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Quase 700 foragidos da Justiça na Paraíba recebem auxílio emergencial do governo federal

Quase 700 foragidos da Justiça na Paraíba tiveram direito a receber o auxílio emergencial do governo federal de R$ 600, de acordo com levantamento feito pela Controladoria-Geral da União (CGU). A Paraíba é o terceiro estado do Nordeste em que mais pessoas que deveriam estar presas receberam o auxílio do governo federal por conta da pandemia, atrás somente de Ceará (1.169) e Bahia (1.096).

O pagamento do auxílio a criminosos no Brasil foi mostrado em reportagem do Fantástico. Em todo o país, mais de 27 mil pessoas procuradas pela justiça tiveram acesso ao benefício concedido para atenuar o impacto do coronavírus na economia.

Em nota, o Ministério da Cidadania informou que há “casos em reanálise que estão passando por filtros de checagem”, para evitar o pagamento indevido, que “os recursos para o auxílio já passam de 150 bilhões de reais”, e que “as parcerias com os órgãos de controle e fiscalização auxiliam na transparência da iniciativa”. O ministério afirma ainda que “quem prestar declarações falsas ou utilizar qualquer outro meio ilícito para conseguir o auxílio será obrigado a devolver os valores recebidos”.

De acordo com os dados informados pela CGU, João Pessoa e Campina Grande correspondem a quase metade dos benefícios pagos à foragidos. Na capital paraibana, 203 condenados na jurisdição de João Pessoa receberam o auxílio emergencial, enquanto que em Campina Grande foram 152 foragidos.

Especialistas ouvidos pelo Fantástico suspeitam que não tenha havido o cruzamento das informações com todas as bases de dados disponíveis, como a do Tribunal Superior Eleitoral e a do Conselho Nacional de Justiça

Na Paraíba, no fim do mês passado, o levantamento feito pela CGU serviu de base para a Operação Malhas da Lei, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO) e a Polícia Militar. As equipes conseguiram prender mais de 100 dos foragidos, que estavam há tempos com mandados de prisão não cumpridos.

Pedidos negados

Enquanto o governo federal paga benefícios a foragidos, os registros de denúncias por irregularidades na negativa da concessão do auxílio aumentam no Ministério Público Federal (MPF) e na Defensoria Pública da União (DPU) na Paraíba. De acordo com o MPF, até o dia 19 de maio, tinham sido registrados 225 denúncias de problemas por não recebimento do auxílio emergencial.

De acordo com MPF e a DPU, foram registrados centenas de relatos de problemas nos dados cadastrais desatualizados do governo federal, que impedem, de forma indevida, a concessão do benefício; a impossibilidade de contestar ou recorrer da decisão de indeferimento e, sobretudo, a demora na análise do pedido e na concessão da verba.

G1

 

Um ano após explosão e fuga em massa do PB1, vinte fugitivos seguem foragidos

Um ano após o ataque ao presídio PB1, em Jacarapé, em João Pessoa, que ocasionou a fuga de 92 presos do complexo penitenciário, 20 presos seguem foragidos, de acordo com o levantamento feito pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). De acordo com o secretário executivo, João Paulo Ferreira, até então, 72 fugitivos foram capturados. Veja lista no site Portal da Cidadania.

Conforme dados disponíveis na plataforma Geopresídios do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o complexo penitenciário modelo de João Pessoa, presídios PB1 e PB2, atualmente tem 698 presos com uma capacidade de 640 presos. Os dados são referentes ao mês de junho de 2019. Do total de 698, apenas 63 deles são provisórios.

A ação criminosa que resultou na fuga em massa foi para resgatar um preso, identificado como Romário Gomes Silveira, conhecido como Romarinho, acusado de comandar uma quadrilha especializada em assaltos a bancos. Romarinho que foi localizado em Fortaleza, no Ceará, e preso em junho de 2019.

Ainda de acordo com João Paulo Ferreira, as forças de segurança do estado seguem em busca dos demais fugitivos do PB1 que aproveitaram o resgate a Romarinho na época e escaparam do presídio.

