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Autodefesa feminina: uma em cada três mulheres em todo o mundo já sofreu violência física ou sexual

Segundo o Observatório da Mulher contra a Violência, 27% das entrevistadas em território nacional, declararam já ter sofrido algum tipo de agressão
Para a mulher, infelizmente a insegurança e o medo é um sentimento que pode fazer parte do seu dia a dia. Receio de andar sozinha à noite ou ter de sair de madrugada para o trabalho. A autodefesa e o krav magá para mulheres ajudam no fortalecimento da autoestima e a diminuir a vulnerabilidade.

A questão não é somente o roubo, mas principalmente a violência contra a sua integridade física e a própria vida.

Em abril desse ano a ONU Mulheres, Organização das Nações Unidas, divulgou que uma em cada três mulheres em todo o mundo já sofreu violência física ou sexual.

Segundo o Observatório da Mulher contra a Violência, 27% das entrevistadas em território nacional, declararam já ter sofrido algum tipo de agressão. A violência doméstica foi apresentada por 36% das mulheres que participaram da entrevista.

Aprender a defender-se é essencial para toda mulher, seja no âmbito familiar ou urbano. Não é sair por aí praticando a agressão física, mas proteger-se contra situações que possam colocar sua integridade em risco, garantindo assim maior autoconfiança e diminuindo a sensação de vulnerabilidade.

O professor filiado à Federação Sul-Americana de Krav Magá, Dionésio Mariosi, considera a modalidade uma ferramenta de superação pessoal de extrema importância para a autoconfiança, principalmente das mulheres.

“Através da prática é possível descobrir novas potencialidades. Defender-se é essencial para todo ser humano. Independente dos fatores biológicos e musculares distintos entre os sexos, com direcionamento adequado, desenvolvimento de técnicas e treino, é possível alcançar excelentes resultados”.

De acordo com o instrutor, embora as mulheres sejam mais receosas quanto ao aprendizado da defesa pessoal, o número da procura só cresce a cada dia. Explica que é preciso desmistificar falsas crenças como a força física ou a necessidade de habilidade prévia para aprender as técnicas de defesa pessoal.

“Não só as mulheres, mas temos entre os alunos crianças e idosos. Não se trata de força física, mas o desenvolvimento da técnica e atenção. A aluna é treinada para identificar os pontos sensíveis do corpo, reconhecer situações de risco e saber o momento certo de reagir em diferentes cenários”, ressalta.

Krav magá para mulheres – autodefesa e superação

O krav magá para mulheres e para o público geral ainda é um assunto repleto de tabus no Brasil. O professor destaca que é importante esclarecer que a prática não estimula a reação aos assaltos e colocar uma pessoa em risco, mas o contrário, treina a autodefesa, ver se existe arma de fogo, analisar cenários e aprender a identificar situações perigosas.

“Ao se tratar das mulheres é primordial em relação à integridade física e autoproteção. A mulher por si só já é vista como um alvo vulnerável e vítima de diversos tipos de assédio que colocam em risco a vida, saúde física e principalmente psicológica”, explica.

Como funciona o treino?

Tanto para mulheres como para os homens o treino é o mesmo. O instrutor diz que as primeiras aulas são destinadas a trabalhar a resistência, equilíbrio e coordenação. “Geralmente os alunos praticam a corrida para aquecer, abdominais e flexões”, completa.

As dificuldades surgem principalmente nos primeiros treinos e para pessoas que nunca praticaram nenhum tipo de arte marcial. Coordenar chutes e socos pode ser um desafio.

O professor alerta que como nas práticas de arte marcial, com o tempo, treino e repetição, o aluno vai adquirindo maior condicionamento físico, segurança e autoestima. Tudo isso irá refletir no seu melhor desempenho aula após aula.

Há escolas em que o krav magá é só para mulheres e separado do treino masculino, mas geralmente a prática é em conjunto. Ambas as opções são interessantes de acordo com o instrutor desde que a pessoa se sinta bem e adquira segurança.

“As aulas mistas entre homens e mulheres possibilitam estimular a maior troca de experiência com alunos de diversos níveis de aprendizado. Outro ponto é que numa situação real podem existir os dois sexos e o aluno deve estar preparado para diferentes situações”, pontua.

