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Em entrevista à emissora da PB, ministro de Bolsonaro praticamente enterra tese de expansão do auxílio emergencial

O ministro da Cidadania do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (Democratas), em entrevista ao programa Arapuan Verdade, na tarde desta terça-feira (19), praticamente descartou a tese de expansão do auxílio emergencial, até o mês de dezembro, como sugerido pela Assembleia Legislativa da Paraíba e apresentado, por meio de projeto na Câmara dos Deputados, pelo deputado federal Wilson Santiago (PTB). Segundo ele, o plano extensivo a apenas três meses se justifica pelo histórico das pandemias já existentes no mundo, que entre o início, o avanço e o decréscimo agiram em média por 12 semanas.

“Para que vocês tenham a informação precisa é bom esclarecer o seguinte: o auxílio emergencial foi calculado por três meses porque no histórico das epidemias no século XX, elas em média duram 12 semanas, entre o surgimento, a disseminação até chegar ao pico e depois a sua queda. Em vários lugares do Brasil nós já estamos na fase da queda, já passamos o pico. Agora como o Brasil é um país continental, nós temos problemas no sudeste com a expansão da doença, e como nós temos o Nordeste e o Norte em fase de expansão, parece que a doença demora mais. Mas a média histórica é em torno de três meses, por isso o auxílio emergencial foi pensado exatamente para abril, maio e junho. Então, até o prezado momento nós temos isso que foi determinado pelo Congresso e pelo presidente Bolsonaro”, ressaltou.

O ministro lembrou que além desse benefício, o governo também dispõe de outros auxílios a trabalhadores de carteira assinada, protegendo mais de 7,5 milhões de empregos, além de outras 36 milhões de pessoas que são contempladas com benefício previdenciário, a exemplo do BPC.

“Estamos falando de uma rede de proteção organizada pelo Governo Federal e determinada que atinge milhões de brasileiros e pode atingir mais pessoas”, ressaltou.

PB Agora

 

 

Mês das mulheres: João Azevêdo lança ações e anuncia expansão da Patrulha Maria da Penha

O governador João Azevêdo lançou, nesta sexta-feira (6), a programação das atividades alusivas ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8 de março. Ao todo, mais de 50 ações serão realizadas durante o mês envolvendo o trabalho interinstitucional de órgãos do governo, como Saúde, Educação, Segurança, Cultura, Esportes e Empreender. Na ocasião, o gestor também anunciou a ampliação para mais 106 cidades do Programa Integrado Patrulha Maria da Penha, que atua na prevenção e acompanhamento de mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

Durante a solenidade ocorrida na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa, o chefe do Executivo estadual também recebeu o relatório do Grupo de Trabalho Interinstitucional de Feminicídio (GTI), que contém os resultados das reuniões operativas do GTI e o Protocolo de Feminicídio Paraibano, e acompanhou a assinatura de contratos do programa Empreender Paraíba, destinados às mulheres empreendedoras em situação de vulnerabilidade social. O evento ainda foi marcado por homenagens e apresentações culturais, como a da Orquestra de Mulheres do Programa de Inclusão Através da Música e das Artes (Prima).

Em seu pronunciamento, o governador João Azevêdo falou da importância da consolidação de políticas públicas que garantam inclusão social, respeito e oportunidades de vida. “É fundamental que essas ações ocorram o ano inteiro, pois elas devem ser contínuas. Hoje, nós estamos celebrando o que foi feito durante todo o ano de 2019 e marcando o que vai acontecer em 2020 porque esse trabalho, resultado da união e dos esforços de toda uma equipe, vai gerar melhores condições para as mulheres vítimas de violência”, frisou.

Na oportunidade, ele também destacou a expansão da Patrulha Maria da Penha para diversas regiões do Estado. “Nós lançamos no ano passado esse programa que se mostra extremamente eficiente e, este ano, vamos expandir essa ação para as regiões polarizadas por Campina Grande, Guarabira e Monteiro, levando benefícios e segurança para muitas mulheres que foram vítimas de violência. Além disso, estamos fazendo uma associação com o programa Empreender, oferecendo condições para o desenvolvimento e empreendedorismo, o que é fundamental e resultado do comprometimento de todas as equipes envolvidas; temos um time que se esforça para que as coisas aconteçam e a Patrulha Maria da Penha é um exemplo disso, por isso, vamos avançar para que ela esteja em toda a Paraíba, protegendo as mulheres que precisam”, acrescentou.

