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Arcebispo Dom Delson cobra mais rigor nas medidas de prevenção à covid e não descarta fechamento das igrejas

O arcebispo de João Pessoa, Dom Delson Pedreira, admitiu e criticou o relaxamento nos cuidados sanitários que evitam a disseminação do novo coronavírus, agente causador da covid-19.

O religioso exigiu mais rigor na implantação das medidas contra a pandemia até dentro das igrejas. Dom Delson alertou que as igrejas poderão voltar a ser fechadas caso padres e fieis descumpram os protocolos sanitários. “Estamos vivendo mais um momento crítico da pandemia. Nessa nova onda, os hospitais estão cheios e o número é crescente de infectados pela covid-19. A igreja assumiu com as autoridades públicas o protocolo de saúde, que é inspirado no cuidado que todos devemos ter pela vida. Depois de muitos meses seguindo o protocolo, houve por parte de todos um certo relaxamento das normas”, declarou o Dom Delson.

O religioso orientou a todos que voltem a seguir os protocolos e destacou que o Ministério Público da Paraíba está preocupado com a situação e sugeriu que a população volte a ficar em casa, saindo apenas para atividades essenciais e que façam também o uso da máscara. “Idosos, crianças e aqueles do grupo de risco não saiam de casa. Nas igrejas, os senhores padres devem seguir as normas e os protocolos, pois se o contágio continuar aumentando poderemos ter as igrejas fechadas novamente. O momento é de precaução”, argumentou o arcebispo.

 

PB Agora

 

Manifestações no Chile acabam com igrejas incendiadas

Dezenas de milhares de chilenos se reuniram na praça central de Santiago neste domingo (18) em lembrança aos protestos em massa que deixaram mais de 30 mortos e milhares de feridos um ano atrás, e manifestações inicialmente pacíficas culminaram em tumultos e saques à noite.

Pessoas haviam se congregado mais cedo em manifestações no centro da capital e em cidades de todo o Chile, que ganharam em tamanho e fervor durante o anoitecer. Muitas portavam cartazes e faixas caseiras com as cores do arco-íris pedindo um sim no referendo do próximo domingo (25), que perguntará se a população quer descartar a Constituição dos tempos da ditadura – uma das exigências nos protestos de 2019.

As manifestações, essencialmente pacíficas no início, foram marcadas por incidentes crescentes de violência, saques de supermercados e confrontos com a polícia em toda a capital mais tarde, no mesmo dia. Sirenes de caminhões de bombeiros, barricadas em chamas em estradas e fogos de artifício em ruas do centro aumentaram a sensação de caos em alguns bairros.

O ministro do Interior chileno, Victor Pérez, falou no final da noite, elogiando os protestos pacíficos iniciais e criticando a desordem do fim do dia. Ele pediu aos chilenos para acertarem suas diferenças votando no referendo constitucional de 25 de outubro.

Mais de 15 estações de metrô foram fechadas temporariamente durante os tumultos, e vândalos atacaram outra igreja de Santiago, incendiando seu pináculo. A polícia usou gás lacrimogêneo e canhões de água durante confrontos com pessoas encapuzadas.

Protestos

Inicialmente desencadeados por uma alta no preço do transporte público, o Chile enfrentou em 2019 a maior onda de protestos da história do país. A praça Itália, no centro da capital Santiago, foi palco de confrontos violentos entre diversos grupos de manifestantes e a polícia. Gás lacrimogêneo e jatos de água de alta pressão foram utilizados para tentar conter o avanço de grupos de manifestantes contra a polícia.

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou na época que o país estaria “em guerra” contra criminosos responsáveis pelos protestos violentos. Vários grupos de manifestantes usaram as redes sociais para convocar aliados, derrubar portões de estações de metrô e destruir catracas. Na manhã do dia 19 de outubro, várias cidades amanheceram em chamas, com prédios públicos e estabelecimentos comerciais vandalizados.

Mais de 10 mil policiais foram mobilizados apenas na capital. Os protestos se espalharam por todas as cidades chilenas, mesmo após o anúncio do cancelamento do reajuste nas tarifas de transporte. As Forças Armadas chilenas foram convocadas para controlar o caos nas ruas.

