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Gerente de Marketing garante que shoppings estão prontos para reabrir as portas na Capital

A Gerente de Marketing dos shoppings Manaíra e Mangabeira, em João Pessoa, Roberta Barros, garantiu na tarde desta terça-feira (16) que os dois estabelecimentos comerciais estão prontos para reabrirem as suas portas. “Para que isso aconteça, estamos esperando apenas a liberação por parte do Governo do Estado e da Prefeitura de João Pessoa”, afirmou ao deixar claro que não está nos planos da direção dos shoppings entrar na Justiça para conseguir a liberação.  “Estamos lutando com vidas e isso é mais importante do que qualquer coisa”, disse.

Durante entrevista ao Programa Rede Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação,Roberta Barros destacou que várias medidas já foram tomadas para que os dois shoppings voltem a funcionar normalmente. De acordo com ela, na cancela de entrada um funcionário irá verificar a temperatura corporal do cliente. Também foram instalados tapetes químicos na entrada dos estabelecimentos comerciais para higienização dos pés do cliente que terá a sua disposição o álcool gel.

Com relação aos lojistas, ela disse que já foi determinado o espaço que cada cliente pode ficar como forma de garantir as medidas de isolamento social e os caixas das lojas serão separados com um vidro entre ele e o cliente.  Na praça da alimentação, o cliente poderá pedir o seu lanche ou refeição e ir direto para as mesas que também foram separadas. Após comer, uma funcionária da loja fará a higienização do local.

Roberta Barros explicou ainda que enquanto não sai o decreto para que os shoppings voltem a funcionar normalmente, os dois estabelecimentos estão funcionando na forma de delivery e  drive thru. Nesses dois sistemas, o cliente faz o seu pedido pelo site, paga de forma online e decide a maneira de receber o produto. Se for por drive thru, ele poderá ir ao shonping onde o produto estará à sua disposição em um dos guichês instalados no estacionamento e, antes de ser entregue, o produto será higienizado na frente do cliente e esse último procedimento também acontecerá na forma de delivery.

paraiba.com.br

 

 

Bethe detona Ronda por deixar cinturão no Brasil: ‘jogada de marketing’

Achei curioso quando logo que Ronda venceu Bethe Correia começou a pipocar na minha TL do Facebook uma notícia antiga, de março, de que a campeã do UFC doou US$ 30 mil para o Instituto Reação, do judoca Flavio Canto na Rocinha, Rio. Mais que isso, a norte-americana decidiu que seu cinturão ficaria no Brasil. Como ganha um prêmio por luta, ela achou que seria legal deixar o título por lá, e fez isso entregando para Canto na terça-feira. Bom, nem todo mundo gostou.

A vítima de Ronda, Bethe Correia, declarou aos amigos da Ag. Fight que acha que tudo não passou de uma jogada de marketing:

“Não consegui enxergar ela como essa mulher querendo fazer esse simbolismo. Acho que tudo foi marketing dela. Pelo que conheci, pelo que vi da Ronda comigo, ela é a maior jogadora de marketing. Não enxergo ela fazendo boas ações assim não.”

Bethe já tem um histórico complicado ao falar mal de Ronda. Pode ser que, como diz que desconhecia o suicídio do pai de Ronda, também não tenha ficado sabendo que a campeã do UFC já havia doado US$ 30 mil para o mesmo Instituto há poucos meses, sem tanta repercussão – o que diminui enormemente a possibilidade de isso ser uma jogada de marketing.

A entrevista abordou também o futuro da paraibana, derrotada pela primeira vez na carreira e agora 7ª do ranking, e sobre o que lhe restou do UFC 190.

