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Bolsa Família reduziu 25% da taxa de extrema pobreza, aponta Ipea

O Programa Bolsa Família reduziu as taxas de extrema pobreza em um quarto (25%) e de pobreza em 15%. A conta é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que analisou a evolução das condições de vida dos mais pobres entre os anos de 2001 e 2017.

“Em 2017, as transferências do programa retiraram 3,4 milhões de pessoas da pobreza extrema e 3,2 milhões da pobreza”, descreve estudo publicado esta semana e disponível na internet. Os dados sobre a renda dos mais pobres foram obtidos nas Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicilios (Pnad/IBGE), que eram bianuais e a partir de 2016 passaram a ser contínuas.

Somados, os contingentes de pessoas que se beneficiaram com essa mobilidade de classe (6,5 milhões) equivalem à população do Maranhão (Censo de 2010). No total, o Bolsa Família transfere recursos a 14 milhões de famílias ou 45 milhões de pessoas, número semelhante a de toda população da Argentina.

Para Luiz Henrique Paiva, especialista em políticas públicas e um dos autores do estudo, o Bolsa Família “é um instrumento muito bom para reduzir a pobreza. Ele não é só não é mais efetivo porque ainda é modesto”, opina fazendo referência à média de R$ 188 que cada família recebe.

 

Agência Brasil

 

 

Ipea erra e diz que 26% defendem que mulheres merecem ser estupradas

ipeaO Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) comunicou nesta sexta-feira (4) que houve erros na divulgação de resultados da pesquisa “Tolerância social à violência contra as mulheres”.

Foram trocados os gráficos percentuais das perguntas “Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar” e “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”.

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Com a correção, constatou-se que 65,1% concordam total ou parcialmente que mulheres que são agredidas pelos parceiros, mas continuam com eles, “gostam de apanhar”. Por outro lado, 70% dos entrevistados discordam, total ou parcialmente, da afirmação de que mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas. Após a detecção do erro, o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Rafael Guerreiro Osório, pediu exoneração.

“Vimos a público pedir desculpas e corrigir dois erros nos resultados de nossa pesquisa”, retratou-se a entidade, em nota. “Com a inversão de resultados entre as duas questões, relatamos equivocadamente, na semana passada, resultados extremos para a concordância com a segunda frase, que, justamente por seu valor inesperado, recebeu maior destaque nos meios de comunicação e motivou amplas manifestações e debates na sociedade ao longo dos últimos dias”.

A pesquisa tinha revelado anteriormente que 65,1% concordavam que mulheres que usam roupas curtas mereciam ser atacadas. O resultado gerou protestos em rede sociais e reverberou na imprensa. Homens e mulheres se posicionaram contra o suposto machismo revelado nas respostas. A frase “Eu não mereço ser estuprada” foi amplamente reproduzida na última semana.

A jornalista Nana Queiroz, criadora da frase, chegou a ser ameaçada após o início dos protestos. “Amanheci de uma noite conturbada. Acreditei na pesquisa do Ipea e experimentei na pele sua fúria. Homens me escreveram ameaçando me estuprar se me encontrassem na rua, mulheres escreveram desejando que eu fosse estuprada”, relatou Nana, em sua página em uma rede social. A presidenta Dilma Rousseff chegou a manifestar apoio à campanha e à jornalista.

 

 

Por Agência Brasil

Homicídios no Brasil crescem 52,2% nas cidades pequenas em dez anos, diz Ipea

armaA taxa de homicídios nas cidades pequenas (com até 100 mil habitantes) cresceu 52,2% entre os anos 2000 e 2010, no país. Ao mesmo tempo, nas cidades grandes (com mais de 500 mil habitantes), houve uma queda de 26,9%.

Os dados fazem parte de pesquisa divulgada hoje (20) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Nas cidades médias (com população entre 100 mil e 500 mil), a taxa cresceu 7,6%. Segundo o coordenador da pesquisa, Daniel Cerqueira, o crescimento econômico das cidades menores pode ter atraído atividades ilegais e, consequentemente, a violência.

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“A relação entre renda e crime vai em direções contrárias. Por um lado, quando a renda e a atividade econômica aumentam numa região, você teria um incentivo a diminuir o crime, porque o indivíduo tem mais condições de se virar no mercado de trabalho legal. Mas, por outro lado, quando a renda aumenta em determinada localidade, isso aumenta o valor dos mercados ilícitos, como o tráfico de drogas, extração de madeira etc. A gente percebeu claramente que houve uma interiorização do crime no Brasil”, disse.

