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Após imbróglio judicial, Palmeiras e Flamengo empatam em 1 a 1

Após uma batalha jurídica que teve início na sexta-feira (25) e só terminou dez minutos antes do início da partida da tarde deste domingo (27), as equipes do Palmeiras e Flamengo puderam finalmente entrar em campo, no Allianz Parque, em São Paulo, pela 12ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O jogo, que por pouco não aconteceu devido a decisões judiciais e recursos impetrados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), acabou em empate em 1 a 1. O resultado deixou, provisoriamente o Palmeiras na quarta posição, com 19 pontos, e o Flamengo em quarto lugar, com 18. Mas o Santos recebe o Fortaleza, daqui a pouco às 20h30 (horário de Brasília), na Vila Belmiro, em São Paulo. O Peixe, oitavo colocado, soma 16 pontos, e em caso de vitória, pode embaralhar o G4.

Com 20 jogadores infectados pelo novo coronavírus (covid-19), o Rubro-Negro  mandou a campo uma equipe recheada de garotos e o duelo acabou sendo muito mais parelho do que o cenário prévio apontava. O experiente trio Thiago Maia, Gerson e Arrascaeta, com auxílio do talentoso atacante Pedro, comandou a equipe que, praticamente, não chegou a ser ameaçada no primeiro tempo. Os donos da casa até ficaram mais com a bola: media de 60% para o Verdão. Mas os paulistas abusaram demais da lentidão e não conseguiram criar chances efetivas de gol. Inclusive, quem esteve mais perto de marcar foi o time carioca. Pedro e Arrascaeta colocaram o goleiro Weverton para trabalhar. A melhor chance do Verdão foi só nos acréscimos. Zé Rafael chutou de fora da área e Hugo defendeu.

Na volta do intervalo, as equipes pareciam mais animadas a mostrar um bom futebol. Tanto que, aos nove minutos, o Palmeiras abriu o placar, após uma bela troca de passes: Raphael Veiga tocou para o centroavante Luiz Adriano, que ajeitou para Patick de Paula emendar de primeira, de fora da área, O chute saiu forte e desviou em Thiago Maia, tirando o goleiro Hugo do lance. No entanto, na sequência, um minuto depois, o Rubro-Negro empatou. A jogada começou com Arrascaeta que foi até a linha de fundo e cruzou para trás. Como um bom matador, o centroavante Pedro estava onde deveria, e finalizou com categoria. Tudo igual no Allianz Parque. O Palmeiras insistiu, e aos 13 minutos, quase passou à frente no placar com Matías Viña, que praticamente colocou a bola na cabeça de Luiz Adriano. O artilheiro do Verdão tocou com força no contrapé do goleiro Hugo que salvou o Flamengo.  Depois foi a vez do Flamengo quase ampliar: aos 23 minutos, Lincoln tabelou com Arrascaeta e encontrou Pedro dentro da área. O artilheiro fez o pivô para o uruguaio Arrascaeta ficar sozinho na marca do pênalti. O chute saiu raspando a trave do gol palmeirense. Depois disso, as duas equipes até tentaram, não não conseguiram mudar o marcador, e jogo terminou mesmo em 1 a 1.

Na próxima rodada do Brasileiro, o Palmeiras recebe o Ceará no sábado (3), no Allianz Parque. O Flamengo joga no Maracanã, no domingo (4), contra o Athletico Paranaense. Mas, antes disso, os dois times têm compromissos pela Libertadores no meio de semana. Flamengo e Independiente del Valle devem jogar no Maracanã na quarta-feira (30), pelo Grupo A. E Palmeiras vai receber o Bolívar no Allianz Parque também na quarta-feira.

agenciabrasil

 

 

Decisão judicial determina que Câmara de Bayeux realize eleição indireta para prefeitura

Uma decisão judicial da 4ª Vara Mista de Bayeux, em pedido feito em Mandado de Segurança pelo vereador Adriano da Silva Nascimento, conhecido como Adriano do Táxi (PSL), determinou que a Câmara de Vereadores de Bayeux faça eleições indiretas para escolha do prefeito da cidade que deve assumir o cargo até o fim de 2020. A decisão do juiz Francisco Antunes Batista foi publicada nesta segunda-feira (3). A renúncia do prefeito eleito Berg Lima (PR) abriu a possibilidade de uma eleição indireta.

