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Indicadores da infidelidade online a serem observados

A tecnologia desempenha um grande papel na infidelidade

Relacionamentos românticos podem ser complicados. Ninguém quer acreditar que seu parceiro os trairia, no entanto, isso acontece com frequência.

Um estudo recente revelou que 90% das pessoas foram traídas e que a maioria das pessoas descobre a infidelidade de seus parceiros por meio de pelo menos uma forma de tecnologia.

Os indicadores mais fáceis de infidelidade relacionados à tecnologia:

·         Histórico de mensagens de texto

·         Histórico de chamadas

A tecnologia desempenha um grande papel na infidelidade

A confiança é importante em qualquer relacionamento. Descobrir a infidelidade não pela boca do parceiro, mas pelo telefone / computador pode diminuir qualquer senso de confiança que seu relacionamento já teve.

Se você sente que não pode confiar em seu parceiro, precisa se perguntar se acredita que eles são capazes de infidelidade. O casamento é especial e esses sentimentos não devem ser tomados de ânimo leve.

Se você acha que seu parceiro está traindo com base no comportamento e nas circunstâncias, a indicação mais clara de sua infidelidade seria seus telefones e computadores.

Aqui estão as maneiras mais comuns pelas quais as pessoas usam a tecnologia para enganar o parceiro – e como você pode usar essas técnicas para determinar se seu parceiro está sendo infiel ou não.

1. Histórico de mensagens de texto

O estudo descobriu que 36% das pessoas descobriram que seu parceiro estava traindo, verificando seu histórico de mensagens de texto verificado.

Se o seu parceiro estiver mandando mensagens o tempo todo e ocultando o telefone de você, pode ser um sinal de que está mandando mensagens para alguém com quem está envolvido romanticamente.

Enviar mensagens de texto se tornou a maneira mais fácil para as pessoas se conectarem com seus parceiros de duvido que renuncie ao book Privado negócios. É fácil entrar em conversas longas e íntimas com alguém que não seja seu parceiro durante o envio de mensagens de texto.

As mensagens de texto permitem que os parceiros de caso se comuniquem de maneiras que não poderiam fazer pessoalmente.

As mensagens de texto dão aos parceiros de negócios a oportunidade de enviar fotos atrevidas, dizer coisas que talvez não tenham coragem de dizer pessoalmente e conversar um com o outro com mais frequência, para que a intimidade possa se desenvolver rápida e facilmente.

Como pegar seu parceiro traindo através de mensagens de texto

Com aplicativos que espionam mensagens de texto, a recuperação de mensagens de texto excluídas, sites de busca reversa por telefone e textos noturnos que você pode ver enquanto seu parceiro está dormindo, ver as mensagens de texto de seu parceiro é uma maneira fácil de determinar se elas estão traindo.

Use uma ou mais das técnicas acima para verificar se você pode determinar se seu parceiro está sendo infiel.

2. Histórico de chamadas

O estudo descobriu que 34% das pessoas descobriram que seu parceiro estava traindo, verificando o histórico de chamadas verificadas no celular.

Muitos infiéis se asseguram que não vão ser abandonados pelos seus parceiros por conta do suporte financeiro que oferecem: “mesmo que ela/ele descubra, ”, mas será que isso é justo?

 

Práticas adotadas por escolas públicas melhoram indicadores educacionais

Elza Fiuza/Agência Brasil
Elza Fiuza/Agência Brasil

Identificar os pontos fracos na aprendizagem dos alunos, traçar metas claras para superá-los e aprimorar a gestão são algumas das boas práticas adotadas por 215 escolas públicas que atendem a alunos de baixa renda familiar e que conseguiram melhorar indicadores educacionais entre 2007 e 2011. As práticas comuns a essas instituições e que têm permitido avanços foram identificadas pela pesquisa Excelência com Equidade, produzida pela Fundação Lemann em parceria com o Itaú BBA.

