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Carro capota e cai dentro de campo de futebol no bairro de Intermares

Uma mulher perdeu o controle do veículo que dirigia, capotou o carro, bateu em um muro e parou dentro de campo de futebol com os quatro pneus virados para cima. O acidente foi registrado na manhã deste domingo (18), na BR-230 em Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa.

A mulher ficou ferida, foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Ainda não há informações sobre o estado de saúde da vítima.

Devido a colisão, o local ficou parcialmente destruído. Testemunhas afirmaram que foi feito um acordo entre o proprietário do campo e familiares da mulher para resolver o prejuízo causado com o acidente.

 

PB Agora

 

Jogos de futebol na Paraíba seguem sem torcidas até que direção de estádios cumpram recomendações

Os jogos de futebol na Paraíba continuam sem previsão de ter torcidas. O motivo é que os gestores dos estádios deverão comprovar até o dia 13 de novembro de 2020 as recomendações solicitadas, por meio de laudos, sobre a situações dos locais. É necessário seguir as orientações que podem ser verificadas pelas notas técnicas emitidas pela Comissão Permanente Nacional de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios, coordenada pelo Ministério Público da Paraíba. Caso não enviem no prazo estipulado, a Comissão não fará a verificação dos locais, deixando assim, que torcedores fiquem impedidos de assistir presencialmente nos estádios.

Nesse prazo, os gestores dos estádios, que sediam os jogos do Campeonato Paraibano de 2020 e jogos do campeonato de 2021, deverão comprovar essas recomendações. Eles devem enviar quatro laudos: Técnicos de Segurança; Vistoria de Engenharia; Prevenção e Combate a Incêndio; e Condições Sanitárias e de Higiene. De acordo com o coordenador da Comissão Estadual de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios da Paraíba, o procurador de Justiça Valberto Cosme de Lira, mesmo sem torcidas por conta da pandemia, pouco se modificou dentro dos estádios. “O que se sabe é que nenhum botou até agora uma palha de nada, a exceção do Governo do estado que fez a licitação. É uma firma ganhou a licitação e foi assinado o contrato para início das obras e isso é referente ao Amigão, Almeidão e o Perpetão”, afirmou.

Ainda de acordo com o procurador, duas notas técnicas já foram emitidas, inclusive para as federações que cuidam dos jogos. “Primeiro nós emitimos uma nota técnica da Comissão Nacional falando sobre esse problema. O que nós temos hoje é orientação da Comissão. A Comissão Nacional integrada por Ministérios Públicos de todo o Brasil que tem essas pretensões regionais. Logicamente que a medida que os promotores forem tomando conhecimento e se quiserem a gente volta a discutir a situação. O que hoje se tem a nota técnica que foi remetida a CBF e que também a todas as federais”, revelou.

Caso não cumpram até o prazo determinado, a Comissão Estadual não fará a verificação dos estádios, segundo disse em entrevista ao ClickPB, o procurador. “A Comissão não vai nem mais lá para fazer verificação porque os órgãos que fazem as visitas, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, são órgãos públicos, que utilizam os recursos públicos  não podem estar pra cima e pra baixo se os estádios dizem que fizeram e quando chegam lá não fizeram nada”, frisou.

Atualmente recebem regularmente os jogos os estádios Almeidão, Amigão, Carneirão (Cruz do Espírito Santo), Zé Cvalcante, Marizão (Sousa), Perpetão, e o Titão, em Lagoa Seca (mais que ainda não recebeu torcidas este ano).

 

clickpb

 

 

Após ter sido pedreiro e rodado por 11 times pequenos, paraibano Tiquinho Soares brilha no futebol europeu e vale R$ 264 milhões: ‘nunca abaixei a cabeça’

O atacante Tiquinho Soares, 29 anos, tem se destacado nas últimas temporadas do futebol europeu. Natural de Sousa, no Sertão da Paraíba, o atacante teve uma ascensão meteórica em dois anos e hoje está contratado pelo Porto, de Portugal, no valor de 40 milhões de euros (R$ 264 milhões).