O pleito estava suspenso por decisão da Mesa Diretora da Câmara, ocorrida no dia 28 de julho, quando houve supressão do trecho da Lei Orgânica que previa novas eleições em caso de vacância nos cargos de prefeito e vice nos últimos seis meses do mandato. O vereador que assina o mandado de segurança na época reclamou que se tratava de uma manobra.

Na sentença judicial, o juiz Francisco Antunes Batista considerou a decisão da Mesa Diretora da Câmara de Bayeux como ilegal. A própria justiça havia determinado a eleição indireta após renúncia de Berg Lima.

“Defiro a liminar, em tela, para suspender os efeitos do Ato da Mesa nº 09/2020 em razão da gritante ilegalidade, determinando-se, por conseguinte, a deflagração do Processo de Eleição Indireta, no prazo já estabelecido na Decisão Judicial proferida no Proc-0801490-13.2020.8.15.0751, sob pena de autuação do Impetrado por crime de desobediência e demais medidas legais cabíveis na espécie”, determinou o juiz.

A discussão sobre a resolução do problema da Prefeitura de Bayeux começou com a renúncia do prefeito Berg Lima. Pela regra em vigor, deveria ocorrer novas eleições em 30 dias. Houve discordância por parte do grupo ligado a Jefferson Kita (Cidadania), que passou a ocupar o cargo de prefeito interino desde 21 de maio, após Berg Lima ser afastado da função por decisão judicial.

O argumento dos vereadores que apoiam Kita é de que o texto em vigor, que exigia eleições municipais indiretas 30 dias após renúncia de Berg Lima, nunca foi publicado no Diário Oficial do Município e, por isso, não teria valor. Ao analisar o caso, o magistrado não acatou os argumentos.

“Caso o Administrador da Câmara Municipal pudesse anular as leis por ele consideradas como ilegais ou ilegítimas, a forma de votação e aprovação das leis pela Casa Legislativa se tornaria letra morta, já que a Mesa Diretora da Câmara passaria a ser um órgão superior ao Plenário, contrariando assim o que preconiza o art. 73 do Regimento Interno da Câmara”, explicou o magistrado

Com a decisão judicial publicada nesta segunda-feira, a nova eleição para prefeito de Bayeux, que vai ocupar o cargo até 31 de dezembro 2020, de forma indireta na Câmara de Vereadores, terá que ser realizada até o dia 14 de agosto. Cabe recurso da decisão.

G1

 

Após ordem judicial, Globo transmitirá duelo entre Fluminense e Botafogo

A TV Globo informou neste sábado (4) que vai exibir a partida entre Fluminense e Botafogo, pela semifinal da Taça da Rio, neste domingo (5), às 16h. Em nota, a emissora diz que cumprirá uma decisão judicial que a obriga a exibir o duelo mesmo após ter rescindido o contrato de transmissão do Estadual do Rio na última quinta (2), alegando quebra de exclusividade.

A Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) obteve na noite de sexta-feira (3) uma liminar na 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro contra a rescisão unilateral do contrato pela Globo. A juíza Eunice Bittencourt Haddad, responsável pela decisão, também determinou que a emissora exiba as semifinais e final da Taça Rio e a final do Estadual e estabeleceu multa de R$ 5 milhões em caso de descumprimento da decisão judicial.

“A Globo vai recorrer da decisão, mas, em respeito à Justiça e aos clubes, dos quais é parceira histórica, vai transmitir a partida”, diz o comunicado da emissora. “A Globo esclarece que os clubes são livres para transmitir seus jogos ou autorizar que terceiros os transmitam, uma vez que o contrato foi rescindido.”

Além da exibição da partida em TV aberta para as praças do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Juiz de Fora (MG), Distrito Federal, Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergip, o SporTV e o Premiere também exibem Fluminense x Botafogo.

Na quinta, a emissora carioca decidiu rescindir o contrato firmado com a federação (Ferj) e os outros 11 times da competição um dia após o Flamengo exibir o jogo diante do Boavista em seu canal oficial no YouTube.

“No entendimento da Globo, o contrato foi violado ontem [quarta, dia 1º], quando a FlaTV exibiu ao vivo a partida entre Flamengo e Boavista”, afirmou a emissora.