A vice-governadora Lígia Feliciano ressaltou a satisfação de prestigiar o evento e de acompanhar as ações desenvolvidas pelo Governo do Estado voltadas para as mulheres. “É uma alegria e emoção poder participar desse momento de comemoração e de registrar as lutas e avanços que temos conquistado na Paraíba, a exemplo da diminuição da violência contra a mulher, graças ao trabalho constante das forças de Segurança. Além disso, é muito bom poder compartilhar tantas histórias emocionantes de mudança de vida por meio da política e espero que continuemos lutando umas pelas outras para podermos avançar nas políticas para as mulheres em diversos segmentos, como Educação e Saúde”, disse.

Em sua fala, a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, detalhou os projetos desenvolvidos pela Pasta para o fortalecimento das políticas públicas promovidas pelo Governo do Estado e as ações que serão realizadas ao longo do mês em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Ela também evidenciou a importância de projetos que asseguram segurança e independência para as mulheres. “Nós tivemos a oportunidade de lançar ações e campanhas em homenagem às mulheres, com o destaque para a ampliação da Patrulha Maria da Penha para as regiões de Campina Grande, Brejo e Cariri, permitindo que a gente faça uma política de enfrentamento da violência contra as mulheres. Já o Empreender Mulher é importante porque, além do enfrentamento, podemos oferecer o acesso à renda, à riqueza, ajudando a mulher a sair do ciclo da violência e retomar a sua vida com cidadania plena”, pontuou.

A deputada estadual Pollyanna Dutra agradeceu a sensibilidade e o compromisso do Governo do Estado com as mulheres paraibanas. “O momento é nosso e a hora é nossa. Eu quero parabenizar a gestão pela agenda do mês de março, por assegurar pontes entre mulheres do governo e da sociedade e pela história de respeito que o governador tem tido com as nossas conquistas e opiniões, adotando uma postura equilibrada e moderada. Nós temos temas complexos a ser debatidos nesse momento e precisamos usar os espaços para poder avançar”, falou.

Homenageada na solenidade pelas ações desenvolvidas em prol do artesanato paraibano e da assistência social, a primeira-dama Ana Maria Lins fez um agradecimento. “Obrigada pelo carinho e saúdo a todas as mulheres que celebram conosco tantas conquistas ao longo do tempo e vamos continuar na luta pelos nossos direitos, com o Governo do Estado promovendo ações em prol de todas nós”, afirmou.

Representante do Movimento de Mulheres Negras na Paraíba, Andréa Gisele Nóbrega, parabenizou as ações desenvolvidas pela Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana. “Eu quero destacar o trabalho, cuidado e atenção da Secretaria para a nossa gente negra, continuamos com nossas reivindicações e chamamos a atençãodo governo para as nossas atividades e quero dizer que nós não somos só dor, mas somos amor e afeto”, disse.

O senador Veneziano Vital do Rego, o deputado estadual Dr. Érico, prefeitos e auxiliares do Governo da Paraíba também prestigiaram a solenidade.

Ampliação da Patrulha Maria da Penha (PMP) – O serviço, que já funciona em 27 cidades da Paraíba e será expandido para mais 106 cidades a partir do segundo semestre, compreende o trabalho ostensivo e preventivo para acompanhar mulheres em situação de violência doméstica e familiar e de monitoramento do cumprimento das medidas protetivas de urgência e medidas judiciais contra os agressores.Neste primeiro momento, as novas equipes passarão por processo de formação e a previsão é iniciar o atendimento em julho. A equipe da Semdh fará monitoramento periódico, com telefone disponível para as mulheres atendidas durante 24 horas.

Dentre as atividades, a PMP faz a triagem, o atendimento inicial, reconhecimento da área que a mulher aponta como risco à sua integridade física e/ou psicológica, realização de visitas periódicas, quando são realizados todos os procedimentos e encaminhamentos para que a mulher fique em segurança, rotas de monitoramento dentro de um perímetro arbitrado pela Justiça, ações educativas, encaminhamentos à rede de serviços, fomentoao fluxo de comunicação entre as mulheres assistidas, Delegacias da Mulher e Distritais e o Poder Judiciário, entre outras. A Patrulha conta com equipe multiprofissional (advogadas, assistente social e psicólogas), além do efetivo da Polícia Militar.

