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Projeto de exploração sustentada da caprinocultura leiteira gera renda no município de Bananeiras

 

Organizado através da Associação de Desenvolvimento Comunitário dos Pequenos Produtores Rurais do Sítio Alagoinha Adjacentes-ACOSA, sob a direção do Sr. Heraldo Azevedo de Oliveira e a Coordenação Geral da Senhora Lucineide Mariano da Silva Emídio. Ressaltam a importância do Projeto Técnico e Financeiro, que está sendo “patrocinado” pelo Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, PETROBRAS, Governo Federal, em parceria com Associação de Desenvolvimento Comunitário dos Pequenos Produtores Rurais do Sítio Alagoinha Adjacentes, Prefeitura Municipal de Bananeiras – PB, Universidade Federal da Paraíba-UFPB/Bananeiras, Governo Estadual da Paraíba, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bananeiras – PB, entre outros.

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A Proposta geral do referido projeto, é a geração de emprego e renda para os produtores envolvidos no projeto, bem como, oferecer aos consumidores locais produtos de qualidade do próprio município. Para tanto, foram distribuído de forma gratuita mais de 400 animais de caprinos, entre machos e fêmeas, ou seja, para cada produtor por família participante do referido projeto, foram entregue 4 caprinos, sendo, três matrizes e um reprodutor, objetivando a produção e comercialização do leite, como também, os produtos derivados da caprinocultura.

A sede do presente projeto está localizada na Comunidade de Alagoinha, sendo que sua área de atuação se estende nas comunidades de Alagoinha, Combeba, Porteiras, Umburana, Jaracatiá, Umari, Cajazeiras e Riachão, no município de Bananeiras – PB, beneficiando mais de 100 famílias diretamente e mais de 750 famílias de forma indireta.

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Assessoria

Sebrae e parceiros discutem Programa de Bovinocultura Leiteira e convívio com a seca

Projetos atendem a 228 produtores de leite de 58 municípios da Paraíba, com assistência em gestão, qualidade do leite e da reprodução animal

 

VacasO longo e agravante período de estiagem no ano passado, que deixou 171 cidades paraibanas em estado de emergência, diminuiu em torno de 50% o rebanho bovino da Paraíba. Com isso, a capacidade de produção leiteira também foi reduzida. Para que os produtores do Estado possam conviver com essa situação, técnicos do Sebrae, da Emepa, do IBS (Instituto Biosistêmico) e consultores, discutiram as estratégias de projetos e ações para um programa sustentável e rentável de convívio com a seca. As ações envolvem o mercado de lácteos, capacitação dos produtores em gestão das propriedades e da atividade leiteira, bem como as tecnologias de produção de palma forrageira, de nutrição animal, de silagem, de gestão estratégica dos recursos hídricos e de melhoramento genético e inseminação artificial dos rebanhos.

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Atualmente, o Sebrae Paraíba atua com cinco projetos, ao longo do Estado, atingindo 58 municípios das regiões de Pombal, Patos, Sousa, Guarabira e Campina Grande. Esses projetos atendem juntos a 228 produtores dessas regiões, que produziram cerca de 10 milhões de litros de leite no ano de 2012, cuja destinação divide-se entre agroindústrias de beneficiamento de leite e produção de derivados, como queijos, iogurtes, bebidas lácteas e também as pequenas queijeiras produtoras de queijos de coalho, manteiga e manteiga da terra.

“Apesar da estiagem, o mercado de lácteos continua aquecido e as agroindústrias paraibanas, se não conseguirem leite in natura no estado, continuarão adquirindo leite em pó, de outras regiões e do exterior” destacou o gerente de Agronegócios do Sebrae Paraíba, Antônio Felinto Neto.

Em uma das maiores áreas de gado leiteiro do Estado, o Cariri Oriental, ainda não houve grande diminuição da produção, no entanto, as reservas já estão se exaurindo, conforme relatou o gestor do projeto Leite e Derivados do Sebrae em Campina Grande, Rodrigo Azevedo. “Apesar das dificuldades, temos casos de sucesso na região de Barra de Santana, com alguns produtores incorporando tecnologia, diminuindo custos e evitando os prejuízos”, disse o gestor.