Em entrevista ao ESPN, o esportista contou sobre as dificuldades no início da carreira até a sua ascensão como um dos principais astros do futebol europeu: “Eu rodei demais, mas nunca abaixei a cabeça. Quando fechava uma porta eu ia atrás de outra”, disse Tiquinho. Ele contou que chegou a trabalhar como pedreiro, vendedor de sacolé, e rodou por onze clubes menores no Brasil, mas nunca desistiu.

Ele saiu do Nacional-POR e passou por Vitória de Guimarães-POR antes de chegar ao Porto no meio da temporada 2016/2017. Desde então, foram dois títulos do Português e 64 gols marcados. O atacante, que foi observado por Tite, deu entrada no passaporte europeu e poderá em breve ser chamado por Portugal.

O contrato de Tiquinho com o Porto, que tem multa rescisória de 40 milhões de euros (R$ 264 milhões), vai até o meio de 2021.

Confira a entrevista na íntegra abaixo:

Começo fora do futebol
Foi uma época difícil no sertão da Paraíba e passando dificuldade junto com meus pais. Ajudei de várias formas. Eu e minha irmã vendíamos sacolé, gelinho, para ajudar nossos pais que trabalhava. Nos sábados tinham jogos, minha mãe fazia e íamos vender no campo de futebol.

Como virou jogador 
Não era uma ambição que tinha mais jovem, mas depois que fui para Natal comecei a jogar nos campos de barro e acabei gostando. Depois, em 2008 fui artilheiro na minha primeira competição. Daí, o futebol virou minha cabeça.

Rodou por 10 times no Brasil 
Eu rodei demais, mas nunca abaixei a cabeça. Quando fechava uma porta eu ia atrás de outra. Fui para o Cerâmica-RS e fiz um bom Campeonato Gaúcho. Passei no Veranópolis-RS muito bem com o treinador Julinho Camargo, que me levou para outras equipes. Sou muito grato.

Chegou a ficar desempregado
Na maioria das vezes eu jogava nessas equipes que não tem calendário eu só jogava o Estadual por uns três meses. Depois ia trabalhar com meu pai como servente de pedreiro ou inventava outra coisa.

Como surgiu Portugal 
Foi tudo muito rápido. Eu estava no Veranópolis e apareceu a chance de ir para o Nacional da Ilha da Madeira. Não pensei duas vezes porque quando não se tem oportunidade precisa dar tiro. Eu atirei certo ao vir para cá com a força Josivaldo Alves, presidente do CSP-PB e do Deco. Deu certo. Fiz seis meses, renovei meu contrato e fiz um bom campeonato marcando 16 gols e fui para o Vitória de Guimarães.

No Vitória de Guimarães virou sensação do Português
Foi um projeto muito bom. Nas primeiras rodadas eu já consegui me destacar e foi uma grande temporada. Fiz muitos gols em apenas seis meses. Foram espetaculares e virou sempre vou lembrar deste momento.

Outros clubes tentaram a contratação. Por que escolheu o Porto?
Eu estava uma sensação naquela época e fazendo muitos gols e jogando bem. Tinham clubes da China, Turquia e Portugal também. Mas escolhi o Porto porque meu empresário, que é o Deco, fez história aqui. Iss facilitou por já conhecer a história do clube. Queria ganhar campeonatos e consegui dois. Foi algo muito bom.

Você saiu em pouco tempo de times menores para uma das maiores potências de Portugal
Foi um sonho, nunca imaginei chegar tão longe. Em time que ganhou tudo. Naquele ano fiz recordes e em poucos jogos muitos gols. Isso ficou na história do clube e para mim. É maravilhoso vestir essa camisa.

Momento mais especial
Minha estreia foi o melhor dia porque foi no clássico contra o Sporting e fiz dois gols e ganhamos o jogo de 2 a 1. Isso ficará marcado. E o titulo desse ano foi diferente, sem torcedores e um ano treinando em casa. Ficará marcado.

