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Pesquisa diz que é melhor ser gordo e ex-fumante do que magro e fumante

cigarroSabe aquele velho hábito — comum entre modelos e o povo da moda — de fumar um cigarro para espantar a fome? Não vale a pena. Mesmo. Pesquisa divulgada esta semana pela Tobacco Control concluiu que é melhor para a saúde ser um ex-fumante gordo que um fumante magro. O estudo avaliou cerca de 50 mil pessoas em dez países. “É um mito que cai. Fumar não se justifica sob nenhum argumento, muito menos a suposta magreza”, diz Analice Gigliotti, psiquiatra e diretora do Espaço Clif, em Botafogo.

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O globo

Fabricante é condenada a pagar R$ 53 bilhões à viúva de fumante

cigarro-mulherUm tribunal da Flórida condenou a segunda maior fabricante de cigarros dos Estados Unidos a pagar uma indenização de US$ 23,6 bilhões (R$ 53 bilhões) à viúva de um fumante que morreu de câncer de pulmão.

Além da indenização, a RJ Reynolds Tobacco Company, que fabrica o cigarro Camel, terá de desembolsar outros US$ 16,8 bilhões (R$ 38 bilhões) em danos compensatórios.

Cynthia Robinson processou a empresa em 2008, reivindicando uma indenização pela morte de seu marido, em 1996.

 

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A RJ Reynolds criticou a decisão e afirmou que irá recorrer da sentença.

Durante as quatro semanas de julgamento, os advogados da viúva argumentaram que a empresa foi negligente ao não informar os consumidores sobre os perigos do cigarro.

Segundo eles, foi por causa disso que o marido de Robinson, Michael, contraiu câncer de pulmão.

De acordo com os advogados, Michael tornou-se um “viciado” e, apesar de inúmeras tentativas, nunca conseguiu abandonar o cigarro.

“A RJ Reynolds correu um risco calculado ao fabricar cigarros e vendê-los aos consumidores sem informá-los sobre seus malefícios”, afirmou o advogado de Robinson, Willie Gary.

“Esperamos que esse veredicto envie uma mensagem a RJ Reynolds e a outras grandes fabricantes de cigarro de modo que elas parem de colocar a vida de pessoas inocentes em perigo”, acrescentou o advogado.

Em comunicado, o vice-presidente da RJ Reynolds afirmou que “o veredicto vai além do reino da razoabilidade e da equidade, e é completamente inconsistente com a evidência apresentada”.

Se a condenação for mantida, a indenização paga a Robinson será a maior em um caso individual desmembrado de uma ação coletiva movida na Flórida.

Outros casos similares resultaram em indenizações menores depois que a mais alta corte do Estado americano julgou que, para dar entrada no processo, fumantes (ou suas famílias) precisavam apenas comprovar que contraíram doenças por causa do vício no cigarro.

 

BBC Brasil