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Flamengo acerta venda de lateral Jorge ao Monaco por R$ 30 milhões

jorgeO lateral esquerdo Jorge já falava em tom de despedida do Flamengo após o Jogo da Amizade entre Brasil e Colômbia. E o discurso não era vazio. O jogador está de malas prontas para deixar o clube e se transferir ao Monaco-FRA. As partes costuram os últimos detalhes do negócio calculado em aproximadamente 8,8 milhões de euros – R$ 30 milhões.

A informação do destino de Jorge foi publicada pelo Globoesporte.com e confirmada pela reportagem do UOL Esporte. Detentor de 70% dos direitos do atleta, o Flamengo ficará com R$ 21 milhões. Restam ajustes para que o compromisso seja oficializado.

Jorge é considerado o principal ativo do Flamengo para fazer dinheiro com a venda de atletas. Ele tem contrato com o Rubro-negro até dezembro de 2019 e multa rescisória no valor de 30 milhões de euros – cerca de R$ 102 milhões. Nos bastidores, sempre foi comentado que uma proposta próxima dos 10 milhões de euros – cerca de R$ 35 milhões – teria o aval do clube.

Em contato com a reportagem, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, no entanto, negou que o negócio esteja fechado. “As negociações estão em andamento, mas ainda não tem nada fechado”.

“É uma perda grande. O Jorge é um jogador muito talentoso. Se acontecer, teremos uma perda técnica. Mas isso é normal em grandes clubes. Faz parte do futebol”, comentou o técnico Zé Ricardo.

A negociação de Jorge com o Monaco será a maior do Flamengo desde 2008, quando vendeu Renato Augusto para o Bayer Leverkusen-ALE por R$ 15 milhões. No orçamento de 2017, a diretoria calculava fazer ao menos R$ 10 milhões com transferências de atletas.

Zé Ricardo afirma já pensar em substitutos na lateral

“Tem o Everton. Tem o Pará, que já jogou na esquerda. Tem a categoria de base que em eventual necessidade pode ser utilizada”. “Se caso vier a acontecer, vamos estudar com calma, sem atropelo”.

Uol

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Jorge de Altinho canta na festa de 134 anos de Bananeiras; confira programação

jorge de altinhoA festa de emancipação política de Bananeiras, Brejo da Paraíba, começa nesta terça-feira (15), com a 3ª edição do carnaval fora de época, com os shows das bandas Galera do Arrocha e Magnatas do Forró, a partir das 21h, na Praça de eventos Jurandir Rocha.

Na quarta-feira (16) o show ficará por conta do forrozeiro Jorge de Altinho e Forró do Assum Preto, na Praça Castro Pinto.

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Confira programação:

05h00. Alvorada, com salva de 21 tiros
08h00. Hasteamento dos Pavilhões Nacional, Estadual e Municipal.
10h00. Sessão Intinerante da Assembléia Legislativa da Paraíba
Local: Espaço Cultural “Oscar de Castro”
17h00. Entrega Oficial da reforma da Escola “Xavier Júnior” ,pelo Governador Ricardo Coutinho.
18h00. Entrega de recursos aos beneficiários do Empreender Bananeiras.
Local: Teatro ” Ivaldo Lucena”
18h30. Sessão Especial da Câmara Municipal de Bananeiras com entrega da medalha escritor “Edilberto Coutinho” ao Governador Ricardo Coutinho, Juíz da Comarca Dr. Antônio Gomes de Oliveira e ao Empresário Roberto Cavalcanti.
Local: Espaço Cultural “Oscar de Castro”
20h00. Shows com Jorge de Altinho e Forró do Assum Preto.
Local: Praça Castro Pinto

 

Bananeiras Online

Evangélicos organizam boicote a “Salve Jorge” pela internet; Rede Globo responde

 

“Salve Jorge”, nova novela das 21h00 da rede Globo, estreou na segunda-feira (22) e já está no meio de uma grande polêmica. Evangélicos estão usando a internet para promover protestos contra a novela de Glória Perez.

O site Exécito Universal formado por frequentadores da Igreja Universal do Reino de Deus, afirma que trama global fará adoração a “Ogum”.

“Sem que percebam e mesmo que não venerem ‘ogum’, muitos lares evangélicos cederão seus espaços para que a entidade espiritual entre e trabalhe. O termo ‘salve’ denota saudação respeitosa. Ao ressoar no recinto as palavras ‘Salve Jorge’, muitos estarão saudando conscientemente o ‘espírito’”, diz um texto do site.

O site ainda afirma que a novela faz apologia ao lesbianismo e critica as personagens vividas por Vera Fischer (a atriz declarou em entrevista que transará com mulheres na trama), e Thammy Gretchen, assumidamente lésbica na vida real, e que viverá uma policial masculinizada na história.

O blog do bispo Edir Macedo também resolveu juntar forças contra a novela e convocou os fieis a assistirem a novela “Rei Davi” que está sendo reprisada pela Rede Record ao invés da novela da Globo transmitida no mesmo horário.