O aumento proposto pelo governo era de 3,75% – de 800 para 830 pesos chilenos.

Agência Brasil

 

 

Casamentos, confissões e demais serviços das igrejas católicas são retomados durante pandemia; agendamentos são decididos por padres

Após mais de quatro meses de portas fechadas, as igrejas católicas na Paraíba retomaram de vez todos os serviços que são oferecidos à população. Casamentos, confissões, batizados e demais celebrações já são realizados normalmente. A abertura gradual que foi iniciada desde de 20 de junho foi ampliada para a realização desses eventos, após a flexibilização adotada pelo governo para a retomada do ‘novo normal’.

Segundo a assessoria da Arquidiocese da Paraíba, todos os serviços que foram retomados nas últimas semanas seguem o protocolo sanitário em prevenção à covid-19. A ocupação nos espaços dos templos são de 30%, o uso de máscara é obrigatório, os grupos de risco são orientados a redobrar os cuidados e evitar aglomerações participando das celebrações durante a semana quando tem menos gente nesses espaços. Todas as orientações são reforçadas também pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Desde o dia 19 de março quando as igrejas foram fechadas devido a pandemia, casamentos e demais celebrações passaram a ser realizadas apenas de forma virtual através das redes sociais e plataformas de vídeo.

O agendamento de todas as atividades depende de cada paróquia e o padre é o responsável pela aprovação ou não das atividades.

 

clickpb

 

 

Apesar da flexibilização, arquidiocese vai manter igrejas católicas fechadas na PB

Mesmo liberadas para abrir e funcionar com capacidade para 30% do público, as igrejas católicas vão continuar fechadas na Paraíba, conforme informou a Arquidiocese, através de comunicado nesse sábado (13). A previsão é de que um novo posicionamento seja tomado nos próximos dias. Veja abaixo a nota da Arquidiocese sobre a flexibilização.

A respeito dos decretos do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal de João Pessoa, a Arquidiocese da Paraíba comunica que, nos próximos dias, emitirá um novo decreto com um posicionamento oficial sobre o início da flexibilização e distanciamento social.

Até a publicação do referido documento arquidiocesano, as celebrações continuam seguindo as normas atuais, ou seja, sem a presença dos fieis e com transmissão online, de acordo com as possibilidades de cada paróquia. Mantenhamos a fé e a esperança.

 

fonte83

 

 

Prefeito de Areia autoriza aglomerações com reabertura do comércio e mantém igrejas fechadas

Ao assinar na quarta-feira (15) o novo decreto que permite a reabertura do comércio e da feira livre na cidade de Areia, Brejo da Paraíba, o prefeito João Francisco desafia o Ministério Público Estadual (MPE), do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF) que recomendaram a manutenção de fechamento do comércio dos municípios, além de desobedecer o protocolo internacional de enfrentamento ao coronavírus determinado pelo Conselho Nacional de Saúde.

Mesmo reabrindo o comércio, o prefeito João Francisco não atendeu aos apelos de pastores e da comunidade católica e optou por manter as igrejas e templos fechados.

O gestor está recebendo muitas críticas da população. Neste sábado (18) imagens enviadas à nossa redação mostram aglomerações nas ruas e a maioria sem usar máscaras. A reabertura do comércio expõe os trabalhadores e clientes a riscos.

No Decreto é alertado aos comerciantes que sigam uma série de exigências para evitar a proliferação do coronavírus, como por exemplo, manter os ambientes arejados, distância mínima dos clientes, controle do número de pessoas nos estabelecimentos, uso de álcool em gel e doação de máscaras, porém os moradores informam que 90% dos estabelecimentos que reabriram não doaram as máscaras e não se mantém a distância indicada no decreto, conforme mostram as imagens.

A população reclama ainda que não há fiscalização por parte da gestão municipal e que o prefeito é dono da metade do comércio da cidade, por isso decretou o funcionamento dos estabelecimentos.

“Como é que um prefeito abre o comércio e deixa as igrejas e templos fechados? Isso mostra que ele só quer saber de lucro dos supermercados dele e do hotel de sua propriedade, pois quanto mais gente na rua, mais dinheiro circula e não existe fiscalização, não houve entrega de uma máscara pelo comércio”, informou um popular.

