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Flamengo lança novo manto inspirado na década de 80 e com Diego de modelo

Flamengo está de roupa nova. Com a campanha #EUSOU, iniciada na segunda-feira, rubro-negros manifestavam seu amor pelo clube com uma frase, e a nova camisa era revelada de acordo com a participação dos fãs. Nesta terça-feira, a peça, inspirada na vitoriosa década de 80, foi lançada. Diego e Willian foram os modelos da peça, que, com listras largas, recorda o tempo que Zico e companhia conquistaram todos os títulos possíveis do futebol.

– A década de oitenta é muito especial para o Flamengo. Época de craques como Zico, Junior, Tita e Adílio, entre tantos outros. As listras mais largas relembram grandes títulos e alegrias daquela época. Sem dúvida, essa é uma das camisas mais lindas da história do Flamengo – afirma Luiz Gaspar, responsável pelo futebol da Adidas Brasil.

Willian Arão posa com o novo uniforme em frente ao campo 5, onde o Flamengo treina no Ninho (Foto: Divulgação)

Willian Arão posa com o novo uniforme em frente ao campo 5, onde o Flamengo treina no Ninho (Foto: Divulgação)

A venda nas lojas adidas, e-commerce e lojas oficiais do clube em todo Brasil se inicia nesta quinta-feira. A partir do dia 3 de maio, nas principais lojas do varejo esportivo do país. A nova camisa vai custar R$249,99 (adulto) e R$229,99 (versões feminina e infantil).

No dia 3 de maio, aliás, o Flamengo entrará em campo pela primeira vez com o “novo manto”. Na data, encara a Universidad Católica, pela quinta rodada do Grupo 4 da Libertadores, no Maracanã.

Diego também exibiu a parte traseira da nova camisa do Flamengo (Foto: Divulgação)

Diego também exibiu a parte traseira da nova camisa do Flamengo (Foto: Divulgação)

Daniel Orlean, vice-presidente de marketing do Flamengo, também destacou o laço entre a novidade e o time mais vitorioso da história rubro-negra.

– O manto sagrado é uma das formas mais visíveis de manifestarmos o orgulho de ser rubro-negro. E o novo manto é inspirado em uma época histórica, das mais vencedoras do clube. Vamos colorir o Brasil de rubro-negro, empurrar o time e mostrar mais uma vez que a torcida do Flamengo faz a diferença.

Uma novidade no design é a Gola Henley, uma mistura da clássica com a polo.

Essa é a nova camisa do Flamengo (Foto: Divulgação)

Essa é a nova camisa do Flamengo (Foto: Divulgação)

GE

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Com Diego Souza inspirado, Fluminense goleia Tigres do Brasil

fluO futebol não foi de encher os olhos, mas o Fluminense derrotou com tranquilidade neste domingo (14) o Tigres do Brasil por 4 a 0, em duelo válido pela quarta rodada do Campeonato Carioca. Cícero, Diego Souza, Osvaldo e Henrique marcaram pelo clube tricolor na goleada no Raulino de Oliveira.

A vitória mantém o Fluminense na quarta colocação do Grupo A, com sete pontos, dois a menos que o Bangu, terceiro, e cinco atrás do Vasco, que lidera a chave. O Tigres é o sétimo colocado no Grupo B, empatado com zero pontos com o lanterna Bonsucesso, que leva a pior no saldo de gols.

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O Fluminense terá pela frente na quinta rodada do Carioca o rival Flamengo, em partida agendada para o próximo domingo (21), às 19h30, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O Tigres recebe o Vasco no sábado, também às 19h30, no Los Larios.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE X TIGRES DO BRASIL

Data e hora: 14 de fevereiro de 2016, às 19h30 (de Brasília)
Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda
Árbitro: Mauricio Machado Coelho Junior
Auxiliares: Carlos Henrique Alves de Lima Filho e Andréa Izaura Marcelino de Sá
Cartões amarelos: Marlon (Fluminense), Rodrigo Sam, Gabriel, Fabiano Oliveira (Tigres do Brasil)
Gols: Cícero, aos 6min do primeiro tempo, Diego Souza, aos 10min, Osvaldo, aos 23min, Henrique, aos 37min do segundo tempo (Fluminense)

