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“É preciso não iludir as pessoas” ressalta Geraldo Medeiros ao dar explicações sobre vacinas contra a Covid-19

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, declarou que é a secretaria desde o início da pandemia da covid-19 vem trabalhando com transparência e com a verdade, para passar à população as informações da forma mais correta e consciente possível, não causando pânico nem tampouco expectativas irreais nos paraibanos.

Ao falar sobre as vacinas que estão sendo desenvolvidas, algumas inclusive em estágio avançado de estudo e produção, Geraldo declarou que é preciso não iludir as pessoas, falando realmente o prazo que essas vacinas estrão disponíveis e o quantitativo que possa atender à população mundial.

“Essa prerrogativa das vacinas deve no nosso modo de entender ser do Ministério da Saúde. É preciso não iludir as pessoas, a vacina não vai parar a pandemia de imediato. Nós temos muitas vacinas em avaliação e quando visualizamos o quantitativo de vacinas que elas dispõe, por exemplo a da universidade de Oxford tem 60 milhões de vacinas. Essa quantidade para o mundo inteiro não é nada. Então precisamos ter em mente que a vacina não é essa panaceia que se preconiza e que as pessoas entendam que a obediência às medidas de precaução ainda é necessária” esclareceu.

O secretário ainda destacou que a política de vacinação brasileira é uma das melhores do mundo e que quando a vacina estiver disponível, ele acredita que todos os estados serão contemplados de forma igualitária.

“A política de vacinação do Brasil é uma das melhores do mundo o SUS tem uma infraestrutura que contempla todos os estados que deverão ser contemplados igualmente não há essa ganância dos estados no caso de beneficiar apenas algumas regiões” declarou.

PB Agora

 

 

MPF quer explicações sobre mudança na divulgação de dados da covid-19

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou ontem (6) procedimento extrajudicial para apurar porque o Ministério da Saúde mudou a forma de divulgação dos dados do novo coronavírus no Brasil. Desde a última sexta-feira (5), a pasta parou de divulgar os números totais da contaminação e passou a divulgar apenas os números diários.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, tem 72 horas para explicar essa mudança no informativo diário.

O órgão do MPF pedirá ao ministério a cópia do ato administrativo que determinou a retirada do número acumulado de mortes do painel, bem como do inteiro teor do procedimento administrativo que resultou na adoção da medida. Ao justificar a instauração do procedimento, a Câmara de Direitos Sociais do MPF lembrou que legislação brasileira prevê a transparência como regra a ser adotada pelo Poder Público. O Artigo 5º da Constituição, que garante “a todos o acesso à informação”, e a própria Lei de Acesso à Informação, de 2011, são exemplos citados pelo órgão.

Governo

Em nota do Ministério da Saúde, reproduzida ontem pelo presidente Jair Bolsonaro em suas redes sociais, a pasta informou que “a divulgação dos dados de 24 horas permite acompanhar a realidade do país neste momento e definir estratégias adequadas para o atendimento à população”. A nota acrescenta que “outras ações estão em curso para melhorar a notificação dos casos e confirmação diagnóstica”.

Segundo o ministério, a divulgação de dados acumulados, “além de não indicar que a maior parcela já não está com a doença, não retrata o momento do país”. A soma do número total, divulgado na quinta-feira (4), com os últimos balanços diários mostra o contrário. Das 672.846 pessoas contaminadas, 277.149 foram curadas.

“Para evitar subnotificação e inconsistências, o Ministério da Saúde optou pela divulgação às 22h, o que permite passar por esse processo completo. A divulgação entre as 17h e as 19h ainda havia risco de subnotificação. Os fluxos estão sendo padronizados e adequados para a melhor precisão”, encerra a nota.

 

clickpb

 

 

DCM: Alckmin deve explicações sobre o implicante

alkimim“Fernando Gouveia, ou Gravataí Merengue, deve achar que somos todos imbecis. Com argumentos falaciosos e patéticos, ele tenta justificar o injustificável: o mensalão que seu site, o Implicante, recebe do governo Alckmin, por intermédio da agência Propeg. Revelada essa mamata monstruosa, ele conseguiu dizer que o caso se enquadra numa tentativa de tentar coibir as vozes antipetistas na internet. Quer dizer: se fingiu de vítima. Ora, Merengue: a questão aí é impedir canalhices como as que vocês publicam (ou publicavam) rotineiramente. Num mundo menos imperfeito, Merengue estaria já na cadeia, tais e tantas calúnias espalhou contra o PT, Lula e Dilma. Mas o mundo é como ele é, e então temos que suportar as explicações ridículas de Merengue”.

