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Acusado de furtar gado é preso com armas artesanais em Belém

Um homem acusado de praticar furto de gado foi preso na manhã desta terça-feira (14) pela Polícia Civil, na zona rural da cidade de Belém, no interior da Paraíba, a 131 quilômetros de João Pessoa. O preso, de 41 anos de idade, foi localizado numa localizada conhecida como “Sítio Suspiro”, por equipes do Núcleo de Homicídios e e da Delegacia de Belém.

De acordo com informações do delegado Hugo Lucena, o homem teve a prisão decretada pela Justiça, após a Polícia Civil apresentar provas da participação dele no crime denominado como Abigeato, que é o furto de animais domesticados, principalmente, gado.

Durante o abordagem policial, os investigadores realizaram buscas no imóvel onde o homem se encontrava e localizaram duas armas de fogo. “Contra esse acusado já havia um mandado de prisão expedido pela Justiça. Ele ainda foi flagrado de posse de duas espingardas de fabricação artesanal. Ele foi preso em sua residência e encaminhado à cadeia de Belém”, informou o delegado.

 

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Gado furtado em Guarabira é encontrado pela polícia na Baia da Traição

Em ação conjunta na manhã desta quarta-feira (16), a Polícia Civil (GTE da 8DSPC) e a Polícia Militar (Guanição do Comando do 4BPM) recuperou, na Baía da Traição-PB, gado furtado em Guarabira-PB e desvendou a autoria do crime.

Na madrugada do dia 08/10 /2019, um fazendeiro teve 05 bois (avaliados em R$ 15.000,00) furtados de sua fazenda, na zona rural de Guarabira. Após investigação, os policiais, nesta data, localizaram os animais na Baía da Traição, onde foram vendidos a um receptador.

Um dos bois subtraídos já havia sido abatido pelo receptador, mas os demais foram apreendidos e restituídos à vítima. O acusado será interrogado e indiciado pela prática do crime de abigeato (furto de gado).

 

portal25horas

 

 

Operação integrada das policias Civil e Militar de Solânea prendem quadrilha especializada em roubos a residência, moto e gado

(Foto: Diógenes Fernandes/Polícia Civil da Paraíba)
(Foto: Diógenes Fernandes/Polícia Civil da Paraíba)

Uma quadrilha suspeita de roubos a residências, motocicletas e gado na zona rural de pelo menos cinco municípios do Agreste paraibana foi desarticulada durante uma operação conjunta entre as polícias Civil e Militar na manhã desta quinta-feira (19). Até as 7h45 (horário local), dez pessoas tinham sido detidas e quatro armas foram apreendidas, sendo um revólver calibre 38, duas espingardas calibres 12 e 28, e um rifle.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, a quadrilha agia nas cidades de Solânea, Borborema, Serraria, Arara e Casserengue. O delegado que comanda a operação, Diógenes Fernandes, explicou que entre os detidos estão três adolescente apreendidos. “São atribuídos ao grupo vários roubos, arrastões nas zonas rurais dessas cidades do Agreste, ações que aterrorizavam a população”, comentou.

O delegado ainda comentou que um dos bois roubados pelo grupo foi encontrado abatido, tendo em vista que os suspeitos tinham feito um churrasco na quarta-feira (18). Com o grupo a polícia apreendeu motocicletas com notificação de roubo, vários celulares, televisores e uma pequena quantia em droga.

Um fugitivo da delegacia de Solânea de dezembro do ano passado, apontado como chefe da quadrilha, também foi preso na operação conjunta nesta quinta-feira. Os suspeitos e os objetos apreendidos foram encaminhados para a delegacia de Solânea.

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G1 PB

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Pesquisa investiga ação de vírus de gado em bebês com microcefalia no Nordeste

(Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil)
(Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil)

O surto de microcefalia registrado no Nordeste pode ter outras causas além da contaminação do feto pelo zika durante a gestação. Pesquisadores brasileiros encontraram em amostras de fetos com microcefalia provocada por zika traços de um outro vírus, o BVDV, um agente que até hoje se imaginava afetar rebanhos animais, como bovinos.

Os indícios, embora ainda tenham de ser comprovados com testes mais específicos, foram considerados relevantes pelos cientistas. Por precaução, eles comunicaram o Ministério da Saúde antes mesmo da publicação do trabalho em revista científica, em reunião de emergência feita na semana passada.

