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Vereador sofre infarto e morre durante apuração de votos na Paraíba

O vereador de Caraúbas José Josimá Ferreira da Silva, conhecido como Bazoca, morreu, no fim da tarde desse domingo (15), durante apuração dos votos das Eleições 2020. Ele tinha 56 anos e foi vítima de um infarto. Na votação deste ano, Bazoca havia sido reeleito para seu quarto mandato consecutivo, pelo MDB, com 177 votos.

No Instagram, a filha do vereador, Ingryd Vilar, contou que ele passou mal e desmaiou. “Pensei que era uma pressão baixa. Que nada, era uma PCR [parada cardiorrespiratória]”, relatou. Ingryd Vilar, que é enfermeira, tentou socorrer o pai. Ela contou com ajuda de outros profissionais de saúde da cidade. Foram 35 minutos de tentativas de reanimação, mas o vereador não resistiu.

 

Músico morre de infarto e comove cidade de Borborema

No final da tarde desta terça-feira (14) a população da cidade de Borborema recebeu com muita tristeza a notícia da morte pré-matura do músico Dadá Nunes, de 49 anos. Ele era casado com a vocalista Kaoma Braz, ambos residiam na cidade há bastante tempo.

De acordo com informações, o músico sofreu um infarto e foi socorrido para o hospital de Serraria, mas não resistiu e veio a óbito.

Dadá era baterista, ele tocou em várias bandas e grupos musicais da região..

O sepultamento ocorrerá às 07h00 desta quarta-feira (15) no cemitério de Guarabira, sua terra natal.

 

Balbino Silva/MIDIA PARAIBA

 

 

Cantor sertanejo morre após sofrer infarto durante show no Paraná

O cantor sertanejo Juliano Cezar morreu na madrugada desta terça-feira (31) depois de sofrer um infarto fulminante enquanto fazia um show em Uniflor, no norte do Paraná. A informação foi confirmada pelo produtor do artista.

De acordo com o produtor Mauro Vasconcelos, Juliano Cezar chegou a socorrido em um posto médico perto do local do evento. Porém, o cantor não resistiu.

Ele recebeu massagem cardíaca e injeções de adrenalina por mais de uma hora e meia, mas, ainda conforme o produtor, não foi possível reanimar o artista.

Mauro Vasconcelos contou que estavam em uma sequência de três shows, com casa cheia, no Paraná. Ele conhecia Juliano Cezar há 25 anos e era produtor do amigo há sete.

Juliano Cezar tinha 58 anos, era casado e não tinha filhos. O corpo será velado e sepultado em Passos (MG) – cidade natal do cantor.

 

G1

 

 

Vice-prefeito de Puxinanã morre vítima de infarto fulminante

Na manhã desta terça-feira (11), o vice-prefeito da cidade de Puxinanã, Hélio Monteiro Lima (PCdoB), de 59 anos, faleceu vítima de um infarto fulminante.

As primeiras informações dão conta de que o vice-prefeito, mais conhecido como Hélio Placa, estava em sua residência quando sentiu-se mal.

Ainda não há informações sobre o velório.

No final de semana o ex-prefeito da cidade e pai do atual gestor, Abelardo Coutinho também faleceu.

PB Agora

 

 

Sobrevivente na tragédia aérea da Chape, Rafael Henzel morre após infarto

Um dos quatro brasileiros sobreviventes na tragédia aérea da Chapecoense, em 2016, Rafael Henzel morreu na noite desta terça-feira após sofrer um infarto. O jornalista jogava futebol na cidade de Chapecó quando foi levado ao hospital regional, ainda com sinais vitais, mas não resistiu.

O jornalista de 45 anos trabalhava atualmente na rádio Oeste Capital e um ano após sobreviver à tragédia, tinha voltado normalmente à rotina dos jogos.

Na rádio Oeste Capital, o jornalista Marcinho San comunicou o falecimento de Henzel em mensagem aos ouvintes.