Nesse sentido foi destacada a construção de parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap) para a doação de raquetes de palma, para a constituição de um campo de palma resistente à colchonilha do carmim em cada uma das áreas dos projetos.

Além dessas questões, os técnicos discutiram outras relativas à organização desses produtores para a aquisição de insumos como rações concentradas e sal mineral, a organização de mecanismos de negociação do mercado de bezerros, a recomposição de rebanhos por meio de métodos artificiais de inseminação e o acesso a crédito para investimento e custeio da produção.

“Na bovinocultura leiteira, precisamos trabalhar com um grande programa e não apenas com ações pontuais”, ressaltou o consultor do IBS, Fernando Gomes que atua na região da cidade de Pombal.

 

 

assessoria Sebrae para o Focando a Notícia

Com técnicas simples, PB torna-se líder na produção leiteira de cabras

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O lajedo que se estende por cinco quilômetros é um dos cartões postais do município de Cabaceiras, no cariri paraibano.

A valorização das cabras na região ocorreu depois que o Sebrae, em parceria com a fundação Banco do Brasil e as prefeituras, criou o projeto Aprisco, presente nos nove estados do Nordeste. Na Paraíba, o trabalho arrebanhou 600 produtores ao longo dos últimos 10 anos e ao contrário dos outros estados, concentrou esforços na produção leiteira.

Historicamente, a criação comercial de caprinos no Nordeste sempre esteve voltada para a produção de carne. O leite, por muito tempo, foi considerado um produto secundário, pouco valorizado, e não foi nada fácil convencer o criador de que esse seria um aliado na composição da renda da pequena propriedade.

Gestor do projeto Aprisco na Paraíba, o veterinário Rodrigo Azevedo conta que hoje a Paraíba é considerada a maior produtora de leite de cabra do país. Todo o estado produz algo em torno de 14 mil litros de leite de cabra por dia e às vezes chega a picos de 18 mil litros.

Tamanha produção só se tornou possível graças à melhora nas características genéticas dos animais.
É em cima da moto, percorrendo as estradas rurais da região, que as informações sobre as boas práticas de manejo chegam até os criadores. Técnicos agrícolas, contratados do projeto Aprisco, passam o dia percorrendo as propriedades.

O trabalho do agente de desenvolvimento rural é visitar duas vezes por mês cada uma das 30 propriedades que estão na sua área de abrangência.

João Lázaro de faria, agente de desenvolvimento rural, explica que muitas dessas informações são básicas, como questão de higiene da ordenha, manejo alimentar e reprodutivo dos animais.

A sala de ordenha do criador Francisco Pereira atende hoje um rebanho de 30 cabras em lactação. Uma mudança importante que teve na propriedade é sobre a questão do reprodutor, que deve ficar a uma distância mínima da sala de ordenha e até mesmo das cabras que estão em lactação. Isso é necessário para evitar que o cheiro forte do bode, chamado pelos técnicos como “odor hircino”, passe para o leite.

Sobre a consanguinidade, é importante não haver cruzamento dos reprodutores com as filhas ou até mesmo com as netas porque isso faz perder qualidade tanto no animal quanto na produção leiteira.

O criador Aloísio Maracajá é um dos recém-chegados ao projeto Aprisco. Sem experiência na produção de cabra leiteira, ele teve que aprender o básico como, por exemplo, lavar as tetas das cabras antes da ordenha.

Já no início, Aloísio fez questão de apostar em animais de qualidade. Para tirar 10 litros de leite por dia, Aloísio não descuida da alimentação dos animais. Todos os dias, no cocho, fornece uma mistura de farelo de soja com farelo de algodão, além de palma ou capim. O trato gerou uma despesa de R$ 90 por mês no orçamento, mas ele garante que compensa.

A fartura de água do açude Epitácio Pessoa banha a propriedade do criador Alexandre Farias, em Cabaceiras. Ele é dono de uma das criações mais tecnificadas de cabra de leite da região.

Alexandre formou um rebanho de 150 cabeças, muitas delas puras, da raça pardo-alpina. Mecanizou a sala de ordenha para o trabalho que é feito duas vezes ao dia e com a ajuda da irrigação, mantém cinco hectares de capim tifton, verdinhos, que garantem o sucesso do pastejo rotacionado.

