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Médico que atuava no hospital de Bananeiras e Serraria, morre com Covid-19 em João Pessoa

Faleceu nesta terça-feira (15) vítima da  covid-19, o médico pediatra e clínico geral, dr Fernando. Ele estava internado há vários dias no hospital da Unimed, em João Pessoa.

O médico Fernando, dava plantão nos hospitais de Bananeiras e Serraria. A população da região recebeu com muita tristeza a notícia do falecimento do Dr. Fernando, que atendia seus pacientes com amor e dedicação.

O diretor do hospital Distrital de Serraria, Petrus Rocha, lamentou a morte do médico Fernando, que vai fazer falta e deixar saudade a todos.

 

Balbino Silva/MIDIA PARAIBA

 

 

Luto: aos 85 anos, morre o médico e ex-prefeito de Mulungu, Geraldo Camilo

O único mal irremediável, prescrito por Ariano Suassuna, atingiu o médico Geraldo Camilo, aos 85 anos, nesta quarta-feira (28). A morte silenciou a voz, escondeu o sorriso, aquietou a bravura e amortizou o poço de cultura de Geraldo Camilo. A matéria foi vencida pelo desgaste temporal inerente aos humanos, mas a sua elegância de comportamento o manterá vivo e impregnado por onde passou e exalou sua experiência e sabedoria.

Ao lado dos familiares, como sempre pediu, faleceu em sua casa na capital paraibana. Por vezes expressou: “ninguém merece morrer no gelo de uma UTI, quero morrer em casa ao lado dos meus”. E completava: “nascer e morrer são dois fenômenos naturais. Não tenho medo da morte, tenho medo de não morrer, deve ser horrível. Em determinada altura da vida devemos sair de cena para que outros também brilhem”.

Em 1963, o jovem Geraldo Camilo chegava à Guarabira para colocar em prática o que tinha aprendido na faculdade de medicina. Foi visionário e fundou a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora da Luz, na qual milhares de crianças nasceram ao longo de décadas. Ao encerrar as atividades da Maternidade Senhora da Luz rejeitou a aposentadoria de fato, ao afirmar: “quando jovem planejei aposentar-me, mas quando chegou o tempo, vi que não era o que eu pensava. Devemos nos aposentar somente na carteira de trabalho, na prática, não devemos abandonar nossas atividades, nos prejudica em todos os sentidos”. Com essa visão, passou a cuidar mais da Rádio Cultura de Guarabira – onde detinha 40% das ações, e passou a atender no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Guarabira, depois de se especializar em Psiquiatria. Explicava sua repulsa ao comodismo citando o escritor português Fernando Pessoa – a quem chamava de amigo Fernandinho -: “há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

Viciado confesso em livros, Dr Geraldo Camilo era dono de uma oratória invejável. Por sua habilidade, o programa radiofônico mantido por ele na Rádio Cultura, às 11 horas das sextas-feiras, lhe garantia uma legião de ouvintes e admiradores. Por longos anos, o programa foi líder de audiência no horário em Guarabira.

Entre as inúmeras intervenções sociais, dirigiu a UNIMED em Guarabira e foi prefeito de Mulungu (PB). São inúmeros os relatos de sua ação humanitária em favor dos habitantes de Guarabira e região. Gestantes, crianças, idosos, abastados ou desprovidos, foram muitos os socorridos pelas mãos de Geraldo Camilo.

Mas a sua escola foi estendida. Formou uma família de médicos entre filhas, genros e netos. “Minha família é uma verdadeira inflação de médicos”, brincava Dr Geraldo. Um belíssimo capítulo da história de Guarabira está reservado ao seu nome.

O corpo será cremado, conforme desejo dele.

 Rafael San – ManchetePB

 

 

Médico e ex-vice-prefeito de Pombal, Dr. Geraldinho, morre vítima de covid-19 nesta quinta-feira

O médico e ex-vice-prefeito de Pombal, no Sertão da Paraíba, Geraldo Arnaud de Assis Júnior, mais conhecido como Drº Geraldinho, faleceu nesta quinta-feira (6), aos 63 anos, vítima de covid-19. Ele estava internado em João Pessoa, após ser transferido em estado grave do hospital de Pombal.