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Henrique, Marlon Santos e Giovanni; Pierre (Douglas), Cícero, Gustavo Scarpa (Osvaldo), Diego Souza e Marcos Junior (Danielzinho); Fred
Técnico: Eduardo Baptista

TIGRES DO BRASIL: Renan, Alex Santos, Rodrigo Sam, Sérgio Raphael, Lucas Fernandes (Lucão); Gabriel (Lucas Willian), Léo Bartholo, Giovanni, Kelvy, Diogo Sodré (Fabiano) e Fabiano Oliveira
Técnico: Marcelo Cabo

 

 

Uol

No grito e com croata inspirado, Fla bate Atlético-MG e vence a terceira seguida

leoNo grito da arquibancada e com croata, o Flamengo sobe a ladeira do Brasileiro. Com participação decisiva de Eduardo da Silva, autor de um gol e quem sofreu um pênalti, e com mais de 40 mil rubro-negros na arquibancada, o time venceu a terceira seguida na competição, 2 a 1 sobre o Atlético-MG, de virada. O resultado levou o Flamengo à 13ª posição na tabela, com 19 pontos, enquanto o Galo caiu para oitavo, com 23 pontos.

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Vanderlei Luxemburgo tinha dois desfalques: Alecsandro, suspenso, e Paulinho, lesionado. Sem seus dois atacantes, o técnico supreendeu e recheou o meio de campo com cinco jogadores. A novidade foi Luiz Antonio entre os titulares. Já Levir Culpi estava sem Pierre, Leandro Donizete e Marcos Rocha.

Na próxima rodada, o Flamengo vai até Criciúma, no domingo, enfrentar o time da casa. Já o Atético-MG, no sábado, recebe o Internacional no Independência.

O jogo

A surpresa de Luxemburgo, encorpando o meio de campo com mais jogadores, provou-se pouco eficaz. Se o Flamengo povoava a área, dava mais espaços atrás para as rápidas saídas de Maicosuel e Diego Tardelli pelo ataque do Atlético-MG. Ambos buscavam as pontas para tentar lançar Jô, centralizado no ataque.

Em dois erros, o Atlético-MG ensaiou um ataque, mas não conseguiu. A desatenção rubro-negra, no entanto, custaria caro aos nove minutos. Em cobrança de lateral ainda no campo de defesa, João Paulo não marcou ninguém e a bola sobrou para Maicosuel. Rápido, ele avançou pela direita, fintou Cáceres e Wallace e bateu cruzado diante de um Paulo Victor que nada pôde fazer. Atlético na frente. 1 a 0.

O gol precoce desconcertou o Flamengo. Sem armação, o time se embolava no meio de campo, fosse com erro de passe ou desarmes adversários. E, na defesa, tinha um temor: João Paulo era uma avenida para Alex Silva avançar. Everton tentou ajudar e, com isso, deixou o ataque mais longe. Aos 21 minutos, o Flamengo chegou mais no grito da torcida e Luiz Antonio, de longe, fez seu último ato no jogo: um chute de longe que resultou em dificuldades para Victor.

Dois minutos depois, Luxemburgo desistiu do esquema. Com Arthur isolado no ataque, ele colocou Nixon na vaga de Luiz Antonio para prender mais a bola na frente. O Flamengo até chegou mais na frente e, aos 36 minutos, João Paulo lançou Everton na área pelo lado esquerdo. O camisa 22 avançou e chutou cruzado, mas Victor fez boa defesa e, no rebote, a zaga conseguiu afastar. E o primeiro tempo chegara ao fim.

Na volta para a etapa final, o Flamengo continuava a sua caça Às investidas de Maicosuel pelo lado direito do ataque. Jô, inoperante, recebeu bola em boas condições aos cinco minutos, mas a dominou de forma bisonha. O jogo se caracterizava mais pelos erros, o que tornava o jogo truncado. Mas da arquibancada veio o maior reforço rubro-negro.

Em um Maracanã cheio, a voz que emana da arquibancada acordou. E o Flamengo, mais no embalo do que na tática, foi junto. Aos 14 minutos, Marcelo chutou forte de fora da área, na pressão, mas Victor defendeu. Luxemburgo, então, viu que era hora de mudar. De uma vez só, sacou Márcio Araújo e Arthur para as entradas de Lucas Mugni e Eduardo da Silva. Deu certo de forma quase instantânea.

