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Notícia falsa de triplo homicídio assusta moradores de Solânea

Uma brincadeira de muito de mal gosto. É assim que pode ser definida a notícia falsa que foi espalhada nessa quinta-feira (9) no município de Solânea. No aplicativo de mensagens foram espalhados áudios onde algumas pessoas informavam sobre um triplo homicídio que teria acontecido na cidade. Para piorar ainda mais a situação, fotos e vídeos se espalharam deixando a população assustada.

A notícia falsa, conhecida por fake news, teria sido divulgada por um morador de Solânea e em pouco tempo quem recebeu a informação, fotos e vídeos já estava apavorado, já que o fato se expandiu nos grupos de WhatsApp.

E a fake news não se limitou a Solânea. Na delegacia de Polícia Civil e no Batalhão da Polícia Militar, repórteres de outras cidades começaram a ligar na tentativa de saber sobre o fato, que seria notícia a ser publicada em jornais, TVs e portais.

Um repórter de João Pessoa recebeu como resposta de um policial que “há tempos existiriam uns “gaiatos” estão espalhando notícias falsas sobre ocorrências naquela região”.

No fim, se descobriu que tudo não passava de um boato, de uma brincadeira de péssimo gosto, que assustou os moradores e atrapalhou o trabalho da polícia.

 

Redação FN

 

 

Mulher inventa roubo e é presa por falsa comunicação de crime em Guarabira

Uma mulher de 47 anos de idade, que reside na zona rural de Mulungu, foi presa por policiais militares e civis nesta quinta-feira (6), na cidade de Guarabira, depois de inventar que teria sido roubada depois de realizar um saque em uma agência bancária. Os documentos pessoais que ela disse terem sido levados pelo assaltante foram jogados por ela mesma em uma lixeira e encontrados posteriormente pelos policiais.

Os policiais do Núcleo de Inteligência e guarnição do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) foram informados, através do Copom, de que teria havido um roubo a uma pessoa no centro da cidade e da vítima tinham sido levados R$ 2.437,00, além do cartão do banco e documentos pessoais que estavam dentro de uma sacola. A Rádio Patrulha foi até o local, fez rondas e não localizou os acusados, então levou a vítima até a Delegacia de Polícia Civil.

No Boletim de Ocorrência, a mulher relatou que um homem teria puxado a sua bolsa e em seguida fugido, com a ajuda de outro, que estava em uma moto Bros – ou modelo similar – de cor preta. Os militares, junto os policiais do GTE (Grupo Tático Especial) da Polícia Civil, tentaram buscar mais informações com a vítima, que disse ter realizado um saque de R$ 1.500 no terminal de autoatendimento do banco.

Os policiais mantiveram contato com o gerente do banco para que pudessem visualizar as imagens internas da agência e identificar o assaltante e, ao realizar a consulta da movimentação bancária, ele constatou que não tinha havido nenhum saque daquele valor durante a manhã.

Na delegacia, a mulher acabou confessando que não tinha sido roubada e que inventou a história porque estava passando por dificuldades financeiras. Os documentos que ela disse terem sido roubados foram encontrados em uma lixeira nas proximidades, local que foi indicado por ela mesma aos policiais.

Na delegacia foi lavrado um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) por falsa comunicação de crime.

Assessoria 4º BPM

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Motoristas são vítimas do golpe da multa falsa; veja como se proteger

multaRecebeu uma multa e não lembra ter feito nada de errado? Cuidado, você pode ser vítima de um golpe.  Criminosos têm enviado a casa dos contribuintes boletos falsos com infrações de transito e o pior, usando o nome do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Multas falsas são enviadas aos motorista. Detran orienta que só pague o boleto após consulta ao site oficial do órgão ou do banco

A prática não é novidade, segundo o Detran há mais de cinco anos o órgão combate esse tipo de crime por meio de campanhas informativas e canais oficiais para consulta de débitos referentes aos automóveis.