“Quem é mais importante? Davi, o rei que agradou ao coração de Deus, ou Jorge, um deus pagão travestido de santo? Quem merece sua atenção? Quem é o verdadeiro exemplo?”.  Com o texto foi publicada a imagem de Davi atacando São Jorge montado em um cavalo.

Procurada pelo Virgula Lifestyle, a Rede Globo informou:
“A novela não fala de São Jorge, fala do mito do guerreiro, figura existente em qualquer cultura, religiosa ou não. A única coisa que aparece de São Jorge é o fato de ele ser o padroeiro da cavalaria. É por isso que o personagem de Rodrigo Lombardi é devoto dele, pois pede proteção a cada ação. Com o decorrer da novela no ar isso ficará evidente para todos os grupos”.
Sobre a acusação de incentivar o lesbianismo, a emissora declarou que tal fato não tem veracidade: “Não há sequer referência a lesbianismo na trama”.

Fonte: Vírgula.uol
Focando a Notícia

Jorge Hage pede lei que penalize empresas corruptoras

Em entrevista à Carta Maior, o ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) disse que, hoje, o máximo que o governo pode fazer para punir empresas como a Delta Construtora, acusada de operar para o esquema de Carlinhos Cachoeira, é declará-la inidônea. Jorge Hage também comentou a revolução provocada na administração pública pelo início da vigência da Lei de Acesso à Informação, considerada por ele “a mais moderna do mundo”.

O ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage Sobrinho, fez um apelo aos deputados e senadores presentes ao lançamento da Frente Parlamentar Mista pelo Fortalecimento da Gestão Pública, na terça (19), no Senado, para que aprovem, com urgência, as matérias legislativas que fortalecem o combate à corrupção no país. Em especial o projeto de lei 6826/2010, que penaliza empresas corruptoras com multa baseada no percentual do seu faturamento e reparação aos cofres públicos.

Em rápida entrevista à Carta Maior, após o evento, o ministro disse que a legislação atual impede que o governo tome medidas contundentes para punir empresas que usam indevidamente o dinheiro público, como foi o caso da Delta Construtora, acusada de fazer parte do esquema Cachoeira. A CGU auditou, por amostragem, 17 dos contratos rodoviários firmados pela construtora entre 2009 e 2010, envolvendo mais de R$ 220 milhões. Em todos eles foram detectadas irregularidades. No contrato mais caro, de R$ 39,6 milhões, para a recuperação de rodovias federais no Mato Grosso, foi comprovado sobrepreço de R$ 9 milhões, ou seja, de 22,7% do total.

O ministro comentou também a revolução provocada na administração pública pela Lei de Acesso à Informação, considerada por ele “a mais moderna do mundo”. A Lei, que determina o fim do sigilo eterno de documentos oficiais , está em vigência há pouco mais de um mês, com o objetivo de garantir aos cidadãos brasileiros acesso aos dados oficiais do Executivo, Legislativo e Judiciário. O decreto que regulamenta a lei foi assinado pela presidenta Dilma Rousseff, no dia 16 de maio, estipulando o prazo de 20 dias, prorrogáveis por mais 10, para que os poderes atendam aos pedidos de informação da sociedade.

– Por que o senhor considera que a penalização das empresas corruptoras deve ser tema central na agenda política brasileira?

Hoje, a penalidade máxima que podemos aplicar a uma empresa corruptora é essa que aplicamos agora à Delta. Torná-la inidônea. Só. Não há como caçá-la no seu patrimônio, de forma mais pesada, até porque as multas contratuais são absolutamente irrelevantes. Então, essa lei é importante para o combate à corrupção e é importante para que o Brasil cumpra compromisso assumido na Convenção da OCDE [Organização de Comércio e Desenvolvimento Exterior], da qual o país é signatário.

– Os resultados obtidos no primeiro mês de vigência da Lei de Acesso à Informação superaram as expectativas?

Os resultados são altamente positivos. Já foram mais de 10 mil solicitações distribuídas, mais de 70% respondidas, a maioria antes do prazo. Das respondidas, 82% atenderam ao pedido; 10% negaram e, em 7% dos casos, não se tratava da competência do órgão. E isso em um país que nunca teve nenhuma prática nem semelhante nem parecida com isso, que tem uma tradição secular de administração fechada. Ter estes níveis de atendimento já no primeiro mês é algo que realmente superou todas as nossas expectativas.

– Há setores com maior e menor dificuldade? Como as Forças Armadas, por exemplo, lidam com a questão?

Eu não diria que há setores com mais dificuldades. Eu diria que alguns tipos de pedidos naturalmente, envolvem maior dificuldade, porque, devido a nossa falta de tradição, não há precedentes para vários assuntos. Há muitas questões que, digamos, se colocam na zona cinzenta: cabe ou não sigilo? O que cai na área do sigilo bancário, comercial, fiscal ou na área de informação de natureza pessoal, cuja informação possa por em risco a imagem ou a segurança da pessoa, é inequivocadamente sigiloso. Mas há muitas questões que ficam numa zona cinzenta. E isso vai requerer um tempo de experiência e de prática, até se conseguir uma posição equilibrada entre a intenção, que é a de abrir o máximo possível, mas sem ofender esses casos que merecem proteção.

Carta Maior/Najla Passos

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