Como o Atlético-MG já estava mais recuado diante do grito da torcida, Pedro Botelho pareceu confuso. Sem raciocinar ele deu carrinho impiedoso em Eduardo da Silva na ponta direita da área, aos 18 minutos. Pênalti bem assinaldo que Léo Moura cobrou mal, no canto esquerdo, mas deu sorte. Victor tocou na bola, mas ela passou por baixo de seu corpo e fez explodir o Maracanã. 1 a 1.

O gol de empate fez a partida ficar mais aberta. Ambos os times se lançaram ao ataque com o som da torcida, vibrante, ao fundo. Mugni, de longe, arriscou, mas Victor defendeu. Aos 25 minutos, a força rubro-negra da arquibancada se traduziu, de novo, em campo. João Paulo recebeu bola na esquerda e cruzou para a área. Eduardo da Silva, com bela impulsão, conseguiu o cabeceio no lado esquerdo de Victor, que, de novo, tocou na bola, mas a viu morrer no fundo da rede. Virada rubro-negra. 2 a 1.

O Atlético-MG, entregue, perdia até divididas depois da virada que sofrera. Apenas André, de cabeça, obrigou Paulo Victor a fazer boa defesa. Mas não tinha jeito. O Flamengo virou, com sua torcida e seu croata, e segue subindo no Brasileiro.

ESPN Brasil

Arigatô, Neymar! Inspirado, craque lidera vitória do Brasil sobre o Japão

Mano Menezes não quer sobrecarregar Neymar com o rótulo de principal jogador da seleção brasileira, mas o atacante é realmente “o cara”. Não há como negar. Nesta terça-feira, ele mostrou mais uma vez por que com apenas 20 anos é considerado craque. À vontade, o garoto liderou o Brasil na vitória por 4 a 0 sobre o Japão, no estádio Miejski, na Breslávia, na Polônia. Ele fez dois gols, e Paulinho e Kaká marcaram os outros do amistoso.

Os gols, claro, coroaram a atuação de Neymar em grande estilo. Mas na partida desta terça ele mostrou enorme importância tática. O atacante não se limitou a dribles e contra-ataques, mas também apareceu para criar jogadas, deu passes desconcertantes e abriu o jogo nos momentos mais complicados. Contou, é verdade, com a ótima ajuda de Kaká, outro que fez uma grande partida diante dos japoneses.

Mais solta contra adversários que propõe um jogo mais ofensivo, como foi o caso do Japão, a Seleção completou seis jogos seguidos com vitória. A última derrota foi na final das Olimpíadas, para o México, em Wembley. De lá para cá, o time de Mano Menezes ganhou de Suécia, África do Sul, China, Argentina, Iraque e Japão. Nesse período, sofreu duras críticas no Brasil, mas encantou os europeus nos últimos dias.

Neymar kaká brasil gol japão - Agência AP (Foto: Agência AP)Neymar e Kaká comemoram o segundo gol da seleção brasileira (Foto: Agência AP)

O próximo desafio da seleção brasileira será contra a Colômbia, no dia 14 de novembro, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Depois disso, no dia 21, com um time formado apenas por jogadores que atuam no Brasil, a Seleção faz a decisão do Superclássico das Américas com a Argentina, em La Bombonera, em Buenos Aires.

Paulinho e Neymar colocam o Brasil em vantagem

paulinho brasil x japão (Foto: AFP)Paulinho vibra com o seu segundo gol com a
camisa da seleção brasileira (Foto: AFP)

O Japão começou em cima da Seleção, trocando passes na intermediária em busca de um espaço para chegar ao gol de Diego Alves. A equipe de Mano Menezes buscava roubar a bola para tentar chegar ao ataque nos contra-ataques. E foi justamente em lance rápido que o time canarinho perdeu uma ótima chance. Neymar recebeu na entrada da área e tocou para Ramires, que em vez de chutar tentou o passe e jogou pela linha de fundo.

Na sequência, aos oito minutos, Endo recebeu na entrada da área e finalizou para grande defesa de Diego Alves. E a partida seguiu com o mesmo panorama até os 12 minutos. Paulinho recebeu de Oscar na entrada da área e chutou de três dedos para deslocar o goleiro e marcar um golaço, o seu segundo com a amarelinha. A partir daí, os japoneses até tentavam tocar bola, mas o Brasil já era melhor e assustava mais o arqueiro Kawashima.

