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Moisés volta, Dudu faz golaço e Palmeiras mantém 100%

O Palmeiras é o melhor time do Campeonato Paulista. Neste domingo, o time alviverde venceu o Bragantino por 2 a 0, no estádio Nabi Abi Chedid, e se manteve como a única equipe com 100% de aproveitamento no Estadual.

Foto: Luis Moura/Wpp / Gazeta Press

Além da alegria pelo triunfo, a torcida alviverde ainda pode celebrar o retorno do meia Moisés, que entrou na vaga de Tchê Tchê quando o duelo ainda estava 1 a 0. Ademais, destaque para o golaço de Dudu, o talismã Keno, e a ótima partida de Lucas Lima e Felipe Melo.

O domínio alviverde foi total no primeiro tempo, mas a superioridade não se traduziu em gols. No início do duelo em Bragança, o Palestra chegou a ter 87% de posse de bola, mas foram apenas duas finalizações – de Tchê Tchê e Borja – em chances claras de gol.

Foto: Eduardo Carmin/PhotoPremium / Gazeta Press

De mais positivo, a movimentação de Willian, Dudu e Lucas Lima, em especial do camisa 20. Jogando à frente de Tchê Tchê e Felipe Melo, o trio trocou de posição em diversos momentos e confundiu a marcação adversária.

Mesmo repetindo a saída de três com Felipe Melo entre os zagueiros, Lucas Lima foi o responsável por tirar o Palmeiras da defesa. O meia mostrou muita qualidade nos lançamentos, enquanto o Pitbull ainda se mostrava – o que iria mudar na etapa final – mais tímido nas inversões longas de campo.

Foto: Eduardo Carmin/PhotoPremium / Gazeta Press

Palmeiras transforma domínio em gols no segundo tempo

Na etapa final, Roger Machado seguiu dando tempo para seus titulares, que começaram os 45 minutos finais como os primeiros: com muita posse de bola, rodando a área adversária, mas sem conseguir finalizar. Com 16 minutos, Keno entrou na vaga de Borja e a estrela do atacante não demorou a brilhar.

Dudu sofreu falta e bateu rápido para Michel Bastos. O camisa 15 acertou seu primeiro cruzamento no jogo – depois de diversas tentativas – e mandou a bola no segundo poste para Keno, que deu um tapa de primeira para o gol. Guilherme Mattis ainda tentou cortar em cima da linha, mas não conseguiu.

Foto: Luis Moura/Wpp / Gazeta Press

À frente no placar, Roger Machado deu a oportunidade à torcida do Palmeiras de ver a estreia de Moisés na temporada. O camisa 10 entrou na vaga de Tchê Tchê para atuar ao lado de Felipe Melo e aumentou ainda mais o domínio palmeirense.

Com 26 jogados, o Palmeiras matou a partida. Felipe Melo, antes tímido, acertou mais um de seus lançamentos espetaculares. Dudu recebeu na ponta esquerda, dominou com a coxa, partiu para cima da marcação e deu um tapa no ângulo oposto de Alex Alves, que nada pôde fazer.

Muito aplaudido pelos presentes, o capitão deixou o gramado nove minutos depois para a entrada de Guerra. O venezuelano, assim como Moisés, não tiveram tanta oportunidade de aparecer no duelo, que já estava decidido e terminou com vitória palestrina.

FICHA TÉCNICA

BRAGANTINO 0 X 2 PALMEIRAS

Data: 28 de janeiro de 2018, domingo

Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista

Horário: 17 horas (de Brasília)

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo

Assistentes: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa e Fabio Rogério Baesteiro

Cartões amarelos: Ewerton, Lázaro e Adenilson (BRAGANTINO)

GOL:

PALMEIRAS: Keno, aos 18, e Dudu, aos 26 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Michel Bastos; Felipe Melo e Tchê Tchê (Moisés); Willian, Lucas Lima e Dudu (Guerra); Borja (Keno)

Técnico: Roger Machado

BRAGANTINO: Alex Alves; Ewerton, Lázaro, Guilherme Mattis e Fabiano; Evandro, Adenilson (Diego Macedo), Vitinho (Rafael Silva) e Gerley (Hélton Luiz); Matheus Peixoto e Léo Jaime

Técnico: Marcelo Veiga

Gazeta Esportiva

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Com golaço de Robinho, Cruzeiro vence Vasco e cola no G-6

O Vasco continua sentindo muita falta de São Januário. O time cruz-maltino voltou a ser derrotado no Campeonato Brasileiro em partida disputada na noite desta quinta-feira, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. O Cruzeiro venceu por 3 a 0, sem encontrar qualquer dificuldade. Os gols foram marcados por Thiago Neves, de falta, e Sassá, cobrando pênalti, no primeiro tempo. Robinho deu números finais ao jogo na etapa final, com um golaço.

Com o resultado, o Vasco caiu para a nona posição, com 23 pontos ganhos, enquanto o Cruzeiro chegou aos 26 pontos e subiu para a sétima colocação.

O resultado fez justiça ao melhor desempenho do time dirigido por Mano Menezes, que exerceu o controle das ações durante os 90 minutos. O Vasco cometeu muitas falhas individuais e quase não ameaçou o gol defendido por Fábio. A nova derrota fez a torcida hostilizar o presidente Eurico Miranda e, principalmente, o técnico Milton Mendes, chamado de “burro” no final da partida.

Na próxima rodada, o Vasco vai visitar a Ponte Preta, em Campinas. O Cruzeiro recebe o Botafogo, no Mineirão.

Foto: Rudy Trindade/FramePhoto / Gazeta Press

O jogo – Mal a partida começou, a torcida do Vasco teve a primeira decepção. Aos dois minutos, o Cruzeiro marcou o primeiro gol. Elber foi derrubado do lado direito da área. Thiago Neves bateu cruzado, ninguém foi na bola e o goleiro Martín Silva acabou surpreendido e viu a bola entrar no canto direito. O time carioca tentou não mostrar abatimento e partiu em busca do gol de empate. Aos cinco minutos, Escudero mandou a bomba que passou bem perto da trave direita defendida por Fábio.

A torcida cruz-maltina tentou empurrar o time para buscar o empate. O time dirigido por Mano Menezes seguia marcando a saída de bola do adversário e retardando a organização de jogo do time da casa.

Aos 15 minutos, outra falta nas proximidades da área do Vasco, a cobrança de Lucas Silva explodiu na barreira.