O médico procurou atendimento no dia 22 de julho, com sintomas de covid-19. No dia 26, ele precisou ser transferido para uma UTI no Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa, precisando de aparelhos para respirar.

As informações de velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.

A deputada Pollyanna Dutra, que foi prefeita de Pombal na época em que Drº Geraldinho era o vice-prefeito, emitiu nota de pesar lamentando a morte do amigo.

Confira a nota na íntegra

Dia de profunda tristeza! Hoje, perco mais um amigo, Geraldo Arnaud de Assis Júnior, carinhosamente conhecido como Dr. Geraldinho. Ele esteve ao meu lado, sendo meu braço direito, durante os anos em que estive à frente da missão de gerenciar o poder executivo do município de Pombal. Ao seu lado, consegui alçar voos e levar o nosso Sertão para o mundo, representando essa Paraíba pelos mais diversos lugares.

Em seu lugar, Dr. Geraldinho deixa um vazio, que jamais será substituído. Homem íntegro, dedicado ao seu povo, ele se vai em um momento extremamente difícil e por uma doença que o mundo luta para enfrentar, a Covid-19. Ele lutou até o fim, com força e fé, a fé que nos sustentará agora, nesse momento de tristeza e perda.

Neste momento, pouco realmente pode ser dito para confortar os que ficam, mas, aos familiares e amigos, desejo que Deus possa dar toda a força necessária para que essa dor se transforme em saudade e lembranças boas, que é o que realmente irá marcar para sempre. Ele parte, mas fica todo o seu legado, que jamais será esquecido por nenhum de nós.

Descanse em paz, meu amigo. Que Deus o receba com todo amor. Um dia iremos nos reencontrar! 

#PollyannaDutra

 

clickpb

 

 

Fundador do Samaritano: morre o médico Marco Aurélio Barros vítima de covid em João Pessoa

Faleceu, na tarde deste sábado (1°), o médico Marcos Aurélio Barros, vítima de covid-19, aos 85 anos, em João Pessoa. Ele era um dos fundadores do Hospital Samaritano, na Capital.

Membro da Academia Paraibana de Medi-
cina, cardiologista e clinico geral, ele estava
internado há cerca de 10 dias no Hospital
Alberto Urquiza Wanderley onde deu entra-
da por conta de uma fratura após uma queda em sua residência, além de apresentar
sintomas de infecção com o coronavírus,
com dificuldades respiratórias.

Natural de Campina Grande, ele formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 1958.

O horário do velório e sepultamento não foi divulgado.

 

paraiba.com.br/

 

 

Médico é levado à delegacia depois de promover festa em condomínio de Bananeiras

Desde a última sexta-feira, 20, o município de Bananeiras tem sido o foco das atenções dos paraibanos graças à grande movimentação de veículos que chegaram ao local. Mas, neste domingo, 21, o médico Edvan Benevides Júnior, ex-diretor do Hospital de Trauma de João Pessoa, que promovia uma festa animada por um trio de forró no badalado condomínio “Yes, Bananas” chegou a ser conduzido à delegacia para prestar depoimento já que estava estimulando a aglomeração de pessoas, o que não é permitido durante a pandemia de coronavírus.

Ele responderá por descumprimento do artigo 268 do Código Penal, que trata de infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. A pena é detenção, de um mês a um ano, e multa. “Soubemos do fato através das redes sociais e mandamos averiguar”, confirmou o prefeito Douglas Lucena.

A promotora de Justiça Ana Maria Pordeus Gadelha informou que depois da condução do médico à delegacia de Polícia, o Ministério Público vai investigar o caso: “Isso muito me entristece porque é uma falta de consciência por parte de pessoas tidas como esclarecidas, de um bom nível cultural, intelectual e financeiro”.

*ParlamentoPB

Médico remigense perde a batalha para o Coronavírus na Paraíba

Veio a óbito neste domingo, 14 de junho, o médico Dr. Ricardo Passos, 43 anos, filho do ex-prefeito remigense Dr. José Passos da Costa- “Dr. Passos”, estava na linha de frente de combate ao Coronavírus, quando contraiu a doença juntamente com o H1N1, onde chegou a ser internado e encontrava-se entubado devido a gravidade da doença, poucos dias após o entubamento o Ricardo Passos foi submetido ao tratamento com o plasma sanguíneo para ajudar a combater a doença sendo considerado o primeiro paciente a receber esse tratamento na rede pública, realizado no dia 28 de maio no Hospital do Trauma.