Seleção brasileira
Nunca ninguém entrou em contato comigo sobre isso. Saiu uma vez no jornal que o Tite estava me olhando, mas sei o tanto de jogadores que o Brasil tem. Não sou obcecado com isso. Se um dia acontecer, acho que não vou nem dormir, mas sou tranquilo com isso.

Com passaporte português pode defender Portugal?
Não podemos descartar nada. Se acontecer eu vou ficar feliz demais. Estou há seis anos aqui e muito adaptado, se pintar oportunidade não verei problema. Eu dei entrada no passaporte porque tenho uma filha portuguesa e é bom para o futuro da nossa família. Estou só esperando chegar porque atrasou pela pandemia.

Ofertas de Roma e China para sair do Porto
Eu não sei. Foram especulações que surgiram e meu empresário não me passou isso. Nada que seja real. Eu tenho mais um ano de contrato até o final de maio de 2021.

Como foi a atual temporada
A gente às vezes faz umas metas de gols. Fiz 23 gols ano passado, outro fiz 21. Esse ano fiz 19, não sou Cristiano Ronaldo da vida, mas procuro fazer o máximo de gols possível (risos). Acho que a gente vive de gols. Eu tive altos e baixos, mas fico feliz pela minha temporada.

Bom ambiente no clube
O vestiário do Porto é muito legal. Não tem um querendo aparecer mais do que o outro. O grupo tem um foco só no título.

Como você vê o Benfica se reforçando e trazendo Jorge Jesus para brigar pelo título?
É normal, eles têm se reforçado bem. Acredito o Porto também fará isso que vença o melhor na próxima temporada e o futebol português que agradece. Teremos grandes jogos.

 

clickpb

 

 

Após largar o futebol para ajudar a mãe gari, jogador guarabirense é uma das principais estrelas da Ponte Preta

João Paulo, paraibano natural de Guarabira, eleito uma das estrelas do time paulista Ponte Preta já precisou largar o futebol para ajudar a sua mãe que era gari. O paraibano morador do bairro Buraco do Afonso, periferia de Guarabira, foi feirante durante 20 anos para poder ajudar a mãe a pagar as contas da casa.

Os pais se separaram quando ele ainda era criança. Ele trabalhava na feira ao lado da mãe e das irmãs e ao voltar para casa saía para jogar bola na rua.

“Eu trabalhei desde os 11, 12 anos com a minha mãe e com as minhas três irmãs vendendo verduras, frutas, legumes e temperos na feira. Foi uma batalha grande, mas é gratificante olhar para trás e ver o que conquistei. Minha mãe não tinha trabalho fixo. Tinha de ajudá-la. Sempre quis ser jogador, mas o sonho às vezes ficou um pouco distante. Só que eu sempre acreditei. Agradeço muito a Deus e à minha família por sempre me apoiar. Foi bastante difícil, mas hoje sou realizado”, disse o jogador.

Devido a necessidade de ajudar a sustentar a casa, o paraibano não participou de categorias de base.

Ele jogava na várzea, e depois de uma tentativa frustrada em 2008 de entrar para um time, o agora meia largou o futebol para se dedicar exclusivamente ao trabalho de feirante, viajando até o Rio Grande do Norte para vender frutas. Ficava fora de casa de terça a domingo.

A rotina durou aproximadamente três anos. Em 2011, quando estava perto de completar 21 anos, surgiu uma oportunidade no Desportivo Guarabira, time da sua cidade.

“Um diretor falou para mim que teria uma peneira. Aí a chama reacendeu. Ela nunca apagou totalmente, mas como tinha de ajudar a minha mãe com as coisas de casa, ficou de lado um pouco. Mas quando surgiu essa chance, conversei com todos e disse que queria. Minha mãe, que tinha passado num concurso público e estava esperando ser chamada, ficou meio receosa num primeiro momento. Mas eu peguei e fui. Na estreia já fui titular, fiz gol, com toda a minha família assistindo”, revelou.

Como João Paulo se profissionalizou em 2011, a carreira dele tem nove anos de duração. Depois do Desportivo Guarabira, passou por Globo-RN, Coruripe-AL, Estanciano-SE, Sergipe, ASA, Tombense, Paraná e Santa Cruz, entre outros, mas passou a ganhar destaque a partir de 2018, quando defendeu o Atlético-GO.