Relembre o caso

A fuga aconteceu na madrugada do dia 10 de setembro de 2018. A ação começou com pessoas atirando de dentro da mata próximo ao presídio de segurança máxima. Os criminosos atiraram nas guaritas que estavam ocupadas pelos policiais militares para confundir os policiais, dando início a uma troca de tiros. Pessoas que moram perto da cadeia começaram a ouvir disparos e uma explosão pouco depois da meia-noite.

De acordo com informações da PM, cerca de 20 homens chegaram em quatro carros e dispararam várias vezes contra as guaritas, o alojamento e o portão principal. Havia grande quantidade de armamento, inclusive fuzis ponto 50, que perfura a parede. Por causa da munição utilizada pelos criminosos, os agentes penitenciários tiveram que se abrigar.

Nesse momento os criminosos conseguem se aproximar e usar os explosivos no portão da frente e da lateral do PB1. Eles tiveram acesso à unidade prisional e com um alicate conseguiram arrombar os cadeados para libertar Romário Gomes Silveira, alvo do resgate e acusado de explosões a bancos e carros-forte. Após ele ser resgatado, os demais presos também pegam os alicates para abrir as celas.

O secretário de administração penitenciária disse que foi observado o circuito de câmeras do presídio e, quando os criminosos entram no PB1, invadem o pavilhão e vão diretamente na cela de Romário. Quando ele sai, recebe um fuzil e comanda a ação de fuga. Imagens gravadas pelas câmeras do presídio mostram toda ação de resgate do preso.

Foto: Walter Paparazzo/G1

G1

 

Vinte e quatro fugitivos do PB1 ainda estão foragidos

Vinte e quatro dos 92 presos que fugiram da Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes (PB1), em João Pessoa, seguem foragidos. O balanço foi divulgado pela Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba nessa segunda-feira (15).

Conforme o balanço, 68 apenados já foram recapturados, com destaque para Jobson Barbosa da Silva, de 25 anos, condenado a 24 anos de prisão pelo assassinato da vendedora Vivianny Crisley, que aconteceu em outubro 2016. Jobson foi recapturado na sexta-feira (12) em Santa Rita.

Entenda o caso

No dia 10 de setembro, ao menos 20 homens fortemente armados invadiram a penitenciária e explodiram o portão principal, ocasionando a maior fuga em massa já registrada na Paraíba.

A intenção dos bandidos era resgatar quatro detentos, que são suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubo a bancos e carros-fortes. Um deles não conseguiu fugir. Em contrapartida, muitos outros apenados foram beneficiados pela ação e escaparam do cárcere.

A identificação de todos os 24 foragidos não foi divulgada pela Administração Penitenciária, mas quem quiser colaborar com a polícia na busca por qualquer pessoa procurada, pode acessar o site Procurados PB.

 

portalcorreio

 

 

Cinco internos do Lar do Garoto seguem foragidos após rebelião na PB, diz Fundac

(Foto: Jackson Rondineli/TV Paraíba)

Cinco internos do Lar do Garoto, unidade socioeducativa de adolescentes e jovens em Lagoa Seca, no Agreste paraibano, continuam foragidos nesta segunda-feira (5), após a rebelião registrada no sábado (3) que registrou a morte de sete internos. Conforme o diretor do Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente Alice de Almeida (Fundac), Noaldo Belo de Meireles, seis internos fugiram durante o tumulto e um deles, que integrava a liderança da rebelião, foi recapturado ainda no sábado. Mais um dos líderes do motim está entre os cinco foragidos.

O número oficial foi divulgado na manhã desta segunda-feira (5) após uma recontagem nominal feita no domingo (4) com os internos nos quartos. Inicialmente, a direção da unidade havia divulgado que 17 internos haviam fugido, mas o número era baseado em uma contagem prévia, com os internos no pátio logo após a rebelião, de acordo com o Noaldo Belo.

Responsáveis pelas mortes no Lar do Garoto foram indentificados pela polícia

Responsáveis pelas mortes no Lar do Garoto foram indentificados pela polícia

Três dos quatro suspeitos de coordenarem e executarem a rebelião e mortes foram autuados em flagrante e transferidos para o presídio do Serrotão, por terem mais de 18 anos. “Na contagem que foi feita no sábado, ficaram faltando 17 internos, mas na recontagem do domingo, feita nominalmente com os internos nos quartos, obtivemos o número oficial de seis fugitivos. Identificamos também os líderes do motim, incluindo cinco adolescentes, além dos outros quatro jovens com mais de 18 anos”, explicou.