Apesar disso, os municípios grandes ainda tinham uma taxa de homicídios de 35,3 por 100 mil em 2010, quase duas vezes maior do que nas cidades pequenas (18,6 por 100 mil). Nas cidades médias, a taxa de homicídios era 34%.

 Agência Brasil

PESQUISA IPEA: saiba o nível de aceitação dos paraibanos ao Programa Minha Casa Minha Vida

aguinaldoO ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse na apresentação da pesquisa sobre o Minha Casa Minha Vida (MCMV) realizada pelo ministério e o Ipea, que já há estudos para melhorar a qualidade das unidades habitacionais do programa, incluindo inovações no processo construtivo. A pesquisa mostra que os beneficiários do programa estão satisfeitos. “O programa está seguindo a diretriz correta que é proporcionar a inserção de famílias de baixa renda no cenário em desenvolvimento no país”, disse Ribeiro.

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O resultado preliminar da pesquisa mostra que, numa escala de 0 a 10, os beneficiários atribuíram a nota 8,8 para o item satisfação com a moradia e 8,6 para a melhoria na qualidade de vida. Os beneficiários da Paraíba atribuíram a nota 9,2 para o item satisfação com a moradia do programa. A região do Nordeste é a que apresenta o maior índice de satisfação dos beneficiários do MCMV. O levantamento dos dados foi realizado a partir de uma amostra de 324 empreendimentos, com 7.620 moradias, localizadas em 187 municípios do país.

Segundo o ministro, uma das prioridades da sua equipe no ministério é buscar o aperfeiçoamento das unidades, incluindo novas tecnologias como o aquecimento solar, entre outros que possam trazer mais conforto para as famílias. “Isso tem sido uma tônica do ministério. Gosto de enfatizar a importância da qualidade do projeto para que possamos ser melhores a cada dia”, ressaltou Aguinaldo Ribeiro.

O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE/PR) e presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Marcelo Neri, disse que a pesquisa mostra que a prestação do imóvel do MCMV é menor do que os gastos dos beneficiários do programa com despesas de luz, água, gás e condomínio. Essas contas totalizam em média R$ 105,35 enquanto que as prestações para os beneficiários da Faixa 1 do MCMV (de zero a R$ 1,6 mil) estão em torno de R$ 64,96. “Esses números provam que o programa está acessível à população de baixa renda”, disse.

A pesquisa também mostrou que o programa beneficia famílias que possuem idosos (13,5%) e pessoas com deficiência (12%). Esses dois grupos são prioritários na escolha dos beneficiários do MCMV, incluindo as mulheres chefes de família. Outro dado da pesquisa mostra que os beneficiários avaliam melhor a sua moradia do que ao entorno. “Em geral dizem que o jardim do vizinho é melhor. Neste caso, os beneficiários do programa avaliaram melhor a sua própria moradia do que a dos outros no seu entorno”.

Na ocasião, o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro fez uma exposição o impacto socioeconômico do programa. Segundo ele, o programa já contratou três milhões de unidades habitacionais com estimativa de contratar mais 750 mil até 2014. Já foram entregues 1,4 milhões. O MCMV já investiu R$ 193 bilhões e a expectativa é chegar a R$ 234 bilhões até 2014. “Os números são muito expressivos e mostram a grande envergadura deste programa”, disse.

Aguinaldo disse ainda que os números comprovam que o MCMV, além de promover a igualdade social o programa gera emprego e renda com resultados positivos para a economia do país. Os números apontam que a cada R$ 1 milhão investido, o programa gera e mantém 32 postos de trabalho. Neste ano, cerca de 1,3 milhão de empregos foram mantidos, o que representa 2,6 % da força de trabalho formal da economia brasileira.

O PIB gerado pelas atividades sustentadas pelo programa atingiu R$ 12,2 bilhões apenas no primeiro semestre de 2013, o que representa 0,6%. “Esse número é bastante revelador e nos ajuda a ter uma dimensão real da magnitude do programa. Se o Minha Casa, Minha Vida não existisse, a nossa economia seria 0,6 pontos percentual menor”, confirmou.

Ao realizar um recorte das construções habitacionais destinadas às famílias de baixa renda, 48% do total produzido para este público é do programa MCMV. “Isso mostra, a cada dia, que essa camada da população pode ter direito a uma moradia digna e passa a integrar nesse novo cenário econômico brasileiro”, concluiu o ministro das Cidades.

da redação como assessoria
WSCOM Online

Ipea diz que Estatuto do Desarmamento reduziu a taxa de homicídios em 12,6%

HomicídiosDez anos depois de virar lei, o Estatuto do Desarmamento provocou queda de 12,6% na taxa de homicídios do país, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os resultados do estatuto foram debatidos nessa quinta-feira (5) na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara. A redução de mortes violentas, no entanto, foi questionada pelo presidente do Movimento Viva Brasil, Bené Barbosa.

