movimento tem essa postura de não usar nada de origem animal. Bem, segundo o The Vegan Society (Sociedade Vegana, um manifesto global dos veganos), o objetivo é excluir das ações diárias toda e qualquer exploração e crueldade com os animais.

Por isso, os veganos não comem carnes nem ovos e também não vestem tecidos como a lã. São contrários a todo tipo de caça – inclusive a de peixes – e, de forma geral, advogam pelos direitos dos animais.

Quando surgiu o veganismo

Embora pareça um movimento contemporâneo, segundo a The Vegan Society, o veganismo existe, na verdade, pelo menos desde a década de 1940. Em 1944, a dieta vegana foi definida pela primeira vez e já naquela época o objetivo principal dos ativistas era reduzir a exploração animal.

Na década de 1960, a sociedade vegana foi registrada como uma entidade de caridade e, na década seguinte, tornou-se também uma empresa.

Veganismo na moda

Na moda, podemos dizer que o veganismo ganhou mais força nos anos 2000-2010. Neste período, diversas ONG’s de proteção animal começaram a pedir que algumas grifes reduzissem o uso de alguns materiais de luxo de origem animal, como a pele e o couro dos bichos, como o de cobra e de jacaré.

No entanto, os veganos não lutam pela redução do uso apenas desses tecidos nobres (que costumam ser mais caros para o público). Também advogam pelo fim do uso da lã de ovelha, do mohair e da seda, por exemplo, que são mais acessíveis para o público de forma geral.

Segundo os ativistas, a intenção é mesmo reduzir ao máximo a exploração animal e conscientizar os consumidores dos impactos de aceitar os produtos que usem esses tecidos.

Efeitos positivos do veganismo na moda

O veganismo na moda levanta a bandeira dos direitos animais, que, inclusive, foram reconhecidos pela Organização das Nações Unidas, ONU, em 1978. Por isso, um impacto muito positivo do veganismo na indústria fashion é justamente reduzir a violência e a exploração dos animais.

Além disso, também busca promover o consumo consciente. É que os adeptos dessa onda tentam mostrar o público geral que nós não precisamos explorar os bichos para termos produtos luxuosos. Também não precisamos comprar roupa o tempo todo.

Questionamentos ao veganismo na moda

No entanto, alguns ambientalistas e mesmo estilistas acabam questionando os reais impactos do veganismo na moda. Muita gente alega que, para desenvolver os tecidos 100% de origem vegetal, é necessário muito investimento, o que encarece a produção para o público final.

Como os produtos ficam bem mais caros, apenas um público muito restrito consome as roupas veganas. Pensando nas roupas luxuosas, somente os multimilionários conseguem comprar essas peças.

Outro ponto negativo é que nem sempre a moda vegana é sustentável, isto é, não é porque não explora os animais que a produção vai ser necessariamente consciente do ponto de vista ecológico.

Alguns designers, inclusive, criticam os colegas veganos, alegando que essa moda continua a impactar o ecossistema, ou melhor, continua a produzir resíduos que dificilmente serão absorvidos pela natureza.

Se você ficou interessada na moda vegan, vale a pena considerar esses aspectos e ponderar como é possível adotar uma postura mais sustentável também na moda.

 

Conteúdo Gear Seo

 

 

Solânea: Rosa Chá Store abre as portas com um novo conceito em moda feminina

Com um novo conceito em moda feminina, a cidade de Solânea ganhou uma nova loja na última sexta-feira (26). A Rosa Chá Store já está de portas abertas esperando seus clientes.

Criada por duas mulheres que vêm acompanhando a necessidade das mulheres em encontrar uma loja que ofereça aquilo que elas procuram, a Rosa Chá Store promete oferecer estilo, elegância e preço justo.

“Nossa loja foi criada voltada ao seguimento feminino que procura estilo, mas também procura um preço justo, por isso montamos um ambiente que oferece o que a mulher moderna procura”, destacou Danniely Amaral.

A loja está localizada na rua José Amâncio Ramalho, nº 212. Seus clientes podem acompanhar todos os lançamentos através do instagram @rosachastore.

Redação FN

 

 

Perigosa pílula que promete queimar gordura volta à moda entre os jovens

perigosa-pilulaO aumento do consumo de um perigoso composto que promete “queimar” a gordura do corpo está preocupando autoridades de saúde pública em todo o mundo.

A substância 2,4-dinitrofenol, mais conhecida como DNP, era usada originalmente para a fabricação de explosivos, mas está sendo cada vez mais comercializada de forma ilegal pela internet em forma de cápsulas, pó ou creme, sendo procurada por pessoas que querem emagrecer ou reduzir a porcentagem de gordura em seu corpo.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o DNP “já causou doenças graves e mortes em vários países nos últimos três anos”.

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O uso do DNP como emagrecedor não é novo: na década de 30 foi descoberto que essa substância aumentava a taxa metabólica e permitia a perda de peso.