Golpe

O alerta sobre o golpe da multa tem sido evidenciado no site de nove Detrans, entre eles o de São Paulo e o de Brasília. A carta com a multa é idêntica à notificação oficial enviada por órgão pelo Departamento Estadual de Trânsito, prefeituras e órgãos rodoviários (sendo esses os únicos autorizados a notificar o motorista infrator).

As falsas multas costumam ter a foto da placa do carro e informam infrações com multas em valores baixos junto a um boleto de pagamento, o que torna a identificação da fraude ainda mais complexa ao motorista.  Andar sem o cinto de segurança, falar ao celular enquanto dirige, passar farol vermelho e parar na faixa de pedestres, estão entre as notificações comuns neste tipo de crime.

Especialistas explicam que, os órgãos primeiro notificam o motorista sobre a infração cometida para após enviar o boleto com o valor a ser pago e os pontos que serão computados na carteira do motorista. Se o contribuinte receber o boleto, sem ter sido notificado anteriormente, ele deve consultar o site do Detran e verificar se a infração de fato ocorreu.

Além dos canais oficiais, os motoristas podem fazer a consulta de débitos do automóvel na rede bancária. Com o renavam do automóvel é possível verificar se constam ou não pendências, sendo elas de IPVA, seguro obrigatório e multas que impedem que o veículo seja licenciado.

Golpe virtual

Outra forma do motorista cair em um golpe vem pela internet. Segundo informações divulgadas no Portal do Governo do Estado, criminosos têm usado e-mails para aplicar golpes. Neste caso, mais do que notificar sobre supostas multas, eles enviam “alertas” sobre a suspensão de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sobre leilão de veículos. Para incentivar que o contribuinte pegue o valor que consta neste e-mail fácil, os criminosos oferecem desconto de 40% para quitação dos débitos.

A orientação é que o motorista não clique em nenhum dos links que constam nestes e-mails e que use os canais oficiais para consultar débitos em caso de dúvidas. “O Detran.SP não envia notificações de multas por e-mail, apenas via Correios, para o endereço de cadastro do veículo. São utilizados correios eletrônicos apenas para responder as manifestações enviadas pelos cidadãos aos seus canais oficiais de atendimento: Disque Detran.SP, Fale com o Detran.SP e Ouvidoria”.

 

iG

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Homem é preso distribuindo pesquisa falsa em Pedras de Fogo

pesquisa-pedras-de-fogoA Policia Militar prendeu na madrugada desta quarta-feira (21) um homem que estaria distribuindo uma pesquisa eleitoral falsa com intenções de votos para prefeito da cidade de Pedras de Fogo.

Com Ricardo Roque, que seria aliado do candidato a prefeito da cidade Aurilécio Moreira, da Coligação Renovação e Verdade, foram apreendidos panfletos e gráficos com uma pesquisa sem registro no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ele foi encaminhado para o Primeiro Pelotão da Polícia Militar para prestar esclarecimentos.

Desde janeiro do ano passado que o Tribunal Superior Eleitoral tipificou como crime a distribuição de pesquisas sem o devido registro. Os responsáveis por divulgar pesquisa sem o prévio registro das informações obrigatórias ficam sujeitos a multa, que varia de R$ 53 mil a R$ 106 mil.

MaisPB com Assessoria 

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MPF denuncia envolvidos na operação Falsa Morada

policia_federalO Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB) denunciou 11 pessoas envolvidas na Operação Falsa Morada, deflagrada em 2015. O grupo é acusado de aliciar pessoas para, de forma fraudulenta, figurarem como beneficiárias de financiamentos do programa Minha Casa Minha Vida. 

Todos os réus respondem pelo crime de organização criminosa. O inquérito foi instaurado a partir de notícia-crime oriunda da Caixa Econômica Federal, informando algumas irregularidades na concessão de 17 financiamentos para a aquisição de casa própria, mediante o emprego de documentação falsa.

Com as investigações, foram constatadas 50 irregularidades em contratos, sobre os quais se apurou que os respectivos financiamentos foram concedidos mediante fraude e, em boa parte deles, para unidades habitacionais inexistentes. Os empréstimos eram realizados em João Pessoa e as casas situadas em Santa Rita.