Orientações específicas para mulheres

  • Amarrar o cabelo com elásticos e evitar o uso de presilhas e outros materiais que possam machucar acidentalmente. O cabelo amarrado ajuda a ampliar a visão;
  • Mulheres que mantém as unhas longas deve lixá-las para evitar machucar o colega durante as simulações;
  • Correntes, relógios e brincos devem ser evitados. Correntes em simulações de estrangulamento pode causar acidente. Relógios e pulseiras podem dificultar e a defesa e soltura das mãos.
Qual o tempo ideal para aprender de maneira segura o krav magá

O instrutor explica que para golpes de acordo com faixa branca o tempo necessário é de seis meses. Nessa modalidade a aluna vai aprender os primeiros movimentos de soltura e ataque. Esses golpes podem ser aplicados em diversos tipos de agressões em curta e média distância.

O professor acrescenta que durante essa fase a aluna recebe o treinamento adequado para defender-se em 60 a 70% das principais situações.

Daiana Barasa

 

Solânea: Rosa Chá Store abre as portas com um novo conceito em moda feminina

Com um novo conceito em moda feminina, a cidade de Solânea ganhou uma nova loja na última sexta-feira (26). A Rosa Chá Store já está de portas abertas esperando seus clientes.

Criada por duas mulheres que vêm acompanhando a necessidade das mulheres em encontrar uma loja que ofereça aquilo que elas procuram, a Rosa Chá Store promete oferecer estilo, elegância e preço justo.

“Nossa loja foi criada voltada ao seguimento feminino que procura estilo, mas também procura um preço justo, por isso montamos um ambiente que oferece o que a mulher moderna procura”, destacou Danniely Amaral.

A loja está localizada na rua José Amâncio Ramalho, nº 212. Seus clientes podem acompanhar todos os lançamentos através do instagram @rosachastore.

Redação FN

 

 

Calvície feminina- esclareça todas as dúvidas!

Thiago Bianco explica as diversas causas da queda de cabelos em mulheres e como funciona o transplante capilar feminino 

Ao contrário do que pensamos, o transplante capilar não é restrito aos homens e tem atraído a cada dia mais mulheres. O expert no tema, Dr. Thiago Bianco, explica que não só em casos de pós-menopausa, como também as jovens estão a procura desse tipo de restauração. A calvície ou falha capilar em mulheres é um tema ainda mais preocupante, pois além da questão estética e pressão social, pode afetar a saúde psicológica.

Bianco pontua que diferente da calvície masculina que é localizada em regiões específicas no couro cabeludo, a feminina é difusa (espalhada). “Toda a área afetada sofre da diminuição da massa capilar, tornando o procedimento mais delicado, porém tão efetivo quanto o transplante em homens, o que irá depender da habilidade do cirurgião”, diz.

O médico ainda reforça sobre algumas complicações no organismo feminino relacionadas a queda dos cabelos. Como:

·         Diminuição da ferritina (proteína localizada na região do fígado)

·         Patologias hormonais como doenças da tireoide

·         Dietas muito restritivas

·         Queda capilar pós-gestacional

·         Chapinha e químicas em geral

“Uma vez que houve a perda da massa capilar estabilizamos o quadro de calvície e somente depois aplica-se a restauração cirúrgica nas regiões afetadas”, conclui.

Dr. Thiago Bianco, médico expert em transplantes capilares – considerado um dos pioneiros a realizar a técnica de implante microfolicular guiado por vídeo. Dr. Thiago Bianco foi graduado em Medicina em 2006, e especializou-se em cirurgia geral e trauma, além de direcionar sua carreira para a área de implante capilar. Membro titular da ISHRS (International Society of Hair Restoration Surgery), atualmente realiza um trabalho pioneiro com as técnicas de FUT (Follicular Unit Transplant) e FUE (Follicular Unit Extraction) para o transplante capilar de barba e de sobrancelha. Site: https://www.thiagobianco.com.br

Equipe de Comunicação & Marketing

 

 

Com nudez da mulher acima dos 40, fotógrafa discute sensualidade feminina

Foto: Silvana Garzaro
Foto: Silvana Garzaro

Quem acha que a mulher perde a sensualidade após os 40 anos está redondamente enganado. Demonstrar isso é o objetivo da fotógrafa Silvana Garzaro com seu projeto “Campo de Flores”, no qual fotografa mulheres maduras nuas e que deve virar em breve livro e exposição.

Nome respeitado do mercado, ela já passou por veículos como Veja São Paulo, Época, Contigo, Caras, IstoÉ Gente e o jornal O Estado de São Paulo, no qual integra a atual equipe de fotografia da colunista Sonia Racy no Caderno 2.

