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Bailarina de Latino pede demissão para entrar no ‘Big Brother Brasil 14’, diz jornal

bailarinaA lista de participantes do “Big Brother Brasil 14” segue secreta, mas um nome acabou vazando antes do tempo: Joyce Pinheiro.A bailarina pediu demissão da equipe do cantor Latino há duas semanas e chamou atenção por conta da alta indenização pedida – R$ 80 mil – segundo o jornal “O Dia”.

Confusa, a equipe do artista não entendeu a atitude da profissional, que ainda disse ter quebrado um dente no ônibus de turnê do artista. Pelo suposto acidente, ela pedia mais dinheiro para o tratamento.

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Mas, também de acordo com a publicação, tudo se tratava de uma história para despistar o real motivo de seu afastamento. Na verdade, ela está cuidando da imagem para poder ficar confinada no reality da Globo.

O diretor da atração, Boninho, teria convidado a morena para a disputa, com a condição de que ela tratasse a arcada dentária e mantivesse sigilo sobre o assunto.

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Fonte: com informações do MSN

Publicado Por: Ricardo Caetano

Em João Pessoa, encontro debate integração latino-americana no contexto da crise mundial

 

Nesta quinta (22) e sexta-feira acontece em João Pessoa, na Paraíba, região Nordeste do Brasil, o Encontro sobre Integração Regional na América Latina, promovido pelo Programa Mercosul Social e Solidário (PMSS), plataforma de organizações da sociedade civil da Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

De acordo com Ana Patrícia Sampaio, coordenadora nacional do PMSS, a intenção é “aprofundar a capacidade das organizações e da sociedade acadêmica de conceituar e pensar estratégias tendo como perspectivas os processos de integração que estão se desenvolvendo na América Latina dentro do atual contexto de crise mundial”.

A coordenadora também lembrou a importância de este evento acontecer em uma cidade do Nordeste brasileiro. “O Encontro vai trazer o debate para as organizações de base de João Pessoa. Ele quer estimular a discussão sobre a integração latino-americana e despertar a sociedade civil para como está esse processo e como podem participar. Não é um processo de integração somente produtivo, econômico, é também cultural, social. Precisamos voltar a nos reagrupar”, destacou.

Estarão presentes no Encontro representantes de organizações sociais e ONGs dos países integrantes do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e associados (Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai); acadêmicos de vários cursos, dos cursos de graduação e Pós-graduação em Ciências Sociais e Relações Internacionais das Universidades Estadual e Federal da Paraíba, além de estudiosos da área, entre outros.

Os/as interessados em participar podem fazer a inscrição amanhã, a partir das 8h no local do evento ou antecipadamente pelo telefone (83) 3341-2800.

Programação

A abertura do Encontro, amanhã, fica por conta do painel “Desafios políticos colocados pela Integração econômico-produtiva Latino-americana, no atual contexto de crise mundial”. Para Ana Patrícia, este momento será um dos mais ricos, já que vai abordar assuntos como arquitetura da integração econômica; conservação ambiental frente aos modelos de desenvolvimento e desafios no atual contexto de crise mundial. O painel será aberto ao público.

Pela tarde acontece o segundo painel com o tema “Integração Latino-Americana – Do sonho da Grande Nação, às experiências de integração desenvolvidas no final do século XX”, em que vão ser debatidas as contribuições do Mercosul ao regionalismo e a teoria política da integração regional e a integração como ferramenta política de segurança democrática na região.

Na sexta (23) acontece painel sobre “Integração Econômico-Produtiva”, para debater arquitetura da integração econômica – complementação econômico-produtiva – tensões, avanços e dificuldades; bens naturais e modelo de desenvolvimento regional e desafios no atual contexto de crise mundial.

Serviço

O Encontro será realizado no Imperial Hotel (Avenida Almirante Tamandaré, 612, Tambaú).Para mais informações ligue para +55 (83) 3341-2800.

Mais informações: http://www.mercosursocialsolidario.org/

Natasha Pitts / Adital
Focando a Notícia

II Seminário Latino-Americano Rádio e Educação acontecerá no mês de novembro, em Fortaleza (CE)

O Programa de Extensão Comunicação e Políticas Públicas, da Universidade Federal do Ceará (UFC), em parceria com a ONG Catavento Comunicação e Educação, com o financiamento do Ministério da Educação (MEC), realizará o II Seminário Latino-Americano Rádio e Educação. Ele ocorrerá no período de 05 a 08 de novembro de 2012 em Fortaleza, no estado nordestino do Ceará.

A Fortaleza do Sol será palco de novas ondas que propagarão discussões, pautadas pelo que ocorre nos países da América Latina, e produções de vivências que envolvem rádio, educação e juventude.