A equipe mineira continuou melhor e , aos 18 minutos, marcou o segundo gol. O zagueiro Rafael Marques derrubou Sassá na grande área. O árbitro marcou pênalti que Sassá cobrou, com paradinha, para ampliar a vantagem da equipe visitante.

Foto: Rudy Trindade/FramePhoto / Gazeta Press

O técnico Milton Mendes decidiu modificar o esquema tático e trocou o volante Wellington pelo atacante Thalles, mas foi o Cruzeiro que voltou a criar outra grande chance para marcar aos 28 minutos, mas o goleiro Martín Silva fez grande defesa e impediu que o chute de Elber ganhasse o caminho das redes.

A equipe mineira continuava mais perto do terceiro gol do que o Vasco do segundo. Aos 30 minutos, novamente Martín Silva evitou o gol ao sair com precisão e evitar que o passe de Thiago Neves chegasse aos pés de Sassá, livre na área.

O Vasco não conseguia se encontrar. Wagner errava muitos passes e não conseguia acionar os atacantes. Os laterais apelavam para os cruzamentos, mas a zaga mineira tinha absoluto controle do jogo aéreo.

Ao final da primeira etapa, a torcida do Vasco vaiou o time e hostilizou o presidente Eurico Miranda.

O segundo tempo começou sem que os treinadores tivessem feito mudanças no intervalo. A torcida do Vasco tentou motivar os jogadores para a reação. O Cruzeiro começou a segunda etapa tentando ficar com a bola nos pés para impedir a pressão inicial do adversário. E o primeiro momento de perigo foi criado pela equipe mineira. Rafinha lançou Sassá na área, mas a conclusão do atacante foi bloqueada pela zaga carioca.

Foto: Rudy Trindade/FramePhoto / Gazeta Press

O Vasco só chegou na área mineira aos seis minutos, mas o chute do volante Jean passou longe da trave.

Aos dez minutos, Bryan investiu pela esquerda, driblou Martín Silva e tocou para o gol, mas Rafael Marques salvou em cima da linha, evitando o terceiro gol. Logo depois, o técnico Milton Mendes decidiu promover a estreia do atacante argentino Andrés Rios. Ele entrou no lugar de Wagner. Logo depois, Elber sentiu dores na coxa e deu lugar a Robinho.

O Vasco continuava sem força ofensiva e o técnico Milton Mendes decidiu arriscar tudo, trocando o lateral-esquerdo Henrique pelo atacante Manga Escobar. Escudero passou a executar a função defensiva.

Mesmo com todas as mudanças, o time de São Januário seguiu com muitas dificuldades de pressionar a defesa do Cruzeiro. O goleiro Fábio quase não era incomodado.

A falta de objetividade da equipe levou parte da torcida a eleger Milton Mendes como alvo das vaias e ofensas. Só aos 33 minutos é que o time carioca ameaçou com um chute forte do lateral Gilberto que levou perigo ao gol defendido por Fábio.

Aos 42 minutos, o Cruzeiro liquidou a fatura com um gol marcado por Robinho. O meia recebeu de Lucas Silva, se livrou de dois marcadores e tocou na saída de Martín Silva, definindo o resultado da partida.

FICHA TÉCNICA

VASCO-RJ 0 X 3 CRUZEIRO-MG

Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)

Data: 3 de agosto de 2017 (Quinta-feira)

Horário: 20h(de Brasília)

Público: 4.934 pagantes

Árbitro: Vinicius Goncalves Dias Araujo (SP)

Assistentes: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Herman Brumel Vani (SP)

Cartões Amarelos: Rafael Marques, Paulo Vitor, Gilberto, Andrés Rios(Vas); Lucas Silva(Cru)

Gols: CRUZEIRO: Thiago Neves, aos dois, e Sassá, aos 18 minutos do primeiro tempo; Robinho, aos 42 minutos do segundo tempo

VASCO: Martín Silva, Gilberto, Rafael Marques, Lucas Rocha e Henrique(Manga Escobar); Jean, Wellington(Thalles), Wagner(Andrés Rios), Escudero e Paulinho; Paulo Vítor

Técnico: Milton Mendes

CRUZEIRO: Fábio, Lucas Romero, Leo, Murilo e Bryan; Henrique,Lucas Silva, Elber(Robinho), Thiago Neves(Rafael Sobis) e Rafinha; Sassá (Raniel)

Técnico: Mano Menezes

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Valdívia faz golaço, Inter bate o Cruzeiro e vai vivo para última rodada

Valdívia roubou a bola, arrancou em velocidade ainda do campo do Inter, pediu posicionamento de Ariel no centro da área, o gringo foi e chamou a atenção da zaga. Já de frente para o gol do Cruzeiro, ele resolveu chutar. E colocou no ângulo de Rafael. Foi o gol do Internacional que desafogou um time nervoso e significou a vitória vermelha, neste domingo (27), por 1 a 0. O suficiente para deixar a equipe viva na última rodada do Brasileiro.

Com 42 pontos, o Colorado igualou o Vitória e depende do tropeço dos baianos diante do Coritiba, segunda-feira, ou na última rodada contra o Palmeiras, para não cair para Série B. Ainda há o Sport na mira, já que os pernambucanos somam 44 na classificação e ainda não estão fora da chance de queda.
O Colorado já tinha visto um drone com o ‘fantasma da Série B’ aparecer no céu do Beira-Rio. O jogo já tinha sido interrompido por sinalizadores. O time jogava pouco e tudo indicava novo drama. Mas o gol de Valdívia foi o suficiente para dar vida a equipe de Lisca.
No fim do jogo, o Cruzeiro teve ao menos duas chances claras de gol. Ábila, aos 45, perdeu um gol cara a cara com o goleiro, sem marcação, colocou para fora. Sorte ao Inter, que ainda está vivo na luta contra o primeiro rebaixamento de sua história.

Valdívia sai do banco e salva o Inter

Sob alegação de tirar o jogadores que mais sofriam com o momento do Inter, Lisca optou por deixar Valdívia fora da partida contra o Cruzeiro. Começou no banco e entrou no decorrer da partida. Ficou tempo suficiente para fazer um golaço. Aos 30 minutos da etapa final, colocou nas redes o gol da vitória.

Drone com fantasma da Série B

Era 18 do segundo tempo, o Inter, nervoso, sofria contra o Cruzeiro e não conseguia penetrar na defensiva rival. E do céu do Beira-Rio veio a corneta. Um drone trazendo um pano branco com a letra B em vermelho serviu para provocar os vermelhos. Enquanto a torcida do Cruzeiro gritava: “Ão, ão, ão, segunda divisão”.