Antes de apontar sua lente para as mulheres maduras, Silvana já causou rebuliço em seu projeto anterior, “Todos Verão”, feito entre 2012 e 2014 com paulistanos tomando banho de mangueira na charmosa varanda de tijolos cobogós azuis de seu antigo apartamento no bairro paulistano de Santa Cecília — atualmente ela vive no bairro vizinho Vila Buarque.

O sucesso foi tanto que, além de estampar a capa da sãopaulo, a revista dominical do jornal Folha de S.Paulo, uma de suas fotos acabou ganhando inusitada exposição na porta do The Andy Warhol Museum, em Pittsburg, nos Estados Unidos.

A cantora Paula Pretta também posou para Silvana Garzaro - Foto: Silvana Garzaro

A cantora Paula Pretta também posou para Silvana Garzaro – Foto: Silvana Garzaro

Agora, com “Campo de Flores”, Garzaro quer ir além. Ela conta que seu intuito é publicar um livro e também realizar uma exposição, que poderá percorrer o Brasil. Para isso, está em busca de apoiadores para o projeto.

Ao Blog do Arcanjo do UOL, a fotógrafa diz que tudo nasceu de um momento de reflexão pessoal. O impulso surgiu em uma festa, quando falava com uma amiga sobre os conflitos da mulher pós 40, no que uma senhora setentona se aproximou e disse, sem rodeios: “Prepare-se para ficar invisível”.

A frase martelou a cabeça da fotógrafa. “Aquilo teve um efeito de paulada na nuca. Me senti envelhecendo, passei uma noite inteira a relembrar as palavras daquela senhora, mas ao amanhecer a luz do sol me trouxe esperança e a vontade de mudar algo dentro de mim, me valorizar. Foi então que tirei a roupa, coloquei a câmera no tripé e comecei a me fotografar”, lembra.

Silvana Garzaro no autorretrato que deu início ao projeto "Campo de Flores": livro e exposição em breve - Foto: Silvana Garzaro

Silvana Garzaro no autorretrato que deu início ao projeto “Campo de Flores”: livro e exposição em breve – Foto: Silvana Garzaro

Na manhã seguinte, após ser sua primeira modelo, Garzaro encontrou o elemento que daria o título de seu projeto. “Abri aleatoriamente o livro do Carlos Drummond de Andrade e li seu poema ‘Campo de Flores’, que fala de um amor maduro, de penumbra e termina dizendo: ‘E estou vivo na luz que baixa e me confunde’. Esta é a luz que venho seguindo a cada fotografia que faço. Assim nasceu o projeto ‘Campo de Flores’”, fala.

A partir daí, ela não parou de fotografar mulheres acima dos 40 anos, revelando a sensualidade presente em seus corpos. Com o projeto, a artista pretende “discutir a invisibilidade da mulher madura e seu poder nesta fase da vida”.

A cantora Mara Faria posa livre para a lente de Silvana Garzaro - Foto: Silvana Garzaro

A cantora Mara Faria posa livre para a lente de Silvana Garzaro – Foto: Silvana Garzaro

Para deixar suas fotografadas à vontade, Garzaro usa uma velha tática: faz os ensaios na casa de cada uma delas, ambiente onde estejam no conforto de suas intimidades. Foi assim, por exemplo, com a atriz Giovana Gold e a cantora Paula Pretta.

A fotógrafa já realizou ensaios em São Paulo e Salvador. Agora, espera, patrocínio para que possa retratar mulheres de outras regiões brasileiras, revelando a pluralidade étnica, econômica e cultural de nosso país em seu livro e em sua exposição. “Cada mulher é única e tem sua própria beleza”, sentencia. Tem toda razão.

A jornalista Márcia Pereira também participou do ensaio "Campo de Flores" - Foto: Silvana Garzaro

A jornalista Márcia Pereira também participou do ensaio “Campo de Flores” – Foto: Silvana Garzaro

 

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Hemocentro inicia Campanha de Doação Feminina alusiva ao Outubro Rosa

hemocentroO Hemocentro da Paraíba inicia nesta segunda-feira (3), às 9h, a Campanha de Doação Feminina alusiva ao Outubro Rosa, com o objetivo de aumentar o percentual de mulheres doadoras, e esclarecer sobre os mitos da doação entre as mulheres. O evento acontecerá até o dia 31 de outubro.

Na abertura da campanha, as mulheres presentes contarão com atividades de ginástica laboral, dinâmicas de grupos, além de sorteio de brindes e participação da palhaça Bom Te Ver.