Agentes da unidade e servidores da Fundac levantaram informações com os internos de que o motim começou a partir de uma tentativa de fuga. Durante a rebelião, parte dos que iniciaram o motim se aproveitaram para atacar e matar outros internos. “As mortes foram motivadas por desavenças entre alguns internos, principalmente por rixas na convivência na unidade, mas em alguns casos em particular, por questões pessoais que ocorreram fora do Lar do Garoto, antes de serem internados”, comentou Noaldo Belo.

Um dos internos foi morto por ter furtado a casa de um parente de um outro interno, conforme exemplo dado pelo diretor da Fundac. Entre as rixas, até discussão sobre futebol motivou o confronto. Pelo menos sete quartos tiveram a alvenaria danificada, conforme análise da direção do Lar do Garoto.

“Eles ‘estouraram’ um dos quartos, e foram estourando outros, e libertando outros internos, e na ação dos agentes para evitar que os internos que subiram para o telhado da unidade chegassem ao muro, alguns se aproveitaram para atacar outros internos”, explicou o diretor.

O diretor da Fundac e a direção do Lar do Garoto vão se reunir na manhã desta segunda-feira (5) para discutir soluções para o problema da superlotação na unidade e ampliação das vagas. Noaldo Belo explicou que existe um planejamento encaminhado para a ampliação de 40 vagas no Lar do Garoto.

As visitas que estavam marcadas para acontecer no domingo (4) no centro educacional Lar do Garoto, em Lagoa Seca, no Agreste paraibano, foram canceladas. A informação do cancelamento das visitas foi confirmada pela direção da unidade. Ainda com poucas notícias sobre os internos, aguardavam informações na frente do portão principal do centro pela manhã. As visitas aconteceriam entre 8h e 12h.

Fuga em massa e rebelião aconteceram no Lar do Garoto, na Paraíba, na madrugada de sábado (Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)

Fuga em massa e rebelião aconteceram no Lar do Garoto, na Paraíba, na madrugada de sábado (Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)

Reparos após rebelião

A rebelião resultou na destruição dos ferrolhos, nas grades, na alvenaria dos quartos, além de afetar o abastecimento de água e o fornecimento de energia elétrica. Os trabalhos de reparos no Lar do Garoto foram iniciados ainda no sábado, logo após o tumulto ser contido. Até o início da manhã desta segunda-feira (4) cerca de 80% do dano causado pelo motim havia sido reparado.

“Consertamos as grades e os ferrolhos e no domingo conseguimos a religação da água e da energia elétrica. Falta apenas uns consertos na parte de alvenaria de alguns dos quartos, e como precisa de um tempo para que o cimento seque. Então acreditamos que na terça-feira (6), tudo esteja devidamente reparado sem precisar remanejar ou transferir nenhum dos internos”, destacou Noaldo.

O Lar do Garoto tem capacidade oficial para abrigar 40 internos, conforme relatório do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Segundo a Fundac, somando as vagas do sistema provisório, a capacidade vai para 100 internos, embora o Lar do Garoto estivesse abrigando 218 jovens e adolescentes no dia da rebelião, segundo a direção.

Relatório apontava problemas um ano antes

Um relatório produzido em maio de 2016 já pedia ao governo da Paraíba a adoção de “medidas imediatas para reduzir a superlotação” no Centro Socioeducativo Lar do Garoto, em Lagoa Seca, agreste da Paraíba. De acordo com o membro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Vitor Cavalcante, o relatório foi produzido pelo Conselho Estadual de Direitos Humanos e já identificava situações que ele considera como caos. Um dos pontos destacados pelo relatório feito há um ano era que “a internação provisória e a final funcionam no mesmo espaço”.