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Os anos iniciais do ensino fundamental do (1º ao 5º) foram o foco da pesquisa. A análise teve como base um universo de cerca de 15 mil escolas com estudantes de baixo nível socioeconômico e chegou a essas 215 instituições que apresentaram evolução no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de 2007 a 2011. Elas apresentaram resultado satisfatório na Prova Brasil 2011, com pelo menos 70% dos alunos com nível adequado em matemática e em língua portuguesa.

A partir daí, essas escolas foram comparadas a outras de nível socioeconômico e contexto similares que tiveram desempenho semelhante no Ideb em 2007, mas não atingiram o mesmo avanço nos indicadores educacionais em 2011. No estudo qualitativo da pesquisa, buscou-se identificar as práticas e estratégias comuns das escolas que passaram pelos critérios, enquanto o estudo quantitativo procurou mapear as características dessas 215 unidades que podem explicar o sucesso e as ações que conseguiram implementar.

Os pesquisadores constataram que um dos diferenciais é que essas instituições monitoram as deficiências e os avanços dos indicadores educacionais e fazem avaliações constantes do desempenho dos alunos e profissionais da educação. Identificados os pontos a melhorar, são traçadas metas claras, com a participação dos educadores, e planejadas as estratégias para alcançá-las. O apoio e a participação efetiva das secretarias de Educação, sejam municipais ou estaduais, são apontados pela pesquisa como fundamentais em todo o processo.

Ao longo de todo o ano, professores, coordenadores e diretores são capazes de identificar os conteúdos que cada aluno domina e aqueles em que ainda precisa melhorar. “A vantagem desse modelo focado no aprendizado é que a escola é capaz de interferir assim que identifica um problema de aprendizagem, impedindo que os alunos fiquem para trás. O que os alunos estão ou não aprendendo é a base para a formação continuada dos professores, o reforço escolar”, registra o texto.

Em algumas escolas, o estudo identificou o pagamento de bônus a professores e a outros profissionais que conseguem cumprir as metas estabelecidas. Um maior montante de recursos disponíveis e a gestão eficiente com foco na aprendizagem estão entre os fatores apontados como determinantes. Outro aspecto que se verifica é a baixa ocorrência de problemas como insuficiência de professores, de pessoal administrativo e recursos pedagógicos.

“As condições, seja de infraestrutura, de cumprimento do currículo, são melhores nessas escolas do que nas demais com alunos de baixo nível socioeconômico. Nossa interpretação é que elas conseguem mais recursos do PAR [Plano de Ações Articuladas] por programas de adesão do governo federal e de algum tipo de articulação com os estados”, disse o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins Faria.

O cuidado com questões como segurança, organização e limpeza também estão relacionadas ao avanço no aprendizado, mostrou a pesquisa. Outro diferencial é a preocupação de diretores e professores em manter a disciplina, rotinas organizadas e assegurar a frequência e a pontualidade dos estudantes. Atividades extracurriculares, como prática de esportes e festas e apresentações estudantis, também aparecem como fatores que contribuíram.

A Escola Municipal Santa Maria Goretti, de Goiandira (GO), é uma das que integram a pesquisa. A diretora Zilah Vaz aponta a adoção do turno integral como fundamental para o bom rendimento dos alunos. No contraturno, cerca de 150 dos 300 alunos da escola têm aulas de reforço de matemática e português e atividades esportivas. Ela conta que os recurso de programas federais, como o Mais Educação e o Mais Cultura, contribuem para ampliar as atividades.

Há ainda ações complementares, como palestras sobre educação ambiental e educação no trânsito. Algumas das atividades extras são decididas com a participação do conselho escolar, que tem pais de estudantes entre os integrantes.

Zilah Vaz destaca ainda o interesse dos professores. “Em sua maioria, são engajados, bem interessados em aprender mais e aplicar os conhecimentos. A coordenação pedagógica tem atuado no sentido de orientar sempre os professores”, explica.