Dr. Ricardo Passos


Todos de Remígio e região se encontram de luto com a perda repentina do médico querido na região que realizava atendimentos gratuitos para os mais necessitados e sempre solicito para com todos
As vezes chegamos ao ponto;
Em que tudo começa fazer sentido;
Das coisas mais belas e simples;
Que passamos despercebidos;
Momento que paramos pra pensar;
Como seria bom apenas viver;
Em um mundo repleto de coisas boas;
E jamais disso poder esquecer;
Esse não é um tom de despedida;
Não é um sentimentalismo barato;
Simplesmente são momentos;
Que sempre devem ser recordados;
A doença parou o mundo;
As pessoas começaram a enxergar;
Que o mundo sem Deus não é nada;
É não adianta querer mudar;
Quero deixar aqui nesse dia;
Um pouco do que eu vivi;
De vida de médico a paciente;
Foi o que me trouxe até aqui;
Desde a entrada no SAMU;
Com sua sirene ligada;
A luz no teto da ambulância;
Agora já não falta mais nada;
Essa é a vida dos pacientes;
Vista do olhar do médico que atende;
Mas quando nos colocamos no lugar;
É aí que você realmente entende!
Dr. Ricardo Passos
 
” informação repassada pelo zap de amigos
setimaregional

 

Criança morre e família afirma que atendimento médico foi negado em hospital de João Pessoa

Alice, de 3 anos de idade, morreu na sexta-feira (24), após sofrer um AVC hemorrágico e ter constatada morte cerebral, no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. A família da menina alega que ela teve o atendimento negado no Hospital João Paulo II, devido a 12 dias que faltavam cumprir de carência no plano de saúde Smile.

Em nota, o Hospital João Paulo II informou que a criança foi atendida “com hipótese diagnóstica de meningite. Naquela ocasião, o quadro de saúde era estável, sem febre, sem convulsão e sem necessidade de oxigenoterapia […]. Não havia emergência, e se tratava de uma solicitação de internamento eletiva para investigação da hipótese de diagnóstico realizada na UPA, situação para a qual a paciente estava sob período de carência junto a seu plano de saúde”. A nota diz ainda que “realizou o encaminhamento para o hospital de referência para tratar doenças infectocontagiosas” e que “a criança não permaneceu nas dependências do Hospital João Paulo II por mais de 30 minutos”.

Também em nota, o plano de saúde Smile diz que não ocorreu qualquer ilegalidade. “Reiteramos a nota de esclarecimento de nosso prestador de serviços em todos os seus termos, ao passo que no colocamos à disposição para sanar eventuais dúvidas”.

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) emitiu nota comunicando que irá abrir uma sindicância para apurar infração ética da equipe médica envolvida no caso de Alice. O caso está em análise e se forem constatados indícios de infração ética médica, é instaurado um processo ético-disciplinar contra os profissionais envolvidos.

Procura por atendimento médico para criança

De acordo com Leandro Gonzales, padrasto de Alice, no dia 18 de abril, quando estava dormindo na casa dos avós maternos, Alice acordou às 5h chorando e se queixando de uma dor de cabeça. Os avós de Alice perceberam que a boca da criança estava torta, e que um dos olhos estava tremendo. Os avós chegaram à conclusão de que Alice estava sofrendo convulsões e socorreram a neta para a Unidade de Pronto Atendimento Oceania, no bairro de Manaíra.

Na UPA, Leandro e Jéssica, mãe de Alice, encontraram com a criança. “A médica que estava lá nos atendeu super bem, mas ela não tinha o que fazer na UPA, eles não tinham os equipamentos necessários pra fazer um atendimento desse nível, ela precisava de uma tomografia urgente. Então a médica nos comunicou que iria fazer uma transferência”, disse Leandro.

Jéssica e sua filha Alice, de 3 anos; família acusa hospital por negligência médica, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Jéssica e sua filha Alice, de 3 anos; família acusa hospital por negligência médica, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Jéssica contou à médica que Alice tinha plano de saúde Smile, então a médica ligou para o Hospital João Paulo II, que atende ao plano. Quando a família estava saindo da UPA, foi informada que o atendimento foi recusado devido à carência do convênio.

