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Marido de mulher que fez ofensas racistas em JP mostra laudo psiquiátrico

O marido da mulher que tem aparecido em vídeos que viralizaram por ele estar proferindo declarações racistas, em João Pessoa, alegou que a mulher tem problemas psiquiátricos.

Rodrigo Augusto apresentou um laudo psiquiátrico que atesta que a mulher está em tratamento para transtorno bipolar.

Ainda conforme o laudo a mulher necessita fazer uso de um medicamento específico para o seu caso, porém o marido alega que ela tem mostrado resistência para fazer uso do mesmo.

No documento médico, estão listados problemas como transtorno afetivo bipolar, episódio atual maníaco com sintomas psicóticos, tremor essencial e hemiplegia não especificada, que se refere a paralisia de metade sagital (esquerda ou direita) do corpo.

Rodrigo ainda pediu desculpas aos que foram alvos das declarações racistas da mulher.

PB Agora

 

Laudo conclui que grávida foi espancada e morta pelo marido

O laudo da Polícia Civil divulgado nesta terça-feira (15) concluiu que Pâmela do Nascimento, de 28 anos, grávida do quarto filho, foi morta pelo marido após ter sido espancada. O crime ocorreu em 7 de setembro deste ano, na cidade de Poço de José de Moura, no Sertão da Paraíba, a 522 km de João Pessoa.

O marido da vítima chegou a ser detido, mas negou as acusações. A Polícia Civil fez uma entrevista coletiva, nesta terça (15), para esclarecer detalhes do caso. O delegado Glauber Fontes chamou de “mentirosas” as alegações do suspeito quando ele foi ouvido na delegacia.

Nos primeiros dias após a morte de Pâmela do Nascimento, a Polícia Civil manteve sigilo sobre as investigações. O delegado responsável pelo caso, Glauber Fontes, sequer confirmou que ela havia sido vítima de feminicídio. Como a mulher havia tido problemas de saúde na gravidez anterior e não apresentava hematomas, a polícia entendeu que seria precipitado descartar a possibilidade de morte natural.

A Polícia Civil pede que se a população tiver informações sobre o suspeito, ligue para o Disque-Denúncia 197. A ligação é gratuita e o sigilo do denunciante é garantido pelo Estado.

 

portalcorreio

 

 

Laudo confirma que estudante de 16 anos encontrada morta na Paraíba foi estuprada

Um laudo do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC) apontou que a adolescente potiguar Karolina Oliveira Gomes, de 16 anos, foi vítima de crime sexual. A jovem, que morava em Goianinha, na Grande Natal, desapareceu de casa em 5 de agosto e foi encontrada morta no dia seguinte no município de Capim, na Paraíba.

De acordo com Polícia Civil da Paraíba, o laudo comprova que ela foi estuprada – o corpo de Karolina foi encontrado despido em um canavial. Segundo a polícia, o material biológico encontrado no corpo da adolescente é compatível com o do principal suspeito do crime, o caminhoneiro Josué Cabral dos Santos, de 34 anos.

Para o delegado Thiago Cavalcanti, da Delegacia de Mamanguape (PB), que investiga o caso, o laudo é mais uma prova material contra o suspeito, que está detido na Penitenciária do Roger, na Região Metropolitana de João Pessoa.

“Essa perícia técnica comprova que de fato a vítima foi estuprada pelo acusado. No material biológico colhido na região vaginal foi detectada a presença de um perfil genético compatível com o do acusado”, disse o delegado.

Durante as investigações, os policiais já haviam encontrado fios de cabelo de Karolina Oliveira no caminhão-baú que pertence a Josué Cabral, além de uma corda, que pode ter sido usada no crime. Outra indicação apontada pela investigação tem relação com o celular da jovem. O homem encontrado com o aparelho disse tê-lo comprado do caminhoneiro.

