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Combustíveis sofrem sétimo reajuste nos valores médios na PB; veja novos preços

combustivelA partir do dia 16 deste mês, o preço médio cobrado ao consumidor pelo litro da gasolina, do etanol, e do óleo diesel, além do metro cúbico (m³) do Gás Natural Veicular (GNV) vai sofrer reajustes na Paraíba. Com isso, a gasolina salta de R$ 3,2297 para R$ 3,3411, um aumento de quase 12 centavos a cada litro.

A autorização do reajuste foi dada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicada no Diário Oficial da União (DOU) da terça-feira (10).

Com o reajuste, o preço médio do litro do etanol sobe de R$ 2,4017 para R$ 2,4936; o óleo diesel passa de R$ 2,7586 para R$ 2,8560; e o GNV sobe de R$ 2,1897 para R$ 2,3080.

Além da Paraíba, a medida de reajuste dos preços vale também para os estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal.

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O Confaz é presidido pelo ministro da Fazenda e formado pelos secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação de cada Estado e do Distrito Federal. O objetivo do órgão é adotar medidas para aperfeiçoar a política fiscal dos Estados e torná-la compatível com as leis da Federação.

Esta é a sétima vez que a Paraíba entra na tabela de alterações de valores médios do Confaz só neste ano.

 

 

portalcorreio

Dilma cria agência que levará assistência técnica a médios produtores rurais

Plano da Agricultura e Pecuária para 2013 e 2014 contará com investimento de R$ 136 bilhões
Roberto Stuckert Filho/PR
Dilma RousseffDilma afirmou que a agência possibilitará a superação de desafios vividos pela produção agropecuária

São Paulo – Em cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura e Pecuária para 2013 e 2014, a presidenta Dilma Rousseff anunciou nessa terça-feira (4) a criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, que terá como papel levar conhecimento e inovações produzidos pela Embrapa para os produtores rurais. A agência prestará serviços a todos os agricultores e pecuaristas do país, porém, Dilma ressaltou o foco que o novo Plano Safra terá no ‘médio’ produtor.

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“O agronegócio brasileiro tem um segmento que temos de ter atenção especial, que antes era comprimido entre o grande e o pequeno, que é o médio negócio brasileiro”, afirmou. A presidenta ressaltou a importância do papel da Embrapa na pesquisa e produção tecnológica, mas afirmou que o país ainda enfrenta dificuldades na difusão de tecnologia.

“Temos relativa difusão de melhores técnicas e práticas. Mas acredito que o caminho a percorrer tem grande espaço, que é a difusão da tecnologia. Isso vai permitir o casamento com a Embrapa, e será uma circulação em mão dupla, de levar conhecimento para o produtor, da classe A à classe E, pois todas elas precisam deste acesso à tenologia.”

Dilma também afirmou que a agência possibilitará a superação de desafios vividos pela produção agropecuária, o que facilitará o caminho do Brasil para se tornar o maior exportador de alimentos do mundo. “Considero que agência é fundamental no processo de transformação do nosso avanço no setor rural brasileiro. Ela pode permitir que todos tenham acesso à tecnologia e nos próximos 10 anos transformemos em um dos países mais competitivos do mundo, o maior exportador de alimentos do mundo.”

Outro ponto que ganhou destaque no Plano Safra deste biênio é a armazenagem de produtos. Foi anunciada uma linha de financiamento específica para investimentos em armazenagens privadas. Serão R$ 25 bilhões nos próximos cinco anos, sendo que R$ 5 bilhões já estarão disponíveis neste ano. O ministro da Agricultura e Agropecuária, Antônio Andrade, afirmou que os investimentos permitirão que a capacidade de armazenagem do país se equipare ao volume da produção.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão que administra os armazéns federais, receberá R$ 500 milhões, anunciou Andrade, sendo que R$ 350 milhões serão investidos em novos armazéns e R$ 150 milhões em melhorias de armazéns antigos.

Plano

O Plano Safra 2013/2014 prevê investimento de R$ 136 bilhões, valor aumentado em 18% em relação ao do plano passado, que previa a liberação de R$ 115,2 bilhões. Desses, R$ 97,6 bilhões serão destinados para custeio e comercialização, e outros R$ 38,4 bilhões, em créditos para programas de investimentos.

A taxa média de juros ao financiamento será de 5,5%, mas algumas linhas terão custo ainda menor. No plano anterior, a taxa de referência ficou em 5,5%. A aquisição de máquinas agrícolas e equipamentos de irrigação terão juros de 3,5 %. A taxa para agricultores de médio porte será de 4%.

As cooperativas poderão ter acesso a R$ 5,3 bilhões por meio de programas como o Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop) e de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro). A taxa de juros anual para capital de giro foi reduzida de 9% para 6,5% ao ano.

 

 

Júlia Rabahie, da RBA