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Leão ataca criança ao vivo em programa da TV mexicana

Um vídeo do programa de TV mexicano “Con Sello de Mujer” mostra um momento aterrorizante: uma criança sendo atacada por um filhote de leão ao vivo. O animal foi levado ao programa e colocado bem próximo da garotinha.

Em determinado momento, o filhote ataca a criança com suas patas e começa a morder suas calças. A tratadora consegue desvencilhar a garota, que começa a chorar e gritar. E ela insiste em dizer: “acalme-se”. Ninguém se feriu, mas onde esse pessoal estava com a cabeça?

(Com informações do NY Daily News)

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Mexicana faz 127 anos e explica longevidade: nunca se casou

leandraLeandra Becerra Lumbreras nasceu em 31 de agosto de 1887. Aos 127 anos, a mexicana é a pessoa que mais viveu no mundo.

Em entrevista à Televisa, Leandra deu a receita para a longevidade: comer chocolate, dormir por dias seguidos e não se casar.

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Apesar de nunca ter subido ao altar, a idosa teve 73 bisnetos e 55 tataranetos.

A centenária chegou a lutar na Revolução Mexicana (1910 a 1917) como líder de um esquadrão composto só por mulheres.

Em entrevista ao jornal “El Horizonte”, uma neta comentou que Leandra “sempre lutou” e que “estava costurando e tecendo até dois anos atrás”.

A mexicana já enterrou cinco filhos e vários netos – o último em 2013, aos 90 anos.

 

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Secretaria mostra que metodologia de instituição mexicana sobre violência é “frágil e tendenciosa”

violenciaUma análise feita pela equipe da Secretaria da Segurança e Defesa Social do Estado lança luzes de contestação a números publicados pela instituição mexicana “Consejo Cidadano para la Seguridad Publica Y Justicia Penal A. C.”, que aponta João Pessoa como a décima cidade mais violenta do mundo. Em linhas gerais, o estudo questiona a metodologia aplicada pela entidade, considerada “frágil” e “tendenciosa” para a formulação de um quadro tão dramático.

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Segundo o documento, a metodologia da pesquisa é muito frágil pois se baseia apenas em notícias de internet. “Algumas são notícias oficiais, como é o caso da nossa, em que a informação foi obtida no site do Governo do Estado quando da divulgação do balanço 2012. O dado está correto, foram 518 homicídios em 2012 em João Pessoa”,destaca o relatório. Mas, para outras cidades, atestam os analistas, as notícias não são baseadas em dados oficiais e por vezes é feita uma projeção para todo o ano, não com base no número consolidado. Em Belém e Brasília, por exemplo, a matéria se refere a crimes violentos como um todo e não apenas aos homicídios.

 

Para comparar os municípios, a pesquisa mexicana leva em conta apenas a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, e não se o número representa um aumento ou queda em relação aos anos anteriores. Em João Pessoa, estes 518 homicídios em 2012 representam redução de cerca de 13% em relação ao ano anterior. Mesmo assim, para a pesquisa, João Pessoa está numa situação pior que outros municípios.

 

A comparação com outras capitais torna-se inevitável, segundo o relatório do Governo do Estado. Fortaleza, que registrou 1.628 mortes em 2012, por exemplo, evidencia que, em números absolutos, é menor que João Pessoa, mas representa aumento de 47% em relação a 2011; Belo Horizonte registrou aumento de 3%; Salvador aumentou 12,5%; São Luiz aumentou 22%; Vitória reduziu apenas 2,8%.

 

Por conta dessa metodologia muito vulnerável, a pesquisa só compara as cidades que divulgam seus números. Dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 15 estão elencados no estudo (0,2% do total), e, entre as 27 capitais, apenas 55% foram incluídas na pesquisa, lamenta a Secretaria da Segurança e Defesa Social da Paraíba.

 

Um detalhe ainda mais grave, segundo a secretaria: o estudo não tem abrangência mundial pois só conseguiu dados de 50 municípios do mundo inteiro, em apenas 12 países dos 193 do mundo. E, dentre estas 50 cidades, apenas 3 não são da América Latina, pois a África do Sul foi o único observado fora desse continente.

 

Finalziando a análise, o relatório assegura que, por tudo isso, o estudo divulgado pela instituição mexicana é altamente tendencioso na medida em que ficaram de fora cidades muito importantes, como São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Porto Alegre, Teresina, Aracaju e Natal.

Fonte: Da Redação – PolíticaPB