A coordenadora geral do Programa Integrado Patrulha Maria da Penha, Mônica Brandão, falou dos desafios do projeto que começa a ser interiorizado no Estado. “Nós buscamos que as mulheres percebam a importância do acompanhamento por meio dos serviços oferecidos para que a gente possa diminuir os índices de violência e, para isso, contamos com o envolvimento de delegacias estaduais e especializadas, de policiais capacitados para que as medidas protetivas sejam cumpridas”, falou.

A juíza Graziela Queiroga, coordenadora da Mulher em Situação de Violência do Tribunal de Justiça da Paraíba, afirmou que os trabalhos da Patrulha Maria da Penha asseguram o cumprimento das decisões judiciais. “Nós temos uma parceria verdadeira e necessária porque a política de enfrentamento da violência contra a mulher exige esse entrelaçar de mãos com o objetivo único de proteger as mulheres e a ampliação da Patrulha Maria da Penha é importantíssima para a sociedade e para o sistema de justiça como um todo. Nós estamos bastante felizes e emocionados porque compreendemos que o governo tem a sensibilidade e o olhar diferenciado para a causa da mulher, disponibilizando o aparato de segurança pública em prol dessa causa tão importante. Nós sentimos, da parte do Poder Judiciário, que quando deferimos uma medida protetiva, tanto os juízes, quanto as mulheres se sentem seguros com a efetividade do equipamento da Patrulha Maria da Penha”, declarou.

A comandante da PMP, capitã Dayana Cruz, comemorou a consolidação da Patrulha na Paraíba. “Essas ações marcam a atenção e a importância das políticas públicas voltadas para as mulheres; e para a Patrulha é um momento bastante importante porque dá ênfase ao trabalho que a gente já vem fazendo de construção do empoderamento das mulheres e da importância delas na sociedade, sobretudo, para que elas tenham uma vida digna”, comentou.

Empreender Paraíba – Ainda na solenidade foram concedidos créditos que totalizam R$ 215 mil para mulheres empreendedoras em situação de vulnerabilidade social, por meio da linha de crédito Empreender Mulher; bem como empreendedoras de forma geral por meio do Empreender Pessoa Jurídica, dos municípios de Belém e Bananeiras.A assinatura de contrato é uma das etapas de concessão de crédito. O Programa Empreender PB concede crédito produtivo orientado com o objetivo de incentivar a geração de emprego e renda, bem como apoiar e fortalecer a economia solidária, o microempreendedor individual, o microempresário, o empresário de pequeno porte e as cooperativas de produção da Paraíba.

“Essa é uma das primeiras linhas do Empreender Paraíba, voltada para mulheres em situação de vulnerabilidade, realizada em parceria com a Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana, que seleciona as pessoas a serem atendidas”, explicou o secretário executivo do Empreendedorismo, Fabrício Feitosa.

Contemplada com a linha de crédito Pessoa Jurídica, Anna Kalina Gomes comemorou a oportunidade de tirar do papel um sonho de anos. “Nós estamos muito felizes porque vamos abrir uma policlínica em Bananeiras. Era um projeto antigo e vamos poder oferecer consultórios médico e odontológico, atendimentos de fisioterapia, nutrição e psicologia, ajudando, principalmente, as mulheres”, disse.

 Protocolo de Feminicídio – O documento contém os resultados das reuniões operativas do Grupo de Trabalho Interinstitucional de Feminicídio (GTI) e o Protocolo de Feminicídio Paraibano, que será publicado ainda em 2020 com a presença da ONU Mulheres Brasil.

O Protocolo de Feminicídio Paraibano tem o objetivo de adaptar à realidade da Paraíba as diretrizes nacionais para investigar, processar e julgar, com perspectiva de gênero, as mortes violentas de mulheres (feminicídios) ocorridas no Estado.

Campanha para o Mês da Mulher – Na ocasião, o Governo do Estado divulgou uma campanha publicitária com material para internet, spot de rádio, cartazes, outdoors que serão espalhados pelo interior do Estado.

A poeta e professora universitária aposentada Vitória Lima, homenageada na campanha do governo, deixou um recado para as mulheres. “Temos que nos ligar, cada vez mais, nas nossas origens e estarmos conscientes do nosso papel na sociedade. Eu estou feliz e orgulhosa por essa homenagem e me sinto representando minhas companheiras professoras e poetas paraibanas”, relatou.