Geferson, nervoso, sai no primeiro tempo. Vem Vitinho

Lisca escalou o Inter tirando da equipe titular aqueles jogadores que mais sentiam o momento tenso vivido pelo clube por conta da proximidade da Série B. Esqueceu-se de Geferson. O lateral esquerdo entrou visivelmente abalado em campo e por pouco não entregou três gols ao Cruzeiro. Aos 30 do primeiro tempo deu lugar a Vitinho, que empurrou Alex para a lateral.

Alex teve a única chance do primeiro tempo

Alex começou no meio-campo, acabou como lateral, e teve a única chance do primeiro tempo. Em cobrança de falta, o experiente jogador de 34 anos bateu forte, alto, e a boa defesa do goleiro Rafael evitou a abertura do placar.

Cruzeiro se defende e sai no contra-ataque

Ciente da dificuldade do Inter no Brasileiro e sem muito a disputar, o Cruzeiro tratou de se defender. Não foram poucas as vezes que apenas um jogador do time rival esteve no campo vermelho. As saídas, por sua vez, foram rápidas, sempre em busca do gol de Danilo Fernandes. Sem grandes chances.

Sinalizadores e jogo parado

A torcida do Internacional usou sinalizadores. Quando o hino nacional era executado, os materiais foram acesos no Beira-Rio. O jogo só começou quando fora apagados. Mas tão logo a bola rolou, novos foram acesos. O árbitro parou a partida por três minutos. E em vez de apagar os objetos, a torcida os arremessou dentro de campo. O problema é que, se relatado em súmula, o Colorado pode se prejudicar.
Marinho Saldanha/UOL

INTERNACIONAL 1 X 0 CRUZEIRO
Data: 27/11/2016 (Domingo)
Local: estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza
Auxiliares: Marcelo Van Gasse e Alex Ang Ribeiro
Renda: R$ 384.80,00
Público: 28.064 (total)
Cartões amarelos:  Bryan (CRU), Manoel (CRU), Rafael (CRU); Seijas (INT), Ariel (INT)
Gols: Valdívia, do Inter, aos 30 minutos do segundo tempo
INTERNACIONAL
Danilo Fernandes; William, Paulão, Ernando e Geferson (Vitinho); Anselmo, Rodrigo Dourado (Valdívia), Seijas (Ariel), Anderson e Alex; Nico López.
Técnico: Lisca
CRUZEIRO
Rafael; Ezequiel, Manoel, Léo e Bryan; Lucas Romero, Robinho, Ariel Cabral (Ramón Ábila) e Alisson; Rafael Sóbis e Willian (Marcos Vinícius).
Técnico: Mano Menezes
Uol

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Grêmio bate Palmeiras com golaço, mas ‘lei do ex’ reduz vantagem

gremioVencer como mandante é ordem para seguir na Copa do Brasil. Levar gol em casa, porém, deixa o placar longe do ideal. E tudo isso aconteceu nesta quarta-feira (28) entre Grêmio e Palmeiras. Com um golaço de Ramiro, e outro de Pedro Rocha, o Tricolor abriu vantagem. Mas sofreu de seu ex-jogador, Zé Roberto. E com o 2 a 1, o que poderia ser um passo para a semifinal acabou em vantagem mínima.

No duelo de volta, marcado para 19 de outubro, o Grêmio joga por qualquer vitória ou empate. Pode até perder por um gol de vantagem desde que marque mais de um como visitante. Já ao Palmeiras cabe vencer por 1 a 0. Ou dois ou mais de margem, independente dos gols do rival. O adversário na semifinal sairá da partida entre Juventude e Atlético-MG. Nesta quarta, os mineiros pularam na frente.
O Tricolor recuperou seu ‘perfil’. Entrou como fazia antes da troca de treinador. Marcando pressão, controlando o jogo com posse de bola. Reflexo da postura foi a recuperação de uma série de bolas no campo ofensivo, que acabaram em chances de gol.
Já o Palmeiras se surpreendeu com tal postura. Líder do Brasileiro, o alviverde demorou para encaixar seu jogo e só assustou na segunda etapa, quando descontou com gol de pênalti logo aos 5 minutos. Com muitas jogadas ríspidas e reclamação de parte a parte, o placar acabou dando vantagem, mas não muita, aos gaúchos.

Quem foi bem: Douglas dita ritmo do Grêmio

Douglas distribuiu bons passes. Controlou as jogadas, apertou quando necessário, deu encontrou Ramiro em condições de fazer o primeiro gol e ainda conseguiu chamar atenção dos defensores rivais.

Quem foi mal: Tchê Tchê fica perdido

O posicionamento do Grêmio prejudicou todo o Palmeiras. Tchê Tchê, por exemplo, foi quem mais sofreu. Não encontrou sua faixa de campo e esteve abaixo dos demais.

Surpresa de Renato Gaúcho faz golaço

Ramiro não era o mais cotado para ser escalado. Quando seu nome foi confirmado, todos esperavam um Grêmio com três volantes. Nada disso. Atuando aberto pela direita na linha de armadores, a surpresa de Renato Gaúcho fez um golaço. Ao receber de Douglas, aos 34 minutos de um primeiro tempo em que o estudo de parte a parte pautou atuações, bateu de primeira e colocou no ângulo.

Árbitro marca recuo e Palmeiras escapa

Aos 36 minutos, Roger Guedes aparou uma bola em direção ao goleiro Jaílson, que segurou. O árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva entendeu como recuo de bola e apontou tiro livre indireto. Depois de muita discussão sobre o posicionamento da barreira, a bola foi rolada para Geromel, que bateu e a bola bateu na defesa. O Palmeiras escapou de levar o segundo.

Com cara de Grêmio x Palmeiras

O duelo entre Grêmio e Palmeiras se consolidou como grande rivalidade. Entre encontros memoráveis nos anos 1990, os jogos dos times sempre foram marcados por entradas duras, polêmicas, brigas e expulsões. Sobraram jogadas ríspidas nesta quarta, mesmo que nada comparado ao que ocorria no passado.

Grêmio muda postura e usa ‘arma de Renato’

Se nos dois primeiros jogos de Renato Gaúcho no comando do Grêmio o time mostrou uma postura contrária a proposta por Roger Machado, não foi o mesmo nesta quarta. O time ‘reativo’, que se posicionava atrás da linha do meio e procurava o contra-ataque foi alterado. Contra o Palmeiras, o Grêmio se posicionou no campo rival e tentou propor a partida desde o começo. Além disso, marcou no campo rival e conseguiu boas retomadas de bola. Após abrir o marcador com Ramiro, foi a vez da bola aérea, arma dos times montados por Renato Gaúcho, funcionar. Pedro Rocha fez o segundo ainda na etapa inicial.

