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Homem que teve diagnóstico de coronavírus descartado na Paraíba recebe alta hospitalar

O primeiro homem que foi internado com suspeita de coronavírus na Paraíba recebeu alta hospitalar na noite deste domingo (1º). Ele foi internado na terça-feira (25) de Carnaval e o exame que descartou a infecção nele foi divulgado na última sexta-feira (28).

O homem estava internado no Hospital Clementino Fraga, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa. De acordo com informações repassadas pelo secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, o homem vai concluir o tratamento com antibióticos em casa.

Na sexta-feira, o secretário executivo de Gestão da Rede de Unidades de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, explicou a situação dos dois pacientes internados entre terça-feira (25) e sexta-feira. O exame feito no paraibano já descartou a infecção e o italiano não tem nem sintomas gripais que pudessem levá-lo a ser um caso suspeito de coronavírus.

Segundo o médico, em relação ao paraibano internado na terça, vindo da Itália, “o paciente está com rinovírus. É um vírus comum do resfriado que a gente tem uma ou duas vezes no ano, e que deixa o olho lacrimejante, nariz cheio, deixa a gente um pouco indisposto quando acorda pela manhã…”

Já o italiano tem problemas na perna que causaram desconforto respiratório. “O paciente, neste momento, não apresenta sintoma que possa enquadrá-lo minimamente em caso suspeito (de coronavírus). Desde o dia 7 de fevereiro (no Brasil), ele nunca teve um episódio febril, ele nem teve minimamente gripado, com nariz cheio ou tosse… Ele está apresentando um sintoma que está concentrado na perna. Um problema nas veias da perna. Isso pode causar um desconforto respiratório.”

O secretário executivo comentou o resultado do exame negativo para coronavírus no paraibano vindo da Itália. “Esse exame a gente acabou de receber a informação que ele foi confirmado pelo Instituto Evandro Chagas, que é o centro de referência do Ministério da Saúde para o Norte e Nordeste, para a última contraprova de coronavírus e eles confirmaram que é um rinovírus. Agora nós vamos tomar as medidas para terminar os cuidados com esse paciente.”

Ainda de acordo com Daniel Beltrammi, “neste momento, nós podemos dizer, com algum grau de certeza, que nós não temos nenhum caso confirmado de coronavírus no estado da Paraíba.”

 

clickpb

 

 

Após 20 dias internado, Pinto do Arcodeon recebe alta hospitalar

pintoInternado desde o último dias 29 de dezembro, no IMIP, em Recife, o cantou e compositor paraibano, Pinto do Arcodeon, recebeu alta neste sábado (17). Uma foto e uma mensagem foi postada pela esposa do músico, Madalena Figueiredo, em sua página no Facebook.

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“Na saída do hospital de alta já com saúde graças a Deus e a equipe médica do hospital IMIP”, postou a esposa do cantor.

Pinto do Acordeon, 65 anos, foi internado às pressas devido a problemas com diabetes e teve que ser submetido a uma angioplastia.

O músico estava em casa com a família em João Pessoa quando passou mal. Ele foi levado para a capital pernambucana onde foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para reabilitação do quadro clínico, pois “estava um pouco debilitado e desidratado”, segundo informou Madalena Figueiredo quando Pinto foi internado.

Roberto Targino – MaisPB

Espécie brasileira de coral combate superbactéria hospitalar

Uma das bactérias mais importantes causadora de infecções relacionadas à assistência a saúde (IrAS) e que atinge os pulmões – a Klebsiella pneumoniae (KPC) – acaba de ganhar um combatente inusitado e promissor: o coral orelha-de-elefante (Phyllogorgia dilatata).

 


Coral Orelha de elefante no Recife de Fora – mostra biodiversidade e cobertura. Foto: Coral Vivo

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A espécie, que ocorre na costa do Brasil, é a primeira nas águas do Atlântico Sul a ser identificada com essa característica antimicrobiana para controle desse tipo de microrganismo encontrado em ambiente hospitalar. Com o título: “Identification of a Novel Antimicrobial Peptide from Brazilian Coast Coral Phyllogorgiadilatata”, a novidade está publicada na mais recente edição da “Protein & Peptide Letters”.

Esse estudo – que avaliou a ação das biomoléculas extraídas e purificadas do coral – é liderado por pesquisadores da Pós-Graduação em Ciências Genômicas e Biotecnologia da Universidade Católica de Brasília (UCB), em parceria com o Museu Nacional/UFRJ, e faz parte da Rede de Pesquisas Coral Vivo, patrocinada pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental, e pelo Arraial d’Ajuda Eco Parque. Os cientistas destacam que cepas dessas bactérias têm desenvolvido resistência à maioria dos antibióticos existentes atualmente, causando milhares de mortes por infecções em ambientes hospitalares.

“Percebemos que este pode ser um candidato promissor a novo antibiótico para atuar contra bactérias resistentes aos fármacos disponibilizados até agora”, informa a bióloga molecular e professora da UCB, Simoni Campos Dias. Essa superbactéria, objeto da pesquisa, chegou ao Brasil em 2005. Pelo menos 106 pessoas morreram no Brasil infectados por ela, entre 2011 e 2012, segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde – o que destaca a importância dessa pesquisa. Como esses animais vivem fixos no mar e sobrevivem à alta competitividade dos ambientes marinhos, eles possuem barreiras químicas que conseguiram destruir essa superbactéria pulmonar.