O suspeito já havia sido denunciado por homicídio triplamente qualificado e também vai responder por crime sexual. “Ele já havia sido denunciado pelo homicídio e agora nós vamos promover um complemento no indiciamento por crime de estupro”, disse Thiago Cavalcanti. O suspeito nega todas as acusações.

O caso

O corpo de Karolina Oliveira, de 16 anos, foi encontrado na manhã do dia 6 de agosto, em um canavial no município de Capim, sem roupas. A adolescente estava desaparecida desde a noite anterior, quando saiu de casa para ir a uma lan house, onde ia imprimir um trabalho de matemática. O corpo foi reconhecido pelo pai da adolescente no dia 7 de agosto.

Imagens de segurança mostraram que a jovem foi abordada por um caminhoneiro em um posto de combustíveis em Goianinha no dia 5 de agosto. Segundo a as investigações da polícia, o homem a convenceu a entrar no veículo – foi a última vez que ela foi vista com vida. O corpo da jovem foi encontrado com marcas de facadas no pescoço e no tórax, além de sinais de estrangulamento.

No final de agosto, Josué e outro suspeito foram presos por policiais civis e rodoviários federais em um posto de combustíveis na BR-232 na cidade de Custódia, em Pernambuco.

 

paraiba.com.br

 

 

Laudo confirma que criança socorrida com desnutrição e lesões foi torturada, na PB

O laudo finalizado pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) confirmou que o menino de 7 anos, vítima de maus tratos na cidade de Boqueirão, na Paraíba, foi torturado. De acordo com o chefe do Numol, Márcio Leandro, o prolongamento das agressões caracteriza a tortura.

A criança deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, em estado de desnutrição e com ferimentos no dia 10 de julho, à noite. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe, em Boqueirão, Cariri da Paraíba. O padrasto da criança também está sendo investigado

Conforme o laudo do Numol, já entregue à Polícia Civil, existem lesões abertas e cicatrizadas, comprovando que a criança foi agredida por um longo período de tempo. Conforme explica Márcio Leandro, no momento do exame o menino estava muito debilitado, desnutrido e com um quadro de anemia profunda.

“Tinha lesões por todo corpo, nas costas e lesões nos glúteos, o que indica que ele passou bastante tempo imóvel, imobilizado, por estar acorrentado. As agressões foram tão prolongadas que se tornou tortura”, explica o chefe do Numol.

A criança deve passar por cirurgias plásticas após tratamento dos ferimentos no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Segundo informações repassadas pela unidade de saúde, o menino tem um ferimento tão grave na cabeça que vai precisar passar por uma cirurgia plástica para reconstituir o tecido lesionado. O diretor-técnico do hospital Gilney Porto, explicou que é preciso primeiro esperar a cicatrização dos ferimentos.

De acordo com Márcio Leandro, uma reavaliação precisa ser feita na criança para que sejam identificados os graus das lesões que devem permanecer no menino. No entanto, isso só vai acontecer após a cirurgia.

O menino de 7 anos permanece internado no Hospital de Trauma de Campina Grande, com estado de saúde considerado estável. Ainda não há previsão de receber alta médica.

Suspeitos ouvidos

A mãe e o padrasto da criança foram ouvidos pelo delegado Iasley Almeida, responsável pelo caso, e após depoimento, foram liberados. De acordo com o delegado, não havia situação de flagrante e por isso os suspeitos foram liberados. A polícia segue colhendo provas materiais e testemunhais sobre o caso.

O Conselho Tutelar informou à polícia ter recebido denúncias de que havia uma criança em estado de desnutrição e com ferimentos, devido a maus-tratos praticados pela própria mãe, como queimaduras com vela e acorrentada pelos pés. O problema foi percebido por professores e pela diretora da escola onde a criança estuda, depois que o menino chegou muito magro e sem forças para se manter em pé.

Iasley Almeida explicou que os indícios apontam que a mãe do menino estava tentando matá-lo mediante tortura. “A criança que veio morar com a mãe nos últimos dois meses estava sendo acorrentada pelos pés, sofrendo queimaduras, agredida com fios. Mostrando que estava sendo torturada psicologicamente. Não sendo alimentada. Tudo isso nos mostra que a mãe tinha a intenção de matar a criança mediante tortura”, contou Iasley Almeida.