E Paulinho estava inspirado, aparecendo no ataque como elemento surpresa e confundindo os defensores japoneses. Aos 16, recebeu ótimo passe de Neymar, invadiu a área, driblou o goleiro e chutou para fora. O lance deu mostras de como seria a etapa inicial. Com o Brasil buscando o ataque, com trocas rápidas de passes e investidas individuais de Neymar, Kaká e Oscar.

Aos 25, Kaká tabelou com Adriano e recebeu dentro da área. O apoiador tentou tirar de um defensor japonês, mas a bola resvalou no ombro do atleta, que já estava caído no gramado. O árbitro assinalou a penalidade duvidosa. Na cobrança, Neymar fez mais um: 2 a 0. Seis minutos depois, o Japão respondeu com Hasebe. O volante finalizou da intermediária e Diego Alves voltou a fazer grande defesa, evitando o gol dos japoneses.

Na etapa inicial, o Brasil ainda teve uma ótima oportunidade de ampliar. Aos 34, Neymar rolou para Kaká na entrada área. O apoiador chutou colocado e a bola bateu caprichosamente na trave. Quase o terceiro gol da seleção brasileira.

Neymar faz mais um, e Kaká deixa a sua marca

kaka brasil x japão (Foto: EFE)Kaká também foi um dos destaques da vitória da seleção brasileira (Foto: EFE)

Logo no início do segundo tempo, Neymar marcou mais um. Aos dois minutos, o atacante foi lançado por Oscar na área, matou no peito e bateu desequilibrado. A bola desviou no zagueiro e enganou o goleiro Kawashima: 3 a 0.

paulinho brasil x japão (Foto: AFP)Jogadores comemoram o gol marcado por
Paulinho nesta terça-feira (Foto: AFP)

O Brasil passou a tocar a bola, administrar o jogo e a atuar nos contra-ataques. O quarto gol quase saiu em cobrança de falta de Hulk. O atacante soltou a bomba, a bola desviou no meio do caminho e triscou na trave. O goleiro já estava batido.

Aos 21, o Brasil chegou a marcar o quarto gol, mas o bandeirinha invalidou o lance, alegando que a bola teria saído pela linha de fundo em cruzamento de Neymar. Ramires até tocou para o fundo da rede, mas o lance foi anulado.

Faltava o gol de Kaká. Aos 29, o meia recebeu na entrada da área, passou por um adversário e tocou na saída do goleiro, que ainda encostou na bola, para marcar o quarto gol do Brasil.  Seis minutos depois, ele foi substituído por Lucas e saiu ovacionado do gramado. Neymar deixou a partida logo em seguida e recebeu o mesmo carinho da torcida em Breslávia. No fim, festa brasileira em solo polonês.

BRASIL 4 X 0 JAPÃO
Diego Alves, Adriano, Thiago Silva, David Luiz e Leandro Castán; Paulinho, Ramires (Sandro), Kaká (Lucas) e Oscar (Thiago Neves); Neymar (Leandro Damião) e Hulk (Giuliano). Kawashima; Uchida (Sakai), Konno, Yoshida e Nagatomo; Nakamura (Inui), Endo, Hasebe (Hosogai) e Kiyotake; Kagawa e Honda.
Técnico: Mano Menezes Técnico: Alberto Zaccheroni
Gols: Paulinho, aos 12 do primeiro tempo, Neymar, aos 25 minutos do primeiro tempo; Neymar, aos dois minutos do segundo tempo, Kaká, aos 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Ramires e David Luiz (Brasil)
Árbitro: Marcin Borski (Polônia)
Auxiliares: Rafal Rostkowski (Polônia) e Krzysztof Myrmus (Polônia)
Local: Miejski, na Breslávia (Polônia)

 

 

Globoesporte.com

Em noite de R49 pouco inspirado, Fla é empurrado pela torcida e bate Galo

Todas as atenções estavam voltadas para Ronaldinho Gaúcho, nesta quarta-feira. Cada vez que ele tocava na bola, 30 mil apitos ecoavam pelo Engenhão, mas em noite pouco produtiva, ele não conseguiu ajudar muito o Atlético-MG, e quem levou a melhor foi o Flamengo, que empurrado por sua torcida, atuou com muita garra, fez belos gols e venceu por 2 a 1. Vagner Love e Liedson, um em cada tempo, marcaram para o Rubro-Negro, e Jô descontou para o Galo.