 

Secom-PB

 

 

Estado nega falta de recursos na UEPB e culpa ex-Reitora por expansão desordenada

tarcioO secretário estadual de Finanças, Tárcio Pessoa, negou, nesta quinta-feira (18), que a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) esteja enfrentando uma grave crise financeira, como vem denunciando servidores da Instituição nos últimos dias. As declarações do secretário foram repercutidas na coluna do jornalista Heron Cid, desta quinta-feira, no jornal Correio da Paraíba.

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Para Tárcio, o problema da UEPB não é recursos e sim a expansão sem planejamento da Instituição. “Em quatro anos já repassamos cerca de R$ 1 bilhão, a maior quantidade de recursos da história. Houve uma expansão sem planejamento”, sustentou Tárcio, para quem o Estado não pode se privar de atender outras demandas da sociedade.

O secretário também responsabilizou a ex-reitora Marlene Alves por ter “gerado o crescimento de uma estrutura sem observar o crescimento da captação de recursos da instituição”. Ele citou a criação do campus de Araruna, que tem dois cursos (Engenharia e Odontologia) de alto custo e áreas distintas. “Ela cresceu sem qualidade, ela inchou a universidade”, afirmou.

“Jogam esse ônus para o contribuinte. O Estado vai aplicar em recursos do Fundeb R$ 1 bilhão no ensino básico e médio. A UEPB sozinha recebe 25% desse total”, comparou.

Outro problema, na visão de Tárcio, é o inchaço na folha de pessoal. Pelos cálculos do governo, a UEPB gasta 87% dos seus recursos com pagamento de servidores.

O secretário garantiu “um esforço de manutenção da UEPB”, mas pregou “o equilíbrio” com a capacidade do Estado. “Por que quem paga somos nós (contribuintes)”, assinalou.

Falta de Papel

Nesta quinta-feira (18), a reportagem do Portal MaisPB teve acesso a documento enviado a professores pela coordenação do curso de Odontologia em Campina Grande, comunicando a falta papel para a impressão de provas. O documento foi enviado à reportagem por fontes da Reitoria da UEPB, que pediram reserva dos nomes

“Prezados professores, informamos que, infelizmente, a partir do dia 15 de setembro de 2014, não estaremos realizando a impressão de provas da coordenação do curso em decorrência da falta de papel na Instituição. Como opção, poderá ser impressa 01 (uma) via de cada avaliação para que os senhores providenciem cópias”, diz comunicado enviado pela coordenação aos professores.

MaisPB

O medo do ebola alimenta a expansão do vírus na África; Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria já foram afetados

medicos-ebola-africaA epidemia de ebola que atinge a África Ocidental desde o começo do ano e que já provocou ao menos 672 mortes tem um perigoso efeito colateral: o medo, que, alimentado pela falta de informação, contribui em boa medida para que o surto esteja sendo tão difícil de controlar. Frente a uma situação que não melhora, seus sintomas pioram: os mais recentes são um ataque ao pessoal dos Médicos sem Fronteiras (MSF) e o fechamento das fronteiras da Libéria.

Não é algo novo. Em abril, um centro dos MSF em Macenta, no sul da Guiné, foi atacado a pedradas por uma multidão enfurecida. Há alguns dias, no vilarejo de Kolo Bengou, onde se acredita que haja várias pessoas infectadas, um grupo de jovens armados com pedras e facas bloqueava a passagem dos agentes sanitários, segundo informa o jornal The New York Times. “Por todos os lugares onde essas pessoas passaram a comunidade se viu afetada pela doença”, garantia um deles, culpando precisamente pelo surto aqueles que vieram socorrê-los.

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Em Serra Leoa, o segundo país em vítimas mortais depois da Guiné, a situação não é muito melhor. No fim de semana passado aconteceram distúrbios diante do hospital de Kenema depois de que se espalhasse o rumor de que uma enfermeira havia dito que “o ebola não existe e foi inventado para ocultar rituais canibais nos hospitais”. Neste fim de semana morreu Saudatu Koroma, a primeira paciente infectada na capital, Freetown, que fugiu do hospital em pleno tratamento com a ajuda da família. Aqui, o médico chefe responsável pela luta contra a doença, Umar Khan, está em isolamento depois de ter sido contagiado.