“O UFC 190 foi incrível. Vi o mundo parar para ver a luta. O público estava superanimado, tivemos recorde de mídia… Foi um trabalho incrível. Como protagonista, acho que fiz um excelente trabalho. Bem, o resultado não foi como eu queria, mas me preparei bem. Quando me desequilibrei e dei o rolamento para me levantar, já fiquei meio que sem base e ela já tava muito em cima e acabou da mão dela entrar. Nunca menosprezei o boxe de ninguém. Mas ainda confio mais no meu boxe e acho que em uma luta de trocação da gente, acho que sou muito melhor e mais técnica do que ela”, afirmou a brasileira.

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“Este ano vou pegar uma top cinco. Quero fazer eventos maiores, quero que o próximo seja dez vezes maiores. Nasci para isso, nasci para brilhar”, acrescentou ela, que também falou do desafio proposto por Jéssica Andrade. “Não tenho rivalidade com brasileira nenhuma. Não sei porque ela tem. Estou tranquila. Vou lutar novamente este ano, quero uma top cinco para ficar próxima de lutar pelo título. Quero lutar pelo título o quanto antes em 2016.”

 

Uol

Evangélicos lançam ‘Telexfree gospel’: marketing multinível

telexA atuação de empresas em sistema de pirâmide financeira vem sendo bastante combatida no Brasil depois que o caso Telexfree foi divulgado pelas autoridades. Diversas empresas que alegam atuar em um esquema de marketing multinível vem sendo investigadas pelo Ministério Público, que visa proibir os esquemas em pirâmide que são ilegais.

O apóstolo Renê Terra Nova, da igreja evangélica Ministério Internacional Restauração, se tornou um divulgador de uma empresa que alega atuar no sistema de marketing multinível (ou marketing de rede) e que distribui produtos cosméticos, como perfumes, cremes hidratantes, maquiagens e até barras de cereais. Em suas redes sociais, Terra Nova afirma que a empresa Z7 Family é uma “oportunidade de negócio com selo VEC- Verdade – Excelência e Compromisso” que “com certeza mudará sua vida financeira e ampliará sua prosperidade” e questiona aos seus seguidores: “Você quer entrar?”.

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No site da Z7, a empresa descreve como os interessados em integrarem o quadro de colaboradores conseguem crescer no esquema de hierarquia: a cada período, o colaborador deve consumir um número mínimo de produtos que, dentro do esquema interno da empresa, represente um valor igual a 250 pontos. Caso esse colaborador traga outros quatro novos colaboradores naquele período, ele sobe um degrau na hierarquia. No período seguinte, esse colaborador e os outros quatro que foram trazidos por ele devem repetir o procedimento de trazer, cada um, mais quatro interessados que também consumam um mínimo de 250 pontos, para assim, o primeiro subir mais um degrau, e assim subsequentemente.

Essa regra da empresa divulgada por Terra Nova é o que traz polêmica ao negócio. A Z7 afirma em seu site que para se tornar um colaborador da empresa é necessário ser apresentado por um “patrocinador” – alguém que já integre o quadro de colaboradores da empresa – e adquirir “Kit de Início de Negócio”, que varia entre R$ 298,00 a R$ 7 mil.

Segundo especialistas, um esquema em pirâmide é uma proposta previsivelmente é insustentável, pois em algum momento, não haverão mais pessoas interessadas em se tornarem colaboradoras, e a perda financeira das pessoas que entrarem por último, será inevitável. Nas redes sociais, internautas já se referem ao negócio como sendo uma pirâmide, embora não existam comprovações irrefutáveis para tal afirmação.

Para Renê Terra Nova, os produtos e modelo de negócio da Z7 são uma “proposta de cura da defraudação que muitos marketing multiníveis deixaram”. O líder do Ministério Internacional da Restauração diz ainda que orou pelo negócio na Coreia do Sul, país onde surgiu o modelo de células através do pastor Paul Yonggi Cho e difundido no Brasil pelo próprio Terra Nova, entre outros apóstolos.