O coral orelha-de-elefante é encontrado em abundância na costa brasileira e nas ilhas oceânicas distribuídas desde o Maranhão até Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Não há relatos na literatura sobre peptídeos antibacterianos extraídos desta espécie. O estudo conclui que as biomoléculas extraídas e purificadas do orelha-de-elefante também conseguiram controlar o crescimento daStaphylococcus aureus e da Shigella flexneri, consideradas bactérias importantes nas infecções adquiridas em ambiente hospitalar, e que apresentam cepas resistentes a muitos antibióticos usados com frequência nas unidades de saúde.

Escolha da espécie

De acordo com o coordenador geral do Projeto Coral Vivo e professor do Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro, o biólogo Clovis Castro, foram selecionadas seis espécies de corais que tinham potencial para a pesquisa. “Como esses animais sobrevivem à alta competitividade dos ambientes marinhos, eles possuem barreiras químicas como, por exemplo, os peptídeos antimicrobianos”, relata Castro. Além do extrato bruto da Phyllogorgia dilatata, foram avaliados: Carijoa riisei, Muriceopsis sulphurea, Neospongodes atlantica, Palythoa caribeorum e Plexaurellagrandiflora.

“Nos resultados preliminares, percebemos que a Phyllogorgia dilatata tinha potencial consideravelmente mais alto do que as demais, por isso aprofundamos os experimentos somente com ela”, explica a pesquisadora Loiane Alves de Lima, que teve a pesquisa como tese de seu mestrado na UCB.

Próximas etapas

As substâncias são encontradas em quantidades extremamente pequenas no coral. A bióloga Simoni Campos Dias explica que o próximo passo será descobrir se esse peptídeo é derivado do próprio coral ou se pertence às bactérias e outros micro-organismos que vivem em associação com ele. “Começamos a investigar também as moléculas de outros animais marinhos do Caribe, visto que os resultados desse estudo apresentaram alto potencial de defesa”, completa.

Somente terá efeito no organismo humano com a biomolécula isolada criteriosamente e processada: “Após longo processamento do fármaco descoberto no coral, o composto será clonado dentro de levedura, para que seja possível produzir o princípio ativo em grande quantidade. Assim, o medicamento poderá ser fabricado”, resume o professor da Universidade Católica de Brasília, Octávio Luiz Franco, que faz parte da equipe de pesquisadores. Ele conta que isso pode levar uns 10 anos, porque serão necessárias mais pesquisas e testes no organismo humano e aprovação dos órgãos competentes. E alerta: “O extrato em si, sem o processamento adequado, poderia causar danos maiores do que a bactéria causadora da infecção hospitalar”.

Esse é um dos estudos sobre novos combatentes para as temidas superbactérias liderados pelos pesquisadores da Universidade Católica de Brasília (UCB), que já pesquisaram outros peptídeos com atividade antimicrobiana extraídas de plantas e animais, por exemplo. A pesquisa com os corais brasileiros foi financiada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), CNPq, CAPES e Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, e faz parte da Rede de Pesquisas Coral Vivo, que é patrocinada pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental, e pelo Arraial d’Ajuda Eco Parque. Participaram cientistas da UCB, do Museu Nacional / Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Universidade Federal do Ceará, e da University de La Habana, de Cuba.

Curiosidade

O coral orelha-de-elefante está na atual cédula de R$ 100. Ele foi indicado para o Banco Central e Casa da Moeda pelos pesquisadores do Museu Nacional/UFRJ e do Projeto Coral Vivo, assim como as demais espécies marinhas que acompanham a garoupa na nota. A edição 12 do informativo “Coral Vivo Notícias” publicou matéria com as imagens cedidas pelo Projeto e suas respectivas localizações. Confira aqui.

Projeto Coral Vivo

O Projeto Coral Vivo faz parte da Rede BIOMAR (Rede de Projetos de Biodiversidade Marinha), que reúne também os projetos Tamar, Baleia Jubarte, Golfinho Rotador e Albatroz. Todos patrocinados pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental, eles atuam de forma complementar na conservação da biodiversidade marinha do Brasil, atuando nas áreas de proteção e pesquisa das espécies e dos habitats relacionados. As ações do Coral Vivo são viabilizadas também pelo co-patrocínio do Arraial d’Ajuda Eco Parque, e realizadas pela Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN).

Fonte: Site Coral Vivo

Em Guarabira, bombeiro flagra filho brincando com lixo hospitalar em terreno baldio

O soldado do Corpo de Bombeiros da cidade de Guarabira, Nunes, morador de uma residência na Rua Colômbia, no Bairro do Nordeste II, ficou indignado ao ver que lixo hospitalar foi jogado em um terreno baldio que fica vizinho à sua casa. O bombeiro ficou estarrecido, pois seus filhos estavam brincando com seringas e agulhas, além de espéculo vaginal (utensílio usado nos exames ginecológicos).

De acordo com ele foi a primeira vez que isso aconteceu. As seringas estão com as agulhas manchadas de sangue, luvas que já foram utilizadas em procedimentos cirúrgicos entre outros materiais.

Numa entrevista dada ao repórter Zé Roberto, o bombeiro não soube dizer a origem daquele lixo, mas disse que a aproximadamente 20 metros de sua casa, tem um posto de saúde. Ele disse que foi tirar satisfações com uma funcionária do referido posto, e a mesma disse que o lixo é retirado de lá toda quita-feira, não sabendo também dizer se, aquele lixo foi do posto médico. O bombeiro pede providencias.

Ouça nunes bombeiro

Veja as imagens

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Michele Marques/Portal Mídia
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