 

A pesquisa foi feita por integrantes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pelo IPESQ, Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto. Diante das suspeitas, uma série de medidas foi adotada. A Organização Mundial da Saúde (OMS) foi comunicada e ontem foi realizada uma reunião com o Ministério da Agricultura para avaliar medidas de proteção do gado, caso a hipótese seja mais tarde confirmada.

 

Um grupo do Ministério da Saúde foi destacado nesta semana para ajudar a estudar o caso. Equipes foram enviadas a campo, na Paraíba, para tentar buscar ligações entre as mulheres que tiveram seus embriões com suspeita de contaminação por BVDV.

 

Embora intrigados com resultados, pesquisadores que participam do estudo ouvidos pela reportagem mostram-se cuidadosos. Eles dizem ser precipitada qualquer conclusão.

s do BVDV foram encontrados em três amostras, um número ainda considerado pequeno para fazer alguma afirmação categórica. O grupo agora concentra esforços para fazer o sequenciamento do vírus. Uma tarefa que é cara. Justamente por isso, buscaram auxílio do Ministério da Saúde.

“Essa é uma peça importante dentro desse quebra-cabeças. Nunca foi descartada a possibilidade de que, além do zika, outro vírus estivesse relacionado ao aumento de casos de bebês com problemas neurológicos”, disse um integrante da força-tarefa destacada para avaliar o caso, que atua em Pernambuco.

 

Novo

 

O BVDV é um vírus presente no rebanho de vários países, incluindo o Brasil. Da mesma família do zika (Flaviviridae), ele causa no gado uma série de doenças, como diarreias e problemas respiratórios. O que chama mais a atenção, no entanto, é a grande quantidade de casos de abortos e de más-formações provocadas por esses vírus no gado. Entre os problemas encontrados, está a artrogripose, uma síndrome que provoca má-formação em articulações, já identificada em alguns bebês com microcefalia.

 

Foi justamente essa semelhança na forma do ataque do vírus na formação do feto de gado e dos bebês com microcefalia associada ao zika que despertou o interesse dos pesquisadores. Assim como acontece com bebês, a literatura mostra que o impacto do BVDV na formação do feto bovino muda de acordo com o período de infecção.

 

“Abortos e más-formações são mais comuns no primeiro trimestre da gestação dos bovinos”, afirmou o professor do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da Universidade Federal de Santa Maria, Eduardo Flores. Assim como de humanos, o período de gestação no gado é de 9 meses.

 

O professor afirma que, embora muito presente no rebanho brasileiro, até hoje não houve relato sobre a transmissão do BVDV para seres humanos. Também não há registros sobre contaminação do vírus no meio ambiente. Uma das hipóteses de pesquisadores é de que o fato de o zika e o BVDV serem da mesma família possa aumentar a possibilidade de interação. “Talvez isso ajude a explicar a forma como o zika rompe a barreira placentária e ataca o feto”, diz um representante do governo de Pernambuco.

 

Essa interação poderia também ajudar a explicar um fato que intriga autoridades sanitárias e a comunidade científica em geral: por que algumas regiões do Nordeste brasileiro foram muito mais afetadas pela síndrome provocada nos bebês pelo zika do que outros Estados ou outros países? A resposta ouvida até agora era de que a epidemia de zika em outras regiões do País é muito recente e que, por isso, seria preciso esperar alguns meses até que bebês com a síndrome congênita começassem a nascer.

 

“O tempo está passando e a epidemia de grandes proporções esperada no Sudeste não está acontecendo”, afirmou o representante. O último boletim do Ministério da Saúde sobre a microcefalia mostra que há 1.417 casos confirmados no Nordeste e 106 no Sudeste.

Estadão

União Europeia é pressionada a não comprar carne de gado criado em terras indígenas

carne_paraguai_indígenasCarne bovina proveniente de animais criados em terras habitadas por índios isolados no Paraguai poderá ter dificuldades de entrar no mercado europeu. A organização não governamental defensora dos direitos dos povos indígenas Survival International escreveu para a Comissão Europeia solicitando que seus países evitem comprar a carne paraguaia até que cesse o corte árvores nas áreas habitadas pelos indígenas ayoreo-totobiegosodes.e o direito das tribos a suas terras ancestrais seja respeitado.

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Há dois anos, a União Europeia vetou o produto tendo em vista a descoberta de focos de febre aftosa, mas, recentemente, recebeu o aval da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, por sua sigla em inglês) para voltar a comprar a carne do país sul-americano.