Palmeiras se surpreende, mas cresce no segundo tempo

Nitidamente mais avançado no campo, o Palmeiras esperava o Grêmio dos dois primeiros compromissos com Renato Gaúcho. Acreditava que encontraria pela frente um time recuado e explorando o contra-ataque. Não foi o que encontrou e acabou demorando para encaixar. Desta forma, passou por alguns problemas para sair jogando, viu Pedro Rocha entrar em condições de marcar duas vezes, e não conseguiu se impor. Até o segundo tempo, quando o time voltou com outra postura dos vestiários. Tanto que logo aos 5 minutos, Zé Roberto marcou em cobrança de pênalti.

Agenda

O jogo de volta entre Palmeiras e Grêmio está marcado para dia 19 de outubro, no Allianz Parque. Pelo Brasileiro, no fim de semana, o Tricolor encara o Cruzeiro, fora de casa. Já o Verdão terá pela frente o Santa Cruz, também fora de casa.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 2 X 1 PALMEIRAS
Data: 28/09/2016 (quarta-feira)
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva
Auxiliares: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Born
Renda: R$ 723.210,00
Público: 26.589 (torcedores)
Cartões amarelos:  Fabiano (PAL), Mina (PAL), Vitor Hugo (PAL); Kannemann (GRE), Marcelo Grohe (GRE), Walace (GRE);
Gols: Ramiro, do Grêmio, aos 34 do primeiro tempo; Pedro Rocha, do Grêmio, aos 45 minutos do segundo tempo; Zé Roberto, do Palmeiras, aos 5 minutos do segundo tempo;
GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edilson, Pedro Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Ramiro (Rafael Thyere), Jaílson, Walace, Douglas; Pedro Rocha (Guilherme) e Luan.
Técnico: Renato Gaúcho
PALMEIRAS: Jailson; Fabiano, Yerry Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê e Moisés; Róger Guedes (Lucas Barrios), Gabriel Girotto (Leandro Pereira) e Dudu (Rafael Marques); Gabriel Jesus.
Técnico: Cuca
Uol

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Santos sofre, mas bate Santa Cruz com golaço no fim em jogo de dois apagões no Pacaembu

© GazetaPress
© GazetaPress

A partida entre Santos e Santa Cruz não mostrou a facilidade imaginada se fosse levado em conta apenas a tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Com muito sofrimento, o time paulista derrotou o pernambucano por 3 a 2, com gols marcados por Copete, Jean Mota e Vitor Bueno. Keno balançou as redes duas vezes pelos visitantes.

O duelo foi realizado no Pacaembu, estádio escolhido pelo alvinegro praiano e que já havia recebido Flamengo 2 x 0 Figueirense nesta rodada. A chuva que atingiu São Paulo no começo da noite, contudo, fez com que a iluminação sofresse dois problemas e atrasou o fim da partida em quase 30 minutos.

Com a vitória, o Santos segue próximo dos líderes do Brasileiro. O time de Dorival Júnior, quarto colocado, tem 45 pontos, estando a seis do líder Palmeiras. Já o Santa Cruz está no penúltimo lugar, com 23 pontos, a seis do primeiro time que está fora da zona de rebaixamento, que é o Vitória.

Domínio santista no 1 º tempo

Nem bem o jogo começou, o Santos já pulou na frente do placar. Vitor Bueno cruzou da direita, Ricardo Oliveira cabeceou, a bola bateu na zaga e sobrou para Copete, que, de voleio, mandou para o fundo do gol.

O time mandante manteve o domínio a partir daí, mas a próxima chance clara ocorreu somente aos 31 minutos. Lucas Lima acionou Zeca, que deixou Ricardo Oliveira na cara do gol. Tiago Cardoso saiu bem e conseguiu fazer a defesa.

Aos 40, o Santa Cruz assustou pela primeira vez. João Paulo cobrou falta e Danny Morais cabeceou por cima do gol.

Reviravoltas (nos refletores e no jogo)

A segunda etapa começou com atraso de alguns minutos, já que, quando o Santa Cruz retornou a campo, as luzes se apagaram. Na volta da iluminação, o time pernambucano mostrou que voltou de forma diferente para o confronto. Aos 10 minutos, Léo Moura cruzou da direita e Victor Ferraz rebateu no pé de Keno, que cortou e bateu de esquerda para empatar o duelo.

As luzes se apagaram novamente e o jogo ficou paralisado 15 minutos. Na volta, o Santos se mostrou mais ofensivo, com Jean Mota no lugar de Thiago Maia. A alteração mostrou resultado aos 26 minutos, quando Ricardo Oliveira ajeitou e Jean Mota bateu para o fundo do gol.

Grafite, jogador mais experiente do Santa Cruz, entrou em campo no lugar de Bruno Morares e quase deixou tudo igual aos 36 minutos, quando ganhou de cabeça de Gustavo Henrique e parou em Vanderlei. Aos 39, Tiago Cardoso fez linda defesa em cabeçada de Copete. No contra-ataque seguinte, Grafite tocou e Keno bateu na saída de Vanderlei, deixando tudo igual novamente.

Se enganou, porém, quem pensa que acabou por aí. O Santos deu a saída de bola, Vitor Bueno recebeu pela direita, cortou para a canhota e mandou uma bomba no ângulo. Golaço, que decretou a sofrida vitória do alvinegro.

Próxima rodada

O Santos volta a campo no próximo sábado, às 18h30, quando enfrenta o Sport fora de casa. Já o Santa Cruz enfrenta o Figueirense em Santa Catarina, no domingo, às 11h.

FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 X 2 SANTA CRUZ

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 18 de setembro de 2016, domingo

Horário: 18h30 (de Brasília)

Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)

Assistentes: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Rondinelle dos Santos Tavares (AL)

Público: 24.586 pagantes

Renda: R$ 884.000,00

Cartões amarelos: Luiz Felipe (SAN); Wellington Cezar (STA)

Gols:

SANTOS: Copete, aos 4 minutos do 1º tempo, Jean Mota, aos 26 minutos do 2º tempo, e Vitor Bueno, aos 41 minutos do 2º tempo

SANTA CRUZ: Keno, aos 10 e aos 39 minutos minutos do 2º tempo

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Luiz Felipe e Zeca; Renato, Thiago Maia (Jean Mota), Lucas Lima (Yuri) e Vitor Bueno; Copete e Ricardo Oliveira (Rodrigão)

Técnico: Dorival Júnior

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Léo Moura, Néris, Danny Morais e Allan Vieira (Luan Peres); Derley, Jadson (Wellington Cezar) e João Paulo; Pisano, Keno e Grafite Bruno Moraes (Grafite)

Técnico: Doriva

ESPN

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Com um a mais, Ponte passeia em Campinas e vence Corinthians com golaço

A Ponte Preta passeou no Moisés Lucarelli na tarde deste sábado. Com um a mais desde o começo do jogo (Balbuena foi expulso aos 18min) e melhor em campo desde o apito inicial, o time de Eduardo Baptista dominou o Corinthians durante os 90 minutos e, com gols de Roger e Clayson (um golaço), venceu o duelo – que abriu a 22ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro – pelo placar de 2 a 0.

