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Projeto de lei prevê incentivos financeiros a agentes comunitários de saúde

Projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados prevê que agentes comunitários de saúde e de combate à endemias ganhem incentivos financeiros adicionais em seus salários. Lei de 2006 que regulamenta a atividade desses profissionais estabelece que os estados e municípios que cumprirem parâmetros definidos pelo Ministério da Saúde sejam contemplados com pagamentos complementares para o fortalecimentos do trabalho dos agentes.

Contudo, segundo o autor do projeto, deputado federal Nereu Crispim (PSL-RS), esses recursos extras nem sempre são direcionados a esses servidores e os gestores públicos utilizam esses repasses para outras finalidades.  O parlamentar afirma que o projeto busca principalmente trazer mais segurança jurídica para que recursos adicionais do governo federal alcance os agentes.

“Não queremos que isso [o pagamento de recursos extras] seja objeto de contingenciamento. A proposta prevê que o orçamento para esta finalidade seja efetivado e não seja utilizado para outros fins”, defende.

Para Maria José Evangelista, assessora técnica do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), a atenção primária tem se mostrado primordial no enfrentamento ao novo coronavírus.

“A pandemia chegou ao interior de todo o país. Sabemos que no início [do alastramento da Covid-19], os gestores voltaram às atenções na atenção hospitalar, mas agora estamos no esforço de organizar a atenção primária porque, de fato, nós só vamos vencer a pandemia se estivermos pensando em todo o sistema [de saúde]”, disse Maria em live da entidade.

Atribuições

De acordo com a lei que regulamenta a profissão, “o agente comunitário de Saúde tem como atribuição o exercício de atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde, mediante ações domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor municipal, distrital, estadual ou federal”.

Segundo a mesma a lei, cabe aos agentes de combate às endemias o exercício de atividades de vigilância, prevenção e controle de doenças e promoção da saúde.

Fonte: Brasil 61

 

 

4º BPM reforça policiamento para garantir proteção de usuários de estabelecimentos financeiros

O policiamento nas áreas próximas aos estabelecimentos financeiros está sendo reforçado pelo 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar). Nesta quinta-feira (11), por determinação do major Gilberto, policiais da guarnição do Comando e dos Destacamentos locais reforçaram a segurança nos municípios de Pirpirituba, Sertãozinho, Duas Estradas e Serra da Raiz.

O reforço no policiamento, de acordo com o comandante do 4º BPM, visa garantir a proteção dos usuários que utilizam os serviços das casas lotéricas, agências dos Correios e agências bancárias e, consequentemente, impedir a prática de delitos contra estes estabelecimentos financeiros.

O incremento do policiamento faz parte das atividades da Operação Cidade Segura, que vem sendo realizada nas zonas urbanas e rurais dos municípios que integram a área do 4º BPM.

Assessoria 4º BPM

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Como treinar a mente para vencer problemas financeiros

 

inadimplenciaProblemas financeiros não afetam apenas o bolso. A mente humana e as questões psicológicas podem ter ligação direta com as finanças, podendo ser a causa do desequilíbrio ou mesmo a salvação disso tudo. As dívidas e problemas financeiros podem acontecer por várias razões, por exemplo:

  • imprevistos
  • compulsividade nas compras
  • má administração dos recursos
    falta de conhecimento administrativo para uma boa gestão, entre outros

O grande problema acontece, por exemplo, com quem está muito ansioso e quer resultado imediato em tudo, podendo arriscar-se descontroladamente na hora de cuidar do próprio dinheiro. A ansiedade pode fazer com que a pessoa enxergue apenas o momento presente, sem conseguir planejar o futuro. O indivíduo ansioso pode administrar muito mal as estratégias do uso do dinheiro e com isso a possibilidade de fracasso só aumenta.

O estado emocional dita nosso comportamento. Quem está emocionalmente desequilibrado está agindo dessa forma também. Quanto mais aflita a pessoa estiver, menos calma terá para administrar seu dinheiro. A solução para isso é também o autocontrole.