Apesar de ter decidido romper o contrato e encerrar suas transmissões do campeonato deste ano, a Globo afirma que, “por liberalidade”, manterá os pagamentos devidos aos times com quem acertou.

Para exibir a partida na FlaTV, o clube rubro-negro se diz amparado pela Medida Provisória 984, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e publicada no Diário Oficial do último dia 18.

A medida dá ao clube mandante a prerrogativa de comercializar seus direitos de transmissão. Até então, o texto da Lei Pelé previa que esse direito pertencia às duas partes envolvidas na partida.

A MP poderá ser aprovada ou rejeita pelo Congresso em até 60 dias, renováveis pelo mesmo período, e enquanto isso vigora com poder de lei.

“A Globo entende que a Medida Provisória não poderia alterar um contrato celebrado antes de sua edição e protegido pela Constituição”, diz a emissora em seu comunicado.

A Folha de S.Paulo teve acesso à carta da Globo enviada para os clubes e a Ferj. Ela diz que a federação não fez cumprir o artigo 136 do regulamento geral da competição (“somente a entidade pode autorizar a transmissão de partidas”) e que “falhou no dever contratual, o que por si só justifica a rescisão”.

A equipe rubro-negra sinalizou que continuará transmitindo em seu canal as próximas partidas do estadual em que for mandante. Mas é possível que isso ocorra apenas mais uma vez, na semifinal da Taça Rio. O mando da decisão do turno será definido por sorteio.

A Ferj disse que o caso será entregue ao departamento jurídico da entidade e pediu aos times que, mesmo como mandantes, não transmitam suas partidas até que haja uma decisão posterior.

 

FOLHAPRESS

 

 

Livânia pode ter perdão judicial e pena de oito anos em ‘prisão domiciliar’

Denunciada no âmbito da Operação Calvário, a ex-secretário de Estado da Paraíba, Livânia Farias, se condenada, deverá cumprir sua pena em prisão domiciliar, com base em acordo de delação premiada.

Clique aqui e confira acordo de delação

De acordo com os termos propostos pelo Ministério Público da Paraíba, Livânia Farias e sua ex-assessora Maria Laura Caldas podem ser beneficiadas pelo fato de estarem colaborando com o órgão durante as investigações.

No caso da ex-assessora, o MP prevê que como colaboradora, Laura deverá cumprir pena de sete anos, sendo o primeiro em regime semiaberto, passará o dia fora da cadeia e dormirá no presídio. Os outros seis anos, ela cumprirá em regime semiaberto e aberto domiciliar, em vez de ir para o presídio, cumprirá a pena em casa.

Para a ex-secretária, caso condenada, a pena inicial seria de oito anos. Com base no acordo de delação, quatro anos serão cumpridos em regime semiaberto diferenciado com prisão domiciliar, e os outros quatro serão cumpridos em regime aberto diferenciado, também com prisão domiciliar. Ainda segundo o texto, Livânia não usará tornozeleira eletrônica.

 

PB Agora

 

 

Mulher casada que beijou o cantor Thullio Milionário, diz que vai mover uma ação judicial contra o cantor

A mulher identificada inicialmente como Luciana Borges, concedeu entrevista a Tv Cidade WEB, quando falou do beijo no cantor Thullio Milionário e que repercutiu nas redes sociais.

A festa foi na cidade de Mauriti no estado do Ceará. Ela destacou que após esses “25 segundos de beijo, minha vida se transformou em um verdadeiro caos”. Muitas pessoas me mandado mensagens, me criticando, me humilhando eu virei motivo de chacota na minha cidade.

As pessoas chamam meu companheiro de “corno”, ele não é “corno”, porque eu não considero isso uma traição, inclusive eu fui para a festa e eu avisei pra ele que ia.

Eu pretendo reivindicar meus direitos. “Varias vezes ele pucha minha saia, eu não sei qual a intenção dele, mas ele pucha minha saia”, relatou Luciana.

Luciana ainda disse que até o momento da entrevista nunca mias tinha falado com o cantor. E que pretende sim mover uma ação contra o artista e contra a banda.