Mas o alto número de efeitos colaterais e mortes fez com que a Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, proibisse o composto em 1938 e ele acabou catalogado como uma “substância extremamente perigosa e não apta para o consumo humano”.

O uso do DNP, no entanto, parece estar crescendo novamente, especialmente graças à facilidade de se adquirir essa substância pela internet.

Segundo um estudo do Departamento de Medicina de Emergência do Hospital Whittington, de Londres, publicado em 2011 pela revista especializada Journal of Medical Toxicology, desde a década de 60 até o fim do século 20 não foram registradas mortes devido ao consumo de DNP.

Os pesquisadores observaram, porém, um ressurgimento dos casos fatais na primeira década do século 21 – foram 12 mortes entre 2001 e 2010 -, o que, segundo eles, reflete “o aumento da disponibilidade do DNP na internet, onde (esse produto) é comercializado particularmente para o uso de fisiculturistas”.

Em 2015, apenas na Grã-Bretanha foram 30 casos de intoxicação pela substância (contra 9 casos em 2014). E dos intoxicados, cinco acabaram morrendo.

Por isso, o Departamento de Saúde Pública da Inglaterra decidiu fazer um alerta no dia 11 de dezembro, advertindo sobre o “ressurgimento” desse tipo de intoxicação, principalmente entre adolescentes e jovens.

“Essa droga deveria ser classificada como veneno, já que só traz danos (ao organismo)”, disse à BBC Ryck Albertyn, anestesista e consultor do Hospital Worthin, na Grã-Bretanha.

Eloise Aimee Parry sofria de bulimia e morreu depois de tomar oito pílulas de DNP (Foto: Família Parry)Eloise Aimee Parry sofria de bulimia e morreu depois de tomar oito pílulas de DNP (Foto: Família Parry)

Morte
Um dos casos mais recentes de intoxicação por DNP foi o da jovem britânica Eloise Aimee Parry, que sofria de bulimia e morreu aos 21 anos em abril, após ingerir a substância.

Fiona Parry, sua mãe, disse à BBC que Eloise tomou oito pílulas e que os médicos “não puderam fazer nada para salvar sua vida”.

Parry também pediu que fossem adotadas medidas mais duras contra as empresas que distribuem o DNP.

“As pessoas precisam saber do perigo que são essas pílulas. A busca por uma boa aparência nunca deveria custar a saúde ou (causar) a morte de alguém”, disse a jornais britânicos.

Em maio, Rachel Cook, que sofria de transtorno alimentar, também morreu, aos 25 anos.

De acordo com uma investigação recente, Rachel, que já estava muito magra, tomou as pílulas de DNP porque “queria queimar gordura e perder peso rapidamente”.

“Sei que existe uma pressão entre os jovens para ficarem magros e muitos tomam medidas drásticas para conseguir isso. Mas eles devem estar cientes das consequências inevitáveis de ingerir essa substância mortal”, disse um dos peritos que investigou o caso de Rachel.

Alerta mundial
A Agência Espanhola de Consumo, Segurança Alimentar e Nutrição (Aecosan) fez recentemente um alerta de que algumas páginas na web que vendem o DNP se passam por empresas farmacêuticas.

A OMS e a Interpol (a agência internacional de polícia criminal) também emitiram informes alertando sobre o aumento do consumo desse composto.

“(Trata-se de uma substância) ilícita e potencialmente mortal. Além disso, os riscos ligados a seu consumo são agravados pela condição ilícita de sua fabricação”, afirmou a Interpol em um Alerta Laranja mundial emitido em maio e distribuído a seus 190 países membros.

Segundo a Aecosan, o efeito adverso mais comum associado ao uso do DNP são as erupções cutâneas (vermelhidão e inflamação da pele, muitas vezes com presença de bolhas).

“Outros efeitos são a neuropatia periférica (problemas no sistema nervoso), gastroenterite (inflamação que afeta o estômago e o intestino), anorexia, catarata ou surdez permanente”, entre outros.

Há também outros problemas derivados dos efeitos tóxicos do DNP: confusão, agitação, coma, convulsão, hipertermia, taquicardia, sudorese e colapso cardiovascular.

E não há nenhum antídoto para a intoxicação por essa substância.

“As pessoas precisam estar conscientes e atentas, especialmente no que diz respeito a vulnerabilidade de pessoas com transtornos alimentares que pode levar ao uso dessa substância”, diz Ryck Albertyn, anestesista e consultor do Hospital Worthin.