Outro exemplo de problemas psicológicos que interferem no comando financeiro é quem está com depressão e acaba fazendo escolhas negativas para a saúde financeira. Muitas pessoas usam o dinheiro para compensar a frustração ou uma tristeza que sentem. As compras deixam de ser por necessidade e acabam sendo uma tentativa de compensar o sofrimento. É uma dor que pode ser aliviada com a falsa sensação de estar feliz com algo material que foi adquirido, muitas vezes, sem estratégia.

Essa ação desgovernada pode ser feita puramente pela compulsão para uma ação de fuga da dor, pois o real interesse é o ganho do prazer imediato com a compra, sem análise da saúde financeira e a necessidade de gasto.

O que fazer para mudar?

Para se livrar do vício do mau uso do dinheiro é preciso conhecimento administrativo (como, quando e quanto investir; quais opções, como, quando e quanto gastar; como, quando e quanto poupar etc., além de calma e equilíbrio emocional.

Sem conhecimento especifico não se faz muitas ideias nem bons negócios. Sem equilíbrio emocional, todo conhecimento é em vão pela falta de maturidade para o seu uso. Na hora do aperto o que não se deve fazer é se aconselhar com quem sabe menos que você. Tenha sempre um conhecimento adquirido por uma fonte segura e de respaldo. Agir através de boatos ou ajuda de quem não é especialista não é a melhor solução.

Para adquirir equilíbrio emocional você pode consultar um profissional da área. Um bom psicólogo ou coach são profissionais que podem ser úteis para cura e também para ajudar a organizar estratégias para solução do momento presente e futuro.

Sucesso e até breve!

minhavida

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Em época de declaração de IR é preciso ficar atento a golpes financeiros

 imposto_de_rendaOs principais perigos da internet se concentram nos famosos golpes financeiros. Os usuários desavisados ou inexperientes são os principais alvos dos golpistas, principalmente em épocas de Declaração de Imposto de Renda. Chamados de ‘phishing’ (termo que vem do inglês ‘fishing’, que significa pesca), esses golpes buscam fisgar diversos tipos de dados dos usuários: senhas, dados financeiros, cartões de crédito, entre outros.

A base desse golpe consiste no fraudador se passar por uma empresa ou uma pessoa confiável através de uma comunicação eletrônica supostamente oficial. A forma mais comum desse golpe é por e-mail, mas os casos de SMS e mensagens instantâneas também são frequentes.

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O phishing é citado na mídia desde 1997, mas poucos sabem de sua existência, geralmente os phishs (contas invadidas pelos fraudadores) só são descobertos depois que os usuários são prejudicados e procuram ajuda legal para reverter a situação.
O advogado especializado em direito digital, Jonathan Lucena, defende que a desconfiança na hora de clicar em links desconhecidos é a principal arma que os ‘distraídos’ podem ter. “Não é porque está na sua caixa de entrada que é necessariamente seguro. Nem sempre o sistema detecta spam e golpes, são como vírus que surgem em nossos computadores e nem percebemos”, explicou Jonathan. “Prevenir é importante, buscando orientação sobre o que não fazer. Mas caso a pessoa já tenha caído no golpe, deve buscar ajuda legal urgente”, finalizou.

O funcionário público Márcio Souza foi uma das vítimas do phishing e teve o número do seu cartão revelado para fraudadores. “Cliquei no link achando que era do meu banco, era muito específico, tinha até o mesmo design e um e-mail parecido. Na hora nem percebi que havia caído num golpe”, relatou. “Só tomei conhecimento que tinham meu número de cartão quando a fatura do mês chegou e imediatamente liguei para o banco comunicando. E mesmo assim ainda foi uma dor de cabeça para cancelar o cartão e as compras feitas pelos golpistas com ele”, explicou Márcio.