G1

 

Bebê de 9 meses que morreu em hospital da PB foi estuprada, confirma laudo

A criança de 9 meses que morreu no hospital de Soledade, no Agreste da Paraíba, foi estuprada. A informação foi confirmada no início da tarde desta quinta-feira (30) pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande, após exame de corpo de delito.

Conforme o Numol, os resultados dos exames apontam que a criança foi estuprada recentemente. Mas a causa da morte ainda não foi confirmada. No corpo da criança foram encontrados vestígios do estupro e o material será encaminhado para análise laboratorial, para tentar identificar o suspeito.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Durval Barros, o crime chocou a todos. “Depois deste laudo, não tenha dúvidas de que a polícia vai investigar isso até o fim. Um caso desses, de tamanha crueldade, precisa ser investigado e concluído o mais rápido possível”, afirmou.

Criança morreu ao dar entrada em hospital

A criança de 9 meses morreu na noite da quarta-feira (29), após ser levada para o Hospital de Soledade. Conforme um Boletim de Ocorrência registrado por um Policial Militar na Delegacia de Polícia Civil de Esperança, o PM estava de serviço na cidade quando foi acionado pela Guarda Municipal ao hospital.

Ao chegar no local, o médico que atendeu a criança disse que precisava fazer uma denúncia. De acordo com o boletim, o médico relatou ao policial que a criança deu entrada na unidade de saúde com com 40 graus de febre e morreu após uma uma crise convulsiva. Após a morte, o médico analisou o corpo do bebê e percebeu lesões na criança que indicam estupro.

Segundo relato da mãe da criança ao médico, a filha tinha paralisia cerebral e ela havia levado a criança para realizar um exame em Campina Grande. Na volta para São José do Sabugi, onde mora, ela parou para jantar em um restaurante de Soledade, foi quando a criança teve convulsões e foi levada para o hospital da cidade pela mãe.

G1

 

Laudo do IML nega lesão corporal contra mulher do cantor Victor, diz polícia

victorA delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada no Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência (Demid) de Belo Horizonte, disse nesta segunda-feira (13), que o resultado do laudo sobre lesão corporal contra Poliana Bagatini Chaves, de 29 anos, por seu marido, o cantor Victor Chaves, de 41 anos, da dupla sertaneja Victor & Leo foi negativo. O exame foi realizado no Instituto Médico Legal (IML), em Belo Horizonte.

Danúbia disse que ainda aguarda laudo pericial das imagens do circuito interno do prédio para concluir o inquérito. Nesta manhã, a Polícia Civil chegou a divulgar que a investigação estava concluída. A delegada disse que tem 30 dias para concluir o inquérito.

A delegada disse que nenhum vizinho ou funcionário do prédio ou do próprio cantor presenciaram qualquer agressão, mas relataram ter ouvidos gritos. Ainda de acordo com Danúbia, a confusão teria sido motivada por um desentendimento após o cantor ter levado a filha do casal para a casa da mãe sem o conhecimento de Poliana.

Victor foi intimado a depor na semana passada, mas pediu, por meio do advogado, para reagendar uma nova data. O depoimento, que durou cerca de duas horas, foi realizado neste domingo (12). Também foram ouvidas a mãe dele, Marisa Chaves Zapalá Pimentel, de 65, e a irmã, Paula Chaves Zapalá Pimentel, por cerca de uma hora cada uma.

Todos os envolvidos já prestaram esclarecimentos à polícia, inclusive um segurança. O caso já foi distribuído a um juiz, que expediu um mandado para que a polícia tivesse acesso às imagens do circuito de segurança.