“Ligaram do hospital dizendo que foi recusado o atendimento, devido à carência do plano de 6 meses, sendo que elas estavam no plano há 5 meses. Faltando 12 dias pra completar 6 meses, eles recusaram”, conta o padrasto de Alice.

A família retornou pra UPA onde tentaram entrar em contato com o plano de saúde. A empresa pediu uma série de documentos, incluindo uma declaração da médica sobre o caso de Alice. Eles enviaram o documento digitalizado e eles pediram manuscrito, eles fizeram manuscrito e foram para o hospital.

Chegando no Hospital João Paulo II, a equipe reforçou que o atendimento foi negado. “Nesse momento Alice estava nos braços da mãe, a médica em nenhum momento perguntou o estado de Alice, nem sequer olhou pra criança, em nenhum momento ofereceram uma maca para colocar a criança deitada”, desabafa Leandro.

Ainda conforme a família, a médica da UPA seguiu acompanhando o caso e entrou em contato com um amigo do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB), que atualmente está como unidade de referência para casos de Covid-19. Mesmo assim, a criança foi atendida na unidade.

No HULW, foi feita uma tomografia e constataram um AVC hemorrágico. O médico disse que Alice precisava ser levada para o Hospital de Emergência e Trauma. “Eu não tenho o que reclamar da rede pública por onde a gente passou, todos os profissionais foram excelentes”, relata Leandro.

Alice tinha 3 anos e morreu devido um acidente vascular cerebral, na PB — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Alice tinha 3 anos e morreu devido um acidente vascular cerebral, na PB — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

De acordo com o Hospital de Trauma de João Pessoa, no dia 18, por volta das 13h, Alice deu entrada no hospital, onde foi feito o atendimento de urgência. Os médicos constataram que metade do corpo de Alice estava paralisado e internaram a criança em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Durante a noite do mesmo dia, o cérebro de Alice continuou inchando e foi preciso uma cirurgia no crânio de urgência. Leandro relata que no dia 19, os médicos conversaram com Jéssica, mãe de Alice, e disseram desconfiar da morte encefálica da criança.

Na segunda-feira (20) foi iniciado o processo para confirmar a morte cerebral de Alice, de acordo com Leandro. Na quarta-feira (22), a morte cerebral de Alice foi confirmada.

“O procedimento é reduzir os medicamentos até o coração parar de bater, porém o coração dela começou a melhorar. Nós mobilizamos muita gente nessa cidade, em prol de oração, em prol de reza, em prol de buscar a Deus, em prol de um milagre. E realmente foi um milagre ela se manter bem até a sexta”, conta Leandro.

Na sexta-feira (24) os aparelhos de Alice foram desligados. A família de Alice alega negligência médica da equipe do Hospital João Paulo II e do plano de saúde Smile.

“Nós acreditamos que poderia ter acontecido algo diferente se o Hospital João Paulo II, mesmo se recusando a internar a gente, fazer o atendimento primário, fazer os testes que fizeram no HU. Poderiam ter indicado pra gente o melhor, indicar pra gente ir direto pro trauma, porque a gente não perderia tempo no translado. Se eles tivessem orientando a gente, a gente teria ganhado três horas. Se eles tivessem feito o mínimo, mas nem olhar pra criança eles olharam”, desabafa o padrasto.

Família de Alice pretende processar plano de saúde, hospital e médica por negligência, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Família de Alice pretende processar plano de saúde, hospital e médica por negligência, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

 

G1

 

 

Médico ressalta a importância de idosos se movimentarem, mesmo em isolamento devido ao coronavírus

Cerca de 30% das pessoas que frequentam academias de musculação em João Pessoa desde 2018 têm acima de 60 anos. Mas em virtude da pandemia provocada pelo coronavírus, todos estão em suas casas, cumprindo o isolamento social, mas, mesmo assim, eles recebem orientações e aulas de seus professores para fugirem do sedentarismo. Dados da Associação Brasileira de Academias (Acad) mostram que há dez anos os idosos representavam menos de 5% dos frequentadores de academias. Em virtude dessa necessidade o ortopedista especializado em coluna vertebral, Daniel Oliveira ensina exercícios que os mais velhos podem fazer sem sair de casa.