A última temporada pelo Avaí foi a mais positiva até aqui: campeão catarinense, prêmio de craque do estadual e dez gols e cinco assistências em 49 jogos durante o ano.

Atualmente, João Paulo é o principal destaque individual do time da Ponte Preta em 2020. O paraibano é líder em número de jogos (20), minutos em campo (1.754), assistência (quatro) e vice-artilheiro, com cinco gols, ao lado de Bruno Rodrigues – um atrás de Roger. Neste início da Série B, já marcou duas vezes – uma delas um golaço contra o Vitória.

Família

João Paulo já é pai de Paulo Henrique, de seis anos, e espera pela chegada de Ester. O nascimento está previsto para dezembro.

“Está tudo dando certo na minha vida, graças a Deus. A gente sempre procurou fazer o melhor, com os pés no chão. Tenho uma base muito forte por trás de mim, com minha esposa, mãe, irmãs e pai sempre me fortalecendo a cada dia para eu procurar desafios maiores”, agradeceu.

 

GE

 

 

Vila Branca volta a treinar e se prepara para reviver época de ouro do futebol de Solânea

O Vila Branca Futebol Clube voltou a treinar essa semana e agora o time se prepara para reviver a época de ouro do futebol de Solânea. Apesar da pandemia do novo Coronavírus, a equipe está disposta e animada e, claro, seguindo todos os protocolos de higiene recomendados pelas autoridades em saúde.

O presidente Diego Queiroz acredita no soerguimento do Vila Branca e disse que todos estão empenhados em ver o time novamente brilhando no futebol paraibano.

“Hoje mais um passo foi dado para que o Vila Branca volte de onde nunca deveria ter saído. Pudemos dar início à pré-temporada no Ginásio Adauto Silva, mesmo em meia pandemia, mas sempre com o máximo de cuidado e seguindo todo protocolo. Foi feito apenas treinamentos físicos com os atletas”, informou Diego.

 

Redação FN

 

 

MPPB vai fiscalizar retomada do futebol da PB e impõe mais segurança ao torcedor

O Núcleo do Desporto e Defesa do Torcedor (Nudetor) e o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) instauraram portaria conjunta para acompanhar a eventual retomada do Campeonato Paraibano de Futebol 2020. Os órgãos de fiscalização querem, com essa medida, evitar a violação de regras de isolamento social e garantir a prevenção ao contágio pelo novo coronavírus no Estado, bem como prevenir suposta lesão aos direitos coletivos do torcedor consumidor.

Segundo o coordenador do Nudetor, o procurador de Justiça Valberto Lira, o eventual retorno do campeonato, ainda que sem público nas praças esportivas, na atual ‘situação de emergência’ em saúde em que se encontra o Estado da Paraíba, incentivará a aglomeração de pessoas no entorno dos estádios em dias de jogos e possível quebra das regras de isolamento social e outras regras de prevenção à covid-19, podendo, assim, gerar risco à vida e à saúde do consumidor torcedor.

Por conta disso, a Federação Paraibana de Futebol (FPF) será notificada para que apresente, no prazo de cinco dias, informações sobre os protocolos de prevenção a serem adotados para evitar a contaminação pela covid-19 em eventual retorno do campeonato de futebol. Também deverá informar, dentre outras questões, como estão sendo controlados os exames para detecção da doença nos jogadores e na comissão técnica dos clubes; a relação dos estádios que presumidamente serão utilizados nos jogos deste ano; quais clubes estão realizando testes nos jogadores e comissão técnica e quantas pessoas – dentre jogadores e membros da comissão técnica – tiveram resultado positivo para a covid-19, discriminando as quantidades por clube.

O MPPB também vai oficiar o secretário estadual de Saúde para que ele informe, no prazo de cinco dias, a previsão de retorno das atividades desportivas na Paraíba, considerando os dados técnicos e científicos de evolução do contágio da doença no Estado, bem como possíveis consequências advindas de um retorno precoce e se a FPF apresentou protocolos para prevenção de contágio pela covid-19 para o retorno das atividades dos clubes.