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De acordo com o diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia do Ipea, Daniel Cerqueira, há uma “relação de causalidade” entre a redução do número de armas com a queda dos homicídios. “Onde se tem uma maior difusão de armas de fogo aumenta a taxa de homicídios em 1% ou 2%”, disse.

Pelo estudo do Ipea, frisou Cerqueira, não há como relacionar, contudo, a redução dos crimes contra o patrimônio com o aumento do número de armas de fogo pelos cidadãos. “Ou seja, é uma lenda aquela história de que o pai de família armado vai dissuadir o criminoso de perpetrar os seus crimes. Isso, do ponto de vista empírico, não acontece no Brasil”.

O presidente do Movimento Viva Brasil, Bené Barbosa, disse que a política de desarmamento é mais “ideológica do que técnica”. Ele questionou o estudo do Ipea e afirmou não ser possível estabelecer uma relação entre o número de armas de fogo e os índices de homicídios. “Arma não comete crime. Quem comete crime é o ser humano”, disse.

“A história de que a arma roubada do cidadão vai parar na mão do criminoso é uma prova disso. Se tenho um celular roubado, e ele vai para dentro de uma penitenciária, e ele é usado para um sequestro, a culpa é minha? Precisamos definir quem é vítima de verdade”, argumentou Barbosa.

 

Ivan Richard, da Agência Brasil

Desigualdade nunca foi tão baixa no país, diz presidente do Ipea

Embora a desigualdade ainda seja alta no Brasil, ela está hoje em seu menor nível da história estatisticamente documentada, que tem início nos anos 1960, segundo Marcelo Neri, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Ao analisar, nesta terça-feira (25), os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados na última sexta, Neri disse que esse fenômeno ocorreu entre a pesquisa de 2009 e a atual.

“A queda da desigualdade aconteceu durante dez anos consecutivos, sem interrupção, o que é algo inédito”, disse. “De junho de 2011 a junho de 2012, a desigualdade está caindo tanto quanto estava caindo antes, ou seja, não está desacelerando. Nos últimos 12 meses terminados em junho de 2012 a desigualdade caiu 3,2%, que é uma média muito forte.”

A diminuição da desigualdade é medida pelo coeficiente de Gini, que passou de 0,594 em 2001 para 0,527 em 2011. No índice, quanto mais perto de zero menor a desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres do país. “O Brasil está no ponto mais baixo da desigualdade, embora ela ainda seja muito alta”, ressaltou o presidente do Ipea.

Segundo Marcelo Neri, em todos os outros países integrantes do Brics, a desigualdade está subindo, inclusive naqueles que já a tinham de forma acentuada, como a África do Sul.

Pobreza
O presidente do Ipea lembrou que a meta do milênio é diminuir a pobreza à metade em 25 anos. “O Brasil fez mais que isso, reduziu mais de 50% em dez anos”, falou.

De acordo com os dados, de 2003 a 2011, 23,4 milhões de pessoas saíram da pobreza – sendo que 3,7 milhões só entre 2009 e 2011. Para ele, “a educação é a força-motriz deste processo”.

O crescimento dos salários é o principal indicador para a melhoria, aponta o estudo intitulado “A Década Inclusiva”. É o que responde por 58% da diminuição da desigualdade. Em segundo lugar vem os rendimentos previdenciários, com 19% de contribuição, seguido pelo Bolsa Família, com 13%. Os 10% restantes são benefícios de prestação continuada e outras rendas.

Neri ressaltou que, dentre todos os vetores para a diminuição da desigualdade, o Bolsa Família é o mais eficaz, do ponto de vista fiscal. “Se todos os recursos pudessem ser canalizados à mesma taxa para o Bolsa Família, ao invés da previdência, a desigualdade teria caído mais 362,7%”, exemplificou Neri no estudo.

A disparidade de renda entre brancos e negros também se alterou. Segundo os dados apurados pelo Ipea, a parcela da população que se declara como negra teve crescimento da renda de 66,3% nos dez anos. Maior variação foi apurada entre os pardos (85,5%). Entre os brancos, o crescimento foi de 47,6%.