O diretor da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente Alice de Almeida (Fundac), Noaldo Belo de Meireles, o problemas com o abastecimento de água apontado no relatório foi circustancial e tem relação com a crise hídrica que afeta Campina Grande desde 2016. Ainda de acordo com Noaldo Belo, os banheiros coletivos, na unidade provisória, suprem a falta de banheiro de alguns quartos que não têm banheiro.

Rebelião no Lar do Garoto (Foto: G1 )

Rebelião no Lar do Garoto (Foto: G1 )

G1

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Polícia Civil divulga foto de um dos foragidos da cadeia de Araruna nesta segunda

acusadoA policia Civil de Araruna divulgou na tarde desta segunda-feira (25) a foto de um dos foragidos da cadeira pública.

De acordo com informações da polícia, por volta das 08:30 os dois presos fugiram utilizando-se de uma corda feita com lençóis, após a polícia perceber a fuga entrou em diligência e conseguiu recapturar (Genildo) e o outro, Marcelo Belmiro de Souza (31) anos ainda esta foragido.
Marcelo é o um dos acusados de estar envolvido no homicídio ocorrido mês passado em uma residência na cidade de Araruna.

Por: Ivan Filmagem

 

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Policial Civil é baleado durante tiroteio; acusados estão foragidos

sireneUm policial civil foi atingido por disparo de arma de fogo, na noite desse sábado (23), durante tiroteio  na cidade de Pocinhos, no Agreste paraibano.

De acordo com informações, o policial teria tentado intervir para evitar uma confusão entre um popular e dois homens que chegaram ao local de moto.

Durante a troca de tiros, o policial foi atingido na perna e teve que ser socorrido às pressas para o Hospital de Trauma de Campina Grande. Apesar do susto, ele não corre risco de morte.

O popular, identificado como Mário, também foi atingido nos braços. Ele também não corre risco de morte.

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A polícia foi acionada, mas até o momento os acusados não foram localizados.

MaisPB

Piora estado de saúde de delegado baleado no Sertão; suspeitos seguem foragidos

traumaPiorou o estado de saúde do delegado Leonardo Machado da Costa Souza, de 37 anos, baleado na manhã de sábado (13) em Uiraúna (Sertão do estado, a 477 km de João Pessoa). A informação foi confirmada pelo Hospital de Emergência e Trauma da Capital, para onde o delegado foi transferido. De acordo com boletim médico divulgado na manhã desta segunda-feira (15), o estado de saúde do delegado é gravíssimo.

Leonardo Machado da Costa Souza foi atingido por três tiros. Dois homens em uma motocicleta praticaram o crime. A polícia afirma já ter identificado o suposto autor dos disparos, mas tanto ele quanto o cúmplice permanecem foragidos.

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Após ser baleada, a vítima foi socorrido para o Hospital Regional de Cajazeiras, onde passou por procedimentos de emergência. No fim datarde do sábado, o delegado foi transferido para João Pessoa. Conforme boletim divulgado nesse domingo (14) pela unidade de saúde, o delegado foi submetido a uma neurocirurgia e seu estado de saúde era considerado grave.

Às 6h desta segunda-feira, o Hospital de Trauma confirmou o agravamento no quadro clínico do delegado.

 

Portal Correio

Detentos quebram laje e fogem de cadeia em Areia; dois seguem foragidos

areiaTrês homens fugiram da Cadeia Pública de Areia (município situado no Agreste do estado, a 130 km de João Pessoa) na madrugada desta quarta-feira (11). Os detentos conseguiram deixar a penitenciária após quebrar a laje da unidade carcerária. Na fuga, eles também usaram uma corda feita de lençóis. A ação aconteceu por volta da 1h30.

De acordo com o diretor da Cadeia Pública de Areia, Fernando Santos, o trio cumpre pena por furto. Ao Portal Correio, ele informou que um dos fugitivos já foi recapturado. “Cerca de 30 minutos após a fuga conseguimos recapturar o preso. Os outros dois seguem foragidos, mas já sabemos de quem se trata e estamos em diligências para localizá-los”, disse.

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Até as 7h os policiais ainda não haviam conseguido prender os dois foragidos.