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Quem faz tal análise é o jornalista Paulo Nogueira, do DCM. Ele diz que o Implicante é “um golpe baixo, sujo, desleal”, que “desinforma, manipula, calunia, mente o tempo todo”. Neste contexto, o jornalista cobra uma posição do governador Geraldo Alckmin sobre o patrocínio. “Alckmin sabia desse conteúdo? Eis uma pergunta que deve ser respondida em algum momento”, afirma.

 

brasil247

Em nota, assessoria diz que prefeito deve explicações e fez infeliz brincadeira “em compra de apoio”

CíceroApós a denúncia da Coligação “A Força do Trabalho”  que tem como candidato à  reeleição ao governo do estado, Ricardo Coutinho, atribuindo ao senador Cássio a compra de apoio político. O prefeito de Caiçara, Cícero Francisco, que aparece em gravação na suposta compra de apoio político se manifestou, através de sua assessoria de comunicação. Em nenhum momento nega a conversa e ainda afirma: “O prefeito assume a responsabilidade e sabe que deve explicações ao povo caiçarense, aos seus vereadores, ao Presidente da Assembleia Legislativa do Estado e ao Senador Cássio, pela infeliz brincadeira, e não foge disso”.

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Confira à integra:
Nota Informativa
Venho por meio da Assessoria de Comunicação do Prefeito Cícero, falar em seu nome. Cícero que está envolvido diretamente na denúncia de venda de voto e apoio político para o Candidato ao Governo do Estado pelo PSDB, Cássio da Cunha Lima. Denúncia que foi divulgada nesta quinta-feira, 24 de Julho, por vários veículos de comunicação do estado, após coletiva com a bancada jurídica da Coligação “A Força do Trabalho”.
Primeiro dizer que o Prefeito Cícero é o maior interessado em que seja explicado a gravação que chegou às mãos do Coordenador de Campanha da Coligação “A Força do Trabalho”, do candidato Ricardo Coutinho, e tornada pública, e que fará isso assim que concluir os esclarecimentos que irá prestar a coligação “a vontade do povo”, encabeçada pelo Senador Cássio da Cunha Lima, agora pela manhã.
Mas adianta que em momento algum houve negociata, ou qualquer outra ação nesse sentido, para declarar apoio à Cássio, a não ser a razão já explicada em nota enviada a imprensa no início da semana.
O gestor também adianta que insistentemente o senhor Sales Dantas ligou para ele até que este resolvesse atender. Pela forma como se comportava Sales, o Prefeito logo deduziu que se tratava de uma armação, uma brincadeira de mau gosto. Mas ingenuamente, e aí foi seu grande erro, permitiu que a conversa se aprofundasse e chegasse até o momento em que se falou de valores para oferecer apoio à Cássio. Cícero tinha certeza que não poderia ser séria a conversa, pois tinha a certeza de que jamais alguém conversaria determinado assunto pelo telefone. Sem acreditar que a conversa fosse tomar o rumo que tomou, o Prefeito criou histórias e contou fatos que não aconteceram, envolvendo, inclusive, terceiros. Vale dizer ainda que a conversa foi editada, sendo divulgada apenas, a parte que era interessante pelos denunciantes.
Lamentamos a forma suja, maldosa, ridícula e premeditada com a qual agiu o ex-Secretário de estado, senhor Sales Dantas, pessoa já conhecida pelas suas condenáveis práticas, chefiado pelo coordenador de campanha da coligação, senhor Célio Alves, que muito tem surpreendido os Paraibanos com sua forma grosseira e prepotente de tratar a todos, inclusive os políticos.
O prefeito assume a responsabilidade e sabe que deve explicações ao povo caiçarense, aos seus vereadores, ao Presidente da Assembleia Legislativa do Estado e ao Senador Cássio, pela infeliz brincadeira, e não foge disso. Assim que concluída sua conversa com a assessoria jurídica do Senador Cássio, Cícero encaminhará uma nota de esclarecimento direcionada à todos.
Mas também adianta que, orientado pela sua assessoria jurídica deve responsabilizar criminalmente os envolvidos. O senhor Sales Dantas deve ser representado na Justiça por vários crimes, entre eles o de falsidade ideológica, já que brincou de ser outra pessoa.
Por último assegura que, além da sua nota de esclarecimento, uma nota oficial da sua assessoria jurídica, será encaminhada a toda imprensa do estado da Paraíba, ainda nesta sexta.
Obs.: A nota aqui escrita é informativa e não esclarecedora.
Júnior Campos
Assessor de Comunicação do Prefeito Cícero

