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Insatisfeitos com comida servida, detentos fazem rebelião no presídio de Sapé

presidioDetentos da Penitenciária Regional da cidade de Sapé, na Zona da Mata da Paraíba, a 42 km de João Pessoa, fizeram uma rebelião noite desta terça-feira (14).

Segundo o sargento Freire, da Polícia Militar do município, o fato foi motivado pela insatisfação dos presos com a qualidade da comida servida na unidade prisional.

A assessoria da Polícia Militar da Paraíba informou, através de nota, que a situação foi controlada sem nenhum detento morto ou ferido. Segundo o comandante do 7º Batalhão da PM, tenente-coronel Campos, a corporação prestou o apoio necessário com o efetivo ordinário e a tropa de Choque do lado de fora, prontos para uma intervenção, caso fosse necessário.

O GPOE (Grupo Penitenciário de Operação Especial) controlou o princípio de tumulto dentro do presídio. Foram socorridos dois presos por problemas de saúde específicos (um por epilepsia e outro que estava com pressão arterial alta).

portalcorreio

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Pesquisa diz que 93% estão insatisfeitos com SUS e saúde privada

SAUDEPesquisa realizada pelo instituto Data folha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que 93% dos eleitores brasileiros avaliam os serviços público e privado de saúde como péssimos, ruins ou regulares. Entre os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), 87% dos entrevistados declararam insatisfação com os serviços oferecidos.

Na pesquisa, foi pedido aos entrevistados que dessem notas de zero a dez para a saúde no Brasil e para o SUS. O estudo considera ruins ou péssimas as notas de zero a quatro. De cinco a sete, a avaliação é considerada regular.

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O Datafolha ouviu 2.418 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 3 e 10 de junho deste ano. A pesquisa foi realizada em todas as cinco regiões do país.

O levantamento apontou que nos últimos dois anos, 92% da população brasileira buscou atendimento no SUS e 89% da população conseguiu ser atendida pelo sistema público.

De acordo com o levantamento, 57% dos eleitores brasileiros consideram que a saúde deveria ser tema prioritário para o governo federal. Em seguida estão a educação (18%) e o combate à corrupção (8%).

Para o presidente do CFM, Roberto D’ávila, a pesquisa mostra a “insatisfação da população”. D’ávila disse ainda que não se pode tratar a saúde como “bem de consumo”.

“A situação é extremamente grave. Mas toda vez que nós falamos, sempre é levantada a possibilidade de um viés corporativo. A pesquisa mostra a insatisfação da população”, afirmou o presidente do CFM.

“Saúde é um dever do Estado e um direito da população. A saúde não é um bem de consumo. É um bem público”, concluiu.

Tempo de espera no SUS
Outro ponto destacado pelos entrevistados foi o tempo de espera para o atendimento no SUS. Das pessoas ouvidas, 725 (30%) disseram estar esperando a marcação ou realização de algum serviço no Sistema Único de Saúde ou disseram que tê alguém da família nessa situação.

Destes 725, 24% disseram que estão na fila de espera há até um mês; 47% disseram aguardar o atendimento há entre um e seis meses; e 29% dizem que aguardam na fila do SUS há mais de seis meses – algo em torno de 210 pessoas.

Segundo a pesquisa, as maiores taxas de pessoas que aguardam na fila do SUS estão entre as mulheres de 25 a 55 anos, de classes sociais mais baixas, residentes em regiões metropolitanas e no Sudeste do Brasil.

Serviços do SUS
Entre os serviços oferecidos pelo SUS e considerados de difícil acesso, 33% dos entrevistados consideram o acesso às cirurgias “muito difícil”. Em seguida, estão procedimentos específicos como quimioterapia e hemodiálise (23%), o serviço de atendimento em casa – conhecido como “home care” (21%) e internações hospitalares (20%).