Thullio Milionário fala sobre repercussão ao beijar mulher casada

 

Fonte: Patos Tv com Informações Tv Cidade WEB

 

 

OLX descumpre decisão judicial e consumidores devem ficar atentos a golpes na plataforma

A empresa OLX, responsável por agrupar uma rede de vendas online, condenada a apresentar “mecanismos de compliance e checagem da autenticidade da identidade do usuário perante este juízo, sob pena de arbitramento de multa por descumprimento desta decisão”, continua descumprindo a decisão do 6º Juizado Especial Cível, em João Pessoa. Foi constatada falha de segurança na prestação do serviço.

A sentença foi proferida pela juíza Maria de Fátima Lúcia Ramalho, no dia 15 de abril. Houve uma audiência de conciliação, nesta quinta-feira (25), mas não houve acordo.

No processo nº. 0816138-65.2019.8.15.2001, que tramita no 6º Juizado Especial Cível, em João Pessoa, na Paraíba, no qual, em 15 de abril de 2019, a Juíza de Direito Maria de Fátima Lúcia Ramalho condenou a OLX a “apresentar mecanismos de compliance e checagem da autenticidade da identidade do usuário perante este juízo, sob pena de arbitramento de multa por descumprimento desta decisão”, foi dado um prazo de 10 dias para cumprimento da determinação pela OLX, mas o processo ainda não teve o seu desfecho, pois a empresa se nega a cumprir o comando judicial.

Em sua defesa, a OLX argumenta que não se responsabiliza por quaisquer golpes praticados por criminosos utilizando dados pessoais de terceiros para ludibriar os usuários da plataforma, porque entende que a atividade desenvolvida se resume a “cede espaço para que terceiro anuncie seus produtos/serviços, em que o anunciante informa seus dados de contato para que os interessados possam procura-lo diretamente, sem qualquer intermediação da OLX”.

A empresa proprietária do sítio eletrônico também não considera que seus usuários sejam consumidores, justificando que se caracteriza tão somente enquanto um site de classificados “A plataforma da OLX é um site de classificado que funciona de forma muito semelhante a um classificado de jornal impresso. Da mesma forma como acontece em um jornal, o anunciante pode inserir uma imagem ilustrativa do objeto que pretende vender, uma breve descrição desse objeto, o preço e informações para contato”.

A OLX, na contestação, para justificar o descumprimento da ordem judicial declara que “o legislador, ao elaborar o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), reconheceu a impossibilidade técnica de se realizar tal verificação”, acrescentando que “a verificação de identidade, além de demandar um esforço hercúleo, seria completamente ineficaz”.

Na audiência una de conciliação, instrução e julgamento realizada em João Pessoa, na Paraíba, em 25 de julho de 2019, o acordo entre as partes não foi obtido. A Juíza de Direito Maria de Fátima Lúcia Ramalho novamente condenou a OLX “Verifico que se trata de relação de consumo onde é devida a observação dos preceitos contidos no art. 6º, VIII e 51, IV, da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), por isso, acolho o pedido da exordial, no que se refere à inversão do ônus da prova no sentido de que é ônus da promovida comprovar que o serviço questionado pelo autor relacionado a falha de segurança na prestação de serviço da promovida ocorreu com a respeito as normas de segurança para tais atividades na internet”.

Confira os documentos com a decisão:

 

clickpb

 

 

Fisco Estadual cumpre determinação judicial e retoma atividades nesta quinta na PB