– Nosso colega Rafael Henzel veio a falecer na noite desta terça-feira. Ele jogva futebol com amigos e sofreu um infarto fulminante. Foi conduzido ao Hospital Regional de Chapecó, onde foi conformado o falecimento do colega jornalista, narrador, Rafael Henzel.

Em 2017, Rafael Henzel lançou o livro “Viva Como se Estivesse de Partida. Na obra, fala sobre o incidente e a mensagem de importância à vida. Ele deixa filho e esposa.

Rafael Henzel teve um mal súbito durante uma partida de futebol — Foto: Sirli Freitas/Chapecoense

Rafael Henzel teve um mal súbito durante uma partida de futebol — Foto: Sirli Freitas/Chapecoense

Ge

 

Anti-inflamatórios aumentam risco de infarto, diz estudo

Anti-inflamatórios podem aumentar o risco de doenças cardíacas quando ingeridos em grandes doses (iStock/Getty Images)
Anti-inflamatórios podem aumentar o risco de doenças cardíacas quando ingeridos em grandes doses (iStock/Getty Images)

Um novo estudo publicado recentemente pela revista científica European Heart Journal apontou que medicamentos utilizados para combater dores e inflamações podem colocar em risco a saúde do coração. A pesquisa apontou que o uso dos anti-inflamatórios não-esteroides, conhecidos pela sigla AINEs,  diclofenaco e ibuprofeno está associado a um aumento no risco de infarto.

Não é a primeira vez que essa categoria de remédios é relacionada à ocorrência de eventos cardíacos graves. Em setembro passado, outro levantamento associou os AINEs a um risco aumentado de insuficiência cardíaca. Para o estudo atual, os pesquisadores analisaram as paradas cardíacas registradas na Dinamarca em um período de nove anos, entre 2001 e 2010. Do total de 29 mil pessoas que sofreram uma parada cardíaca, 3 mil delas haviam utilizado um anti-inflamatório desse tipo até 30 dias antes do ataque — o que equivale a 12% do total.  O levantamento mostrou que os mais consumidos naquele país antes do evento cardiovascular eram o ibuprofeno (51%) e o diclofenaco (21%).

O estudo apontou ainda que  o aumento do risco de parada cardíaca com o uso do ibuprofeno supera os 30%, enquanto o uso do diclofenaco pode aumentar a incidência em 50%. Os especialistas alertam que aqueles que têm diagnóstico de doença cardiovascular, como hipertensão, devem ter cuidado redobrado.

“Permitir que esses medicamentos sejam adquiridos sem receita médica e sem qualquer conselho ou restrição envia uma mensagem ao público que eles estão seguros”, disse Gunnar Gislason, coautor do estudo em uma nota reproduzida pela Sociedade Europeia de Cardiologia. “Nosso estudo reforça a evidência de efeitos cardiovasculares adversos dos AINEs e confirma que eles devem ser levados à sério e usados apenas após consulta com um profissional de saúde”.

De acordo com a bula do ibuprofeno, “dados epidemiológicos sugerem que o uso de ibuprofeno, particularmente na dose mais alta (2400 mg diariamente) e em tratamento de longa duração, pode estar associado a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos (trombose) com infarto do miocárdio ou derrame”.  E adiciona: “estudos epidemiológicos não sugerem que doses baixas de ibuprofeno (menos que 1200 mg diariamente) estejam associadas com o aumento do risco de eventos trombóticos (tromboses) arteriais, particularmente infarto do miocárdio”.

Na bula do diclofenaco, a fabricante também aponta que o medicamento não é indicado para quem tem doenças cardiovasculares e que pacientes de risco devem ter acompanhamento médico. “Se você tiver doença no coração estabelecida ou nos vasos sanguíneos (também chamada de doença cardiovascular, incluindo pressão arterial alta não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença isquêmica cardíaca estabelecida, ou doença arterial periférica), o tratamento com diclofenaco sódico geralmente não é recomendado.”