Entenda o caso

No dia 24 de fevereiro, Poliana, que está grávida, foi a uma delegacia, em Belo Horizonte, e fez uma queixa contra o marido. De acordo com o boletim de ocorrência, Poliana disse que foi agredida por Victor por motivos fúteis, que foi jogada no chão e recebeu vários chutes. Afirmou que, depois das agressões, foi impedida de sair do local por um segurança e pela cunhada.No mesmo dia, a mãe de Victor também prestou queixa na polícia e deu outra versão. No segundo boletim de ocorrência, ela disse que Poliana foi ao apartamento dela transtornada e de forma agressiva fez ameaças e quebrou vários objetos.

No dia, Marisa Chaves afirmou aos policiais que a irmã do cantor tentou acalmar Poliana e que Victor segurou o braço da mulher, pedindo que se acalmasse. Marisa afirmou que a nora se atirou no chão chorando e se debatendo.

Dois dias depois, Poliana Bagatini publicou uma carta em um perfil de rede social em que afirmou que em momento algum considerou que tivesse ocorrido qualquer crime, principalmente, praticado por Victor.

Em uma entrevista exclusiva à TV Globo, o cantor negou a agressão. A repórter Aline Aguiar perguntou ao artista se houve agressão. Victor respondeu: “Absolutamente. Eu nunca agredi ninguém na minha vida e muito menos a minha mulher, grávida do João”, disse à época.

Mesmo depois de a mulher de Victor negar a agressão, a polícia continuou investigando o caso. Victor, que era jurado no The Voice Kids, da TV Globo, pediu para se afastar do programa. Na edição do dia 26 de fevereiro, o apresentador André Marques leu um comunicado que dizia que a Globo repudia toda e qualquer forma de violência e acredita que essa acusação precisa ser apurada com rigor garantindo o direito de defesa na busca da verdade.

G1

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Laudo confirma que suco tomado por criança na PB tinha veneno, diz IPC

lagoa-secaUm laudo divulgado na manhã desta segunda-feira (31) pelo Instituto de Polícia Científica (IPC) confirmou que o suco industrializado tomado por uma criança em Lagoa Seca, no Agreste paraibano, estava com veneno. O que deve ter ocorrido, segundo os peritos, foi um acidente ou aplicação do veneno de forma criminosa, ainda conforme o Instituto de Polícia Científica.

O menino de sete anos ingeriu o produto no dia 19 de outubro e teve que ser hospitalizado, mas recebeu alta médica no domingo (30). Segundo o IPC, o pesticida carbofuran foi encontrado no suco que foi ingerido. Em outro produto do mesmo lote nada foi encontrado. Os peritos descartaram uma toxicação na fabricação.

A criança deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande no dia 21 de outubro, de acordo com a direção. Ele teve uma crise convulsiva após se sentir mal depois de tomar a bebida. Devido ao quadro clínico grave, o menino precisou da ajuda de aparelhos para respirar.

Um primeiro exame do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) havia indicado negativamente para a presença de veneno no produto. A unidade de medida que índice o envenenamento estava entre os percentuais de 5.320 U/l e 12.920 U/l, mas a amostra de sangue da criança indicou 4.977 U/l, descartando essa possibilidade.

G1 PB

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Agevisa orienta população a evitar suco industrializado na Paraíba até resultado de laudo

Imagem Ilustrativa
Imagem Ilustrativa

A Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa), que fica em Campina Grande, faz uma alerta para a população evitar comprar suco industrializado na Paraíba. De acordo com o órgão, o nome da marca do suco de cajá, que pode ter causado uma crise convulsiva em uma criança de sete anos, não será divulgado até que o resultado do laudo técnico saia.

Segundo com a assessoria de comunicação da Agevisa, ainda não está comprovado que realmente foi o suco que fez a criança passar mal, por isso seria uma “irresponsabilidade” informar o nome do produto antes de confirmar o fato.

A Agevisa mandou os supermercados suspenderem a venda do produto até que o resultado do laudo saia. A gerente da Gevisa, Betânia Araújo, informou que a ação de apreender os produtos é cautelar.

