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Pandemia muda relação entre empresas e trabalhadores, afirma especialista que comenta sobre o futuro do home office

A pandemia fez muitas empresas mudarem o esquema de trabalho e implantarem às pressas o chamado home office. E algumas delas avaliam manter o teletrabalho depois da pandemia. O isolamento social, ainda segundo a OMS, é a melhor forma de controlar a propagação dessa virose. Com isso, o teletrabalho eventual (trabalho remoto ou home office) passou a ser incentivado em todo o mundo. Sobre esse tema a Danyella Ferreira de Albuquerque, advogada trabalhista, que opina sobre o futuro dessa forma de trabalho, pós-pandemia.

“Em regra, não há qualquer distinção entre este e o trabalho exercido em regime presencial, mantendo-se inalterados os benefícios trabalhistas e as obrigações inerentes ao trabalhador, salvo algumas exceções”, afirmou Danyella Ferreira de Albuquerque, destacando que dentre as exceções, a primeira a ser destacada é com relação ao benefício do vale-transporte.

O valor corresponde às despesas do empregado para se deslocar de casa para o trabalho. “No entanto, quando o empregador adota o trabalho em home office e o empregado passa a não ter mais que deslocar-se de casa para o trabalho e do trabalho para casa, o pagamento do benefício do valetransporte deixa de ser obrigatório”, comentou a advogada.

pbagora

 

 

A profissão do presente e do futuro

Desde fevereiro enfrentamos uma onda mundial que afeta as relações pessoais, o convívio social e a forma de trabalharmos. Neste período, o home office (ou teletrabalho) passou a fazer parte da rotina de muitos brasileiros, exigindo uma adaptabilidade com rotina de trabalhos, tecnologias da informação, programas e sistemas que facilitem a vida profissional, frente às orientações de isolamento comunitário.

Diante desse cenário, vemos que profissões que já atuam em rede e conectadas, utilizando do ambiente virtual para realizar suas atividades, foram reforçadas e as tendências tecnológicas que afetariam as profissões e que pareciam tão distantes mostraram-se necessárias para o hoje.

Uma dessas profissões é a de assessor executivo digital, cuja atuação é abrangente e suas atividades dinâmicas, envolvendo desde a gestão de redes sociais, documentos físicos e digitais, até a gestão financeira, orientação de carreira e imagem, entre outras atividades. Seu papel é auxiliar e facilitar a vida de outros profissionais, como médicos, com a gestão de agenda, controles financeiros, contato com os pacientes. Da mesma forma, um influenciador digital ou blogueiro também pode se beneficiar com o serviço desse profissional na gestão de suas mídias sociais, produção de conteúdo e até mesmo na gestão de parceiros.

O assessor executivo digital é uma profissão relativamente nova, mas em crescimento, já que sua forma de trabalhar e suas tarefas são realizadas por meio das facilidades que a internet proporciona, como o trabalho em home office, a organização de rotina por meio de programas de compartilhamento de informação, comunicações virtuais e assim por diante.

Para se tornar um assessor executivo digital é necessário conhecer sobre empreendedorismo, gestão da tecnologia e da informação, comunicação organizacional, relações interpessoais, marketing digital e novas mídias. Esses são só alguns dos conhecimentos que este profissional precisa ter para se destacar no mercado de trabalho nesta era virtual.

 

Autora: Flávia Roberta Fernandes, tutora do Curso de Assessoria Executiva Digital do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

Office sweet office: trabalhar em casa é o futuro do trabalho

* Por Melina Alves

Home office tem sido uma das expressões mais utilizadas nos últimos dias. Mas, apesar das experiências de trabalho remoto se espalharem ao redor do mundo, ainda se nota que o que deveria estar à disposição dos profissionais causou um certo desconforto em muitas empresas que não estão diretamente vinculadas à produção de tecnologia.

Não é para menos. Home office não significa simplesmente dar um notebook para cada funcionário e mandá-los para casa com uma lista de tarefas a serem entregues. Há toda uma cultura organizacional por trás de cada colaborador e que, antes de oferecer a possibilidade de se trabalhar remotamente, as organizações devem preparar toda a equipe, de gestores à colaboradores, de forma a fornecer infraestrutura e segurança para que a produção continue.

Embora o suporte tecnológico seja fundamental para que empresas possam seguir em frente, é também essencial uma postura mais empática com relação aos colaboradores. Para que o sistema de trabalho home office tenha sucesso, é vital que as organizações os compreendam principalmente as dificuldades em trabalhar em um ambiente em que estão vulneráveis à influência de informações e eventos que não estariam em suas mesas dentro das corporações.