A Survival cita o exemplo da empresa de criação e abate de gado brasileira Yaguarete Porá S.A., que foi flagrada desmatando a floresta ilegalmente para a criação dos animais no norte do Paraguai, onde os indígenas isolados ayoreo-totobiegosodes.habitam. Estes dependem totalmente da floresta para sobreviverem, uma vez que vivem longe do contato com outros seres humanos. Ou seja, para a instituição, qualquer possível contato entre esses indígenas e os criadores de gado pode ser mortal para os primeiros.

Índios isolados ainda não desenvolveram imunidade suficiente para enfrentar doenças trazidas pelos invasores. Os ayoreos que já tiveram esse contato hoje sofrem com doenças crônicas, principalmente respiratórios, e alguns morreram em decorrência disso.

O diretor da empresa brasileira Marcelo Bastos já afirmou sua intenção de converter parte do território em uma reserva natural privada, mas o restante da mata seria destruída para dar lugar a pastos de criação de bois. Vale ressaltar que os indígenas reclamam a demarcação de toda a sua área desde 1993.

Os indígenas ayoreo-totobiegosodes vivem no Chaco, uma enorme extensão de terras que se estende do Paraguai até a Bolívia e Argentina. Seus territórios foram adquiridos por fazendeiros e especuladores e seguem sendo desmatados rapidamente. Entre os vários grupos diferentes de ayoreos os totobiegosodes são os mais isolados. O nome significa “pessoas do lugar dos porcos selvagens”. São nômades, caçadores e coletores.

A maior ameaça atualmente que enfrentam os totobiegosodes está encarnada na empresa brasileira Yaguarete Porá, que possui 78.000 hectares no coração do seu território.

Adital

Em protesto com gado morto, agricultores pedem perdão de dívidas em Campina Grande

Carcaças-de-animaisDezenas de carcaças de animais mortos devido ao período de estiagem que afeta a Paraíba foram expostas, na manhã desta segunda-feira (22), em frente ao Banco do Nordeste em Campina Grande. Os manifestantes solicitam ao Governo Federal o perdão das dívidas de 111 mil pequenos agricultores que sofrem com os efeitos das secas que atingiram o estado desde 1995.

Segundo o Banco do Nordeste, os empréstimos vêm sendo renegociados conforme determinações legais do governo. “Para o período 2012-2014, foi concedido 80% de desconto nas dívidas dos produtores rurais”, disse o superintendente executivo do banco, Keke Rosberg.

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Os manifestantes se reuniram por volta das 6h, em frente ao prédio localizado no cruzamento das ruas João Suassuna e 7 de Setembro. As entradas foram obstruídas e o funcionamento da agência foi impedido. Os agricultores interditaram parcialmente o trânsito na área do banco, utilizando carro de som e faixas com protestos e reivindicações contra o Governo Federal e Banco do Nordeste.

Este é o terceiro protesto do tipo realizado nos últimos cinco meses pela Associação dos Muturários do Crédito Rural (Amcre) da Paraíba, como os que aconteceram em Guarabira e João Pessoa. “Queremos o perdão da dívida dos pequenos agricultores. O banco não nos atende e resolvemos realizar esses protestos de forma pacífica para mostrar nossa situação. Planejamos ir ao Banco Central em Recife-PE, para pedir uma fiscalização no Banco do Nordeste”, disse o presidente da associação, Jair Pereira Guimarães.

Segundo a superintendência estadual do banco, é possível que novos benefícios sejam concedidos. “Eles solicitam melhores condições de convivência com a seca. Nós ampliamos as condições diferenciadas das linhas de crédito existentes e renegociamos as dívidas com 80% de desconto, conforme determinação da Presidente da República. Acreditamos que eventualmente, caso se prolongue a estiagem, novos benefícios serão disponibilizados, apenas vamos seguir fielmente a legislação”, disse o gerente Keke Rosberg.

Fonte: G1PB

Em Solânea no interior da Paraíba estiagem prolongada prejudica criadores de gado

 

A estiagem causada pela falta de chuva na região do Brejo paraibano por mais de oito meses, está preocupando quem negocia com o gado na feira livre dos pequenos municípios. Os criadores de gado estão sofrendo por conta da estiagem prolongada, principalmente na região do Curimataú e Brejo da Paraíba.

Os animais estão magros para o comércio. De acordo com informações do caminhoneiro Gilson Gomes Monteiro em entrevista ao Diário do Brejo, no sertão da Paraíba vário cabeças de gado já morreram em consequência deste período de seca. Isto representa um prejuízo muito grande para quem negocia com animais. Os criadores não têm pasto nem água, eles estão em situação difícil para conseguir recursos para comprar alimentos para o rebanho.