Em cumprimento à decisão de liminar do Desembargador, Leandro dos Santos, as auditoras e os auditores fiscais tributários retornam ao trabalho, a partir das 7 horas desta quinta-feira (12).
A greve dos servidores fiscais está suspensa por decisão de assembleia geral extraordinária, realizada nesta terça-feira (11), na sede do Sindifisco-PB, em João Pessoa, com uma expressiva participação dos filiados ao Sindicato.
O Desembargador concedeu liminar e declarou, provisoriamente, a ilegalidade da greve do Fisco, iniciada em 28 de março. No despacho, segunda-feira última (10), ele determinou o retorno dos auditores fiscais ao exercício das funções e a continuidade dos serviços, no prazo de 24 horas, após a notificação, sob pena de multa pecuniária.
Em sua decisão preliminar, o Desembargador reconheceu que o auditor fiscal exerce atividades que nenhum outro órgão da iniciativa privada pode suprir.  Segundo ele, se entra em greve, não há como a sua função ser substituída. “Vale ressaltar que a exação fiscal, além de ser importante por si só, pois responsável pela Administração Tributária do Ente Federado, se for paralisada, afetará, também, as atribuições de outros agentes públicos, como, por exemplo, dos procuradores de Estado, que ficarão impedidos de manejar as competentes Ações de Execução Fiscal”, disse.
Na avaliação do presidente do Sindifisco-PB, Manoel Isidro, o Fisco Estadual fez uma greve consciente, tranquila, madura, e auditoras e auditores decidiram cumprir, integralmente, a decisão judicial. “Temos a plena convicção de que decisão judicial é pra ser cumprida. Podemos até discutir o teor, mas temos a obrigação de acatar”, enfatizou.
Isidro afirmou ainda que o Fisco Estadual passou 15 dias em greve, mas infelizmente o governo não abriu o canal de diálogo. “Sem contar que nestes mais de sete anos, tentamos o diálogo. Decidimos entrar em greve no dia 28 de fevereiro, e iniciar o movimento um mês depois. Tempo hábil para que o Governo pudesse dialogar, mesmo assim não sinalizou”, concluiu ele.
Bananeiras Online com Assessoria

Ex-presidente da Câmara de Sapé descumpre decisão judicial e empossa prefeito eleito

(Foto: Walla Santos)
(Foto: Walla Santos)

O ex-presidente da Câmara Municipal de Sapé, Luiz Limeira (PP), ignorou a liminar da Justiça revogando todas as decisões tomadas durante sessão extraordinária na semana passada, promoveu a eleição da Mesa Diretora e deu posse ao prefeito eleito Roberto Feliciano (PSB).

De acordo com a Justiça, a eleição da Mesa deveria ser presidida pela vereadora mais votada do município Maria das Graças (PRB). O oficial de Justiça chegou à Câmara e notificou o vereador Luiz Limeira, que decidiu descumprir a decisão judicial.

“Esse descumprimento da decisão judicial ocasionada sérios problemas”, disse Marcos Souto Maior Filho.

“Hoje o município de Sapé encontra-se acéfalo de um chefe do Executivo porque o prefeito e seu vice tomaram posse com a mesa inexistente”, disse.

Oito dos quinze vereadores (Johni Rocha, Vera do Peixe, Arquimedes, Wilson Cavalcante, Robson Guedes, Nego Simplicio, Graça e Adriano de Inhaua) se reuniram em plenário e realizaram a sessão plenária cumprindo a decisão judicial e sob a Presidência da Vereadora Graça, realizaram a eleição da mesa e com oito votos escolheram Jhoni Rocha, como o novo Presidente do poder legislativo municipal.

Mas o vereador Luizinho foi quem deu posse ao prefeito eleito Roberto Feliciano. De acordo com o advogado do grupo de vereadores, o ato é nulo de pleno direito, como assegura o advogado dos oito parlamentares, Marcos Souto Maior Filho.

Desta forma o município de Sapé encontrasse sem prefeito e vice, pois os eleitos para o Executivo, tomaram posse com uma mesa inexistente. Hoje, legalmente, o prefeito de Sapé é o presidente da Câmara Johni Rocha. Ele vai efetivar convite expresso para que o prefeito e vice eleitos tomem posse em sessão extraordinária.

clickpb

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INSS publica portaria sobre revisão de benefícios reativados pela justiça

INSSO Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou no Diário Oficial da União (DOU) portaria com procedimentos relacionados à revisão administrativa dos benefícios auxílio-doença e aposentadoria por invalidez que foram restabelecidos por decisão judicial. O pente-fino na concessão desses dois benefícios foi anunciado pelo Governo Michel Temer no início de julho e está previsto na Medida Provisória 739/2016.

Este é terceiro ato sobre a revisão editado pelo governo. Já foram anunciados os critérios para a convocação do beneficiários que terão de passar por uma nova perícia e as regras específicas para a atuação dos peritos do INSS nesse processo de revisão.