Conforme informaram o coordenador do Nudetor, o diretor e o vice-diretor do MP-Procon, os promotores de Justiça Francisco Glauberto Bezerra e Francisco Bergson Formiga, os prazos para o envio das informações são improrrogáveis, tendo em vista a situação de emergência em saúde pública e que uma atuação tardia poderá gerar prejuízo irreparável à coletividade.

Retomada do campeonato

Os integrantes do MPPB explicaram que os órgão tomaram conhecimento, através de reportagens locais, da ocorrência de reuniões, nos últimos dias, entre a FPF e alguns dos clubes de futebol das séries A que disputam o Campeonato Paraibano de Futebol, para debater a retomada do campeonato em meados de julho deste ano, apesar da atual situação de emergência em saúde no Estado da Paraíba devido à pandemia do novo coronavírus. “Numa visão profética, a FPF, por sua própria decisão, já definiu o calendário de retorno das partidas, iniciando no próximo dia 18 de julho e concluindo no dia 09 de agosto do corrente ano, mesmo sem a confirmação da autorização do Governo do Estado. É desejo de todos, torcedores, atletas, funcionários dos clubes, dirigentes, imprensa, que os esportes voltem às atividades, com planejamento responsável, ressaltando que este retorno, que esperamos ocorra em breve, não envolve nem depende, apenas, dos dirigentes da entidade e de seus filiados, porque outros atores integram no antes, no durante e no depois de jogo, em praça esportiva”, argumentou Valberto.

Os representantes do MPPB destacaram que o Governo Estadual decretou ‘situação de emergência’ em saúde em decorrência da pandemia e recomendou uma série de medidas voltadas ao isolamento social, dentre elas a suspensão de eventos desportivos, além de proibir a aglomeração de pessoas, para reduzir o risco de contaminação da população pelo novo vírus.

Argumentaram também que o Decreto nº 40.304, publicado no último dia 12, dispõe sobre a adoção do plano “Novo Normal Paraíba”, estabelecendo medidas temporárias e emergenciais de prevenção de contágio pela covid-19 e recomendações aos municípios e ao setor privado, mencionando que os equipamentos públicos de cultura e esporte, pertencentes ao Estado, permanecerão fechados até ulterior deliberação. Também lembraram que o Estado já registra mais de 31.700 casos confirmados da doença e 709 óbitos por covid-19.

Segundo os membros do MPPB, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já se manifestou sobre a desinfecção em ambientes públicos, através nota técnica, concluindo que não foram encontradas evidências científicas de que o uso dessas estruturas para desinfecção sejam eficazes no combate ao novo coronavírus, podendo, diante de novos estudos, ser modificado este posicionamento, a qualquer momento.

paraiba.com.br

 

 

Time sertanejo sai na frente e inicia testes de covid-19 na equipe visando à retomada do futebol na Paraíba

Apesar da posição contraria de alguns representantes do futebol paraibano, contrários a volta dos jogos, enquanto não há a cura para o novo coronavírus. Um time sertanejo partiu na frente e já planeja o retorno gradual das suas atividades, baseado na primeira fase da flexibilização do isolamento social determinado pelas autoridades de saúde do Governo do Estado e dos municípios paraibanos. Trata-se do time do Atlético de Cajazeiras que foi a primeira cidade a permitir treinos de clubes profissionais.

Pelo decreto do Governo do Estado e de algumas prefeituras, os treinos dos clubes profissionais só acontecerão na segunda fase da flexibilização, prevista para o dia 29 deste mês. Porém, em outros municípios, a liberação já acontece a partir desta semana. Foi o caso do time do Atlético de Cajazeiras que desde a última terça-feira (16), deu início, aos exames médicos dos atletas, cumprindo todas as exigências do protocolo, e na próxima semana, começará os treinos físicos, possivelmente no Estádio Hirgino Pires Ferreira, e os treinos com bola só serão realizados no Perpetão, após a liberação do Governo do Estado, prevista para o próximo dia 29.