Bispo gasta US$ 42 milhões em reforma e é chamado pelo Papa para dar explicações

O BISPO FRANZ-PETER TEBARTZ-VAN ELST (FOTO: CHRISTLICHES MEDIENMAGAZIN PRO)
O BISPO FRANZ-PETER TEBARTZ-VAN ELST (FOTO: CHRISTLICHES MEDIENMAGAZIN PRO)

Após gastar US$ 42 milhões (cerca de R$ 91 milhões) para reformar sua residência oficial, um bispo alemão terá de prestar contas ao Papa Francisco. A história foi publicada nesta segunda-feira (21/10) pela ABC News. Segundo a rede de relevisão, o bispo Franz-Peter Tebartz-van Elst foi chamado para participar de uma reunião no Vaticano, depois que a notícia de seus gastos exorbitantes com o dinheiro da Igreja Católica foi divulgada.

Há três anos, o bispo começou a construção de uma nova casa, ao lado da catedral onde realiza suas missas. A estimativa inicial do projeto já era alta, de US$ 7,5 milhões. Mas detalhes acrescentados por Tebartz-van Elst, como uma banheira de US$ 20 mil e piso de mármore, fizeram o preço subir ainda mais. O bispo admite ter usado o dinheiro da Igreja para reformar sua casa, mas alega que o valor foi alto porque ele precisou restaurar outras 10 construções para modificar sua residência, para cumprir uma lei de preservação histórica.

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Tebartz -van Elst também está sendo investigado por ter mentido sobre uma viagem de primeira classe para a Índia no ano passado, para participar de reuniões da Igreja. Em documentos oficiais, ele havia alegado que viajaria de classe executiva. Por causa da falsa alegação, foi indiciado por perjúrio.

“Essa é uma história muito triste. Após o escândalo de abusos sexuais descobertos há três anos, chega essa segunda bomba. Toda a Igreja Católica perde a credibilidade”, disse Christian Weisner, do movimento We Are the Church, que defende mudanças na Igreja Católica. O encontro de Tebartz -van Elst com o Papa Francisco ocorreu nesta segunda-feira, mas a imprensa ainda não recebeu informações sobre o resultado da reunião.

 

epocanegocios

OAB cobra explicações de Lula sobre suposta pressão a Gilmar Mendes

Diante da polêmica gerada pela suposta pressão do ex-presidente Lula para adiar o julgamento do mensalão, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, cobrou que o petista explique o episódio relatado no último final de semana pela revista “Veja”.

Segundo a publicação, Lula teria sugerido ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes o adiamento do julgamento do mensalão em troca de proteção ao magistrado na CPI do Cachoeira, que investiga a relação do bicheiro Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados. A blIndagem ocorreria por conta de uma viagem feita a Alemanha, na qual Mendes teria encontrado o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), investigado pelas relações com o contraventor.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (28), o dirigente da OAB defendeu a independência da Suprema Corte, ainda que a nomeação de seus integrantes se dê por uma escolha pessoal do presidente da República. Para Ophir, não caberia ao chefe do Executivo tratar os ministros do STF como “sendo de sua cota pessoal”, exigindo proteção ou tratamento diferenciado.

“O Supremo Tribunal Federal, como instância máxima da justiça brasileira, deve se manter imune a qualquer tipo de pressão ou ingerência”, enfatizou o dirigente no documento.

O presidente da Ordem também afirmou que é “desonroso, vergonhoso e inaceitável” tentar influenciar o Judiciário. Segundo Ophir, interferências políticas retirariam a independência e impessoalidade dos magistrados.

“A ser confirmado o teor das conversas mantidas com um ministro titular do Supremo, configura-se de extrema gravidade, devendo o ex-presidente, cuja autoridade e prestígio lhe confere responsabilidade pública, dar explicações para este gesto”, escreveu Ophir.

G1