O Hemocentro recebe em média 200 doadores e desse total somente 23% são do sexo feminino, cujo percentual está abaixo da meta proposta pelo Ministério da Saúde a todos os Hemocentros, que é de 30%.

“O Outubro Rosa é uma importante campanha mundial, que dá visibilidade à luta contra o câncer de mama, chamando atenção para a seriedade dos cuidados preventivos, por isso o Hemocentro se mobiliza para aderir a essa campanha, lembrando também da importância da saúde das mulheres para a doação de sangue”. Destacou Sandra Sobreira, diretora Geral do Hemocentro.

Coleta externa – Durante o mês de outubro, o Hemocentro da Paraíba promoverá várias coletas externas nas quais as mulheres poderão comparecer para fazer suas doações e ajudar a salvar vidas. No entanto, as doações externas estarão abertas para receber homens e mulheres.

“A mulher, assim como o homem, pode doar, apenas a gestação e o primeiro ano da amamentação impedem a doação em mulheres. O intervalo para cada doação é de dois meses para o homem e três meses para a mulher”, explicou a chefe do Núcleo de Ações Estratégicas do Hemocentro, Divane Cabral, adiantando que as ações serão intensificadas para este público, sensibilizando e incentivando as mulheres  para serem doadoras.

Secom-PB

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Seleção feminina ‘cumpre tabela’ em Manaus

seleçao-femininaA campanha até agora é excelente. Dois jogos, duas vitórias, oito gols marcados, um sofrido. Hoje, a seleção brasileira de futebol feminino tem a chance de fechar a primeira fase dos Jogos Olímpicos invicta. Enfrenta a África do Sul às 22h na Arena da Amazônia, em Manaus. Mesmo se perder, o Brasil já está classificado para seguir adiante na Olimpíada.

Os ingressos para a rodada dupla – a primeira partida confrontará as seleções dos Estados Unidos e da Colômbia, com início às 19h – estão esgotados. O estádio comporta 42 mil torcedores.

O treinador Oswaldo Alvarez, o Vadão, tem um problema sério para a partida. A avante Cristiane, maior artilheira da história do futebol feminino e masculino em Jogos Olímpicos, com 15 gols em 18 partidas, está fora do jogo. Após a partida do último sábado, ela sentiu dores musculares na coxa direita. Ela chegou a ser substituída na partida de sábado passado, contra a Suécia.

Cristiane já marcou dois gols nessa Olimpíada. Fez o terceiro na vitória por 3 a 0 contra a China, na estreia da seleção, e voltou a marcar uma vez na goleada por 5 a 1 aplicada na equipe sueca também no antigo Engenhão. Em seu lugar, Vadão deverá escalar ou Debinha ou Raquel Fernandes.

A África do Sul é a equipe de pior campanha no grupo. Perdeu as duas partidas que disputou, contra a Suécia e a China. No caso de o jogo contra as sul-africanas transcorrer sem dificuldades desde o início, Vadão planeja colocar em campos reservas que têm atuado pouco e poupar atletas mais desgastadas, como a craque Marta.

MaisPB com Estadão 

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Seleção feminina de futsal de Solânea participa de competição no Rio Grande do Norte

seleção de solaneaA seleção feminina de futsal de Solânea vai participar, neste domingo (19), de mais uma competição interestadual. As meninas solanenses disputarão o I Copa União Independente da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte.

O torneio será realizado no Ginásio Nélio Dias e começa às 8h. A equipe vencedora ganhará um prêmio de R$ 1 mil. Já a segunda colocada ficará com R$ 500.

De acordo com a coordenação do evento, a competição tem o objetivo de fortalecer a prática da modalidade e estimular ainda mais o futsal feminino.

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As jogadores integrantes da seleção solanense estão animadas para participar da copa e vão em busca de mais esse título para a cidade. Preparadas, elas são consideradas fortes concorrentes para conquistar o troféu de primeiro lugar e voltar para casa com o prêmio de mil reais.

copa

Focando a Notícia

Fotos íntimas de PM feminina vazam e causam alvoroço nas redes sociais

pmUma policial militar identificada como Dávila Rodrigues, da cidade de Pedrinhas, no estado do Maranhão, teve fotos e um vídeo com imagens de momentos íntimos divulgados na internet, após vazarem através do aplicativo WhatsApp.