Contrário. Recentemente o portal ouviu o presidente do Núcleo do Desporto e Defesa do Torcedor (Nudetor) e da Comissão de Prevenção e Combate a Violência nos Estádios da Paraíba, procurador de Justiça Valberto Lira, divulgou um vídeo em que diz que é contra a volta do futebol neste momento, devido ao aumento de casos de Covid-19 no estado.

Para ele, essa decisão se baseia diante da curva crescente do novo coronavírus, deixando claro que sua decisão tem o aval dos seus pares. Valberto Lira, disse compreender a ansiedade de todos, afinal é um desportista nato, mas entende não ser o momento adequado para a retomada.

“Conversei com todos os membros da Comissão e são unânimes em não recomendar a volta do futebol com esses números crescentes do coronavírus no Estado. Seria uma grande irresponsabilidade. Fazemos isso porque o futebol envolve muita gente e até o momento não participamos de nenhuma discussão nesse sentido. Sei apenas de um protocolo que está sendo definido e, pelas informações, não vejo nenhum compromisso, só conjecturas”, opinou o presidente do Nudetor.

 

pbagora

 

 

Federação de Futebol do Rio de Janeiro não marca retorno do futebol no Rio de Janeiro

A autorização do governo estadual já estava dada, mas faltava a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), em reunião neste sábado (6) à tarde, acertar a volta do Campeonato Carioca de 2020.   No entanto, os dirigentes da Série A do Rio, em encontro online e restrito, decidiram pela cautela e vão esperar o referendo do protocolo Jogo Seguro e de outras medidas pelas autoridades sanitárias para recomeçar a competição.

A ideia é realizar partidas de portões fechados e preferencialmente no Maracanã, Nilton Santos e São Januário. Contudo, nenhuma data foi marcada. Pelas regras de flexibilização do isolamento social da Prefeitura, a partir de julho, os confrontos poderiam receber a torcida, desde que até 33% da capacidade de público dos estádios na capital fluminense.

O último jogo aconteceu no dia 16 de março, com a vitória do Madureira, por 2 a 1, sobre o Volta Redonda. Faltam ainda duas rodadas para terminar a fase de grupos da Taça Rio (2º turno), de onde saíram quatro classificados às finais. Flamengo e Boavista (9 e 4 pontos respectivamente) estão na ponta do Grupo A e o Botafogo surge em quarto lugar com 4 pontos. Já Fluminense e Madureira (9 e 6 pontos) lideram a outra chave, com o Vasco em  quinto lugar, somando apenas 2 pontos.  A Taça Guanabara (1º turno) foi conquistada pelo Flamengo, que possui o artilheiro do torneio, Gabriel Barbosa, com 8 gols.

Autorização

Decreto do governador Wilson Witzel, publicado nesta sexta-feira (5), autorizava o retorno do futebol no estado a partir de hoje. A liberação se insere dentro reabertura gradual da economia e abrange ainda setores do comércio e da indústria, além da prática de esportes em alto rendimento.

Agência Brasil

 

 

Vysshaya Liga: a competição de futebol que ganhou fama com a paralisação dos campeonatos por todo o mundo

Se você não mora na Bielorrúsia certamente você também nunca tinha ouvido falar de nenhum time de futebol de lá. Muito menos conhecia a história da seleção ou de algum de seus jogadores, ou mesmo sobre o campeonato nacional.

Mas de repente, em dois meses, tudo mudou. O mundo parou e o futebol junto com ele. E nesse contexto apareceu Vysshaya Liga, conhecida no resto do mundo como Premier League da Bielorrússia, passando  em 10 países diferentes. Entre ele, a gigante Rússia e a Índia, com mais de 1 bilhão de habitantes.

A Vysshaya Liga (Liga Especial Bielorrussa) é a primeira divisão do Campeonato Bielorrusso de futebol. É o mais importante torneio de clubes de futebol na Bielorrússia. Durante a pandemia de COVID-19, junto da Nicarágua, era a única divisão nacional a ter continuidade.