O recorte por regiões mostra que no Nordeste a renda subiu 72,8%, enquanto no Sudeste cresceu 45,8%, sempre no mesmo período de comparação.

G1

Ipea pede que governo use PAC para melhorar proteção do trabalhador

Grandes obras do PAC devem trazer melhorias também nas condições de trabalho, indica novo estudo do Ipea (©Lalo de Almeida/Folhapress/Arquivo)

São Paulo – Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) pede que o governo federal utilize o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para melhorar a proteção dos trabalhadores. A sugestão foi incluída no capítulo sobre trabalho e renda do relatório “Políticas sociais: acompanhamento e análise”, divulgado hoje (8) em Brasília.

Os pesquisadores indicam que a construção civil aparenta “um grave problema estrutural que se manifesta na perpetuação de práticas autoritárias, desrespeitosas e ilegais”, o que coloca ao Estado brasileiro a necessidade de pensar em um modelo de desenvolvimento que garanta a mudança da realidade. Para o Ipea, é inaceitável que grandes quantias de recursos públicos “estejam ancorados na exploração, no sofrimento e, até mesmo, na morte de trabalhadores”.

O texto lembra os casos das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Porto Velho, que em mais de uma ocasião tiveram registros de conflitos provocados por más condições de trabalho. No geral, as obras do PAC estão atreladas às maiores empreiteiras do país, o que, para os autores do relatório, leva o governo federal a pensar em como planeja e financia os grandes projetos.

“O amplo ciclo de inversões econômicas alavancadas pelo investimento público pode ser compreendido, na verdade, como uma excelente oportunidade de mudar o padrão de relações de trabalho vigente na construção civil, uma vez que permite que o Estado lance mão de uma série de instrumentos para garantir melhores condições de trabalho e de remuneração aos trabalhadores”, registra o relatório, que elogia a convocação do foro de debate entre poder público, empresários da construção civil e representantes dos trabalhadores, atitude tomada pela Secretaria Geral da Presidência da República.

“Assim como esta medida parece crucial para o estabelecimento de pactos nacionais em torno das condições de trabalho e remuneração dos trabalhadores deste setor de atividade econômica, vários outros instrumentos podem ser pensados para fazer frente ao precário padrão de relações de trabalho vigente”, assinala o Ipea. As possibilidades seriam a instalação de comissões de negociação permanente nos canteiros de obra e a exigência de que as empresas ofereçam contrapartidas sociais.

“Enfim, parece claro que, da mesma forma que os grandes investimentos realizados pelo governo federal expõem contradições do modelo de desenvolvimento do país, eles podem ser aproveitados, também, como oportunidades do país dar saltos qualitativos em direção a um modelo de desenvolvimento socialmente inclusivo. Para tanto, serão necessários avanços nas políticas, nas formas como elas são coordenadas e na regulação das atividades econômicas”, diz o estudo.

Outras medidas

No plano do trabalho em geral, o estudo constata que a superação da crise econômica de 2008-09 significou a recuperação da capacidade de criação de postos de emprego. Ao longo das duas primeiras décadas deste século, além disso, o país reverteu a trajetória de informalidade que se apresentava desde 1980, intensificada ao longo dos anos 1990. A leitura é de que isto foi possível graças à confluência de uma série de fatores: expansão do crédito, transferência de renda, investimentos públicos produtivos e recuperação do valor de compra do salário mínimo.

Resta, por outro lado, a necessidade de promover um debate sobre qual o modelo de desenvolvimento almejado pelo governo federal. Neste sentido, os pesquisadores apresentam o exemplo da Secretaria de Economia Solidária, criada no começo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva dentro da estrutura do Ministério do Trabalho e Emprego. O texto considera que se tratou de um passo importante, mas ainda cercado por contradições.

“Resta verificar como e até que ponto o avanço alcançado em termos de institucionalização da economia solidária nas diferentes áreas do Estado resistirá ao avanço da estratégia que orientou a política mais geral dos dois governos Lula (de aceleração do capitalismo no Brasil com base no trabalho assalariado) e que se mantém no governo atual”, assinala o Ipea, que acrescenta que é preciso estabelecer uma nova regulação sobre os grandes investimentos. “Tal compromisso certamente exigirá não apenas a expansão, mas o redesenho das atuais políticas existentes, tanto na regulação dos investimentos (incluindo a garantia dos direitos trabalhistas das pessoas empregadas em torno dos mesmos), quanto na oferta de serviços públicos (intermediação, assistência técnica, educação profissional).”

redebrasilatual