Por seu lado, na Libéria, o terceiro país mais afetado pela epidemia, que já se tornou a mais mortal e a de maior amplitude de toda a história, o Governo continuou com o fechamento das fronteiras iniciado no domingo. Salvo o aeroporto, onde foram implementadas medidas especiais de detecção da doença mediante a aferição da temperatura corporal e de outros sintomas, praticamente todos os pontos fronteiriços foram afetados por essa medida, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) desaconselhar estas medidas fronteiriças porque, garante, são ineficazes em uma doença com um período de incubação que pode ser de até 21 dias.

Cerca de 15 agentes sanitários, entre eles o conhecido médico Samuo Brisbane, e o ugandês San Mutooru Muhumuza, especializado na enfermidade, morreram por causa da doença na Libéria há poucos dias. Nas últimas horas foi divulgado que há dois norte-americanos infectados pelo ebola nesse país. Trata-se da missionária Nancy Writebol e do médico Kent Brantly, também em quarentena na capital liberiana. Pela primeira vez, dois cidadãos ocidentais foram afetados diretamente pela epidemia, o que fez aumentar a preocupação fora da África.

A Nigéria reagiu com rapidez ao surgimento do primeiro caso em seu território, na terça-feira da semana passada. Depois de se confirmar que o liberiano Patrick Sawyer havia morrido de ebola, o Governo decidiu fechar o hospital de Lagos onde ele foi internado e isolar o pessoal sanitário que esteve em contato com ele antes de seu falecimento, assim como os que viajaram com ele da Libéria até Lagos, com escala no Togo. A maior companhia aérea da Nigéria, Arik Air, decidiu suspender todos os voos para a Libéria e Serra Leoa como medida de prevenção frente ao ebola.

 

 

El País

Manoel Junior e reitora da UFPB discutem expansão da UFPB para Pedras de Fogo e Guarabira

ufpbCom os olhos sempre voltados para as questões relacionadas à Educação, Manoel Junior (PMDB-PB) não tem poupado esforços para fortalecer as instituições de ensino superior no Estado e esta semana, se reuniu com a reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Margarete Diniz para tratar da expansão da instituição para Pedras de Fogo e Guarabira.

“Demos hoje, mais um passo importante no projeto de instalação da UFPB em Pedras de Fogo e Guarabira”, disse Manoel Junior. “Como paraibano e como deputado federal, me sinto na obrigação de correr em busca de mecanismos para fortalecer a educação pública em nosso Estado e aumentar o número de vagas gratuitas e de qualidade no ensino superior no Litoral Sul e no Brejo paraibano”, complementou.

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A expansão da UFPB para Pedras de Fogo e Guarabira já foi assegurado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante  e pela presidenta de República ao deputado Manoel Junior durante encontros em Brasília.

Segundo o peemedebista, a expansão da UFPB para Pedras de Fogo e Guarabira será fundamental para o desenvolvimento socioeconômico de mais de 50 municípios da Paraíba. “Serão mais de 700 mil pessoas diretamente beneficiadas, nas áreas de ensino, pesquisa e extensão”.

Deputado já destinou R$ 16,9 milhões para a UFPB

Manoel Junior

é o deputado Federal que mais destinou recursos para o ensino superior no Estado e somente para a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foram mais de R$ 16,9 milhões.

Deste total, R$ 14,5 milhões foram destinados para a implantação do Instituto UFPB de Desenvolvimento da Paraíba. O recurso é referente à emenda de bancada do deputado ao Orçamento Geral da União (OGU) de 2010.

Manoel Junior destinou ainda, R$ 1 milhão para a Vila Olímpica, R$ 800 mil para a implantação do Campus de Mangabeira e R$ 600 mil para o Hospital Universitário Lauro Wanderley.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) também foi beneficiado com R$ 1 milhão destinado peemedebista.

Em recente reunião com a reitora da UFPB, Margareth Diniz, Manoel Junior garantiu ainda, que destinará de suas emendas individuais de 2013 mais R$ 300 mil para a reestruturação da antiga Faculdade de Medicina, no campus de João Pessoa.

Assessoria

Manoel Jr defende expansão da UFPB para Pedras de Fogo e Guarabira

Foto: assessoria

Em pronunciamento na Câmara, nesta quarta-feira, 02, o deputado Manoel Junior (PMDB) defendeu o fortalecimento do ensino superior na Paraíba e cobrou do Governo Federal, a expansão da Universidade Federal da Paraíba – UFPB para os municípios de Pedras de Fogo e Guarabira.