 

blogdoandersonsoares

 

 

Igrejas católica e evangélicas se unem para doar cestas básicas recebidas de vereadores e vice-prefeito de Solânea

São em momentos difíceis que as diversidades devem deixar de existir. Com tudo que o mundo está vivendo nos últimos dias, gestos de solidariedade tem cada vez mais se espalhado no objetivo de ajudar aos que mais precisam.

Estes gestos de solidariedade e união também vêm ocorrendo na cidade de Solânea.

Nesta quarta-feira (01) uma ação conjunta reuniu membros das igrejas católica, evangélicas e a creche Lucilene do município com o objetivo de levar um pouco de alimento às famílias carentes da cidade.

Após receberem a doação de cestas básicas por agentes públicos de Solânea, representantes das entidades religiosas se reuniram no salão paroquial da Igreja Matriz para redistribuir as cestas que vão beneficiar mais de 100 famílias.

Os membros das igrejas fizeram questão de agradecer aos vereadores Márcio Prudêncio, Flávio Evaristo, Vanda Rosália, Carlinhos, Minininho, Josenildo Costa, Zué e Paulo Nunes e ainda ao vice prefeito Edvanildo Jr. “Sabemos da diferença que estas cestas básicas vão fazer pelo menos nos próximos dias para algumas famílias carentes da nossa cidade. É um momento de união, independente de religião ou partido, por isso agradecemos a iniciativa dos vereadores e do vice-prefeito em nos procurar para partilhar o alimento as famílias solanenses”, destacou Zé Heugênio um dos representantes das igrejas.

A situação de quarentena tem gerado grande preocupação com as famílias solanenses e várias ações de ajuda tem mobilizado as entidades religiosas do município. “Não só a igreja que represento, mas aqui podemos perceber que várias igrejas da nossa cidade, evangélicas ou a católica tem realizado constantemente a doação de alimentos as famílias carentes do nosso município, mas nesses últimos dias temos recebido poucas doações e por isso queremos agradecer a iniciativa desses representantes políticos que hoje estão apoiando essas ações”, comentou Creginaldo presente no encontro.

Redação FN

 

 

Após decreto, igrejas católicas da PB mantêm missas suspensas e recomendam isolamento social

As igrejas católicas da Paraíba decidiram manter a suspensão de celebrações com presenças de fiéis mesmo depois da edição do decreto do presidente Jair Bolsonaro, que inclui atividades religiosas como uma atividade considerada essencial durante o combate ao novo coronavírus. De acordo com a determinação, por ser considerado um serviço ou atividade essencial, está autorizado a funcionar mesmo durante a quarentena.

De acordo com a Arquidiocese da Paraíba, as recomendações de isolamento social seguem para que todos os fiéis permaneçam em casa evitando aglomerações e o aumento no contágio do coronavírus. As missas dominicais continuam sendo celebradas a portas fechadas nas matrizes de cada paróquia com, na medida do possível, transmissão online para os fiéis por meio de plataformas digitais.

A Diocese de Campina Grande também confirmou a permanência das medidas presentes no decreto publicado pelo bispo Dom Dulcênio Fontes de Matos, que determinou a suspensão da celebração de missas com fiéis, batismos e confissões.

As medidas valem para Campina Grande e outros 61 municípios que integram a diocese. No decreto, a recomendação é que as igrejas continuem abertas, mas que as pessoas visitem sem aglomeração. Os sacerdotes devem atender fiéis apenas em casos de extrema necessidade e mantendo os cuidados de prevenção de contágio do coronavírus.

G1

 

Ministério da Economia confirma estudo para subsidiar conta de luz de igrejas

O Ministério da Economia confirmou que a concessão de subsídio para a conta de luz de templos religiosos está em estudo nas áreas técnicas da pasta. O Estadão trouxe a informação nesta sexta-feira (10), revelando que o presidente Jair Bolsonaro pediu ao Ministério de Minas e Energia (MME) que elaborasse uma minuta de decreto para permitir descontos nas tarifas de energia de igrejas de grande porte. Já na quinta-feira, 9, o MME já havia confirmado que o assunto está sendo avaliado.