Já os serviços considerados de mais fácil acesso são a distribuição de remédios gratuitos pela rede pública – 53% consideram fácil – e o atendimento em postos de saúde (47%).

Para os entrevistados que disseram ter utilizado algum serviço do SUS, 26% consideram a qualidade do atendimento como ruim ou péssimo; 44% avaliam como regular; e 30% considera a qualidade boa ou excelente

G1 

Guerra de batinas no PT: frei ataca padre e diz que postura de colega é ruim; aliados estão insatisfeitos

O deputado estadual Frei Anastacio (PT) criticou nesta quarta-feira (31) a atuação política do deputado federal Luiz Couto (PT) diante do último pleito em João Pessoa, que mesmo sendo filiado ao Partido dos Trabalhadores, optou por apoiar a candidatura do adversário do PSB.

Para Anastácio, o trabalho desenvolvido pelo parlamentar Couto é importante, mas a postura dele diante do pleito na Capital foi muito ruim e causou a insatisfaçao de aliados.

“É muito ruim para ele e pelo que conheço, muitos estão insatisfeitos. Essa posição de silêncio cria um clima ruim dentro da instância partidária. Temos que respeitar. O tempo  vai dizer e ele vai ter que responder pelos atos diante da sociedade paraibana”, disse.

Frei Anastacio deixou a diplomacia de lado e disse sem pestanejar qual o motivo deste silêncio do seu companheiro de legenda.

“É fruto daquilo que ele pensava que iria acontecer. Achou que a candidata do governo estadual iria decolar. Não decolou e isso foi ruim para ele. Agora Couto está sem saida. Apoiar o PT agora é ruim para ele e para todos, ele esta numa situaçao dificil”, explicou.

Vanessa de Melo com informaçoes de Henrique Lima

PB Agora

RC manda recado para ‘insatisfeitos’ e justifica choque de gestão na Paraíba

Olhando para o futuro e buscando resultados práticos para os problemas da Paraíba. Essa foi a tônica da entrevista do governador Ricardo Coutinho (PSB) nesta sexta-feira (13) e procurou justificar as ações duras de sua gestão na eliminação de privilégios e regalias políticas.

Inicialmente Ricardo fez um paralelo entre a sua maneira de ‘fazer’ política e a praticada no passado.

“Essa formula que não se levava em conta os interesses e as necessidades da população, se levava em conta os interesses dos grupos políticos, se apoia o Governo recebe muita promessa e alguma realização mínima, se o indivíduo não apoia a gestão, consequentemente não vai ter absolutamente nada”, desabafou Coutinho.

O governador salientou que é preciso olhar para frente e adotar novas práticas políticas

“Não é a toa que comprei 100 ônibus escolares com recursos próprios e contemplei os municípios que foram prejudicados em 2010, pois os prefeitos afirmaram que votariam comigo, foram descriminados e não receberam o transporte para conduzir os filhos do povo, não era para conduzir o prefeito e os seus familiares”, recapitulou.

Ricardo Coutinho também fez questão de frisar que não olha a cor partidária no instante de destinar algum recurso público ou beneficio para algum município.

“Fiz questão de fechar a ‘ferida’ da perseguição e da descriminação, estamos conduzindo esse grande investimento que não para, transferindo recursos do Estado para os municípios sem olhar a cor partidária e sem olhar aqueles que passam o dia todo atacando o Governo do Estado com mentiras e calúnias”, disparou.

O socialista se disse ‘vacinado’ contra os ataques e argumentou que sempre trata os políticos e os paraibanos com dignidade.

“Aqueles que ficam eternamente no palanque e que não desceram do palanque, que só pensam em eleição e querem transformar a Paraíba numa eleição permanente, esses daí o povo vai dar uma resposta”, destacou.

Por fim, Ricardo Coutinho se definiu como um governador ‘republicano’, um valorizador da democracia e que as gerações do futuro agradecerão essas medidas e nova maneira de fazer política.

Henrique Lima

Afonte é Notícia