Há dois meses, a empresa Z7 Family chamava-se Z7 Grupo Evolution, e agora adotou um novo nome fantasia. Numa consulta ao site da Junta Comercial do Estado de São Paulo, o registro da empresa não apresenta dados como CNPJ e Inscrição Estadual. O garoto-propaganda da empresa nos vídeos divulgados no YouTube é o empresário José Antônio Lino, que também é esposo da pastora e cantora gospel Ludmila Ferber.

Marketing multinível versus Pirâmide financeira – A diferença básica entre as duas estratégias de negócio é que a primeira é permitida pela legislação, e a segunda, é encarada como fraude. No marketing multinível – estratégia usada por empresas como Avon, Natura, De Millus e até pela editora Central Gospel, do pastor Silas Malafaia, que recém iniciou a estratégia de revendedores porta a porta – os interessados no negócio adquirem produtos e lucram com a revenda desse produto, sem a obrigação de ter metas a bater ou de agregar novos colaboradores.

Na pirâmide financeira, os interessados devem adquirir valores mínimos mensalmente, com a obrigação de trazer novos colaboradores para que seus ganhos financeiros sejam maiores. Essa repetição resulta em ganhos altíssimos para alguns dos integrantes da pirâmide, que são justamente os que começaram o negócio primeiro. Porém, a cada novo integrante, aumenta a possibilidade de que a fonte de recursos – os novos colaboradores – seque.

Nos esquemas em pirâmide, a venda dos produtos é um meio de atrair novos colaboradores e não a atividade final da empresa, pois a maior parte do lucro vem das novas adesões. No marketing multinível, as empresas adeptas do modelo obtém seu lucro a partir da venda de seus produtos, sem exigir que os colaboradores tragam novos interessados.

Nos Estados Unidos, as autoridades orientam que uma boa forma de discernir se uma empresa atua como pirâmide financeira é verificar sua receita: se 70% dos valores arrecadados forem advindos da venda de produtos, trata-se de uma empresa de marketing multinível. Qualquer valor inferior a essa porcentagem, caracteriza a empresa como pirâmide financeira.

Mais Gospel

Após Telexfree, Polícia apura denúncia contra outra empresa de marketing multinível na Paraíba

dinheiro-voandoDepois de uma ação da Justiça do Acre que bloqueou todas as negociações da Telexfree no país, a Polícia de Pernambuco investiga empresas de marketing multinível que atuam com a promessa de dinheiro fácil e já estariam agindo na Paraíba. O alvo das investigações agora é a Priples, com endereço em Jaboatão dos Guararapes (na região metropolitana de Recife). A empresa é acusada de crime contra a economia popular. Segundo a polícia, já são 14 queixas de pessoas que se sentiram lesadas após ingressarem no negócio que pode ser fraudulento.

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De acordo com levantamento do Indicador Serasa Experian, no país, a cada 15,6 segundos, um consumidor brasileiro é vítima da tentativa de fraude. Além desses negócios pela Internet, o Serasa Experian também aponta como campeão das denúncias o roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos ou fazer um negócio sob falsidade ideológica.

No Brasil, entre janeiro e maio de 2013, o Indicador Serasa Experian verificou 837.641 tentativas de fraudes. No mesmo período no ano passado, houve 818.629 registros e, em 2011, 798.348 entre janeiro e maio.

Marketing multinível e a promessa de dinheiro fácil

Durante entrevista exclusiva ao programa Correio Debate, da 98 FM, o delegado pernambucano Carlos Couto explicou que a Priples alega ser uma empresa que promete vendas através de publicidade digital. Porém, ele sustenta que os primeiros indícios são de que o negócio funcione com a promessa de dinheiro fácil, com ganhos vindos através de postagens simples e rápidas na internet, além da indução ao recrutamento de cada vez mais pessoas, o que caracterizaria a pirâmide financeira.