Com a derrota, o Corinthians não só perde a chance de assumir (ao menos temporariamente) a liderança do Campeonato Brasileiro como, estacionado nos 37 pontos, pode até deixar o G-4 dependendo dos resultados dos jogos de Flamengo (37), Santos (36) e Grêmio (35). A Ponte Preta, por sua vez, chega a 34 pontos e fica ainda mais perto do pelotão de cima.

O Corinthians agora deixa de lado o Campeonato Brasileiro e volta a pensar na Copa do Brasil, competição pela qual enfrenta o Fluminense na próxima quarta-feira, no estádio Edson Passos, às 21h45, no primeiro jogo das oitavas de final. Já a Ponte tem mais de uma semana até o próximo compromisso: 7 de setembro, contra o Flamengo, fora, pela 23ª rodada da Série A.

Roger faz de tudo na Ponte Preta

Robson Ventura/Folhapress

Capitão da Ponte Preta, o experiente atacante Roger foi quem mais deu trabalho à frágil defesa do Corinthians. Ele já havia perdido duas boas chances (a primeira clara, que parou nas mãos de Cássio), mas aos 35min abriu o placar após bola mal desviada por Cristian. Fora o gol, cavou a expulsão de Balbuena, fez bem o papel de pivô, criou oportunidades e participou de quase todos os ataques da Ponte.

Dupla de sucesso em 2009 decepciona

Com a saída de Bruno Henrique para o Palermo, o reserva Cristian ganhou uma chance como titular no time do Corinthians e reeditou a dupla de sucesso com Elias, do time de 2009. Mas neste sábado, os volantes renderam bem abaixo do esperado. Cristian, aliás, falhou no primeiro gol da Ponte Preta ao cabecear a bola para trás e deixa-la nos pés do artilheiro Roger.

Balbuena deixa Corinthians com um a menos

O novo esquema montado por Cristóvão Borges (4-1-4-1, com Marlone e Cristian como novidades) precisou ser desmontado logo no início do jogo. Isso porque Balbuena segurou Roger na meia-lua – em lance que o atacante ficaria cara a cara com Cássio – e recebeu o cartão vermelho do juiz Luiz Flávio de Oliveira, aos 18min de jogo. Após a expulsão, o técnico corintiano optou por sacar Guilherme e recompor a zaga com Pedro Henrique. Já no intervalo, Cristóvão tentou Romero no lugar de Marquinhos Gabriel, e pouco depois promoveu a entrada de Lucca (na vaga de Rodriguinho). Mas nada adiantou.

Ponte Preta domina Corinthians. E não só após expulsão

Denny Cesare/Estadão Conteúdo

O Corinthians não conseguiu sequer uma chance de perigo na etapa inicial. E não só por conta da expulsão de Balbuena, aos 18min. Antes mesmo do cartão vermelho do zagueiro, a Ponte já vinha dominando o adversário e criado uma série de oportunidades claras de gol. E, de tanto, pressionar, conseguiu abrir o placar aos 35min. Na etapa final, o domínio pontepretano continuou, e veio mais, com um golaço de Clayson.

Protesto da torcida corintiana

Irritados com a atuação do time, torcedores do Corinthians cobraram dirigentes em frente a um camarote do Moisés Lucarelli e entoaram gritos de ‘time sem vergonha’.

Mais uma vítima no Moisés Lucarelli

A Ponte Preta não sabe o que é perder dentro do Moisés Lucarelli desde 22 de junho, quando foi goleada pelo Cruzeiro (4 a 0) em jogo da décima rodada do Campeonato Brasileiro. Desde então, foram cinco vitórias e um empate, incluindo o triunfo deste sábado.

Pontapé inicial mais que especial

Ídolo da Ponte Preta e maior artilheiro da história do clube campineiro, com 155 gols em 581 jogos, o ex-jogador Dicá foi o responsável pelo pontapé inicial da partida no Moisés Lucarelli. O Mestre Dicá, como também é conhecido, foi homenageado por um motivo bastante especial: há exatos 50 anos, ele fazia a sua primeira partida pela Ponte Preta. E para comemorar a data, foi lançada neste sábado uma camisa retrô inspirada no ex-jogador.

Uol

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Chávez faz golaço, mas SP leva virada do Atlético-MG no adeus de Bauza

O golaço de Andrés Chávez logo aos 4 minutos de bola rolando não foi suficiente para o São Paulo sair do Morumbi com uma vitória nesta quinta-feira (4), contra o Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro. Maicosuel e Lucas Pratto viraram a partida e definiram o triunfo mineiro por 2 a 1.

A derrota manteve o São Paulo com 23 pontos, na décima colocação. O jogo também foi o último do técnico Edgardo Bauza à frente do clube – ele agora vai assumir a seleção argentina.

Já o Atlético manteve a excelente sequência de resultados recentes, pulou para 32 pontos e colou no G-4, ficando na quinta posição. O time perde do quarto colocado Grêmio no saldo de gols.

Chávez brilha com golaço, mas some depois

Julia Chequer/Folhapress

O argentino Andrés Chávez não poderia ter assinado melhor o seu primeiro gol com a camisa do São Paulo. Logo aos 4 minutos de jogo, uma bola sobrou para ele na intermediária; notando Victor adiantado, o atacante acertou uma bomba de longe que encobriu o goleiro do Atlético. Chávez comemorou muito o golaço, mas não teve tantos motivos para celebrar ao longo do jogo: isolado na frente, ele recebeu poucas bolas de qualidade e não levou muito perigo na área, aparecendo apenas com finalizações fracas.

Bauza dá adeus com aproveitamento fraco

Apesar de ter levado o São Paulo até as semifinais da Libertadores, prioridade do clube até a eliminação para o futuro campeão Atlético Nacional, Bauza não deixa números favoráveis em sua passagem pelo Morumbi. Em oito meses de trabalho, foram 17 vitórias, 13 empates e 18 derrotas, com aproveitamento de apenas 44,4% e a décima colocação no Brasileirão.