O resultado colocou o time carioca de novo no meio da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, em décimo lugar, com 34 pontos, e deixou o vice-líder Galo com 52, a quatro do Fluminense. A renda somou R$ 532.060, para um público pagante de 34.116 pessoas (39.060 no total).

Pela 27ª rodada, o Flamengo fará o clássico contra o Fluminense, domingo, às 16h (de Brasília), no Engenhão.

– A gente estava perto da zona de rebaixamento, já deu uma respirada. Agora é ter tranquilidade, temos uma batalha domingo, um clássico, a gente vai fazer de tudo para vencer também – disse Vagner Love.

O Atlético-MG irá a São Paulo para jogar contra a Portuguesa, um dia antes, no Canindé, às 18h30m.

– Pagamos pelo primeiro tempo, foi muito ruim. No segundo tempo, voltamos melhor, conseguimos o gol, mas tomamos o segundo. Com um homem a menos, dificultou – disse o volante atleticano Pierre, referindo-se ao cartão vermelho levado pelo zagueiro Réver.

Era uma partida adiada da 14ª rodada do Brasileirão, mas parecia final de campeonato. Estádio lotado e dois times nervosos, dando chutões para todos os lados no início, com muitas faltas e confusões até o fim. E foi numa sobra da defesa adversária que o time da casa quase fez sua torcida delirar, em chute de Cleber Santana que resvalou na trave esquerda de Victor e saiu pela linha de fundo, aos sete minutos.

Com uma marcação adiantada para dificultar a saída em toques do Galo, o Flamengo tomava conta do jogo, mas falhava muito no último passe. Com Ronaldinho atuando mais no ataque pelo lado esquerdo, o Atlético-MG encontrava poucas soluções para ameaçar o gol defendido por Felipe. Mesmo depois que o camisa 49 recuou um pouco para armar, o time mineiro pouco conseguia sair de seu campo.

Wellington Silva e Ronaldinho, Flamengo x Atlético-MG (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Ronaldinho tenta dominar a bola marcado por Wellington Silva (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

E de tanto martelar, o Rubro-Negro chegou ao gol. Na verdade, um golaço. Cleber Santana cobrou escanteio (marcado equivocadamente, pois houve falta de Leandro Donizete em Wellington Silva, que foi o último a tocar na bola antes de ela sair), González cabeceou, Marcos Rocha salvou também de cabeça quase em cima da linha, Cáceres dividiu no alto e a bola sobrou para Vagner Love dar linda virada, acabar com jejum de cinco partidas sem marcar e fazer o seu 11º gol no Brasileirão, igualando-se a Luis Fabiano (São Paulo) e Bruno Mineiro (Portuguesa), com um a menos que Fred (Fluminense).

A vantagem fez o time da casa recuar um pouco e tentar os contra-ataques. O Atlético-MG ganhou espaço, e Ronaldinho passou a procurar mais o jogo. Porém, foi o Flamengo que quase fez o segundo, com Love recebendo de Cleber Santana no lado esquerdo, invadindo a área e dividindo com Victor, que ainda teve de se atirar novamente aos pés de Ramon para ficar com a bola, aos 32. O Galo insistiu no ataque, e R49 teve duas boas faltas para cobrar, uma de frente para o gol, mas jogou na barreira, aos 41. No entanto, dois minutos depois, lançou bem na área, e Richarlyson concluiu para fora, à esquerda de Felipe. Jô ainda teve outra oportunidade em meia-bicicleta meio desengonçada, mas o primeiro tempo acabou com o placar de 1 a 0 para o Fla.

Galo volta com tudo, empata, mas Liedson desempata logo depois

O Atlético-MG voltou a toda velocidade para o segundo tempo e teve ótima chance com menos de um minuto.  Após Carlos César, que substituíra ainda no primeiro tempo Leandro Donizete, acertar um chutaço em que a bola bateu no rosto de Ramon, Ronaldinho deu para Escudero, que dentro da área pelo lado esquerdo tentou deslocar Felipe, mas chutou por cima. A blitz atleticana teve resultado aos quaro. Ronaldinho lançou de cabeça na esquerda para Marcos Rocha, que cruzou na área; houve um bate-rebate, e a bola sobrou para Jô chutar de virada e mandar a bola no canto esquerdo do goleiro rubro-negro: 1 a 1. Logo após, Ramon, completamente zonzo, deixou o campo para a entrada de Magal, no Fla.