É muito difícil se blindar totalmente do que está acontecendo em casa. Podem ocorrer situações em que há filhos, pais ou outras pessoas habitando o mesmo domicílio, que têm necessidades diferentes e por vezes precisam do auxílio uns dos outros. Problemas de casa, como queda de energia, vazamentos ou questões de condomínio também precisam fazer parte desta nova equação laboral.

As empresas devem compreender que seus colaboradores estão desempenhando suas funções em um ambiente diferente ao quais estão acostumados. Assim, a cobrança de prazos deve estar dissociada do cumprimento da jornada de trabalho “normal”, pois a depender do desenrolar dos dias domésticos de cada um, teremos cumprimentos de carga horária que variam de um colaborador para outro.

O trabalho assíncrono exige compreensão de que nem todas as perguntas podem ser respondidas imediatamente. A paciência deve ganhar espaço para que a cobrança não acabe atrapalhando quem está fazendo o possível para cumprir suas obrigações e as relações de confiança se estabelecem a partir daí. Esse posicionamento gera um estreitamento de laços e a noção de responsabilidade de ambas partes no que tange ao cumprimento de metas.

A colaboração é fundamental para que o trabalho remoto tenha sucesso. Contar com a compreensão, engajamento, feeling e empatia da equipe é um desafio, mas não chega nem perto do impossível. A própria prática do home office cria um ambiente favorável para que essa colaboração se estabeleça de forma natural, quase orgânica.

Estabelecida a base do trabalho remoto sob esses quatro pilares – a tecnologia, a empatia, a confiança e a colaboração – os resultados poderão surpreender mesmo os mais céticos já que o home office é capaz de aumentar a motivação dos colaboradores e consequentemente a produtividade da equipe e a qualidade do trabalho apresentado. Sim, trabalhar em casa é o futuro do trabalho.

 

 

“Não quero ser o eterno, não quero ser o único”, diz RC sobre futuro político

Em postagem em suas redes sociais essa semana, o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) deu senhas sobre seu futuro político que podem significar seu nome fora da disputa eleitoral  pela prefeitura de João Pessoa, em 2020. O socialista disse que sua função era criar lideranças e não ser o único, o eterno.

“A minha função enquanto agente público é criar lideranças. Eu tenho clareza de que as coisas não podem ficar ao meu redor. Eu não quero ser o eterno, eu não quero ser o único, não é essa a minha função”, disse.

Ele lembrou, como exemplo, que deixou de disputar o mandato de senador, em 2018, com uma eleição praticamente ganha. Essa estratégia serviu justamente para corroborar com o seu propósito, o de criar novas lideranças.

“Deixei de disputar um mandato de senador, que modéstia à parte, eu tinha plenas condições de ganhar as eleições e toda a Paraíba sabe disso, não estou sendo aqui orgulhoso, não é nada disso. Eu deixei de disputar para investir em um projeto, para poder pegar um companheiro que era secretário e dizer, olha vamos começar do início, do zero e ir, e ao mesmo tempo eleger o governador, a maior bancada de deputados estaduais, metade dos deputados federais e ao mesmo tempo ter a condição de sonhar e de querer que o projeto continue” emendou.

A publicação do ex-governador Ricardo ganhou vários compartilhamentos e dezenas de comentários, a maioria em apoio às decisões tomadas pelo ex-gestor.

PB Agora

 

 

Câmara decide futuro de vereador que postou vídeo se masturbando na PB

A Câmara Municipal de Montadas, no Agreste paraibano, a 170 quilômetros de João Pessoa, decide nesta terça-feira (26), às 19h, o futuro do vereador Sebastião da Costa (PSB), que na semana passada postou em uma rede social pessoal um vídeo em que ele aparece se masturbando.

Para ser acatada, a denúncia deve ser receber a maioria dos votos dos presentes durante a sessão da Câmara, que é formada por nove vereadores. A partir daí, será formada uma comissão processante para analisar o caso e produzir um relatório para ser votado em plenário.

Em contato com o Portal Correio, o vereador Sebastião da Costa disse que ainda não decidiu se vai comparecer ou não à sessão. Ele lamentou o caso, mas garantiu que tudo isso não passa de uma armação política para tentar lhe prejudicar.

