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Detran orienta usuários sobre emissão e impressão do CRLV Digital na Paraíba

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) orienta os usuários sobre a emissão e impressão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV Digital), popularmente conhecido como ‘documento do carro’. A expedição do CRLV somente na versão digital é uma determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

A Direção ainda informa que, além das matérias divulgadas no site detran.pb.gov.br, o acompanhamento dessas ações também pode ser feito por meio das redes sociais do órgão. Assim, seguem as etapas para a emissão do CRLV Digital pelo aplicativo CDT (Carteira Digital de Trânsito) e pelo site.

EMISSÃO DO CRLV PELO APLICATIVO CDT:

Baixe o aplicativo ‘Carteira Digital de Trânsito’, disponível gratuitamente na Play Store e App Store. Depois de instalar o aplicativo no seu celular, veja como baixar o CRLV Digital.

1º Passo – Realize o cadastro de usuário no portal Gov.br. Ative a conta através do link enviado para o e-mail cadastrado;
2º Passo – Faça o login no aplicativo e clique na seção ‘Veículos’;
3º Passo – Clique na opção para adicionar o CRLV. Abrirá uma nova tela, onde você vai informar o Número Renavam e o Código de Segurança do CRV. Atenção: esse código encontra-se no CRV (Recibo de Compra e Venda do Veículo) e não no CRLV;
4º Passo – Clique em adicionar (se for o primeiro documento a ser adicionado no aplicativo será necessário criar um chave, senha, de 4 dígitos).

Depois disso, o CRLV estará disponível no aplicativo. O CRLV Digital possui o mesmo valor jurídico da respectiva versão impressa. Ele pode ser compartilhado com até 5 pessoas através do aplicativo e pode ser gerado numa versão em PDF, para ser impresso em folha de papel ofício, no tamanho A4.

EMISSÃO DO CRLV PELO SITE DO DETRAN-PB:

1º Passo – Entrar no site do Detran-PB (http://detran.pb.gov.br/);
2º Passo – Na sessão ‘Veículos’, clique em ‘Emitir CRLV Digital’;
3º Passo – Faça o login no Portal de Serviços;
4º Passo – Preencha o formulário com a placa do veículo, o Renavam e o Código de Segurança. ATENÇÃO! Esse código encontra-se no CRV (Recibo de Compra e Venda do Veículo) e não no CRVL;
5º Passo – Clique em ‘Validar Emissão CRLV’ e em seguida clique para baixar o CRLV Digital;
6º Passo – Uma nova aba será aberta e você poderá fazer o download do documento em PDF ou a impressão em folha de papel oficio, no tamanho A4.

Quitação dos débitos – Ainda de acordo com determinação do Contran, o CRLV Digital somente será expedido após a quitação dos débitos relativos a tributos (inclusive IPVA), encargos e multas de trânsito e ambientais, vinculados ao veículo, bem como o pagamento do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestres (DPVAT). Após essa quitação, no dia seguinte o usuário poderá solicitar a emissão e impressão do documento, sem a necessidade de comparecer às unidades do Detran-PB.

A versão eletrônica do CRLV traz todas as informações do documento impresso e tem a mesma validade jurídica do certificado físico. A autenticidade do documento é garantida pelo QR Code, que pode ser lido para verificar se há alguma falsificação no documento durante uma fiscalização de trânsito.

 

clickpb

 

 

Lulu Santos cria polêmica: ‘Impressão é que a MPB regrediu para fase anal’

Foto: Leo Aversa / Agência O Globo

Lulu Santos entrou numa polêmica ao compartilhar um desabafo no Twitter nesta segunda-feira(18). O cantor escreveu em seu perfil na rede social: “Caramba! É tanta bunda, polpa, bum bum granada e tabaca que a impressão que dá é que a MPB regrediu pra fase anal. Eu, hein?”.

O post levou os internautas a associarem a crítica do jurado do “The voice Brasil” a Anitta. Em “Vai Malandra”, música que a artista lançou hoje, ela conta com a parceria de MC Zaac, intérprete dos funks “Vai Embrazando” e “Bumbum Granada”.

Em instantes, dezenas de seguidores opinaram sobre o post do cantor, e levaram seu nome aos assuntos mais comentados do dia. Pela internet, o artista chegou a discutir com um fã e rebateu, dizendo que não estava se referindo à Anitta:

“Se você vê ódio numa opinião, você está paranoico. Não me refiro exclusivamente ao funk muito menos a Anitta, que admiro. Também não falo da dança mas das letras sexistas, derrogatória e babonas”.

Em outro momento, Lulu Santos usou sua rede social para lembrar que na carreira já gravou alguns batidões, entre eles, canções com funkeiros famosos do Rio de Janeiro: “Levei o Mr Catra pro Rock in Rio, toquei três anos com SanyPitbull, gravei Marcinho e com Buchecha (que aliás RT neste post). Agora senta.

Caramba! É tanta bunda, polpa, bum bum granada e tabaca q a impressão q dá é q a MPB regrediu pra fase anal. Eu, hein?