Vagner Love e Liedson gol Flamengo x Atlético-MG (Foto: Marcelo Theobald / O Globo)Love, autor do primeiro gol, comemora com Liedson o da vitória do Fla (Foto: Marcelo Theobald / O Globo)

O gol não acomodou o Galo, que continou marcando a saída de bola adversária, e naquele momento era o time da casa que não conseguia ter uma solução para atacar com qualidade. E tome chutão. Foi só colocar a bola no chão e tocar a bola com rapidez que o Fla encontrou o segundo gol: Wellington Silva recebeu na direita de Cáceres, avançou bem e cruzou na medida para Liedson pegar de sem-pulo e sair para comemorar, aos 11. O gol acalmou e melhorou o time carioca, e abalou um pouco a equipe de Belo Horizonte. Mesmo assim o Atlético-MG era muito perigoso nos contra-ataques. Nesses momentos, o camisa 49 atraía todas as atenções rubro-negras.

Aos 25, Cuca tirou Escudero para a entrada de Neto Berola, com o objetivo de dar mais velocidade e fôlego ao seu ataque. Porém, um minuto depois, perdeu um jogador expulso: Réver deu uma braçada no rosto de González na área do Fla e recebeu o cartão vermelho. O jogo já tinha apresentado vários lances ríspidos, discussões e tumultos, dando muito trabalho a Jailson Macedo Freitas. No mesmo lance, o árbitro mostrou amarelo para Jô e González, e aos 31 teve de advertir Richarlysson com o mesmo cartão após um carrinho perigoso em Wellington Silva.

Mesmo com um a menos, o Alvinegro de Minas passou a ser mais perigoso. Aos 37, Ronaldinho recebeu limpa na área e bateu de primeira, a bola parecia que tinha endereço certo, mas Frauches estava na frente e cortou o lance. O jogo estava aberto, e num contragolpe Cleber Santana arriscou de fora da área, a bola tocou na canela direita de Liedson e atingiu a trave direita de Victor. Comandado pelo camisa 88 e com boa colaboração de Léo Moura, o time rubro-negro passou a segurar a bola em seu setor ofensivo para garantir os importantíssimos três pontos. Mas o Galo era valente e não desistia. Aos 44, Carlos César chutou de fora da área, rasante, e deu trabalho a Felipe, que conseguiu segurar a bola e a vitória rubro-negra, para delírio de sua torcida.

Globoesporte.com

Com Obina inspirado, Palmeiras atropela o Náutico em Barueri

A ressaca após o título da Copa do Brasil acabou pelos lados do Palmeiras. Neste domingo, na Arena Barueri, a equipe conquistou, diante do Náutico, o primeiro resultado positivo desde a conquista do título: 3 a 0. Para pouco mais de sete mil pessoas e com gols de Obina, Mazinho e Márcio Araújo, o Verdão chegou à segunda vitória no Campeonato Brasileiro e deu adeus à zona de rebaixamento, agora com dez pontos. Já o Náutico tem 13, mas segue sem se firmar – o Timbu alterna vitórias e derrotas há cinco rodadas.

O Verdão não conquistava um triunfo desde o primeiro jogo da final da Copa do Brasil: 2 a 0 contra o Coritiba. De lá para cá, a equipe havia conseguido três empates em 1 a 1 (dois contra o Coxa, um pelo Brasileiro e um pela Copa do Brasil, e um no clássico contra o São Paulo) e uma derrota, diante da Ponte Preta.

O técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari, colocou pela primeira vez Obina como titular. O atacante, além de marcar um dos gols, teve participação nos outros dois da equipe. Enquanto isso, o comandante do Náutico, Alexandre Gallo, tentou um esquema com três zagueiros, sem sucesso e que foi alterado na segunda etapa.

– Meu primeiro jogo como titular, fico feliz por marcar. A qualidade que tem o time facilita o meu trabalho. Acabei premiado com o gol – disse Obina.