Para o vereador, o caso só veio à tona após uma denúncia da prática de nepotismo feita por ele contra o atual prefeito. “Já fui apedrejado e, diante de tanta humilhação que passei, já paguei o preço. A população de Montadas não está de acordo com o que estão fazendo comigo, pois quem fez isso não pensou na minha mãe, que tem 80 anos, não pensou na minha família”, comentou.

Sebastião da Costa está em seu segundo mandato, e foi reeleito em 2016 com 180 votos.

Portal Correio

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Sheik despista sobre futuro, mas fala em ‘grande clube’ e títulos em 2017

emerson-sheikEmerson Sheik está deixando o Flamengo, mas tudo indica que já tem destino certo para o próximo ano. Em entrevista nesta segunda-feira ao canal de TV por assinatura SporTV, o atacante deixou claro estar conversando com “um clube” grande para defender em 2017.

“Ainda não posso (revelar o novo clube). Mas é um clube grande que certamente vai brigar por títulos”, disse, sem deixar claro se o clube é do Brasil ou do exterior.

Em sua entrevista, o camisa 11 lamentou as poucas oportunidades que teve para defender o Flamengo em 2016. Diante do microfone, aproveitou ainda para agradecer a seu novo clube pela chance que recebeu.

“O Flamengo passou, né? Foi um 2016 difícil para mim – treinei muito, joguei pouco. Mas 2017 promete. Projeto novo, coisa boa pela frente”, afirmou. “A galera não sabe ainda, mas já estou agradecendo. Obrigado pela confiança. Certamente vou dar meu melhor, como foi em todos os outros clubes pelos quais passei”, completou.

Ainda durante a entrevista, Sheik agradeceu ao Flamengo por sua segunda passagem pelo Flamengo. “Não teve uma renovação (de contrato). Fica também meu agradecimento ao clube, ao torcedor flamenguista, que tem um carinho muito especial comigo”, declarou.

Uol

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Futuro presidente do TCE alerta vereadores sobre respeito à Constituição para conceder reajustes salariais

andre-carlosO futuro presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), André Carlo Torres, afirmou nesta quinta-feira (15) que o órgão está analisando todos os reajustes de salários aprovados nas Câmaras Municipais do estado. Segundo ele, todos os limites e prazos impostos pela Constituição serão analisados.

“O Tribunal examina esse tipo de produção normativa de acordo com os limites da Constituição. Sobre o índice de aumento, isso faz parte da legitimidade local. O critério que o Tribunal adota para examinar subsídios de vereadores é pautado na obediência aos limites. Se ele atendeu aos limites da Constituição, então, o TCE não vê irregularidades. Agora, vai caber ao vereador, dentro da sua municipalidade, justificar à população esses aumentos concedidos”, explicou.

Ele informou que os reajustes devem ser fixados antes da próxima  Legislatura se iniciar e dentro do limite da Constituição.

“Dependendo do tamanho do município, o aumento deve ser de 20%, 30%, 40% do que recebe um deputado estadual, além dos 5% da receita do município. Os vereadores são a categoria de agentes públicos que têm mais limites no quesito de remuneração e o limite derradeiro é o da lei local”, observou.

blogdogordinho

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Bananeiras consolida quadro político de futuro no Brejo

Quem acompanha com atenção os bastidores da política no Estado da Paraíba identifica com clareza as novas lideranças nas diversas regiões. Não há fartura nem conceitual nem em quantidade, sobretudo no quesito de gestão.

Nesta real escassez de quadros, Bananeiras consolidou nas eleições de 2016 uma jovem liderança atendendo pelo nome de Douglas Lucena, invenção dele mesmo mas descoberto por Marta e Ramalho Leite.

ANTES DE TUDO, O CONCEITO

Douglas revelou-se um novo quadro por saber unir gestão, ética, inovação e tino político. É do ramo, como se diz lá Torre. Além segura o tranco de conviver com as adversidades conjunturais de forma segura, sobretudo nos tempos de vacas magras.

Em 3 anos e 9 meses de governo conseguiu fazer Bananeiras se manter e se ampliar como joia de nova cultura econômica longe da agricultura histórica servindo-se de nova vocação que a cidade deve muito a Marta, Ramalho, Alírio, Erly Amorim e a Ana Maria Gondim.

ZELO FINANCEIRO E FUTURO

O prefeito reeleito sem uso de qualquer imoralidade, apesar do discurso duro de seu opositor Matheus Bezerra – de família tradicional, soube vencer com classe e postura a merecer reconhecimento de todos, em especial da Justiça Eleitoral. Sua vitória foi limpa e incontestável.