A portaria desta segunda-feira, 22, disciplina os procedimentos a serem observados pelas gerências executivas do INSS, Agências da Previdência Social, Serviço/Seção de Saúde do Trabalhador, Agências da Previdência Social de Atendimento de Demandas Judiciais (APSADJ) e Setores de Atendimento de Demandas Judiciais (SADJ) na perícia de revisão administrativa dos dois benefícios concedidos e reativados em cumprimento de decisão judicial.

De acordo com o texto, essa revisão administrativa dos benefícios será realizada pelos peritos médicos e pelos supervisores médicos periciais da Previdência Social para verificar a existência de incapacidade laboral atual que justifique a manutenção do auxílio-doença ou da aposentadoria por invalidez. “Na realização da perícia médica serão verificados os dados e as informações constantes nos sistemas da Autarquia, os documentos e exames médicos apresentados pelo segurado”, cita a portaria.

“A perícia será orientada por critérios exclusivamente médicos, não sendo cabível a alteração de datas técnicas referentes à data do início da doença (DID), data do início da incapacidade (DII) e data do início do benefício (DIB), decorrentes do processo judicial que originou a concessão ou reativação do benefício, podendo o INSS regulamentar a fixação de referidas datas quando não constarem em seus sistemas, garantindo o atendimento à determinação judicial”, acrescenta.

Nos casos em que ficar constatado ausência de incapacidade laboral atual do segurado, o benefício será cessado, sem a necessidade de manifestação prévia ou posterior do órgão de execução da Procuradoria-Geral Federal. “Caberá ao INSS consolidar e encaminhar à PGF dados e relatórios trimestrais sobre os resultados das perícias realizadas, que contemplem, no mínimo, os benefícios selecionados, a origem judicial ou administrativa de sua concessão ou reativação, a agência mantenedora do benefício, seu tempo de duração, a idade do beneficiário, o valor médio dos benefícios mantidos e a conclusão da perícia médica.”

Isto é Dinheiro

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Justiça bloqueia R$ 38 milhões do Facebook por descumprir ordem judicial

facebookA Justiça Federal decidiu bloquear R$ 38 milhões do Facebook Brasil por descumprimento de decisão judicial que obrigava a rede social a fornecer dados de cadastros e quebrar o sigilo de mensagens trocadas pelo aplicativo WhatsApp para fins de investigação. A decisão foi tomara em primeira instância, e a multinacional pode recorrer.

O valor bloqueado corresponde à soma de multas individuais de R$ 1 milhão estipuladas para cada dia de descumprimento da decisão judicial. A ação –que corre em segredo de Justiça– foi movida pelo MPF/AM (Ministério Público Federal no Amazonas).

A Justiça rebateu os argumentos do Facebook de que os conteúdos relacionados aos usuários estariam sob responsabilidade de operadores da empresa nos Estados Unidos e na Irlanda, o que exigiria acordos de cooperação internacional para que a empresa cumprisse a ordem judicial brasileira.

O juiz, no entanto, considerou que a empresa norte-americana, por prestar serviços ao público brasileiro e possuir escritório no país, é obrigada a se adequar a legislação brasileira, segundo prevê o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14).

Próximo passo é o pedido de bloqueio do serviço, diz MPF

O procurador da República Alexandre Jabur, autor do pedido, ressalta que a aplicação de multas é um instrumento de pressão para que a empresa conceda as informações exigidas e que o próximo passo, caso a empresa deixe de cumprir a ordem judicia é o pedido de bloqueio do próprio serviço.

“A postura de não atendimento a ordens judiciais claramente se caracteriza como ato atentatório à dignidade da Justiça podendo, além da multa, vir a ser determinada a suspensão dos serviços da empresa no Brasil”, defende Jabur.

O serviço do WhatsApp já foi bloqueado no Brasil por três vezes, a última delas em julho.

“Ao conferir proteção absoluta à intimidade, a empresa ultrapassa o limite do razoável, criando um ambiente propício para a comunicação entre criminosos, favorecendo aqueles que cometem crimes graves, como terrorismo, sequestro, tráfico de drogas etc”, afirmou o procurador.

Procurada pela reportagem, a assessoria do Facebook diz que a empresa ainda não tem um posicionamento sobre a ordem judicial. Nesta quarta-feira (27), a companhia informou que obteve lucro global de US$ 2 bilhões no segundo trimestre deste ano.

Uol

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