Na opinião do peemedebista, é lamentável que a Paraíba ainda não tenha se integrado como merece ao processo de desenvolvimento nacional iniciado em 2003, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A situação é tão grave, que em 1995, a economia paraibana era a quarta maior do Nordeste, ao final do ano de 2011, deve ter passado para a sexta posição.

Os indicadores sociais e de condições de vida da população paraibana estão entre os quatro mais deploráveis do Brasil. Ou seja, a Paraíba tem assistido anualmente sua economia regredindo, em termos relativos, no cenário nordestino, e é preciso mudar essa situação.

Para Manoel Junior, a única opção para a Paraíba sair dessa situação de atraso é através de um competente e exequível projeto de desenvolvimento socioeconômico.  Segundo dois aspectos são indispensáveis ao desenvolvimento da Paraíba:

1)  Educação de qualidade, em todos os níveis, para o seu povo;

2) Criação e operacionalização de um sistema estadual de geração, difusão e incorporação de ciência e tecnologia.

A queda na economia refletiu também, na educação paraibana. Entre 1995 a 2010, a Paraíba foi o Estado nordestino que apresentou a menor taxa de crescimento do número de alunos de graduação matriculados. Enquanto no Brasil, a população estudantil cresceu em média 209,7% e, no Nordeste, 290,5%, a Paraíba cresceu apenas 173,9%.

“É preciso recuperar a destacada posição do ensino universitário paraibano. Para isso dependemos do processo de expansão, democratização e modernização do sistema estadual de educação superior na Paraíba”, defende Manoel Junior.  “Para os paraibanos, essa questão é crucial, porque sabemos que a superação do seu subdesenvolvimento só virá pela boa educação, em todos os níveis, e pela geração, difusão e absorção de ciência e tecnologia”.

Em seu discurso, o parlamentar mais uma vez demonstrou o seu compromisso com a população de Pedras de Fogo e Guarabira e cobrou do Governo Federal a expansão da UFPB para os dois municípios.

“A expansão da UFPB para Pedras de Fogo e Guarabira será fundamental para o desenvolvimento socioeconômico de mais de 50 municípios da Paraíba”, defendeu o parlamentar. “Serão mais de 700 mil pessoas diretamente beneficiadas, nas áreas de ensino, pesquisa e extensão”.

Durante o pronunciamento, o deputado fez um apelo à presidenta Dilma Rousseff e ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante: “Gostaria de enfatizar que foram quatro longos anos solicitando ao ex-ministro Fernando Haddad a ampliação da UFPB para Guarabira e Pedras de Fogo e durante todo esse tempo, recebemos a garantia da expansão, inclusive com o referendo do ex-presidente Lula, e até agora, nada aconteceu”.

Em recente conversa com a presidenta Dilma, o deputado recebeu a garantia da expansão da UFPB para os dois municípios paraibanos. “Estou fazendo o meu papel que é defender os interesses do povo paraibano e da minha terra natal [Pedras de Fogo] e serei incansável até que a autorização para a implantação desses dois campi seja oficialmente publicada”, explicou Manoel Junior.

Quando aprovado, o campus do Litoral Sul contará com o Centro de Formação Tecnológica e Social e ofertará cinco cursos de tecnólogos: Tecnologia da Produção Agroindustrial; Tecnologia da Pequena e Média Produção Agropecuária; Tecnologia da Informação e Computação; Tecnologia da Gestão Social e Comunitária, além de Bacharelado em Ciências Contábeis. No Brejo paraibano, o campus da UFPB terá implantado o Centro de Medicina e Saúde Pública com os cursos de Medicina; Enfermagem; Nutrição e Segurança Alimentar; Licenciatura em Química da área de Saúde; Licenciatura em Ciências Biológicas e Tecnologia em Radiologia.

“Posso assegurar que a implantação desses novos campi da UFPB será um divisor de águas no nosso Estado e consolidará o Litoral Sul e Brejo Paraibano como polos de desenvolvimento capaz de fomentar a prosperidade duradoura que a Paraíba tanto necessita”, finalizou Manoel Junior. O investimento necessário para a expansão da UFPB para esses dois municípios será de aproximadamente R$ 79 milhões e deverão ser alocados em três anos.

Assessoria