Ele, agora, precisa construir as novas etapas com lealdade a princípios éticos e políticos ampliando seus horizontes para atrair novos projetos e mais desenvolvimento para sua terra natal. É pule de 10 a honrar o Brejo paraibano como nova liderança de muito futuro.

Tudo em nome de seu talento e ética. Vai mais longe.

blogdowaltersantos

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Luiz Couto fala sobre futuro político e admite concorrer ao Senado em 2018

luiz-coutoO deputado federal Luiz Couto (PT-PB) admitiu concorrer a uma vaga ao Senado Federal em 2018, além de ter reforçado o que havia dito antes, de que consideraria concluída sua missão na Câmara dos Deputados ao fim do mandato que exerce atualmente.
“Sabemos que a campanha majoritária implica em estrutura para poder andar todo o Estado. Eu sempre tenho tido o seguinte: se o partido der as condições efetivas para que nós possamos fazer uma bela campanha, colocando as propostas que temos para a Paraíba, posso colocar meu nome à disposição para o Senado Federal. Acho que já cumpri minha tarefa como deputado federal por quatro mandatos e o PT tem uma posição de que um parlamentar federal não deve ultrapassar esse limite, a não ser que o partido decida assim. Eu já fui deputado estadual duas vezes e federal por quatro”, disse Couto.
Ele também foi questionado a respeito da possibilidade de cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cujo julgamento tem sido adiado na Câmara e revelou comentários de bastidores na capital do poder segundo os quais o ex-presidente da Casa teria em seu poder recibos de contribuições generosas feitas a campanhas de muitos parlamentares. “Dizem que ele pedia o recebo alegando que era para seu próprio controle. Mas, muita gente acha que ele guardou esses comprovantes e tem medo disso vir à tona”, disse Couto.
Outro questionamento feito pelos apresentadores ao deputado foi se ele não se sente desestimulado com o nível da política dos dias atuais, repletos de escândalos: “Machado de Assis dizia que se a política não for uma vocação, ela passa a ser especulação.

Tenho três fundamentos na minha vida que me fortalecem: meu contato permanente com os segmentos mais excluídos da sociedade, onde as pessoas são mais solidárias. Depois, me alimento da espiritualidade. A eucaristia, a missa, renovam minha energia. E em terceiro, a palavra de Deus me dá muita força”, confessou o deputado paraibano.

 

Assessoria

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Diá reconhece primeiro tempo ruim e fala sobre seu futuro no Campinense

DiáEm um ambiente de muita tristeza no vestiário do Campinense, neste domingo, após o 1 a 1 que deu o título da Copa do Nordeste ao Santa Cruz, o técnico Francisco Diá reconheceu que sua equipe não fez um bom jogo e falou sobre o futuro da sua carreira.

Com proposta do América de Natal, onde a imprensa já dá como certa sua ida para o time rubro, o treinador novamente manteve o discurso de que fica na Raposa até o fim da participação no Paraibano.

– Como tenho falado: meu futuro é aqui. Sou treinador do Campinense e independente do resultado de hoje, mantenho minha palavra de ficar até o término do Paraibano. E nós vamos em busca do título estadual – comentou.

Sobre o jogo, Diá reconheceu que a equipe não conseguiu controlar o emocional e fez um primeiro tempo ruim.

Após as mudanças, com Felipe Ramon na vaga de Raul e Adalgiso Pitbull no lugar de Roger Gaúcho, a primeira durante a etapa inicial e a outra no intervalo, o técnico afirmou que o Rubro-Negro mudou de postura.

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Mesmo assim, conforme Diá, a defesa acabou vacilando quando não podia e o time acusou o golpe quando Arthur Kaike empatou a peleja, aos 34 do segundo tempo.

– É uma perda muito sentida pelo atletas. Até os 35 nós tínhamos o título na mão. No geral, não fizemos um grande jogo. Mas a campanha foi brilhante e a diretoria conversou agora com todo o elenco, passando confiança para o restante da caminhada. Temos Paraibano e Copa do Brasil, então vamos continuar buscando os objetivos – pontuou.

O elenco do Campinense folga nesta segunda-feira (02) e só se reapresenta na terça, às 8h.

No mesmo dia, à noite, a delegação raposeira embarca para Belo Horizonte, onde encara o Cruzeiro, às 21:30 da quinta-feira (05), no Mineirão, pela partida de volta da primeira fase da Copa do Brasil.

No jogo de ida as duas equipes empataram sem gols no Amigão.

FONTE: paraibaonline