Em cinco anos, a produtividade média de cada cabra passou de um para dois litros de leite por dia. A estratégia para formar um rebanho assim foi apostar na genética de animais já adaptados à região.

Atualmente, a fazenda Malhada da Pedra tem 53 animais em lactação e tira pouco mais de 100 litros por dia. Com tudo o que foi investido, Alexandre diz que atualmente consegue um lucro de R$ 0,40 por litro de leite.

O principal comprador de todo o leite de cabra produzido na Paraíba é o programa Fome Zero, mantido com 80% de verbas do Governo Federal e 20% com recursos do próprio Estado.

Ainda em fase experimental, o excedente da produção tem virado derivados, como iogurtes, queijos e achocolatados.

Dentro do programa Fome Zero cada produtor pode entregar até 17 litros de leite por dia, que são distribuídos a gestantes, idosos e famílias carentes que tenham crianças.

Globo.com

Oportunidades de negócios para bovinocultura leiteira serão discutidas em Campina Grande

 

1º Encontro do Fórum Paraibano de Bovinocultura Leiteira vai discutir, entre outros pontos, o desenvolvimento regional sustentável e ações estruturantes para a cadeia produtiva do leite

As oportunidades de negócios para mercado da bovinocultura leiteira serão discutidas nesta quinta-feira (26) durante o 1º Encontro do Fórum Paraibano de Bovinocultura Leiteira, em Campina Grande. O evento, que será realizado no auditório do Sebrae, espera reunir 200 participantes que formularão um documento com as principais reivindicações e sugestões para o setor. Atualmente, a Paraíba produz 180 milhões de litros de leite/ano, com 15 milhões de litros/mês na produção de queijo e uma demanda de mercado em ascensão.

De acordo com o gerente de Agronegócios e Territórios do Sebrae Paraíba, Antônio Felinto Neto, o Fórum é resultado da união dos parceiros da cadeia produtiva e um encontro de lideranças para discussão de elementos fundamentais do setor.  No evento, serão debatidos, entre outros assuntos, o desenvolvimento regional sustentável e ações estruturantes para a cadeia produtiva do leite.

Felinto destacou que para o produtor rural, o encontro vai ajudar a dimensionar quais são as demandas e de que forma as instituições somam com os produtores para se garantir o suprimento delas. “A gente tem um programa que adquire 120 mil litros de leite/dia. Hoje, esse programa tem um desabastecimento considerável e ameaça de perda. Os produtores estão perdendo renda. O que eles vendiam todo dia, eles não estão tendo”, disse.

Apesar das preocupações, a bovinocultura leiteira na Paraíba ainda está num momento bom, segundo o coordenador do Programa do Leite do Estado, Aldomário Rodrigues.  Nos últimos dez anos, com o Programa do Leite, essa atividade efetivamente teve um ganho maior, principalmente na parte genética, com um crescimento fabuloso. “Nós não tínhamos bacias leiteiras, e continuamos, de uma certa forma, a não ter, mas temos fortes bolsões de formação de bacias. Temos algumas regiões despontando para um futuro não muito distante com boas perspectivas”, garantiu.

Programação

7h30 – Recepção e café da manhã;

8h30 – Abertura e formação mesa;

9h10 – Palestra: Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) – Estratégia Negocial do Banco do Brasil e DRS Integrado de Bovinocultura – Objetivos, compromissos e possibilidades, com ADS/Super Banco do Brasil;

10h – Painel: Mercados Privado e Público do Setor Leiteiro na Paraíba, com empresas Ísis, Cariri e Cremosin, Secretaria Estadual do Desenvolvimento da Agropecuária e Pesca (Sedap) e Conab;

11h30 – Palestra: Mercado, Qualidade do Leite e produtividade: a experiência Sebrae/IBS, nas regiões do Brejo e do Sertão paraibano, com IBS e debates da Emepa, Emater e Faepa/Senar;

12h15 – intervalo;

13h – Painel: Sanidade animal e Sustentabilidade da Pecuária Leiteira: o combate à Aftosa, com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Sedap e moderação da Faepa;

14h – Palestra: Ações Estruturantes para a Cadeia Produtiva do Leite, com a Fundação Banco do Brasil;

15h – Pactuação de ações;

15h30 – encerramento.

Assessoria de Imprensa para o Focando a Notícia