Bem Estar

RAMALHO LEITE – Deputados à moda antiga

 

ramalhoNos dias de hoje as casas legislativas são entidades fartas em recursos e seus membros recebem uma remuneração difícil de ser somada. Antigamente, um deputado federal tinha que enfrentar “esse marzão” como dizia Ernani Satyro, para desestimular Walter Arcoverde a tentar uma cadeira igual à sua.  Depois vieram as passagens aéreas e o velho Rui Carneiro fazia questão de lembrar o risco que corria ao enfrentar um avião da  “Panair”. Brasíli a tornou o exercício do mandato um paraíso com direito a verba para moradia, passagens, comunicação e otras cositas más… Até bem pouco tempo, o direito às passagens para o Estado de origem, incluía, também, um bilhete extra para se matar a saudade do Rio de Janeiro. Comparando, as mordomias do passado remoto seriam risíveis hoje, pois, incluíam até um estábulo, onde os deputados guardavam suas montarias.

Com a evolução das coisas, os subsídios dos deputados também evoluíram. Na Paraíba, ainda alcancei deputado vendendo antecipadamente seus rendimentos. Posso dizer que, quando secretário do Poder Legislativo acabei esse comércio de juros altos, transferindo para o Banco do Estado o pagamento dos parlamentares e afastando os agiotas da tesouraria da Assembléia. Esses foram problemas republicanos mais recentes. Mas ninguém pense que durante a Monarquia  o exercício dos mandatos eram gratuitos. Naquele tempo, Celso Mariz informa que os deputados ganhavam de acordo com a distancia entre sua cidade de origem  e a Capital. Pagava-se por léguas. E o negócio era meio rigoroso. Contavam-se as léguas de vinda. Ao Imperador não interessava como o deputado retornaria aos seus pagos. As pressões foram grandes e no final da Monarquia passaram a contar as léguas de ida e volta, pois ninguém é de ferro… Tudo isso dava quatro mil réis diários e mil e duzentos réis por légua a ser percorrida. Quem faltasse não recebia.

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Com a República o subsídio alcançava dez mil réis diários e trezentos réis fixos “para o trem, a fatiota nova, o transporte dos queijos que traziam para o chefe do partido” ironiza Celso Mariz, deputado nos idos de 1924-27, quando já se  percebia uma representação de um conto de réis e quarenta mil réis de diária, ou jetom, palavra que apropriamos do francês ( jeton). Os tempos modernos fixaram o subsídio parlamentar em duas partes, uma fixa para declarar ao Imposto de Renda, e uma variável que servia de incentivo ao comparecimento das sessões. A nossa ultima Constituição vedou o pagamento de jetom pela presença, até em sessões extraordinárias e, antes como agora, a ausência continuada vive sob a ameaça de cortes  nos contra-cheques dos faltosos.

Mesmo com um recesso prolongado, a produção legislativa, tanto no passado quanto no presente abordava os mais variados assuntos. Se em 1947, o deputado Pedro de Almeida preocupou-se com o prejuízo que os caprinos soltos  poderiam conferir à agricultura de subsistência, muito antes, nos idos de 1862, o presidente Francisco Araujo Lima, desta Província da Paraíba do Norte,  editou uma lei que protegia as cabras de leite, por servirem para “amamentação das crianças”. As cabras de leite poderiam ser criadas soltas, desde que conduzissem “cangas  de quatro palmos” e fossem recolhidas até as seis horas da tarde. Esta exceção, aberta para as criações da Vila de Campina Grande, não atingiam bodes, ovelhas, porcos e cães que, caso encontrados soltos pela fiscalização, seriam os seus proprietários multados em dois mil réis.

Para incentivar o cultivo do café, em Bananeiras e Areia, a Assembléia Provincial estabeleceu um prêmio ao cafeicultor que exportasse pela primeira vez em um ano, duas mil arroubas de sua produção.

Estas reminiscências históricas me fazem lembrar que o jornalista e historiador Rui Leitão é candidato a uma cadeira no IHGP. Torço pela sua eleição, principalmente, para que dê continuidade às pesquisas de seu genitor, Deusdedith Leitão, recuperando até os nossos dias a memória do Poder Legislativo.

Belfie: foto do bumbum é a nova moda fotográfica nas redes sociais

Selfie é coisa do passado. A última moda nas redes sociais é a “belfie”, uma selfie do bumbum, que tem conquistado cada vez mais adeptos. Basta um pesquisa em sites como Facebook, Twitter, Tumblr e Instagram para ver centenas de exemplos.

A maioria dos usuários que pratica a nova moda fotográfica é do sexo feminino. Com imagens registradas em academia ou em frente ao espelho, podemos inferir que elas são adeptas da malhação e mostram na Web o resultado dos exercícios físicos.

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A origem do termo vem da junção de selfie + butt (bumbum), resultando em belfie. As imagens postadas variam desde closes das partes íntimas do usuário até fotos que mostram o corpo inteiro. Há imagens mais “inocentes” e outras que revelam um pouco mais de ousadia.

Veja algumas belfies:

Aprendendo a fazer a Belfie (Reprodução)
Aprendendo a fazer a Belfie

 (Reprodução)

Os pets também aderiram (Reprodução)
Os pets também aderiram

 

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