“A Priples promete lucro de 60% sobre o investimento inicial, no primeiro mês de atividades do participante. Com isso, há aqueles que se desfazem de bens e investem altos valores financeiros com  a intenção de receber cada vez mais dinheiro, através da postagens online. No entanto, se for caracterizada a pirâmide, é preciso entender que o ingresso de um número alto de pessoas, através dos recrutamentos, vai saturar o negócio e trazer prejuízos para todos os envolvidos”, diz o delegado.

Entre as principais queixas, Couto revela que as vítimas alegam não terem recebido os pagamentos ou perceberam que o cadastro de participação nas atividades da Priples não foi ativado.

 

Priples propõe que particiante poste perguntas na internetFoto: Priples propõe que particiante poste perguntas na internet
Créditos: Site da empresa

 

Em João Pessoa, já existem pessoas que se dizem vítimas dessas empresas. Uma delas, que teria investido no negócio, não quis se identificar, mas relatou por telefone ter gasto cerca de R$ 3 mil reais para participar. Ela fala que não recebeu nada até agora e lamenta o prejuízo: “Você não passa cinco minutos para fazer as postagens de internet que eles nos pedem. Fui influenciado  por amigos que estavam participando e acabei entrando. Tive que vender minha moto para fazer parte da ideia. Não recebi nada e agora estou sem meu veículo e sem dinheiro. Demorei 15 dias para perceber que havia algo errado”.

O delegado pernambucano Carlos Couto alerta para que as pessoas pesquisem e investiguem essas formas de negócios antes da adesão através de investimentos. “Perguntem e se informem sobre as empresas, contratos. Não se deixem levar por promessas de ganhar dinheiro fácil, porque, mais cedo ou mais tarde, poderá haver sérios prejuízos”.

Na capital paraibana, além da Telexfree e da Priples, outra empresa que ficou conhecida como uma das que opera de forma semelhante é a BBom. Porém, o representante da marca em João Pessoa, César Brandão, nega que se trate de uma pirâmide financeira. “A BBom está no mercado há 17 anos e oferece produtos e serviços concretos. Não temos nenhum tipo de postagens por internet e trabalhamos com seriedade e compromisso. A marca opera em todo o Brasil através de franquias”, garante.

Ações da justiça

Recentemente, a justiça do Acre bloqueou as operações da Telexfree, empresa que se popularizou como negócio de venda de pacotes de telefonia via internet (VoIP, na sigla em inglês) por meio de marketing multinível, como se apresenta. Segundo a decisão do STJ acreano, a hipótese é de que há um sistema de pirâmide financeira.

O Ministério Público daquele Estado pretende realizar uma ação civil pública para que as pessoas que investiram dinheiro na Telexfree sejam ressarcidas, em todo o Brasil.

Outros tipos de fraude

Pesquisas da Serasa Experian apontam que estão mais suscetíveis às fraudes os consumidores que tiveram seus documentos roubados. Com apenas uma carteira de identidade ou um CPF nas mãos de golpistas, dobra a probabilidade de ser vítima de uma fraude.

Em João Pessoa, um dos casos que chamou a atenção em 2013, foi de um pastor que aplicou golpe em mais de 300 pessoas vendendo o sonho da casa própria a preços populares, em bairros como Bessa, Altiplano e Mangabeira. O valor do imóvel seria R$ 50 mil.

O vendedor Paulo Farias, 27 anos, por pouco não caiu neste crime, mas teve familiares envolvidos. Ele está noivo e pretende se casar em 2014. Como qualquer brasileiro, Paulo sonha em ter uma casa própria e só não caiu no golpe porque desconfiou do pastor.

Ele contou que participou de reuniões em uma escola no bairro de Mangabeira. Várias pessoas tinham que pagar uma taxa de adesão no valor de R$ 250 a R$ 400 e a prestação ficaria em torno de R$ 500. As casas eram oferecidas nos tamanhos de 50m, 70m em bairros nobres da Capital. “Não senti verdade nesse pastor, por isso procurei o CNPJ da empresa. Ao consultar os dados cadastrais percebi que não existia terreno, registro imobiliário ou fábrica de tijolos ecológicos, como era oferecido”, comentou Paulo.