Veja

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Presidente do Treze morre em Campina Grande vítima de infarto

 (Foto: Silas Batista/Globoesporte.com)
(Foto: Silas Batista/Globoesporte.com)

O presidente do Treze Futebol Clube, Petrônio Gadelha, morreu na madrugada desta quinta-feira (2), no Hospital Santa Clara, em Campina Grande. O empresário foi vítima de um infarto e deu entrada na unidade hospitalar ainda na noite da quarta-feira (1º), mas não resistiu e faleceu. O presidente do Alvinegro tinha 66 anos.

De acordo com informações repassadas pelo diretor de futebol do Treze, Fábio Azevedo, o velório de Petrônio Gadelha está marcado para acontecer às 8h, no Parque Campo Santo da Paz, na Avenida Assis Chateaubriand, no bairro Velame. O horário do enterro ainda não foi confirmado pelos familiares.

O perfil oficial do clube postou uma homengem nas redes sociais e colocou intenções de luto pela morte de Petrônio Gadelha. Outra mensagem de solidariedade pelo falecimento do presidente alvinegro foi vista no perfil oficial do Campinense Clube, principal rival do Galo.

Conheça um pouco da trajetória de Petrônio Gadelha

O empresário Petrônio Gadelha esteve a frente do Treze pela primeira vez de 2005 à 2008. No seu comando, o time paraibano foi duas vezes campeão estadual (2005 e 2006) e fez uma campanha histórica na Copa do Brasil (2005), quando caiu apenas na quartas de final para o Fluminense, nos pênaltis.

Em 2015, Petrônio Gadelha voltou a presidir o Treze, quando substituiu o então presidente Bebeto Silva, que renunciou ao cargo. A eleição que consegrou Petrônio como mandatário do Alviengro foi a mais acirrada da história clube. Na ocasião, ele terminou empatado, no número de votos, com o concorrente Olavo Rodrigues e só assumiu o cargo pelo critério da idade.

No ano passado, Petrônio Gadelha foi reeleito presidente do Treze para o biênio 2017/2018. O empresário tentava reeguer o clube alvinegro aos tempos de glória. Atualmente o clube está sem divisão nacional, vive grave crise financeira e tem obtido resultados inexpressivos no Campeonato Paraibano.

Com a morte do presidente do Treze, quem assume o cargo na diretoria executiva alvinegra é o vice-presidente eleito, Hênio Galdino.

G1 PB

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Exames confirmam infarto de Jeová; prefeito de Cajazeiras fala sobre estado de saúde do deputado

jeovaO prefeito de Cajazeiras , o médico e ex-deputado José Aldemir Meireles,  comentou, na noite desta quarta-feira (4), sobre  o estado de saúde do deputado estadual Jeová Campos (PSB), que sofreu um infarto  durante a tarde na cidade.

Em entrevista ao programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Rádio Arapun FM, José Aldemir, que foi até o Hospital Regional de Cajazeiras para onde o parlamentar foi socorrido, disse que ao chegar a unidade de saúde encontrou o parlamentar lúcido e sendo atendido pelos colegas médicos.

De acordo com José Aldemir, Jeová tinha passado por eletrocardiograma onde foi detectado problemas coronário, mas não muito extenso.

Diante  dessa situação, segundo José Aldemir, foi decidido levar o socialista para o Hospital do Coração de  Barbalha, no Ceará, onde passará por um cateterismo para avaliar a situação do paciente e, se possível, a uma angioplastia.

Ainda no 60 Minutos, a assessoria de Jeová Campos, Eliane Sobral, informou que no hospital foi confirmado que o deputado realmente sofreu um infarto até às 18h30 ainda esperava para ser submetido ao cateterismo.