No caso de Márcio não ocorreram danos financeiros, apenas transtornos para evitar a perda de dinheiro. Mas ele foi alvo de um dos mais comuns tipos de phishs: o que invade a conta através de um link semelhante ao do banco do usuário, que ao clicar no link, tem seus dados roubados. Esse tipo de link falso é disseminado por e-mail, redes sociais e até SMS, tornando qualquer pessoa que tenha conta em banco um alvo fácil. Além de roubo de dinheiro, os criminosos por trás do phishing podem utilizar suas informações para abrir novas contas no nome do usuário ou obter documentos oficiais usando a identidade.

A maioria dos casos de phishing podem ser resolvidos contatando o banco responsável pelo cartão de crédito e débito, a conta e outros serviços. “Em casos mais graves, o usuário deve prestar queixa em uma delegacia e consultar um advogado para as providências a tomar em cada caso”, explicou o advogado Jonathan Lucena.

CAMILA ALBUQUERQUE

 

 

 

 

Ação da PF contra violação de dados e crimes financeiros prende 33

A Polícia Federal (PF) afirmou, na manhã desta segunda-feira (26), que foram presas 33 pessoas suspeitas de participar de duas organizações criminosas envolvidas em violação de dados e em crimes financeiros. Segundo a PF, 87 mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados de São Paulo, Goiás, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Ainda de acordo com a polícia, 67 pessoas serão indiciadas.

Dois grupos são investigados: um por suspeita de vender informações sigilosas e outro por crimes contra o sistema financeiro nacional. Um dos investigados na ação foi Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) e vice da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Pela manhã, a residência do dirigente foi vistoriada. Além disso, ele foi conduzido à sede da PF onde prestou esclarecimentos e foi liberado.

Em nota divulgada nesta manhã (veja íntegra abaixo), a FPF informou que a ação não está relacionada à atividade de Del Nero como dirigente esportivo ou a seu escritório de advocacia.  Em entrevista por telefone ao G1, Marco Polo afirmou que não pode falar por causa do segredo de Justiça. “A única coisa que posso dizer é que não tem nada a ver com futebol nem com o meu escritório de advocacia. É uma questão pessoal”, afirmou.

A única coisa que posso dizer é que não tem nada a ver com futebol nem com o meu escritório de advocacia. É uma questão pessoal”
Marco Polo Del Nero,
presidente da FPF

Ele não quis detalhar o teor da investigação nem do depoimento prestado. “Eu me apresentei, prestei esclarecimentos e fui liberado. Agora é uma questão de Justiça. Precisamos esperar e seguir a vida”, disse.

Suicídio
Segundo a PF, o inquérito policial que apura as irregularidades começou em setembro de 2009 com a investigação do suicídio de um policial federal em Campinas, interior de São Paulo, que apontou a possível utilização de informações sigilosas, obtidas em operações policiais, para extorquir políticos suspeitos de envolvimento em fraudes em licitações.

De acordo com a polícia, a operação foi batizada de “Durkheim”, em referência ao sociólogo francês Émile Durkheim, autor do livro “O Suicídio”.

Mandados
Cerca de 400 policiais federais participam da operação que cumpriu 33 mandados de prisão, 34 mandados de coerção coercitiva e 87 mandados de busca e apreensão. Os mandados foram cumpridos em cinco estados e todos foram expedidos pela 2ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

Nota de dirigente
Veja abaixo nota divulgada por del Nero:

“Nota de Esclarecimento: Marco Polo Del Nero

Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol, esclarece que foi surpreendido em uma operação da Polícia Federal durante esta madrugada em sua residência, em busca de documentos não relacionados à sua atividade na entidade e de seu escritório de advocacia.

Conhecido advogado criminalista, Marco Polo Del Nero prestou depoimento regulamentar na Polícia Federal sendo liberado em seguida. O teor do depoimento segue em sigilo de Justiça.

Marco Polo Del Nero”

G1