Caso aprovada, os evangélicos, principal base de sustentação do governo Bolsonaro, serão os principais beneficiados. A publicação lembra que o presidente vem atendendo as reivindicações desse segmento desde que assumiu o cargo. Em contrapartida, muitos templos já anunciaram a disposição de ajudar Bolsonaro a coletar as quase 500 mil assinaturas necessárias para criar seu novo partido, o Aliança pelo Brasil.

De acordo com o Estadão, a ideia do governo é diminuir a conta de luz dos consumidores conectados à alta tensão. Sedo assim, os de maior demanda, como catedrais e basílicas, que pagam tarifas maiores nos horários de maior consumo do dia, como supermercados e shopping centers, terão a cobrança diferenciada.

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paraiba.com.br/

 

 

Bolsonaro desautoriza secretário da Receita e diz que não haverá novo imposto para igrejas

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para desautorizar o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra,sobre a criação de um novo imposto “contra as igrejas”, em um vídeo publicado nesta segunda-feira.

Em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, Cintra afirmou que a Contribuição Previdenciária (CP), um tributo que incidiria sobre todas as transações financeiras, bancárias ou não, com alíquota de 0,9% e rateado entre as duas pontas da operação (quem paga e quem recebe), seria paga até por fiéis  que contribuírem com o dízimo.

– Fui surpreendido nesta manhã por uma declaração do nosso secretário da Receita de que seria criado um novo imposto para Receita. Eu quero me dirigir a todos vocês dizendo que essa informação não procede – declarou Bolsonaro no início da gravação.

– No nosso governo nenhum novo imposto será criado, em especial contra as igrejas, que além de ter um excelente trabalho social prestado a toda comunidade reclamam eles, em parte com razão no meu entendimento, que é uma bitributação nesta área.  Então, bem claro, não haverá um novo imposto para as igrejas – completou o presidente.

Na entrevista, Cintra reconheceu que a medida seria polêmica, mas explicou que “todo mundo” vai pagar o imposto, da igreja à economia informal e contrabando.

A criação da CP integra a proposta de reforma tributária que está sendo elaborada pelo secretário e tem como objetivo substituir a contribuição sobre os salários. Segundo Cinta, “vai ser pecado tributar salário no Brasil”.

Durante a campanha, a bancada evangélica no Congresso declarou apoio a Bolsonaro. Uma iniciativa que atingisse as igrejas provocaria atritos com uma das principais bases do presidente.

Essa não é a primeira vez que Bolsonaro desautoriza informações de integrantes de sua equipe. Em novembro do ano passado, antes de tomar posse, ele negou a intenção de recriar a CPMF para custear a Previdência.   Durante a campanha, a menção à volta da contribuição já havia gerado uma crise entre o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e o então candidato Bolsonaro.

O Globo 

Foto: Dida Sampaio/Estadão

 

 

Explosões em hotéis e igrejas deixam centenas de mortos e feridos no Sri Lanka

Uma série de explosões em hotéis de luxo e igrejas católicas durante a celebração da Páscoa no Sri Lanka deixou 207 mortos e mais de 450 feridos neste domingo (21), segundo o último balanço das autoridades policiais. Segundo fontes oficiais, ao menos 27 estrangeiros estão entre os mortos.

Nenhum grupo reivindicou autoria das ações até o momento. Sete pessoas foram presas durante uma operação de captura dos suspeitos em Colombo. Dois policiais morreram durante a operação.

O que se sabe até agora

  • 8 explosões atingiram o Sri Lanka neste domingo
  • 4 hotéis, 3 igrejas católicas e um complexo de casas foram alvos
  • Atentados ocorreram na capital, Colombo, e em outras duas cidades
  • 207 pessoas morreram e mais de 450 ficaram feridas
  • 27 mortos são estrangeiros
  • Nenhum grupo assumiu a autoria até o momento
  • Sete suspeitos foram presos

Sequência de ataques

Foram oito atentados. Seis ocorreram na capital, Colombo, atingindo quatro hotéis, uma igreja e um complexo residencial. Outros dois ataques foram registrados em igrejas nas regiões de Katana e Batticaloa.