“Já foi confirmado o infarto e ele e o cateterismo é que vai dar o norte para que os médicos saibam quais os procedimentos seguintes. O deputado está consciente e sendo acompanhado por uma junta médica inclusive com integrada pelo médico Joab de Souza Sales que o acompanhou de Cajazeiras até Barbalha”, disse a assessora.

O parlamentar sofreu o infarto no dia o seu aniversário de 53 anos.

Roberto Targino – MaisPB

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Excesso de açúcar pode causar infarto

acucar-em-casaEm uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, apontou que os brasileiros estão comendo mais açúcar. O número chega a ser bem maior entre os jovens. Cerca de 30% deles consomem doces, refrigerantes e sucos artificiais cinco dias por semana, o que é considerado um consumo excessivo.

O açúcar em excesso pode trazer problemas de hiperglicemia, diabetes e até derrame cerebral e infarto. A Associação Americana do Coração recomenda que nenhuma criança com menos de dois anos coma doces. Os adultos devem consumir apenas 25g de açúcar por dia.

Esses problemas acontecem porque o açúcar não contém nenhum nutriente, por isso é rapidamente digerido pelo organismo e transformado em glicose. Quando consumido em excesso, irá gerar gordura, que naturalmente cairá na circulação e entupirá as artérias, podendo levar ao infarto e derrame cerebral.

Fonte: Minha Vida

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“Há vida depois do infarto”: médico dá dicas de como viver bem após problemas no coração

Ataque cardíaco: quanto mais rápido o atendimento, menor a mortalidade(iStock/VEJA)
Ataque cardíaco: quanto mais rápido o atendimento, menor a mortalidade(iStock/VEJA)

Mais de 4 mil paraibanos morreram este ano por problemas no aparelho circulatório, 1.243 somente de infarto. A quantidade assusta, porém, outros tantos conseguem sobreviver a esses ataques. Setembro é oficialmente o mês do coração. E para saber a relação dos pacientes com o problema, a reportagem do Jornal Correio da Paraíba Online conversou com o cardiologista Helman Campos Martins, que garantiu: “Há vida depois de um infarto”.

“A vida não vai piorar. É o que tenho falado para os meus pacientes. Pelo contrário, vai melhorar. Há vida depois de um infarto. Óbvio que, estes, irão tomar maiores cuidados, sobretudo, no seu estilo de vida, acrescentando uma atividade física, uma caminhada, uma hidroginástica. Outro ponto que temos visto é a redução no uso do cigarro, no quadro de pessoas que já sofreram um infarto. Isso reduz o risco de uma nova recorrência”, disse.

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De acordo com a Federação Mundial do Coração, 80% das mortes são em função de quatro fatores de risco: tabagismo, dieta inadequada, natividade nociva, uso nocivo de álcool.  Sobreviver a um episódio como esse torna obrigatória a mudança de hábitos, como, por exemplo, iniciar uma atividade física.

“Nestes casos, a atividade física é fundamental. Seja um exercício aeróbico, caminhar ou uma hidroginástica. Sempre de forma proporcional ao perfil do paciente, a idade e claro, as condições físicas”, explicou. “Além das medicações, para diminuir o colesterol de maneira continua, também é importante uma dieta saudável. E, fumar nem pensar”, acrescentou.

Em muitos casos, o ataque de infarto está relacionado à idade do indivíduo. Segundo Martins, a vulnerabilidade do homem é maior. “Depende do gênero. O homem, a partir dos 40 anos, está sujeito a uma maior prevalência, enquanto as mulheres, até pelo seu sistema hormonal, tende a sofrer algum problema de coração, caso não se cuide, a partir dos 50, 55 anos. Depois dessa faixa etária, os gêneros equivalem”, revelou.

Para conscientizar a população sobre as doenças cardiovasculares, o Ministério da Saúde criou a campanha “Setembro Vermelho”, quando são agendadas várias ações educativas pelo Brasil. O mês foi escolhido, porque no dia 29 é comemorado o Dia Mundial do Coração.

Maurílio Júnior /Correio da Paraiba


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