Ataque do Galo mostra qualidade e dedicação

Fred, Lucas Pratto e Robinho juntos? Mais uma vez, o Atlético mostrou que a mistura dá muito certo. O trio teve a qualidade de sempre para criar jogadas de perigo e também muita dedicação na parte defensiva, com Robinho e Pratto se revezando para cobrir o lado esquerdo sem a bola e ajudar na marcação. Maicosuel, pela direita, completou um ótimo quarteto ofensivo e fez seu gol após passe de Fred, enquanto Pratto marcou um golaço após arrancar pelo meio.

Fred tem gol anulado incorretamente

O Atlético-MG poderia ter acabado o primeiro tempo com 3 a 1 de vantagem, quando Robinho levantou na área e Fred desviou de cabeça para as redes. Mas a arbitragem errou ao anular o gol do camisa 99 por impedimento. Imagens de replay mostraram que o centroavante estava na mesma linha do zagueiro Maicon, que não conseguiu cortar o passe. Se o Atlético tivesse vencido por 3 a 1, superaria o Grêmio nos critérios de desempate e entraria no G-4.

São Paulo pressiona, mas sem criatividade

Julia Chequer/Folhapress

Com o Atlético-MG em vantagem no placar e recuando no segundo tempo, o São Paulo teve a chance de tomar a iniciativa do jogo e pressionou. Mas faltou criatividade no meio-campo para ameaçar mais. Sem o suspenso Cueva, Bauza apostou em um sistema de três volantes, e o time sofreu com a lentidão para circular a bola até a entrada de Luiz Araújo no lugar de Wesley. As melhores chances vieram em cabeçadas de Maicon e do garoto Pedro, mas Victor brilhou com grandes defesas. Com isso, aumentou o jejum: já são quatro jogos sem vencer desde a eliminação na Libertadores.

Estreia de Buffarini tem disposição e cartão amarelo

O lateral direito Buffarini fez seu primeiro jogo pelo São Paulo justamente na despedida de Bauza, técnico com quem foi campeão da Libertadores no San Lorenzo e que pediu insistentemente por sua contratação. A estreia foi discreta, mas o argentino mostrou disposição na marcação e alguns cruzamentos perigosos no ataque. Também sobrou um cartão amarelo por entrada dura em Júnior Urso.

FICHA TÉCNICA

São Paulo 1 x 2 Atlético-MG

Local: Estádio do Morumbi, São Paulo (SP)
Data: 04/08/2016
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (RS)

Gols: Chávez, aos 4 minutos, Maicosuel, aos 12 minutos, e Pratto, aos 21 minutos do 1º tempo
Cartões amarelos: Lugano e Buffarini (São Paulo); Maicosuel e Otero (Atlético-MG)

São Paulo: Denis; Buffarini, Lugano, Maicon e Mena; Hudson; Kelvin, Thiago Mendes (Pedro), Wesley (Luiz Araújo) e Michel Bastos (Daniel); Chávez. Técnico:Edgardo Bauza

Atlético-MG: Victor; Carlos César, Leonardo Silva, Erazo e Fábio Santos; Júnior Urso e Rafael Carioca; Maicosuel (Lucas Cândido), Robinho (Otero) e Lucas Pratto; Fred (Luan). Técnico: Marcelo Oliveira

Uol

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Vasco vira sobre Bragantino com golaço de estreante e redenção de capitão

Paulo Fernandes/Vasco
Paulo Fernandes/Vasco

O Vasco da Gama encontrou muitas dificuldades ao receber o Bragantino em São Januário neste sábado, mas conseguiu subir de produção e vencer de virada por 2 a 1. Pela 17ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o time da Colina contou com um gols do estreante Éderson e do capitão Rodrigo – Rafael Grampola tinha aberto o placar.

O triunfo em casa recoloca o Vasco nos trilhos após três tropeços nas quatro rodadas anteriores. Com 35 pontos, o líder da Série B volta a campo no próximo sábado (30) para enfrentar o Criciúma. Já o Bragantino segue na zona de rebaixamento, mas volta as atenções à Copa do Brasil: nesta quarta-feira pega o Botafogo, por uma vaga nas oitavas de final.

Quem foi bem: Éderson estreia com golaço

O atacante entrou no intervalo e precisou de apenas 13 minutos para se acostumar com a camisa Vasco e empatar o jogo com um belíssimo gol. O estreante tabelou com Thalles e matou no peito antes de fuzilar o ângulo direito.

Quem vacilou: volante é expulso e complica o Braga

Pendurado na partida desde os 20 minutos, o volante Gabriel Dias abusou da força antes mesmo do intervalo. Deu um carrinho desnecessário em Julio Cesar, na região central do campo e deixou o Bragantino com um a menos ainda aos 38 minutos. A expulsão foi decisiva no jogo, pois a partir daí o Vasco dominou e não à toa conseguiu a virada.

Desempenho do Vasco

Sem referência no ataque, o time da casa explorou bastante as laterais e criou boas chances pelo alto no primeiro tempo. Cresceu a partir da expulsão de Gabriel Dias e se lançou cada vez mais ao ataque, conseguindo a virada após tomar conta das ações e insistir bastante.

Redenção de Rodrigo garante virada

O capitão vascaíno desabou pedindo falta duvidosa no lance que gerou o gol do Bragantino, deixando Rafael Grampola livre para abrir o placar. Após a validação do gol, os vascaínos reclamaram muito com o árbitro Rosnei Hoffman Scherer, que não quis saber de conversa. De qualquer forma, no segundo tempo o Vasco melhorou, e Rodrigo foi o autor do gol da virada em jogada de bola aérea.

Paulo Fernandes/Vasco

Atuação coletiva supera ausência de Nenê

Com lesão muscular na coxa, Nenê mais uma vez desfalcou o meio-campo vascaíno e fez falta. A equipe foi apressada ofensivamente e só se acertou após passar a ter um jogador a mais. Andrezinho foi bem, assumindo a responsabilidade pela criatividade junto com Thalles. Desde que contratou Nenê, esta é a segunda vitória que o Vasco alcança sem tê-lo em campo – a primeira foi contra o Santa Cruz (3 a 2), na última quarta-feira.