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De acordo com a imprensa local, as imagens da jovem policial mantendo relações sexuais com um homem foram parar em sites de conteúdo adulto. As informações da imprensa local ainda dão conta de que o comando da Polícia Militar do Maranhão investiga o caso.
(VN)
portalmidiadointerior

Cinco doenças silenciosas que atrapalham a fertilidade feminina e masculina

gravidaUm casal que está há mais de um ano tentando engravidar e não consegue entra para o grupo daqueles que devem ter a saúde investigada para descobrir problemas relacionados à fertilidade. Algumas doenças e problemas silenciosos acabam minando o desejo de ser mãe ou pai, mas a boa notícia é que para a maioria há tratamento.

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O ginecologista Renato de Oliveira, da Criogênesis, explica que 30% dos problemas de infertilidade são por causa de problemas do casal, 30% por problemas femininos, 30% por problemas masculinos e 10% por causas desconhecidas. Nesse grupo, para as mulheres, entra a endometriose, endometrite crônica, síndrome dos ovários policísticos, doença inflamatória pélvica, além da obesidade, tabagismo e uso de drogas.

Para os homens, a obesidade, tabagismo e uso de drogas também comprometem a qualidade do sêmen. Mas o grande responsável para a infertilidade masculina, segundo Oliveira, é a varicocele. 40% dos casos estão relacionados às varizes nos testículos. Além disso, há a prostatite crônica que pode causar perda na qualidade do sêmen.

Por todos esses fatores, o especialista em reprodução humana e diretor-médico do Vida – Clínica de Fertilidade da Rede D’Or, Paulo Gallo, a investigação para descobrir a causa da infertilidade não deve ficar somente na mulher ou no homem. “Deve-se pesquisar os dois. Nada impede que a mulher tenha a síndrome dos ovários policísticos, mas o marido também tenha o esperma alterado”, diz ele. Segundo Gallo, em cerca de dois meses é possível fazer todos os exames e já decidir pelo tratamento.

Gallo explica que o tratamento vai depender, como sempre, da causa do problema. É clínico quando a causa é alguma infecção, já que é possível prescrever antibióticos. Já para problemas hormonais, é possível estimular a ovulação por meio de medicamentos. Para casos mais severos, uma cirurgia pode ser indicada. Quando não funciona, parte-se para a reprodução assistida.

Gallo explica quais são as doenças que mais atingem homens e mulheres quando o assunto é infertilidade:

1 – Endometriose 
Entenda a doença  – O endométrio é o revestimento do útero. Quando esse revestimento sai para fora da cavidade uterina e se aloja nas trompas, intestinos, ovários e bexiga, por exemplo, é o que se chama de endometriose. Com a menstruação mensal, o endométrio fica mais espesso para que o óvulo fecundado possa ser implantado ali. Quando não há fecundação, parte do endométrio se descama e é expelido. Em determinados casos, um pouco desse sangue acaba migrando fora do seu caminho habitual – que é para fora do corpo – e acaba caindo nos ovários ou até mesmo na cavidade abdominal. É o que se chama de endometriose.

Causas do problema – Não há causas estabelecidas, apenas sabe-se que a mulher que tem casos na família, como a mãe e irmã, tem chances maiores de desenvolver a doença.

Sintomas da endometriose – As mulheres se queixam mais de cólicas menstruais, dor antes da menstruação e também nas relações sexuais, dor crônica na região pélvica, fadiga e exaustão.

Como prevenir – por não se saber exatamente a razão do surgimento da endometriose, pouco se sabe também como prevenir. No entanto, parece que o consumo de álcool e café pode estar associado com o aumento do risco ou até mesmo com a piora da doença. Fazer atividades físicas, porém, ajuda a reduzir os sintomas. Consultar um ginecologista para avaliação periódica é fundamental.

Como tratar – é possível tratar a endometriose com medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios, tratamentos hormonais e até com cirurgia. Nesse caso, faz-se uso de um procedimento chamado laparoscopia. É possível eliminar apenas os focos da doença ou complicações, como cistos. Em casos mais graves, é necessária a remoção dos órgãos pélvicos afetados pela enfermidade.

2 – Endometrite crônica 

Entenda a doença – embora completamente diferente da endometriose, também trata-se de uma inflamação que acomete o endométrio, o revestimento do útero.
Causas do problema – há várias razões, como infecção pela clamídia, ureaplama ou micoplasma. Além disso, pode ser uma decorrência da doença inflamatória pélvica, salpingite, lesões e danos durante um parto ou aborto.