Transportar o gado para vender, também é uma das alternativas para tentar salvar o lucro e não perder tudo com a seca. Por semana Gilson faz mais de dez viagens transportando no caminhão bois para vender nas feiras de cidades como Solânea, Arara, Remígio, Esperança entre outras da região. No trajeto do gado de uma cidade para outra os animais magros sofrem muito e por consequência ficam bem abaixo do preço na venda.

 

 

diairodobrejo.com

Crianças bebiam água do gado em fazenda de deputado flagrada com escravos

Crianças bebiam a mesma água que o gado na fazenda Bonfim, zona rural de Codó, Estado do Maranhão, de onde foram resgatadas sete pessoas de condições análogas às de escravo após denúncia de trabalhadores. Retirada de uma lagoa suja, ela era acondicionada em pequenos potes de barro e consumida sem qualquer tratamento ou filtragem, a não ser a retirada dos girinos que infestavam o lugar. Os empregados também tomavam banho nesta lagoa, e, como não havia instalações sanitárias, utilizavam o mato como banheiro.

Entre os controladores da propriedade, aparece um deputado estadual. Não é a primeira que um político é envolvido em casos desse tipo no Brasil. O Ministério do Trabalho e Emprego já realizou operações semelhantes em fazendas pertencentes aos deputados federais Inocêncio Oliveira (PR-PE), a Beto Mansur (PP-SP), entre outros. Neste ano, o Supremo Tribunal Federal já aceitou a denúncia contra dois parlamentares por trabalho análogo ao de escravo: o senador João Ribeiro (PR-TO) e o deputado federal João Lyra (PSD-AL).

A libertação aconteceu em março e foi realizada por ação conjunta de Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Maranhão, Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal. Abaixo, trechos da reportagem de Bianca Pyl, da Repórter Brasil:

A propriedade de criação de gado de corte em que foram flagradas condições degradantes foi atribuída à empresa Líder Agropecuária Ltda, da família Figueiredo, que tem como sócios o deputado estadual Camilo de Lellis Carneiro Figueiredo (PSD/MA). Ele afirmou desconhecer as denúncias e disse que a fazenda é administrada por seu pai, Benedito Francisco da Silveira Figueiredo, ex-prefeito de Codó, que – por sua vez – nega que seja administrador e alega que não há trabalhadores na propriedade, “apenas moradores”.

Os trabalhadores resgatados cuidavam da derrubada do mato para abertura de pasto e ficavam alojados em barracos feitos com palha. Os abrigos não tinham sequer proteção lateral, apesar de serem habitados por famílias inteiras, incluindo crianças. Os resgatados declararam aos auditores fiscais que em noites de chuva as redes onde dormiam ficavam molhadas e que todos sofriam com o frio. Todos comiam diariamente café com farinha pela manhã, e arroz com feijão nas demais refeições. A maioria dos trabalhadores era de mesmo de Codó e estava há cerca de dois meses na fazenda.

“Todas as irregularidades e ilegalidades constatadas constituíram total desrespeito a condições mínimas de dignidade da pessoa humana, distanciando-se da função social da propriedade e ferindo assim, além dos interesses dos trabalhadores atingidos, também o interesse público”, explica Carlos Henrique da Silveira Oliveira, auditor fiscal do trabalho e coordenador da ação. As verbas rescisórias totalizaram mais de R$ 25 mil.

Por telefone, o deputado se disse surpreso ao ser informado pela reportagem sobre a libertação na Fazenda Bonfim. “Isso de trabalho escravo é novidade para mim. Até agora não tomei conhecimento desta situação, vou entrar em contato agora para saber o que houve”, disse.

PEC do Trabalho Escravo – A proposta de emenda constitucional 438/2001, que prevê o confisco de propriedades onde trabalho escravo for encontrado e sua destinação à reforma agrária ou ao uso social urbano, deve ir à votação no dia 08 de maio. Os líderes da Câmara dos Deputados teriam acertado a entrada da matéria na agenda de votações.

Aprovada em dois turnos pelo Senado e em primeiro pela Câmara dos Deputados, a PEC está engavetada desde 2004, por pressão de membros da bancada ruralista e por falta de articulação por parte do próprio governo federal, que não foi capaz de furar o “bloqueio” imposto à proposta. Ela faz uma alteração ao artigo da Constituição que já contempla o confisco de áreas em que são encontradas lavouras usadas na produção de psicotrópicos. Se considerarmos as versões anteriores do projeto, a proposta está tramitando no Congresso Nacional desde 1995.

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