A vítima resolveu gravar uma conversa telefônica com o suposto pastor Paulo Henrique para fechar o negócio, com tudo monitorado pela Polícia Federal. “Fiquei com medo, mas tive que cumprir meu dever de cidadão; fiquei feliz com a constatação do crime e por saber que contribuí para evitar que mais pessoas caíssem nessa fraude. Na ocasião, março de 2013, quem fez a prisão por estelionato foi o delegado de Defraudações, Gustavo Carlito”, disse a vítima.

As principais tentativas identificadas pela Serasa Experian:

– Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta “ para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão.

– Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima.

– Golpe: compra de celulares com documentos falsos ou roubados.

– Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima, neste caso toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques) potencializam possível prejuízo às vítimas aos bancos e ao comércio.

– Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima.

– Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.

A Serasa Experian responde diariamente a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil empresas de diversos portes e segmentos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio: prospecção, desde a prospecção até a recuperação.

Precaução

A pesquisa revela a importância de o consumidor adotar cuidados simples em seu dia a dia, como:

– Não fornecer seus dados pessoais para pessoas estranhas;

– Não fornecer ou confirmar suas informações pessoais ou número de documentos pelo por telefone, cuidado com promoções ou pesquisas;

– Não perder de vista seus documentos de identificação quando solicitados para protocolos de ingresso em determinados ambientes ou quaisquer negócios;

– Não informar os números dos seus documentos quando preencher cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas;

– Não fazer cadastros em sites que não sejam de confiança; cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou promoções. Fique atento às dicas de segurança da página, por exemplo, como a presença do cadeado de segurança.

– Cuidado com dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passar por você, usando informações pessoais, como por exemplo, signo, modelo de carro, time por que torce, nome do cachorro etc.;

– Manter atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões.

Quando for vítima de roubo, perda ou extravio de documentos, a primeira medida é cadastrar a ocorrência gratuitamente na base de dados da Serasa Experian, no link www.serasaconsumidor.com.br. Esta informação estará disponível na mesma hora para o mercado. Depois, o consumidor deve fazer um boletim de ocorrência. Assim, sempre que ele for consultado, o concedente de crédito saberá que se trata de um documento roubado e terá mais cuidado ao fechar um negócio.

O consumidor pode, ainda, consultar gratuitamente o seu CPF em uma das agências da Serasa Experian em todo o país. Os endereços estão no site www.serasaconsumidor.com.br.

Por: Portal Correio
Fonte: http://diariodeararuna.com.br/n/4849#ixzz2XNfEhbo6

Analista ambiental pede que o FN o ajude a contactar com o diretor de Marketing e Desenvolvimento da Unimed, Aucélio Melo de Gusmão


 

O analista ambiental Julio Cesar Jucá, que está no Rio de Janeiro, entrou em contato com o FOCANDO A NOTÍCIA, por meio da seção ‘Repórter Cidadão’, pedindo para ajudar na localização do médico Aucélio Melo de Gusmão.

Com auxílio de Jucá, o FN conseguiu levantar um pouco da história de Gusmão. Nasceu em Alagoa Grande, município da microrregião do Brejo paraibano. É formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Atua há quase 40 anos como anestesiologista.

A trajetória profissional inclui dedicação durante dez anos à Previdência Social, mais dez ao trabalho como anestesiologista do antigo Pronto-Socorro Municipal de João Pessoa e à chefia da equipe de anestesiologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley, da UFPB. Também é sócio-benemérito da Associação Médica da Paraíba (AMPB).