Sintomas da endometrite crônica – geralmente a endometrite crônica não dá sintomas; A infertilidade, portanto, pode ser um daqueles sintomas silenciosos. Algumas pessoas podem relatar um desconforto pélvico leve, como uma sensação de peso no baixo ventre. O diagnóstico vem por meio da vídeo-histeroscopia..

Como prevenir – como a doença normalmente não provoca sintomas, a prevenção é usar preservativo nas relações sexuais.

Como tratar – antibióticos orais ou intravenosos é o tratamento de escolha dos médicos.

3 – Doença Inflamatória Pélvica (DIP) ou Infecção Pélvica

Entenda a doença – a DIP é causada por uma bactéria, a chlamydia trachomatis, e pode atingir tanto mulheres como homens.

Sintomas da DIP – para os homens, o sintoma é um corrimento claro, em pouca quantidade, pelo canal da uretra. Esse corrimento é acompanhado por dor e desconforto na hora de urinar. Os sintomas principais são dor pélvica, sangramento, constipação, crescimento da barriga, mal estar e febre. A doença pode evoluir para prostatite crônica, interferindo na qualidade dos espermatozoides.

Já nas mulheres, além do pequeno corrimento, pode acontecer um sangramento discreto fora do período menstrual. Além disso, dor para urinar e dor nas relações sexuais. A doença pode complicar e exigir internação imediata. As consequências da DIP é a esterilidade, dor pélvica crônica e gravidez tubária.

Como prevenir – a DIP é uma doença sexualmente transmissível (DST), portanto a prevenção é usar preservativo nas relações sexuais.

Como tratar – por ser causada por bactéria, é tratada com antibióticos. Em casos mais severos, uma cirurgia para retirada da trompa ou ovários comprometidos se faz necessária.

4 – Prostatite crônica 
Causas da doença – a prostratite é uma inflamação crônica na próstata, geralmente causada por bactérias. Fungos ou parasitas também podem provocar a doença. Os microorganismos mais envolvidos no problema são Chlamydia, Ureaplama ou Micoplasma.

Sintomas da prostratite crônica – febre, tremores e dor ao urinar são comuns nessa doença. Mas nem sempre os sintomas são claros.

Como prevenir – novamente, por ser uma DST, a prevenção é usar preservativo na relação sexual.

Como tratar – Antibióticos, para eliminar as bactérias e analgésicos para aliviar a dor.

5 – Varicocele 

Entenda a doença – a varicocele nada mais é do que varizes no testículo, ou seja, veias tortuosas e dilatadas na região. O resultado do problema é a piora da qualidade do sêmen e até mesmo a infertilidade.

Causas do problema – é genético.

Sintomas da varicocele – na grande parte das vezes, não apresenta sintomas além da dilatação das veias dos testículos. Em alguns casos, no entanto, pode provocar dor e desconforto.

Prevenção – por ser uma doença genética, não há prevenção.

Tratamento – caso o homem tenha dor ou infertilidade por causa da varicocele, uma pequena cirurgia pode ser necessária. Por meio de dois pequenos cortes na região pubiana, a ligadura das veias varicosas é feita.

iG

Paraíba fica sem representação feminina na Câmara Federal e número de deputadas cai 50% na Assembleia Legislativa

deputadoasApós a divulgação do resultado final das eleições deste ano uma constatação: o número de mulheres eleitas diminuiu na Paraíba. Na Câmara dos Deputados, nenhuma das doze vagas será ocupada por uma paraibana e na Assembleia, apenas duas foram eleitas.

Na atual legislatura, a deputada Nilda Gondim (PMDB) é a única paraibana a ter assento na Câmara dos Deputados. Como não disputou a reeleição, a peemedebista figurou na chapa de José Maranhão (PMDB), na condição de 1ª suplente.

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Já na Assembleia Legislativa, apenas a deputada Daniella Ribeiro conseguiu se reeleger para a próxima legislatura. As ‘caras novas’ a partir de fevereiro serão Camila Toscano (PSDB) e Estelizabel Bezerra (PSB).

A redução de deputadas estaduais do pleito anterior para o deste ano ficou na ordem de 50%. Em 2010, Eva Gouveia, Olenka Maranhão, Léa Toscano, Chica Motta, Gilma Germano e Daniella Ribeiro foram as eleitas.

Deputadas eleitas em 2010: Chica Motta, Olenka, Eva Gouveira, Gilma Germano, Léa e Daniella Ribeiro

Alexandre Freire – MaisPB