UOL

TCE mostra indicadores sobre educação a gestores públicos

“Veio em muito boa hora. Chegou no exato momento em que estamos desenvolvendo, internamente, o Sistema de Integração de Serviços para acompanhar e aprimorar a execução das ações de educação”, comentou, na manhã desta terça-feira (11), no Plenário Ministro João Agripino, a secretária de Educação do Estado Márcia Lucena durante exposição do projeto Indicadores do Desempenho dos Gastos Públicos em Educação na Paraíba (IDGPB).

Fruto de convênio com a Universidade Federal o IDGPB foi apresentado à plateia de gestores públicos reunidos pelo presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Fernando Catão. Outra secretária estadual, Cida Ramos, do Desenvolvimento Humano, quis saber se os graves problemas que afetam o setor, além de número e índices, terão a posterior análise dos técnicos do TCE e da UFPB.

O público desta terça-feira foi o terceiro a se reunir na Sala de Sessões já por duas vezes ocupada, na semana anterior, com esse mesmo objetivo, por membros, técnicos e servidores administrativos do próprio TCE e, em seguida, por dirigentes e profissionais dos órgãos de imprensa.

Como das vezes anteriores, o conselheiro Fernando Catão expôs as razões que o levaram a procurar o então reitor da UFPB Rômulo Polari para a assinatura do convênio de que resultou a execução do projeto por ele definido como “trilhas para a Auditoria”.

Ele abriu o encontro com a apresentação do novo Portal do TCE e, ainda, com a do Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade, o já conhecido Sagres, mas, desta vez, com dados abertos. Trata-se do aplicativo de computador desenvolvido desde 2002 e que também permite a qualquer pessoa interessada o acesso agora mais amplo a quadros de receitas e despesas de órgãos estaduais e municipais.

Com o IDGPB o TCE firma sua posição de vanguarda no sistema de controle externo do país. O sistema dispõe à sociedade informações diversas a exemplo de gastos públicos por aluno de quatro a 17 anos, número e situação das escolas estaduais e municipais, qualificação de professores, índices de aprovação e reprovação, êxodo escolar e transporte estudantil.

Mais uma vez, o professor Aléssio Tony Cavalcanti de Almeida, integrante da equipe da UFPB responsável pelo desenvolvimento dos Indicadores de Desempenho dos Gastos em Educação, demonstrou que os dados referentes ao setor são acessíveis, mesmo de casa, por pessoas habituadas à utilização diária e normal do computador. “Basta escolher o tema e clicar”, explicou.

Em sua demonstração ele abriu mapas e gráficos (alguns com movimento) que se intercalam e completam para o registro, quadro a quadro, de avanços ou retrocessos da educação pública, município por município.

O IDGPB faz uso de informações oriundas dos bancos de dados do Ministério da Educação e Cultura, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do TCE, neste caso, sobre receitas e despesas públicas, tudo isso reunido, intercruzado e disposto à consulta fácil e direta dos organismos públicos e da população.

Coordenadora do projeto, a professora Fernanda Santos Sarmento da Silveira falou da importância dessa iniciativa para o planejamento e a gestão do sistema público de ensino que, na Paraíba, ainda longe dos bons resultados, atende a 85% das crianças e jovens.

De sua equipe fazem parte, também, os professores Hilton Martins Ramalho, Ignácio Tavares de Araújo Junior, Luiz de Sousa Junior, Maria da Conceição Sampaio de Sousa e Paulo Fernando de Moura Filho.

Assessoria

TCE vai permitir pesquisa aberta de indicadores sobre Educação nos municípios paraibanos

O Tribunal de Contas do Estado apresenta à imprensa, na manhã desta quinta-feira (06), seu novo portal na internet, que integra novas ferramentas para acompanhamento da fiscalização das contas de gestores públicos. Uma das inovações será a implantação do IDGPB (Indicadores de Desempenho dos Gastos Públicos na Paraíba). A apresentação será feita a partir das 8h00, pelo presidente do TCE-PB, conselheiro Fernando Catão.