De acordo com o Ministério Público Federal, “o dinheiro era repassado pela Caixa, a organização criminosa desviava os recursos em proveito próprio e, na maioria das vezes, não construía as unidades habitacionais”.

Os denunciados são: Maria do Carmo Delmas Nunes, conhecida como “Carminha” (advogada); Fagner Evangelista Correia, conhecido como “Gringo” (mestre de obras); Fabrício Ermeson Barbosa da Costa (administrador); Evaldo Félix Rodrigues, conhecido como “Ninho Corretor” (construtor civil); Ulysses do Nascimento Nogueira Santos (despachante); Flávio Ferreira de Lira (engenheiro civil); Evandro de Lima Araújo (engenheiro civil); Salvino Francisco da Silva Neto (servidor público municipal); Walfredo José de Ataíde Júnior, conhecido como “Júnior do Cartório” (escrevente notarial); Cristiano da Costa Almeida e Yuri da Nóbrega Gomes (bancário, funcionário da Caixa).

MPF-PB

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Equipe de TV é presa com cocaína falsa durante gravação de reportagem

drogasUma equipe da TV Centro América, afiliada da TV Globo no Mato Grosso, foi detida na noite desta segunda-feira (12), na rodovia BR-070, entre Cáceres e a Bolívia, segundo o Gefran (Grupo Especial de Fronteira).

O órgão afirmou, em entrevista ao R7, que dois veículos, Gol e Parati, foram revistados pelos policiais militares, por volta das 19h. No interior do carro “foram encontrados vários invólucros com fita crepe contendo material esbranquiçado análogo à cocaína” – o policial acrescenta que seriam 240 kg do material suspeito.

O repórter Alex Bezerra Barbosa, Juacir Rodrigues de Queiroz, Flávio Alves Coelho e o boliviano Ygnacio Roman Erravas foram detidos e conduzidos para a PF (Polícia Federal) da cidade de Cáceres. Lá, a equipe da TV Globo prestou depoimento e foi liberada. A PF afirma que foi feito o narcoteste com a substância para confirmar se era ou não cocaína e o resultado deu negativo.

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Em depoimento à polícia, o repórter Barbosa afirma que a equipe estava fazendo uma matéria, a nível nacional, sobre a fragilidade da segurança fronteiriça brasileira. Barbosa acrescentou na declaração que a substância dentro do invólucro seria pó de gesso.

 

R7

PRF prende motorista da Prefeitura de Mari/PB com carteira de motorista falsa

amarelinho_ônibusO motorista da Prefeitura de Mari, Flávio Rogério Custódio da Silva, 37 anos, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal, na noite desta quinta feira por portar carteira de motorista falsificada. A abordagem ocorreu por volta das 19h no posto da PRF de Café do Vento, próximo a entrada para a cidade de Sapé. O motorista conduzia o ônibus escolar da Prefeitura  e levava estudantes para universidades em João Pessoa. Após o flagrante os policiais conduziram o acusado até a delegacia da cidade de Sapé, onde foi autuado por falsificação de documento.

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Após  abordagem dos policiais rodoviários federais, e a constatação de que se tratava de uma carteira de habilitação falsificada no estado do Rio de Janeiro, o acusado foi conduzido a delegacia de Sapé, e o ônibus escolar ficou apreendido no posto da PRF em Café do Vento. Houve apreensão de estudantes que estavam sem saber o que estava acontecendo. Após contatos com auxiliares do prefeito de Mari, Marcos Martins, um outro funcionário da Prefeitura devidamente habilitado foi até o local do fato, e passou a dirigir o ônibus com os estudantes com destino a Capital.

O ônibus escolar de placa OFX2310, de Mari, faz todos os dias o mesmo trajeto levando estudantes para a Capital. Segundo informações colhidas pela reportagem do PB24horas o motorista da Prefeitura de Mari, morava no Rio de Janeiro, e recentemente conseguiu o emprego de motorista na Prefeitura.