Para os fãs do futebol, encontrar um lugar onde o esporte não parou foi a deixa perfeita para se especializar nos jogos do Dinamo Brest, do FK Gorodeya, do Belshina Brobruisk e conhecer com detalhes como funciona a competição da ex-república constituinte da União Soviética.

A liga tem 16 clubes e foi formada em 1992 e tem como seu maior campeão, com 15 títulos, o Bate Borisov que também já conseguiu chegar na fase de grupos da Champions League. Apesar da quantidade de títulos, nos sites de apostas o campeão atual é o Dinamo Minsk, que já levou 7 taças e é o campeão atualmente.

Para aqueles que ainda não conheceram a competição de lá é bem simples e funciona da seguinte maneira: dois turnos com pontos corridos. Quem consegue o primeiro lugar se classifica para a pré-Champions, o mata-mata que define quais serão os últimos times a entrar na fase de grupos. Segundo e terceiro vão para a Liga Europa.

Ao final da temporada, duas equipes são rebaixadas para a Segunda Divisão Bielorrussa, e são substituídas pelas primeiras colocadas da mesma.

E, claro, tinha que ter brasileiro se destacando nesse mundo que não parou. Gabriel Ramos fez três gols e três assistências em sete rodadas. O atacante já passou pelas categorias de base do Bahia e do Flamengo. E ele não está sozinho nesse mundo agora conhecido. Em entrevista ao site de futebol bets da Betway Esportes, Lipe Veloso, de 24 anos, está no elenco do Torpeno Zhodina, clube que nunca conquistou a Vysshaya Liga, mas nessa temporada está forte na briga pelo primeiro título.

Lipe gravou um vídeo falando sobre a estrutura que ele encontrou na Bieolorrússia e sobre a qualidade do Centro de Treinamento.

Betway

Diante de todo esse histórico resta saber se depois que o mundo do futebol começar a girar novamente a Vysshaya Liga vai continuar fazendo sucesso ou vai voltar ao anonimato.

 

Redação FN

 

 

“Eu não acredito na volta do futebol tão cedo”, diz presidente do Sousa, em meio a incertezas da volta do Paraibano

O futebol brasileiro foi interrompido no mês de março por causa da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas semanas, muito tem se falado de como (ou se vai ter como) prosseguir com a temporada. Muitas são as variáveis: quanto tempo vai durar o isolamento social, calendário, situação econômica dos clubes, etc. Mas uma das possibilidades – e talvez a mais forte – é que os estaduais fiquem simplesmente sem conhecer os seus campeões em 2020.

Quem comenta esse caso na Paraíba é Aldeone Abrantes, presidente do Sousa. Para ele, a situação é grave e não havia como os clubes renovarem os contratos com os atletas, além disso, o dirigente afirmou que não acredita no retorno da competição em curto prazo e a solução encontrada foi dialogar com alguns atletas para que, caso haja o retorno, eles possam assinar novos vínculos com o clube de Sousa.

“Estamos conversando e resolvendo com alguns atletas para um possível retorno, pois nossa intenção é que caso isso ocorra possamos remontar o elenco com a maior parte deles. Vamos aguardar a definição do cenário, mas eu não acredito na volta do futebol tão cedo”, disse Aldeone.

O Campeonato Amazonense foi o primeiro a indicar isso. Logo após a suspensão, a FAF decidiu que a competição não seria mais retomada, seja qual for o cenário daqui a alguns meses. Com isso, Manaus (campeão do primeiro turno) e Amazonas (time de melhor campanha) pleiteiam o título. Na Paraíba, o Atlético de Cajazeiras segue o mesmo caminho e também quer ser reconhecido campeão.

Na Paraíba o primeiro clube a esvaziar o seu elenco foi o Nacional de Patos que, ainda no dia 20 de março, anunciou a dispensa de todo o elenco e comissão técnica – assim que a Federação Paraibana de Futebol (FPF) anunciou a paralisação do estadual. O clube ainda defendeu o cancelamento da competição e a manutenção das equipes sem rebaixamento, mas foi voto vencido diante da perspectiva de disputa das vagas nas competições nacionais.

 

pbagora