“Nessa fase, a mobilidade e força muscular acabam comprometidas e os exercícios são fundamentais para melhorar o sistema imunológico, tão falado no momento, a resistência, a coordenação motora, o equilíbrio e a disposição ao longo do dia. Além de melhorar a saúde cardiovascular, respiratória e diminuir o estresse nas articulações”, comentou o ortopedista.

Os idosos são apontados como grupo de risco para o coronavírus justamente pelas complicações advindas das características normais da idade avançada. Questões como a imunidade e o perigo maior quanto a doenças crônicas fazem com que o quadro de quem contrai o vírus se agrave, continua o médico.

O pedido é para que essas pessoas não saiam nas ruas. “Assim, aqueles que antes praticavam caminhada, hidroginástica ou atividades nas academias ao ar livre acabam sem saber o que fazer em suas residências e como realizar esses exercícios. Diferente do que muitos pensam, é possível movimentar o corpo sem sair de casa. Alongamentos, caminhadas leves, mesmo que pelos cômodos da casa, além de atividades que fazem uso do próprio peso corporal e danças são recomendadas e essenciais. Além dos benefícios para o corpo físico, as atividades auxiliam também na redução da ansiedade durante esse momento de pandemia”, comentou Daniel.

Ficar o dia todo deitado na cama ou sentado no sofá pode ocasionar dores na coluna e na lombar, além de prejuízos ao aspecto emocional dos mais velhos. A inatividade contribui para o aumento nas taxas de queda, de obesidade e doenças cardíacas. “É tudo que o idoso não precisa, ainda mais que está enquadrado como grupo de risco para a COVID-19. Hábitos devem ser recriados nesse período. Acordar, tomar banho, trocar de roupa e tomar um café da manhã saudável já fazem com que a cama não seja a primeira opção”, diz o ortopedista. Se ficar assentado no sofá, Daniel recomenda estipular um tempo específico para isso e, pelo menos a cada meia hora ou 40 minutos, levantar e andar pela casa. “Não gaste o dia inteiro em uma mesma posição. Tente outras atividades que exijam um pouco mais de esforço.”

 

pbagora

 

 

Atestado médico já pode ser enviado ao INSS pela internet

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já começou a receber atestado médico pela internet, sem necessidade de perícia. O atestado pode ser enviado pelo site ou aplicativo Meu INSS.

A Portaria Conjunta 9.381, que permite o início do procedimento, foi publicada na última terça-feira (7) no Diário Oficial da União. Entre outras medidas, a portaria permite também a antecipação no valor de R$ 1.045 para segurados que solicitarem o auxílio-doença. A concessão se dará sem a realização de perícia médica, enquanto perdurar o regime de plantão reduzido de atendimento nas agências da Previdência Social.

Para quem já usa o aplicativo é preciso baixar a atualização. Caso não tenha o aplicativo, basta baixar. O aplicativo está disponível para Android e iOS.

O INSS criou um passo a passo para entender como enviar o atestado.

A antecipação de R$ 1.045 será devida a partir da data de início do benefício e terá duração máxima de três meses.

Para requerer o auxílio-doença, o atestado deverá estar legível e sem rasuras; conter a assinatura do profissional emitente e carimbo de identificação, com registro do conselho de classe; conter as informações sobre a doença ou Classificação Internacional de Doenças (CID); e conter o prazo estimado de repouso necessário.

O beneficiário poderá requerer a prorrogação da antecipação do auxílio-doença, com base no prazo de afastamento da atividade informado no atestado médico anterior ou mediante apresentação de novo atestado médico.

 

Agência Brasil

 

 

Médico é encontrado morto dentro de casa, em Princesa Isabel

O médico Glauco Suassuna foi encontrado morto em casa, na cidade de Princesa Isabel, Sertão paraibano, na manhã desta sexta-feira (14). Ainda não há definição exata da causa da morte.

As informações são de que o médico não foi trabalhar nem atendeu o telefone. Então pessoas próximas decidiram forçar a porta do quarto e o encontraram sem vida.

O corpo deve ser examinado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Patos para identificar a causa da morte.

Glauco Suassuna tinha 42 anos e era natural de Catolé do Rocha, embora sua família morasse há muitos anos em Campina Grande onde se formou em medicina. Em 2002, ele foi contratado para trabalhar em Juru e desde então permaneceu na região de Princesa Isabel.

 

clickpb