Da Redação 
Com Portal 24 Horas

Mídia Ninja: “tomar posição sem vestir o manto da falsa imparcialidade da grande mídia”

midiaA simultânea crise e consolidação dos veículos tradicionais também recebe no seu seio mídias agora reconhecidas como alternativas. Com modo de expor particular: o fato tal como ele se dá e “se dando”. O “ao vivo” sem pós-produção. O debate, então, é aberto obrigatoriamente sem aval da mesma grande mídia que está, hoje, enxugando suas redações e precarizando seus funcionários.

Desponta um grupo dentre estes que são conhecidos como meios alternativos de informação: o Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação). O grupo cedeu entrevista por e-mail à Carta Maior e nos contou sobre sua configuração e posição políticas.

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A iniciativa fala de dar poder aos novos protagonistas da realidade brasileira, mas também o posicionamento do mercado e Estado traz questionamentos que deverão seguir no horizonte dessa mídia que mesmo incipiente tem seu importante papel. Aprofundar e efetivar a liberdade de expressão para além do capital passa a ser hoje uma das principais pautas da expansão da democracia.

Carta Maior: Quando se iniciaram as atividades do grupo? Quantas pessoas participam do grupo e como são coordenadas suas atividades?

Mídia Ninja: O Ninja surge a partir de um acúmulo de mais de 15 anos de produção midialivrista no Brasil, de experiências que vão desde os fanzines e da blogosfera ao Fora do Eixo, rede que está em mais de 200 cidade no país e vem desenvolvendo tecnologias de comunicação e produção de conteúdo há 7 anos. Nesse processo aproximou de si outras redes, coletivos, jornalistas e midialivristas que, juntos, deram início a um projeto que ao mesmo tempo conseguiu que se fortalecesse um veiculo independente, como também catalisar uma rede de comunicação autônoma que usufrui dos frutos e ferramentas desenvolvidas durante esse histórico.

Hoje ele é uma rede descentralizada de comunicadores que buscam novas possibilidades de produção e distribuição de informação. São milhares de pessoas usando a lógica colaborativa de compartilhamento que emerge da sociedade em rede como premissa e ferramenta. A iniciativa veio à tona há meses atrás, durante a cobertura do Fórum Mundial de Mídia Livre na Tunísia. Desde então, o Ninja vem realizando coberturas por todo Brasil, apresentando pautas e abordagens omitidas na mídia tradicional.

CM: Qual, na opinião de vocês, é a função das narrativas independentes? De que maneira vocês quiseram retratar os atos e protestos dos últimos dois meses?

MN: A função das narrativas independentes é dar poder a cada vez mais gente para contar histórias a partir do ponto de vista do que estão vivendo. Mais do que uma ferramenta, é uma noção que ajuda a dimensionar a comunicação como serviço de utilidade pública.

Além de comunicadores, somos ativistas também. Quando fomos fazer a cobertura da vinda do Papa ao Brasil por exemplo, direcionamos o nosso olhar para entender quem era contra a visita de Francisco, não contra a religião, mas que protestava pela ausência de um Estado laico.

Logo, as nossas coberturas sempre explicitarão aquilo que de fato estamos vendo e vivendo. Nós também tomamos bombas em protesto, dois de nós já foram presos apenas por estar exercendo o direito à comunicação. Quando fazemos a cobertura de um protesto indígena ou quilombola, estamos de fato envolvido com aquela pauta, não se ganha legitimidade com quem está nas ruas apenas com discurso, a nossa prática de mídia precisa estar com a frequência modulada com o espaço-tempo da nossa geração.

CM: O que pensam do Marco Regulatório da Mídia? Como vocês veem o problema da mídia no Brasil?

MN: A ausência de regulação dificulta o exercício da liberdade de expressão da população, e favorece a existência de oligopólios que tanto comprometem a pluralidade nos conteúdos que são veiculados quanto a independência nas pautas.

Outro ponto: a falta de um marco regulatório não condiz com o contexto político, que apresenta o empoderamento de uma nova geração de protagonistas. As possibilidades que temos com a tecnologia disponível hoje em dia e as possibilidades de democratização da produção de conteúdo também não são contempladas.