Outra inovação que será apresentada pelo presidente do TCE, será a disponibilização do Sistema Sagres na forma de dados abertos. Isso quer dizer que, a partir do Portal do Tribunal de Contas o cidadão pode além de acessar, baixar os dados do Sagres On-line e realizar sua própria análise dos dados fornecidos por órgão e entidades públicas.

O IDGPB é um instrumento de iniciativa do Tribunal de Contas da Paraíba e pioneiro em todo o Brasil, que vai permitir à sociedade não apenas o conhecimento e a análise puramente contábil das contas públicas, mas a análise da qualidade do gasto público.

Neste primeiro passo, o TCE começa na área da Educação. Os Indicadores de Desempenho dos Gastos Públicos na Educação desenvolve microindicadores para os municípios paraibanos, que permitem auxiliar no diagnóstico do rendimento, da cobertura e da oferta dos serviços educacionais; agrupa as unidades tomadoras de decisão (municípios e/ou escolas) por nível de eficiência e efetividade.

As novas ferramentas que serão disponibilizadas pelo TCE-PB para consulta direta da população foram desenvolvidas em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com a participação direta do Departamento de Economia daquela instituição de ensino superior.

Com a implantação dessas ferramentas, o Tribunal de Contas do Estado integra mais um banco de dados a disposição do cidadão. “São índices a serviço da cidadania. O TCE dá mais um passo na linha da transparência, disponibilizando ao contribuinte elementos para que ele possa avaliar, também, a qualidade e a eficiência dos investimentos feitos pelos gestores em áreas específicas. A primeira delas será a educação”, disse Fernando Catão.

TCE

Série de indicadores mostra recuperação da economia brasileira

Feira de automóveis em São Paulo. Vendas no varejo em alta está entre os sinais de recuperação da economia do país (Rodrigo Viana/Reuters_

A economia brasileira cresceu mais do que o esperado em junho passado, indicando que a atividade já estava dando sinais de recuperação. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,75% no mês frente a maio, segundo dados dessazonalizados.

Trata-se da maior variação mensal desde março de 2011, quando a expansão ficou em 1,47%.

Levantamento da Reuters mostrou que o mercado esperava avanço de 0,7% em junho. As contas variaram entre 0,3% e 0,9%, segundo a mediana de 18 previsões.

Com o resultado de junho, o segundo trimestre encerrou com alta de 0,38% ante o primeiro, informou ainda o BC nesta sexta-feira. Neste caso, houve desaceleração sobre janeiro e março, que havia apresentado alta de 0,63% sobre o quarto trimestre de 2011.

O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia – serviços, indústria e agropecuária.

Após ter recuado 0,01% em maio ante abril, segundo dados revisados pelo BC, o IBC-Br voltou a mostrar força. O governo tem tomado diversas ações para estimular a economia, afetada pela crise internacional, e assumiu o discurso que ela vai acelerar o passo a partir do segundo semestre.

Nesta semana, outros dados econômicos já haviam mostrado sinais de recuperação, como as vendas no varejo brasileiro, que surpreenderam ao registrar alta de 1,5% em junho ante maio, muito acima da expectativa do mercado de recuo de 0,3%.

Outro sinal também foi dado na quinta-feira, com a criação de 142.496 postos de trabalho formal em julho, superando o desempenho de junho, quando a oferta de vagas foi de 120 mil empregos.

Mesmo assim, por enquanto, o mercado continua esperando que BC reduzirá em 0,5 ponto percentual a taxa básica de juros, para uma nova mínima histórica de 7,5% ao ano, nos próximos dias 28 e 29, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne, dando continuidade à sua ação para incentivar a economia.

Em 12 meses, o avanço no IBC-Br em junho foi de 1,09%, enquanto que na comparação com o mesmo mês do ano passado houve alta de 1,54%.

No primeiro trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 0,2% na comparação com os últimos três meses de 2011 e havia acendido o sinal de alerta. O mercado mantém sua previsão de crescimento neste ano firmemente abaixo de 2%.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga em 31 de agosto os dados sobre a atividade no segundo trimestre.

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