Os primeiros casos ocorreram de forma coordenada por volta das 8h45 (0h15, no horário de Brasília), em três hotéis de Colombo e três templos católicos que realizavam missas em celebração à Páscoa, nas três cidades atingidas.

Horas mais tarde, outras duas explosões ocorreram na capital. Uma delas, que deixou dois mortos, ocorreu em um pequeno hotel situado ao lado do zoológico de Dehiwala. A outra, em um complexo de casas em Dematagoda, na periferia de Colombo.

No hotel de luxo Cinnamon Grand, em Colombo, um homem-bomba detonou o explosivo na fila de clientes que esperava para entrar em um bufê de Páscoa no restaurante do local.

“Ele se dirigiu para o início da fila e se explodiu”, relatou um funcionário para a AFP. “Era o caos total”, acrescentou.

Ataques conta 4 hotéis, três igrejas e um complexo residencial no Sri Lanka. — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Ataques conta 4 hotéis, três igrejas e um complexo residencial no Sri Lanka. — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Pessoas mortas após atentado em igreja de Santo Antônio em Colombo, Sri Lanka, neste domingo 21). — Foto: AFP

Pessoas mortas após atentado em igreja de Santo Antônio em Colombo, Sri Lanka, neste domingo 21). — Foto: AFP

Parentes de vítimas choram perto de igreja no Sri Lanka — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Parentes de vítimas choram perto de igreja no Sri Lanka — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Investigação

O primeiro-ministro, Ranil Wickremesinghe, convocou uma reunião do conselho de segurança nacional em sua casa para o final do dia. “Eu condeno veementemente os ataques covardes contra nosso povo hoje. Eu chamo todos para permanecerem unidos e fortes”, postou no Twitter.

Padres caminham perto de igreja após atentado — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Padres caminham perto de igreja após atentado — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

O presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena, pediu calma ao país. “Por favor, fiquem calmos e não sejam enganados por rumores”, declarou Sirisena, em mensagem à nação.

Sirisena, que se mostrou “em choque e triste com o que ocorreu”, esclareceu que “as investigações estão em curso para descobrir que tipo de conspiração está por trás destes atos cruéis”.

Toque de recolher

O governo impôs um toque de recolher no país. O governo também decretou um bloqueio temporário das redes sociais para impedir a difusão de mensagens falsas sobre os atentados.

“O governo decidiu bloquear todas as plataformas de redes sociais com o objetivo de impedir a propagação de informações incorretas e falsas. Trata-se de uma medida temporária”, anunciou a presidência, em um comunicado.

Atentados desta magnitude não aconteciam no Sri Lanka desde a guerra civil entre a guerrilha tâmil e o governo, um conflito que durou 26 anos, terminou em 2009 e deixou, segundo dados da ONU, mais de 40 mil civis mortos.

O último deles foi em 2018, quando o governo teve que declarar estado de emergência após confrontos entre muçulmanos e budistas. No Sri Lanka, a população cristã representa 7%, enquanto os budistas são cerca de 70%, de acordo com o Censo feito em 2012.

Sapato de vítima em frente a igreja no Sri Lanka — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Sapato de vítima em frente a igreja no Sri Lanka — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Reações

As igrejas cristãs na Terra Santa expressaram seu pesar após os atentados. “Que difíceis, irritantes e tristes são estas notícias, especialmente porque os ataques aconteceram enquanto os cristãos comemoravam a Páscoa”, lamentou o assessor de líderes da Igreja na Terra Santa, Wadie Abunassar.

Ele transmitiu sua solidariedade ao Sri Lanka e “a todos seus habitantes em suas várias confissões religiosas e origens étnicas”. “As igrejas rezam pelas almas das vítimas e pedem a rápida recuperação dos feridos”, acrescentou, em comunicado.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua rede social: “Os EUA prestam suas sinceras condolências ao grande povo do Sri Lanka. Estamos prontos a ajudar!”. Inicialmente, Trump havia postado que o número de mortos era de 138 milhões, mas corrigiu o número para 138 em um novo post.

G1