A programação, também, conta com o I Festival Latino-Americano de Rádios Escolares que tem como objetivo mostrar as produções radiofônicas que vêm sendo elaboradas a partir dessas vivências e fomentar a produção colaborativa.

Além de palestras, mesas redondas e relatos de experiências, acontecem ainda apresentações de artigos científicos, a atividade será coordenada pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFC (PPGCOM-UFC).

Veja mais informações no site: www.seminarioradioeducacao.org.br

Adital

Declaração pede fim à violência contra jovens indígenas latino-americanos/as

Jovens latino-americanos/as dizem, mais uma vez, não à violência contra a infância e a juventude indígena. Isso é o que destacaram na declaração política Tecendo a Articulação da Juventude Indígena da América Latina, divulgada no último dia 20, resultado do encontro Construindo Nosso Plano Estratégico para a Articulação na América Latina, que aconteceu em Lima, no Peru, durante os dias 18, 19 e 20 de agosto.

A atividade reuniu, na cidade peruana, jovens indígenas de Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá e Peru para debater sobre a situação atual enfrentada pelos povos indígenas da região e para articular os/as jovens indígenas latino-americanos/as.

Um dos principais pontos ressaltados na declaração diz respeito à violência sofrida por crianças e jovens de diversas comunidades no contexto de conflito por terras. “Expressamos nosso rechaço diante de toda forma de violência contra a infância e a juventude indígena, fazendo teimosia nos ocorridos que vem acontecendo com as famílias e os meninos e as meninas Mapuches, violência exercida por carabineiros do Estado Chileno, atentando contra a integridade física, psicológica e moral do povo Mapuche que vêm defendendo o reconhecimento de suas terras e territórios ancestrais”, destacam.

As juventudes indígenas ainda aproveitam a declaração para reforçar os pedidos de fim da militarização nas comunidades Mapuches e a proteção dos direitos das crianças. “Assim mesmo, instamos a que o Estado Chileno em conjunto com a sociedade civil e os povos indígenas promulguem uma Lei de Proteção Integral de Direitos da Infância e que esta se ajuste aos princípios da Convenção Internacional dos Direitos da Criança e da Declaração nas Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas art. 22.2”, acrescentam.

A declaração ressalta ainda que a violência não é um problema enfrentado apenas por indígenas do Chile. Jovens de comunidades da Colômbia, de El Salvador, México e Peru também sofrem por causa de questões como conflito armado interno, militarização e narcotráfico.

Por conta dessas e de outras violações, as juventudes pedem aos Estados “políticas públicas, programas e planos dirigidos à infância e à juventude indígena com orçamentos específicos e suficientes e, em especial, para a revitalização de identidade cultural, acesso a oportunidades de formação, projetos de empreendimento econômico, garantindo mecanismos adequados para nossa participação plena nos processos de planejamento, execução e avaliação dos mesmos”.

Violência no Chile

A violência contra meninos e meninas Mapuche, no Chile, chamou a atenção de organizações sociais de defesa dos direitos humanos. Neste mês, entidades que trabalham com crianças e adolescentes divulgaram um Informe sobre Violência Institucional contra a Infância Mapuche no Chile.

Odocumentodenuncia a militarização de regiões indígenas e a violência no marco do conflito territorial em regiões como Bío-Bío, Araucanía, Ríos e Lagos. De acordo com o informe, carabineiros e policiais de investigação do Chile são responsáveis pelo assassinato de um jovem Mapuche menor de idade e por ferimentos em crianças e adolescentes de nove meses a 17 anos de idade. Além disso, as organizações revelam que a Lei Antiterrorista já foi utilizada para julgar cinco jovens Mapuche menores de 18 anos, enquanto que tais adolescentes deveriam ser julgados pela Lei de Responsabilidade Adolescente.

Adital

Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística terá presença de antropóloga americana

 

Judith DeLozier falará no Rio, em outubro, sobre novas experiências da programação neurolinguística

Como criar estratégias para prosperar, alcançar a excelência e outras abordagens que usam a sabedoria da mente, do corpo e da intuição serão temas da antropóloga americana Judith DeLozier no 10º Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística (PNL). Promovido pelo Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), ele ocorrerá entre os dias 25 e 27 de outubro, no Hotel Novo Mundo, no Flamengo, Rio de Janeiro.

Judith é codesenvolvedora e criadora de modelos e processos desde a concepção da PNL por John Grinder e Richard Bandler na década de 70, é autora de livros de referência, e é sócia de Robert Dilts na NLP University, nos Estados Unidos. A especialista falará sobre o passado, o presente e o futuro da área e ministrará o curso pré-congresso “PNL Generativa, a 3ª. Geração”.