Mesmo com os argumentos, os internautas criticaram a postura do cantor de soltar a crítica no dia em que Anitta divulgou sua nova música de trabalho:

Lulu Santos não falou mal da Anitta apenas, falou mal do Funk em geral… a pergunta é; Alguém tá te obrigando a ouvir lindo ?

Após a repercussão, Lulu Santos usou a ironia para encerrar o assunto e chegou a xingar uma seguidora de “Otária”.

Nesta tarde, o cantor voltou a enfatizar que suas críticas não foram direcionadas a Anitta, e postou conteúdos marcando MC Buchecha e mencionando os tipos de funks que aprova:

Extra

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Governo Dilma quer mudar a impressão de que ir a museu é chato

 

Brasília – Ir ao museu pode parecer um programa chato e pouco atraente para muitas pessoas. O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cultura, Gilberto Nascimento Júnior, admitiu à Agência Brasil (ABr) que a queixa é procedente. “Sinceramente? [Acho] que essas pessoas têm razão. Há vários museus que são muito chatos”. Para mudar essa impressão será realizada, de de 16 a 20 de maio, a 10ª Semana dos Museus que envolve 1.114 instituições culturais em todo o país com a programação de 3.420 eventos, que vão desde visitas guiadas até apresentações de filmes e espetáculos.
A seguir, os principais trechos da entrevista de Nascimento à ABr.
ABr –  É comum ouvir de algumas pessoas que ir ao museu é chato e pouco atraente. Quando o senhor escuta isso, o que lhe vem à mente?
Gilberto Nascimento Júnior – Sinceramente? [Acho] que essas pessoas têm razão. Há vários museus que são muito chatos. Existem vários museus que têm de ser repensados. Mas esse quadro tem melhorado. As instituições culturais têm revisto muitos aspectos e a questão sempre está em debate.  Em 2012, completamos dez anos de [novas] políticas de infraestrutura de museus destinada a mudar um conjunto de situações.
ABr – Em geral, a queixa dos que atuam na área cultural é sobre a falta de investimentos. A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, disse que o orçamento de cerca de R$ 2 bilhões para este ano é o maior da história recente, mas o senhor acredita que ainda é insuficiente?
Nascimento – Infelizmente ainda não se compreendeu no país que investir em cultura deve estar entre as prioridades. Não há países com grandes economias que não investem em cultura. Precisamos, todos, aprender a enxergar a cultura de outra forma. O Brasil é a sexta economia mundial; graças aos esforços coletivos conquistamos mais igualdade social e a inclusão tem ocorrido, mas é preciso avançar.
ABr – É visando o que o senhor chama de “repensar” e “recriar” que ocorrerá a 10ª Semana dos Museus em todo o país?
Nascimento – Exatamente. A 10ª Semana dos Museus, cujo tema é Museus em um Mundo em Transformação: Novos Desafios, Novas Inspirações, pretende incentivar cada vez mais as pessoas para que conheçam e gostem da vida cultural. A programação envolve 1.114 museus e instituições culturais em todo o país em 3.420 eventos. São visitas guiadas, apresentações de filmes e espetáculos. O brasileiro sempre teve interesse em cultura, mas não tinha condições de vivenciar isso, agora com as novas políticas culturais essa situação tem sido modificada.
ABr – Dá para reverter uma má experiência com museus, por exemplo, a pessoa foi e não gostou?
Nascimento – São essas pessoas também que estão entre os nossos convidados da 10ª Semana dos Museus. Meu apelo é: mesmo aqueles que fizeram uma má visita a um museu, que por uma ou outra razão não gostaram, por favor, voltem e tentem novamente. Vale a pena. Vamos tentar e comemorar os dez anos de novas políticas culturais no país.
ABr – O Ibram dispõe de informações que as pessoas estão se interessando mais para ir aos museus e consumir cultura de forma geral?
Nascimento – Sim. O brasileiro sempre gostou de arte. Por exemplo, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro está entre as 12 instituições [culturais] mais visitadas no mundo. O interesse do brasileiro pela área cultural como um todo vem melhorando, o que inclui o consumo por cultura. Imagine quanto um trabalhador que tem família – mulher, marido e dois filhos, por exemplo – gasta para consumir cultura? É um custo alto. Os nossos esforços agora são para baratear cada vez mais e garantir que o brasileiro tenha mais acesso [à vida cultural]. Esse é um dos nossos desafios.
ABr – Consumir cultura também estimula um lado negativo que é o relacionado ao roubo de peças
dos museus, volta e meia há relatos sobre isso. Como lidar com esse mercado negro?
Nascimento – Trabalhamos em parceria do Ibram com a Receita Federal e a Polícia Federal. Há um Cadastro de Bens Musealizados Desaparecidos por meio do qual estão registradas as obras e peças que não se encontram nas [respectivas] instituições. Qualquer um pode denunciar. Tentamos montar uma espécie de cadeia nacional de segurança para poder evitar e conter esses episódios [relativos aos roubos]. Existe ainda um trabalho de conscientização e integração com as polícias estaduais. Nada disso pode ser isolado.

Confira no link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2010-12-12/cerca-de-80-dos-municipios-brasileiros-nao-tem-museu  texto referente ao assunto.

Renata Giraldi/Repórter da Agência Brasil
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