Felipe ‘captura’ Pikachu

O goleiro do Bragantino foi bem em seu reencontro com o Vasco, vencendo o duelo que teve com Yago Pikachu. O vascaíno teve três boas chances de deixar sua marca, mas parou em ótimas defesas de Felipe em todas elas. O goleiro tem longa história de antipatia com o time da Colina, tendo protagonizado polêmica há dois anos, quando foi campeão carioca pelo Flamengo. Mas desta vez, ainda que tenha ido bem contra Pikachu, Felipe saiu de São Januário derrotado.

Ficha Técnica

Vasco da Gama 2 x 1 Bragantino
Data:
23/07/2016
Local: Estádio São Januário, Rio de Janeiro-RJ
Hora: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Rosnei Hoffman Scherer (SC) e Thiago Americano Labes (SC)
Cartões Amarelos: Rodrigo, Julio Cesar e Eder Luis (Vasco); Gabriel Dias, Alemão (Bragantino)
Cartão Vermelho: Gabriel Dias (Bragantino)
Gols: Rafael Grampola aos 17 minutos do primeiro tempo. Éderson aos 13′, e Rodrigo aos 27 minutos do segundo tempo.

Vasco: Martín Silva; Madson (Eder Luis), Rodrigo, Jomar (Rafael Marques) e Julio Cesar; Diguinho, Andrezinho, Yago Pikachu e Evander (Éderson); Jorge Henrique e Thalles. Treinador: Jorginho.

Bragantino: Felipe; Alemão (Erick), Ednei, Éder Lima e Bruno Pacheco; Gabriel Dias, Daniel Pereira, André Rocha, Marcos Paullo (César Gaúcho) e Tartá (Watson); Rafael Grampola. Treinador: Marcelo Veiga.

Uol

Pirlo faz golaço, Balotelli decide, e Itália vence o México na estreia

jogoEles não são ídolos por acaso. Por onde passam pelo Rio de Janeiro, ouvem os gritos de “Pirlo” e “Balotelli” como se fossem gênios do futebol pentacampeão mundial. Neste domingo, os dois mostraram os motivos por serem tão amados por italianos e agora serem admirados pelos brasileiros também. Foram decisivos e fizeram os gols da vitória da Azzurra por 2 a 1 sobre o México, no encerramento da primeira rodada do Grupo A da Copa das Confederações.

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Inspirado em Juninho Pernambucano, como disse em entrevista na véspera do jogo, Pirlo mostrou a tradicional precisão em cobranças de falta, contando com pequena ajuda do goleiro Corona. No seu centésimo jogo pela Itália, fez o primeiro gol em um jogo de competição no novo Maracanã, abrindo o placar. Chicharito tentou atrair a simpatia para os mexicanos empatando, de pênalti, ainda no primeiro tempo. Mas, perto do fim, Balotelli decidiu, garantindo a vitória da Azzurra.

 

A Itália foi melhor durante todo o jogo. Balotelli começou como um trator, ganhando divididas, driblando e assustando em chutes de longe que Corona pegou. Pirlo apareceu bem menos, mas teve a eficiência dos gênios. Enquanto ouvia os torcedores gritarem o nome dele, acertou um chute preciso no ângulo direito.

Chicharito até empatou após pênalti de Barzagli em Giovani dos Santos, mas o dia era italiano. O Balotelli “bonzinho” do início sumiu. Irritado com algumas divididas no segundo tempo e até ouvindo provocações com gritos de “v…” vindos da arquibancada por atirar uma chuteira para longe, o atacante decidiu com sua maior característica: a força. Deixou três marcadores para trás e garantiu a primeira vitória da Azzurra. Ao fim, o centroavante saiu como o herói da partida, e Pirlo acabou sendo eleito o melhor em campo.

A Itália chega aos três pontos, como o Brasil, mas fica em segundo lugar no Grupo A por causa do saldo de gols (1 contra 3). O México está zerado, assim como o Japão.

As duas seleções voltam a jogar na quarta-feira. O México enfrenta o Brasil, às 16h (de Brasília), no Castelão, em Fortaleza. A Itália vai até a Arena Pernambuco, em Recife, para a partida contra o Japão, às 19h.

Pirlo faz golaço, e Chicharito empata

A força de Balotelli aliada à maestria de Pirlo levaram a Itália a começar melhor do que o México. A pressão foi grande no início. A Azzurra marcou a saída de bola e conseguiu controlar o jogo com tranquilidade, fazendo o adversário errar a cada tentativa de sair tocando. Dos quatro primeiros chutes, três saíram dos pés do Super Mario. Tudo em apenas oito minutos. Corona salvou duas vezes.

O México só conseguiu reagir quando passou a se movimentar mais pelo campo. Giovani dos Santos foi quem ganhou destaque em velocidade pelo lado esquerdo. Por lá, construiu uma grande chance ao roubar a bola de Abate e cruzar para trás. Guardado encheu o pé e acertou o travessão de Buffon.

Nas arquibancadas, mexicanos e italianos duelavam em gritos com os brasileiros. Em meio às manifestações dos estrangeiros surgiam as provocações entre as torcidas do Rio, com os coros de “Mengo” e “Vasco”. O confronto vocal só terminou quando o nome de Pirlo passou a ser exaltado. A resposta do camisa 21 foi imediata, aos 26. Após falta sofrida por Balotelli, o volante acertou o ângulo direito de Corona – que desistiu de esticar os braços ao pular para defender. Um golaço!

 

A tranquilidade da Itália durou pouco. Exatos sete minutos. A equipe famosa por ter um sistema defensivo forte cometeu um erro fatal. Giovani dos Santos roubou a bola de Barzagli e acabou derrubado pelo adversário na área. Chicharito Hernández, até então muito discreto, empatou de pênalti.


O México mudou de postura no segundo tempo e passou a se arriscar mais no ataque. A estratégia diferente, porém, fez o time se abrir em demasia, principalmente no meio de campo, setor bastante povoado pelos italianos. O segundo gol da Azzurra quase surgiu em um lance semelhante ao primeiro. Pirlo bateu falta, a bola desviou na barreira, e Montolivo, quase na pequena área, desviou nas mãos de Corona.

A Itália continuou melhor com a ajuda dos adversários. Os mexicanos abusaram da sorte com faltas próximas da área. A cada marcação do árbitro, ecoavam os gritos de “Pirlo” pelo Maracanã. Em uma das oportunidades, o meio-campista quase acertou o canto direito alto de Corona.

A etapa final exibiu também um Balotelli diferente. A tranquilidade do primeiro tempo acabou. O centroavante chegou a encarar o zagueiro Torrado após dividida na lateral. Em seguida, esbravejou contra a arbitragem, que não marcou a falta que ele queria quando partia em velocidade com o zagueiro Moreno. Irritado, atirou um dos pés da chuteira para longe e recebeu vaias e xingamentos dos torcedores.