A programação neurolinguística é utilizada no desenvolvimento humano, educação, definição e alcance de metas, terapia, coaching, vendas, comunicação e demais áreas ligadas ao comportamento. Ela analisa como o cérebro e a mente funcionam, além de avaliar como são criados os sentimentos, os pensamentos, os estados emocionais e como as pessoas podem direcionar e otimizar esse processo ao que desejam alcançar.

Presidido pelo especialista Jairo Mancilha e com a coordenação de Maíra Larangeira, entre os temas dessa décima edição do congresso estão: “PNL e Experiência Somática no Controle de Estresse e Traumas”, “PNL e Neurossemântica como Ferramentas de Autorrealização”, “A PNL que vem do Coração”, por exemplo.

Serviço:

10º Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística

De 25 a 27 de outubro

Curso Pré-Congresso: “PNL Generativa, a 3ª. Geração”, com Judith DeLozier.

Hotel Novo Mundo, Flamengo, zona Sul do Rio de Janeiro.

Informações e inscrições: www.congressopnl.com.br e (21) 2551-7647.

Julia Medina para o Focando a Notícia

Metade da população latino-americana vive em cidades com menos de 500 mil habitantes

Nos últimos 50 anos, o número de centros urbanos cresceu mais que cinco vezes na América Latina e no Caribe e hoje a metade da população urbana na região (222 milhões de pessoas) vive em cidades com menos de 500 mil habitantes. De acordo com o relatório Estado das Cidades da América Latina e do Caribe, divulgado nesta terça (21) pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), cerca de 14% dos habitantes da região estão nas megacidades (65 milhões). O êxodo rural perdeu força e as migrações ocorrem hoje, sobretudo entre centros urbanos. O crescimento populacional também tem caído, o que contribui para a queda do desemprego e da pobreza. Segundo o oficial principal de Assentamentos Humanos do ONU-Habitat, Erik Vittrup, essa oportunidade de tornar as cidades mais inclusivas e melhores para seus habitantes pode ser desperdiçada se não forem revistos os atuais modelos de crescimento e desenvolvimento nas cidades da região.
“Os modelos de crescimento das cidades nos anos 90 e anteriores não se adaptam aos desafios atuais. É ridículo que estejamos reproduzindo modelos de cidade focados na expansão horizontal. A vantagem de morar na cidade é a concentração urbana, da estrutura urbana, de serviços”.
Para o representante da ONU, a densidade demográfica reduz custos e impactos ambientais, além de estimular a criatividade e a cultura. Esses benefícios só podem ser sentidos se houver uma boa administração e planejamento urbano.
“Não precisamos de mais terras para uma cidade crescer. Ela pode crescer para cima, por exemplo”, disse. Ele citou também como alternativa o reaproveitamento das zonas centrais subaproveitadas, que já têm infraestrutura e equipamentos prontos.
Se em 1950 havia 320 cidades com pelo menos 20 mil habitantes, meio século depois o número passou para 2 mil. As metrópoles (com mais de 5 milhões de habitantes), que não existiam na América Latina e no Caribe em 1950, hoje somam oito na região: Cidade do México, São Paulo, Buenos Aires, Rio de Janeiro, Lima, Bogotá, Santiago e Belo Horizonte.
As cidades com maior densidade populacional são as que estão crescendo menos em termos populacionais desde a década de 1980 e, ao mesmo tempo, perdendo vantagens competitivas. Já as cidades com menos de 1 milhão de habitantes são as que mais têm crescido, mas também indicam movimento de queda.
O estudo mostra que a especulação imobiliária é um problema comum na maior parte dos países estudados e contribui para a expansão das periferias, do número de rodovias e centros comercias, além de condomínios fechados. Esse tipo de crescimento também estimula o uso de transportes individuais em detrimento da criação de um tecido urbano interconectado. As consequências são congestionamento, poluição e periferias que crescem desordenadamente, sem infraestrutura e sem meios de transporte adequados.
“Com isso, há aumento do preço do transporte, da energia, a degradação do meio ambiente, de dinheiro público que deveria estar sendo investido de outras formas, entre outros problemas”, citou Vittrup.
A pesquisa mostra ainda que o número de veículos individuais duplicou nos últimos dez anos, sem planejamento a longo prazo para lidar com os desafios da mobilidade urbana. O relatório elogia as iniciativas de alguns governos de resgatar as zonas centrais, criar ciclovias, mas lamenta que essas não sejam uma tendência.

Flávia Villela/Repórter da Agência Brasil
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