Paralelamente à medicina, Aucélio Gusmão sempre se destacou como incentivador da prática cooperativista na Paraíba e no País. É um dos fundadores da Cooperativa dos Anestesiologistas do Estado da Paraíba (Coopanest-PB). Além da Unimed JP, preside a Unimed Federação Paraíba e o Instituto de Responsabilidade Social UniGente. É, também, diretor de Marketing e Desenvolvimento da Unimed do Brasil.

Aucélio tem dois livros publicados: “O Tempo e a Vida” (2007) e “Leituras do meu Tempo” (2010). As obras reúnem artigos que ele publica no Jornal da Paraíba e em diversos sites.

Como reconhecimento por todo o trabalho realizado, o médico detém o título de Cidadão Pessoense, de Cidadão Cabedelense e de Cidadão Cajazeirense. Também recebeu homenagens da Assembleia Legislativa da Paraíba (medalha Epitácio Pessoa), Câmara Municipal de João Pessoa (medalha de Honra ao Mérito Legislativo Senador Humberto Lucena) e Câmara Municipal de Alagoa Grande (comenda Osvaldo Trigueiro de Albuquerque Melo). Em 2011 passou a integrar a Academia Paraibana de Medicina (APMED).

Julio Cesar Jucá

Analista Ambiental

cel:(021) 7954-8955

tel:(021) 3148-6124

skype:julio.cesar.juca

juliocesar_juca@hotmail.com

Confira e-mail repassado por Julio, através da seção “Repórter Cidadão“:


Date: Thu, 14 Jun 2012 15:15:30 +0200
To: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Olá!

Você acabou de receber a seguinte mensagem do formulário de contato em seu website:

Nome: JULIO CESAR JUCÁ
E-Mail: juliocesar_juca@hotmail.com
Assunto: CONTATO
Mensagem: PREZADOS,
GOSTARIA DE ENTRAR EM CONTATO COM O DR. Aucélio Melo de Gusmão .

PODERIAM AJUDAR-ME?

CEP: 20261067
Cidade: rio de janeiro
Telefone: 2131486124

Redação/Focando a Notícia

Furne promove o workshop “Eleições Municipais 2012 – Propaganda, Marketing e Legislação Eleitoral”

 

A Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Furne) realiza, no próximo dia 14 de maio, às 19h, o workshop “Eleições Municipais 2012 – Propaganda, Marketing e Legislação Eleitoral”, em parceria com o Grupo Educacional Uninter. A atividade será ofertada na modalidade telepresencial, e terão reprises nos dias 15, 16, 17 e 18. As inscrições são gratuitas, e podem ser feitas pelo site www.facinter.grupouninter.com.br, ou no Pólo Educacional Furne, na Avenida Getúlio Vargas, 867, Centro, Campina Grande – PB.

O evento tem como convidados Dr. Olivar Coneglian, juiz de direito eleitoral, advogado aposentado, e autor dos livros “Propaganda Eleitoral e Eleições Radiografia da lei 9.504/97”; Hiram Pessoa de Melo, o marqueteiro político brasileiro com maior experiência, trajetória e reputação internacional, e autor do livro “Ganha quem erra menos”; Prof. Claudino Kosteski, professor, escritor, conferencista, autor dos livros “Vencendo sempre em campanhas”, “O poder do entusiasmo em campanha”, “Estratégias eleitorais vencedoras”, “Vereador – a base da democracia”, e “Manual das eleições 2012 – o que não pode faltar”; e Prof. Achiles Batista, mestre em engenharia, especialista em marketing político, e autor do livro “Marketing político e eleitoral”.

A atividade é uma grande oportunidade para assessores, candidatos, profissionais, jornalistas, publicitários, formadores de opinião, e estudantes de todas as áreas e público em geral interessados pelo tema, e também a se instrumentalizarem para as campanhas que participarão. Pensando nisso, o workshop foi estruturado para estabelecer uma discussão que possibilite ao participante compreender como ele se manifesta no cenário nacional.

Outras informações: (83) 3322.6136.

Assessoria de Imprensa Furne