É dever do estado também promover a diversidade de opiniões. Uma lei contribuiria necessariamente para a não criminalização dos movimentos sociais, por exemplo. Além de garantir a diversidade e o direito de manifestação e liberdade de expressão, distribuindo de forma mais equânime e democrática o recurso público ou o espectro eletromagnético.

Da forma que está hoje, a Globo recebe uma porcentagem gigantesca das verbas de publicidade do governo e uma emissora como a Jovem Pan ocupa uma faixa de espectro equivalente a de centenas de rádios comunitárias.

CM: De que maneira vocês se colocam no debate político hoje?

MN: A mídia livre é um ato político, e todo ato precede necessariamente de um debate. Tomar uma posição diante do que estamos cobrindo sem vestir o manto da falsa imparcialidade da grande mídia já é uma forma de se colocar.

 

cartamaior

Jovem é detido suspeito de tentar passar nota falsa em posto de combustível em Bananeiras-PB

Imagem ilustrativa

Um jovem identificado como David, da cidade de Belém-PB, foi detido na noite da terça-feira (06), sob suspeita de tentar pagar combustível em um posto de combustível da cidade de Bananeiras, no brejo da Paraíba, com uma nota de cem reais falsa. De acordo com informações do frentista o suspeito teria pedido para abastecer o Fiat Uno, de cor prata, placas DIB 2825-SP, com dez reais e teria lhe repassada a nota de cem falsa. O frentista desconfiou e o suspeito saiu em retirada ao notar a presença de uma viatura da PM que passava pelo local.

A polícia militar do pelotão de Belém, sob o comando do Cabo PM Lindomar, foi informada que o veículo seguia no sentido Belém e uma barreira foi montada. O suspeito teria ignorado a barreira policial e efetuado fuga pegando uma estrada vicinal em Rua Nova/Belém, abandonando o veículo, em seguida fugindo a pé.

Teria sido durante a fuga que o jovem machucou uma das pernas e precisou ser levado para Guarabira-PB. O Grupo Tático Especial da Polícia Civil/3ª Superintendência, localizou o jovem na capital do brejo e o conduziu até a Delegacia plantonista de Polícia Civil em Solânea para o suspeito prestar esclarecimento.

De início o jovem disse que se assustou com a presença da polícia por não ter habilitação, mas depois, teria confessado que estava com o dinheiro falso e que teria o jogado fora.

O suspeito foi apresentado a Delegada plantonista, Dr. Paula Monalisa para o procedimento modelo e após ouvido foi liberado. Como a polícia não encontrou o dinheiro falso com o suspeito, o jovem deve responder apenas por desobediência e por dirigir sem a Carteira Nacional de Habilitação.

Por Júnior Campos

Grupo político usa nome do instituto Consult para divulgar pesquisa falsa

A distribuição de um panfleto apócrifo com uma falsa pesquisa eleitoral agitou a cidade de Alagoinha, no Brejo paraibano na manhã desta sexta-feira (5). O caso foi parar da delegacia através de um ofício da coligação ‘Por Amor a Alagoinha’ , que tem a frente Acione Beltrão (PHS), pedindo para que o material fosse apreedido.

O panfleto estaria sendo distribuído por pessoas ligadas ao candidato da oposição, Davi Cassimiro (PMDB), da coligação ‘Alagoinha tem vez voz’, apontando que o mesmo estaria liderando acorrido eleitoral na cidade com 43,82% das intenções de votom enquanto Alcione, que disputa a reeleição, teria 39,02. O material foi entregue na cidade e na zona rural de Alagoinha.

A falsa pesquisa ainda usava o nome do Instituto Consult, parceiro do Sistema Correio na realização de consulta sobre opinião do eleitorado paraibano, sendo que a arte do apóclifo seguia também o mesmo estilo das imagens que são publicadas no Jornal.

O MaisPB conseguiu junto as suas fontes no Brejo paraibano um dos panfletos que estavam sendo distribuídos e também o ofício enviado a delegacia e ao Justiça Eleitoral pendido as providências.

Ofício enviado ao delegado e a Justiça Eleitoral 

MaisPB