O próximo jogo do Náutico será na quarta-feira, às 20h30m, contra o Coritiba, no estádio dos Aflitos. Já o time do Palmeiras pega o Bahia, na quinta-feira, às 21h, novamente na Arena Barueri.

Obina gol Palmeiras (Foto: Roberto Vazquez / Futura Press)Obina comemora o primeiro gol do Palmeiras na Arena Barueri (Foto: Roberto Vazquez / Futura Press)

Obina dá nova cara ao Palmeiras

Com o Palmeiras precisando vencer para sair das últimas posições, o técnico Luiz Felipe Scolari surpreendeu e promoveu duas alterações no time: Obina pintou pela primeira vez como titular, no lugar de Betinho, e Cicinho assumiu a vaga na lateral direita, barrando Artur.

A entrada do centroavante deu cara nova ao Verdão. O time passou a jogar em função de Obina, com bolas rápidas para que ele fizesse o pivô diante de uma defesa lenta do Náutico, que, mesmo com três zagueiros, teve dificuldade para tentar parar o palmeirense. E foi em um lance assim que saiu o primeiro gol do Palmeiras. Obina recebeu dentro da área aos 18 minutos, girou bem e marcou pela primeira vez em seu retorno ao clube.

– Meu primeiro jogo como titular, fico feliz por marcar. A qualidade que tem o time facilita o meu trabalho. Acabei premiado com o gol – disse o atacante.

O Náutico tinha Kieza mais enfiado, com Rhayner, Araújo e Flaydson chegando de trás para ajudar. Os visitantes, porém, não criaram nenhuma oportunidade com a bola no chão. As maiores chances foram em cruzamentos. Depois do gol de Obina, porém, o Náutico se abriu na defesa. E foi dessa forma que o Verdão conseguiu ampliar o placar.

Aos 29, Obina se mandou pela direita, chegou no fundo e cruzou forte para Mazinho marcar o segundo do Verdão. Depois disso, o Verdão ainda teve uma chance com Valdivia.

Valdivia Palmeiras x Náutico (Foto: Roberto Vazquez / Futura Press)Palmeirense Valdivia observa cabeçada de Elicarlos, do Náutico (Foto: Roberto Vazquez / Futura Press)

Verdão administra a vantagem no segundo tempo

Precisando mudar o jogo, Alexandre Gallo voltou para o segundo tempo com duas mudanças no Náutico. O treinador tirou Gustavo, que não vinha bem na linha de três zagueiros, e colocou o volante Ramirez. Além disso, ele sacou o lateral Lúcio e optou por João Paulo. A alteração povoou mais o meio do Timbu, mas não teve tempo de surtir efeito. Logo aos 5 minutos, Márcio Araújo roubou a bola no meio de campo e deixou para Obina. O atacante acertou a trave, e a bola voltou para o próprio Márcio ampliar o placar.

Com o resultado de 3 a 0, o Palmeiras tirou o pé. Obina, cansado, deu lugar a Betinho. O autor do primeiro gol saiu ovacionado pela torcida. Mas, a partir daí, o Náutico cresceu na partida e tentou diminuir a diferença. Volantes e meias do time do Recife apertaram a saída de bola do Verdão. Mesmo assim, não tiveram nenhuma chance clara de fazer o gol.

Na frente, o Palmeiras tentou cadenciar o jogo. Quando a bola chegou em Valdivia, o chileno deu preferência para acalmar a partida e assegurar o resultado. Ele passou a jogar praticamente como um atacante pela esquerda. A torcida gritou “olé”, para desgosto do técnico Felipão, que entende que seus jogadores passam a ficar à mercê da ira dos adversários. Betinho, por exemplo, acabou sofrendo uma entrada dura de um zagueiro do Náutico e precisou ser atendido.

A vitória por 3 a 0 tirou o Palmeiras da zona de rebaixamento, agora com dez pontos. Já o Náutico, com 13, ainda busca estabilidade no Brasileirão – o time alterna vitórias e derrotas há cinco rodadas.

Wellington Palmeiras x Náutico (Foto: Mauro Horita / Ag. Estado)Jovem zagueiro Wellington teve boa atuação pelo Palmeiras (Foto: Mauro Horita / Ag. Estado)
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