Balotelli precisou de pouco para responder. A Itália mostrou cansaço, diminuiu o ritmo e pouco criou para assustar. Mas, na única chance que teve no segundo tempo, o atacante garantiu a vitória. Aos 32 minutos, em passe de Giaccherini, superou a zaga na disputa de espaço com o corpo e tocou de pé direito na saída de Corona: 2 a 1. Os gritos de “Balotelli” ecoraram no Maracanã. O atacante – que não fugiu da polêmica ao tirar a camisa na comemoração e levar o cartão amarelo – também foi ovacionado ao ser substituído no fim do jogo, ouvindo outra manifestação de carinho: “Ah, é Balotelli!”.

 
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Com golaço de Martinez, Náutico vence o Bahia por 1 a 0 nos Aflitos

O Náutico fez mais uma vítima no “caldeirão dos Aflitos” ao vencer o Bahia por 1 a 0 em casa na noite deste sábado. O Timbu não mostrou o mesmo futebol arrasador do último jogo, quando venceu fácil o São Paulo diante do torcedor alvirrubro, mas teve gás suficiente para garantir outra vitória e passar de 20 para 23 pontos no Brasileirão. A vitória pernambucana ocorreu graças ao volante Martinez, que arriscou de fora da área e surpreendeu o goleiro Marcelo Lomba no fim da partida. Um golaço.

O Bahia bem que tentou aproveitar o fato de o Náutico jogar desfalcado de cinco jogadores para conseguir, pela primeira vez, duas vitórias seguidas, mas foi impedido. Com a derrota, segue com 16 pontos e pode cair para a zona de rebaixamento no complemento da 18ª rodada neste domingo. A equipe atualmente está na 15ª colocação. O público presente foi de 14.358 pessoas.

– Estava com dor e ia sair, mas escutar a torcida gritando o nosso nome não tem preço – disse Martinez, autor do gol alvirrubro.

Na próxima rodada, o Náutico jogará fora de casa, mas não sairá do Recife. Encara o Sport na Ilha do Retiro no domingo, dia 26, às 18h30m (de Brasília). Pela frente, os alvirrubros terão o rival comandado pela primeira vez pelo técnico Waldemar Lemos, que dirigiu o Náutico no Pernambucano. O Bahia volta ao estádio Pituaçu. Também no domingo às 18h30m, recebe o Atlético-GO, vice-lanterna com 12 pontos.

Martinez - Náutico (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)Martinez vibra com seu golaço (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Jogo equilibrado nos Aflitos

Náutico e Bahia entraram em campo com desfalques. O Timbu pisou no gramado dos Aflitos sem cinco jogadores considerados titulares (Kieza, Souza, Elicarlos, Patric e Ronaldo Alves) e promoveu a estreia de dois reforços: Dadá e Rogerinho. O Bahia estava sem Zé Roberto e o técnico Caio Júnior (suspenso) no banco de reservas. Comandado pelo auxiliar Eduardo Barroca, começou a partida fechado e sem dar muitas opções de ataque aos donos da casa.

O ferrolho montado pelo Bahia deu certo e, até os seis minutos, mesmo com o apoio da torcida, o Náutico ainda não havia chegado ao ataque. O primeiro chute a gol foi dos visitantes com Hélder, mas a bola passou longe do gol de Gideão. Pouco depois foi o estreante Rogerinho, em cobrança de falta, que obrigou o goleiro Marcelo Lomba a afastar o perigo com um soco na bola.

Após os dez minutos, o jogo caiu de qualidade. Os principais lances saíram de cobranças de falta. Os chutes, no entanto, não chegaram nem perto de assustar os goleiros. O Bahia voltou a assustar aos 25 minutos, com Gabriel. O volante Martinez falhou na saída de bola, o camisa 8 do Tricolor de Aço aproveitou o vacilo pelo lado esquerdo, avançou para ficar cara a cara com Gideão e finalizou errado. Foi a chance de gol mais clara. O troco do Náutico veio com Rhayner aos 30 minutos. Ele pegou a bola no meio-campo, saiu costurando os adversários e arriscou, mas o chute esbarrou no goleiro Marcelo Lomba.

Aproveitando-se dos erros na saída de bola do Náutico, o Bahia rondou a área adversária com perigo. Em um dos lances, já perto do apito final, o goleiro Gideão precisou sair da área e ir até à intermediária para evitar que Souza aproveitasse uma sobra e abrisse o placar. O Timbu respondia com alguns contra-ataques. Mas, até o intervalo o placar seguiu inalterado.

Prêmio pela ousadia

A segunda etapa começou com o Náutico com a mesma formação. O Bahia tirou Hélder para a entrada do meia Lulinha, procurando uma postura mais ofensiva. A alteração quase surtiu efeito logo aos dois minutos quando o Tricolor assustou o Timbu em uma cobrança de falta que Fahel desviou de cabeça e só não terminou em gol graças a uma excelente defesa de Gideão.

O goleiro do Náutico voltaria a aparecer bem. Aos seis minutos, precisou sair novamente da área e trocar as mãos pelos pés para afastar o perigo. O técnico Alexandre Gallo sentiu o bom momento do Bahia e promoveu mudanças no time para tentar ajustar os setores defensivo e de ataque. Rogerinho deu lugar a Lúcio e Kim saiu para a entrada de Rico.

O Náutico ganhou em velocidade, mas não conseguia chegar de maneira organizada ao ataque. O Bahia seguia nos contra-ataques e dando calafrios à torcida alvirrubra. Aos 34 minutos, no entanto, quase os donos da casa abriram o placar em uma jogada inusitada. Victor Lemos tentou tirar a bola da área, ela resvalou em Rhayner e encobriu o goleiro Marcelo Lomba, já “vendido” no lance. Para sorte dos baianos, a bola morreu nas redes, mas pelo lado de fora.

Aos 39 minutos, o Náutico fez uma blitz na área do Bahia e teve diversas chances de abrir o placar com Araújo, Rhayner, Martinez. Apesar do vacilo da zaga baiana, faltou objetividade aos alvirrubros. Até que, aos 42 minutos, Martinez resolveu arriscar de fora da área e foi recompensado pela ousadia. O chute venceu o goleiro Marcelo Lomba e alcançou o ângulo do tricolor baiano para alegria dos cerca de 14 mil torcedores que foram aos Aflitos. Um golaço que fez o Timbu subir duas posições na tabela.

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