Segundo informações do diretor do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, Geraldo Medeiros, a criança deu entrada na unidade de saúde em estado crítico na última quarta-feira (19). Ela teria ingerido o suco e depois começou a passar mal dentro da escola onde estuda, em Lagoa Seca.

O médico explicou que o menino teve que ser levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e respirou por ajuda de aparelhos. Na noite do domingo (23), a criança foi transferida para a observação pediátrica e saiu do estado grave.

paraiba.com.br/

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Laudo da PF revela que Odebrecht pagou R$ 11 milhões a filho de ex-ministro do STJ

odebrecht-e-braskenO escritório do advogado Marcos Meira, filho do ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) José de Castro Meira, recebeu pelo menos R$ 11,2 milhões da Odebrecht entre os anos de 2008 e 2014, segundo laudo da Polícia Federal na operação Lava Jato.

O então ministro Meira foi o relator em 2010 de um processo contra a Braskem, braço petroquímico da Odebrecht, em que ele considerou prescrita uma dívida de R$ 500 milhões cobra da Fazenda Nacional contra a empresa. O julgamento no STJ ocorreu em 5 de agosto daquele ano. No dia 16 de novembro, Meira ainda relatou e rejeitou um recurso da Fazenda Nacional contra a decisão.

O processo começou a tramitar no STJ após a Procuradoria da Fazenda recorrer de um acórdão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região sobre créditos tributários a favor da Braskem.

De acordo com texto distribuído na época pelo STJ, “Meira, relator do caso, entendeu que o prazo para ajuizar a execução fiscal contra a empresa teria expirado em 2001. O processo envolve uma multa aplicada contra a Copesul, controlada hoje pela Braskem”.

Segundo laudo da Polícia Federal na Operação Lava Jato, divulgado em reportagem de Rubens Valente, a Odebrecht fez pagamentos a duas firmas do advogado Marcos Meira, a M Meira Associados e Consultoria e M Meira Advogados Associados e Consultoria.

A construtora pagou pelo menos R$ 1,1 milhão no ano de 2008, R$ 407 mil em 2009, R$ 3,1 milhões em 2010, R$ 5,1 milhões em 2012, R$ 231 mil em 2013 e R$ 876 mil em 2014.

O advogado Marcos Meira informou que “presta serviços” à Odebrecht “há cerca de 15 anos em diferentes áreas do direito, objeto e formas de contratação”, e disse que não poderia revelar a natureza dos serviços prestados à empreiteira porque está “incondicionalmente obrigado ao sigilo sobre sua atuação devido a cláusulas de confidencialidade”.

Brasil 247

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Bebê morre após mãe adormecer por cima dele na Grande João Pessoa, conclui laudo

sireneO bebê de um mês e 15 dias que foi encontrado sem vida ao lado da mãe na cidade Bayeux, na Grande João Pessoa, no domingo (15), morreu em decorrência de Asfixia por sufocação indireta, conforme informou o médico-legista Flávio Fabres, gerente operacional da Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), da Capital. O fato foi registrado pela Delegacia de Homicídios da Capital. A Polícia Civil investiga o caso.

“Eu fui o responsável pela necropsia e ficou comprado no exame cadavérico que o bebê morreu em virtude de uma Asfixia por sufocação indireta, ou seja, a mãe dormiu por cima da criança ao amamentá-la. Foi um acidente”, falou Flávio Fabres.

Segundo o delegado plantonista, Bruno Victor, ao acordar, a mãe de 28 anos de idade relatou ter encontrado o filho ao seu lado sem respirar. Desesperada, ela pediu socorro aos vizinhos e famílias.

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“A mãe disse à Polícia Civil que acordou por volta das 04h50 da madrugada para amamentar o filho, mas adormeceu ao lado da criança após amamentá-la. O Samu ainda foi chamado e confirmou que o bebê já estava morto. A mulher tem outros quatro filhos”, confirmou o delegado.

 

 

portalcorreio