 

portalcorreio

Homem é preso suspeito de matar sargento da PM no Sertão; outros cinco estão foragidos

Reprodução/Diamante Online
Reprodução/Diamante Online

Um homem de 28 anos foi preso nessa terça-feira (17) suspeito de participar do assassinato do sargento da Polícia Militar Pedro Marques da Silva Neto, de 49 anos. Ele foi morto na manhã dessa terça em um sítio da cidade de Ibiara (Sertão do estado, a 452 km de João Pessoa). A polícia aponta outros cinco homens como suspeitos do crime, mas eles permanecem foragidos.

De acordo com a polícia, um dos suspeitos usava parte do terreno do sargento para criar gado. A suspeita é de que o crime tenha sido motivado por uma briga entre proprietário e inquilino.  Pelo menos três dos seis suspeitos são da mesma família.

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Uma motocicleta e uma caminhonete D20 que teriam sido usadas pelo grupo para chegar até o sítio do sargento foram apreendidas.

O crime 

De acordo com informações da Companhia de Polícia da cidade de Conceição, que é responsável pelo policiamento das cidades de Ibiara e Diamante, a polícia recebeu denúncias de que o sargento havia sido encontrado morto na manhã dessa terça-feira (17) no sítio Malhadas, onde residia com a família.

A propriedade está localizada na rodovia PB-306, que dá acesso ao município de Santana de Mangueira. Os familiares do sargento não souberam informar o que pode ter motivado o crime, nem quem pode ter autuado os disparos. O policial estava de folga nesta terça-feira. Seu último plantão foi cumprido no domingo (15).

O sargento Pedro Marques da Silva Neto era comandante do Destacamento da Polícia Militar da cidade de Diamante (a 450 km de João Pessoa).

 

portalcorreio

Foragidos, ex-prefeito e 1ª dama paraibanos são presos no TO por desvio de dinheiro

algemasO ex-prefeito da cidade de Curral Velho, no Sertão da Paraíba, Manoel Felisberto Gomes Barbosa e a mulher dele, Mauricéia Batista Barbosa, foram presos em Palmas (TO) por desvios de recursos públicos enquanto estavam à frente da gestão municipal. A prisão ocorreu no dia 9 de setembro, mas o Ministério Público Federal só divulgou a informação nesta segunda-feira (15).

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Os dois respondem pela apropriação de R$ 21.250,00 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), relativos ao Programa de Apoio a Estados e Municípios para a Educação Fundamental de Jovens e Adultos (Recomeço/EJA), e repassados ao município em 2003. O ex-prefeito também responde por falta de prestação de contas. Os crimes, definidos no artigo 1º , incisos 1º e 7º do Decreto-Lei nº 201/1967, são punidos com pena de reclusão, de dois a doze anos (inciso 1º) e detenção, de três meses a três anos (inciso 7º).

Os recursos foram desviados através de cheques emitidos em favor da tesouraria e sacados na boca do caixa pela então tesoureira da prefeitura, Mauricéia Batista Barbosa, por ordem do então prefeito [e marido] Manoel Felisberto Gomes Barbosa. Para esconder o enriquecimento ilícito, o então prefeito deixou de encaminhar a prestação de contas ao FNDE, o que fez somente após a instauração de tomadas de constas especial pelo Tribunal de Contas da União. Mesmo assim, não apresentou qualquer nota fiscal que comprovasse a aquisição dos produtos ou dos pagamentos efetuados.

As investigações ocorrem desde 2009, quando os dois não haviam sido mais localizados. Depois que o Ministério Público Federal recebeu informações da Justiça Federal e do Ministério Público da Paraíba, localizou o casal em Palmas, onde o filho deles teria uma loja de material de construção, segundo informou o MPF na Paraíba.

Conforme o delegado da Polícia Federal em Patos, Antonio Glauter de Azevedo Morais, durante as investigações, com a polícia do Tocantins, as autoridades descobriram que no andar de cima da loja de materiais de construção do filho do casal havia uma espécie de residência, onde o ex-prefeito e a mulher se escondiam.

O casal está detido em presídios de Palmas. A PF aguarda a determinação do juiz da 14ª Vara para trazer o casal de volta ao Estado. Eles possivelmente ficarão detidos no Presídio Regional de Patos.

 

portalcorreio