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PB registra os menores preços do Nordeste para gasolina, diesel e etanol, aponta levantamento

A Paraíba tem a menor média de preço de diesel, etanol e gasolina da região Nordeste em setembro, aponta levantamento do Índice de Preços da Ticket Log (IPTL). Em comparação ao mês de agosto, preços aumentaram.

De acordo com o levantamento, a gasolina ficou com a média de R$ 4,347 nos postos paraibanos, registrando um crescimento de 1,7% com relação a agosto. Já Alagoas teve a maior média para a gasolina, encontrada por R$ 4,704.

Já o etanol, teve média de preço de R$ 3,228 e um aumento de 2,5% na comparação com o mês anterior. No Rio Grande do Norte, o preço médio para o combustível foi de R$ 3,803, o maior da região.

Na comparação entre gasolina e o etanol, a gasolina segue sendo a mais vantajosa para o bolso do consumidor no estado, segundo a pesquisa.

O diesel teve média de R$ 3,550 em setembro, apresentando aumento de 3,6% frente a agosto. A maior média foi registrada em Sergipe, onde é o preço é de R$ 3,791.

G1

 

Preços do etanol e gasolina no mês de junho na Paraíba são os menores do Nordeste

Os valores do etanol e da gasolina na Paraíba foram os menores do Nordeste no mês de junho, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A pesquisa também compara os preços dos combustíveis no mês de maio na região nordestina.

Segundo o levantamento, a Paraíba comercializou em junho a gasolina mais barata do Nordeste, com o litro vendido a R$ 3,922, enquanto o maior preço foi do Piauí com R$ 4,417.

Levantamento aponta valores dos combustíveis no Nordeste — Foto: Ticket Log/Divulgação

Levantamento aponta valores dos combustíveis no Nordeste — Foto: Ticket Log/Divulgação

O estado paraibano também vendeu o etanol mais barato, por valor médio de R$ 3,156, enquanto o maior preço foi do Maranhão com R$ 3,699, em junho.

No mês de maio, o menor preço da gasolina também foi o valor vendido na Paraíba, de R$ 3,761, enquanto o Piauí comercializou o produto por R$4,25, o maior preço do Nordeste.

Também foram pesquisados os valores dos combustíveis Diesel, Diesel S-10 e Gás Natural Veicular (GNV). Em comparação com o mês de maio, apenas o etanol não aumentou em junho na Paraíba e apresentou um recuo de 0,7% no valor.

G1

 

Região Nordeste registra o etanol e a gasolina mais caros no início de junho

Apesar do cenário de alta nos preços para o período, alguns Estados ainda mantiveram comportamento de recuo nos preços
A Região Nordeste apresentou cenário de alta nos preços durante os primeiros 15 dias de junho de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). Os valores que desde janeiro vinha caindo tiveram uma ligeira alta no período. A gasolina que em maio foi vendida ao preço médio de R$ 4,011 já pode ser encontrada a R$ 4,105, alta de 2,34%. O etanol também teve aumento, 0,86%, chegando às bombas nordestinas por R$ 3,365. Já o preço do diesel comum esteve no mesmo patamar de maio e continua a ser vendido pela média de R$ 3,210 por litro, enquanto o diesel S-10 teve aumento de 0,59% e foi comercializado a R$ 3, 239.

“O comportamento dos preços dos combustíveis foi de alta em todo o País devido ao aumento no repasse às refinarias que já havia sido anunciado em maio. O Nordeste acompanhou esse cenário, mas trouxe um fato diferente quanto ao diesel comum, que manteve a mesma média do fechamento de maio. Pode ser que esse preço tenha uma alteração até o final do mês, mas precisaremos analisar o cenário até lá para entender se essa variação será de acréscimo ou decréscimo”, analisa o Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Ao analisar os preços nos Estados nordestinos, o IPTL aponta que o Piauí continua vendendo a gasolina mais cara da região por R$ 4,393, um aumento de 3,4% em relação a maio. O Estado também tem o maior valor para o diesel que foi vendido a R$ 3,356, com uma ligeira alta de 0,5%. Já o diesel mais barato está no Rio Grande do Norte, comercializado a R$ 3,025 com recuo de 0,80%. A gasolina mais barata foi encontrada nas bombas Paraibanas por R$ 3,853 mesmo com alta de 2,4%.

Os dados do IPTL ainda apontam para um aumento de consumo do etanol em alguns Estados como Maranhão, Pernambuco e Rio Grande do Norte que em maio não haviam registrados dados de consumo suficientes para análises. O Maranhão inclusive desponta com o etanol mais caro da região nesse início de junho. O combustível foi comercializado a R$ 3,655.

Ainda de acordo com o estudo realizado pela Ticket Log, os preços apresentados nessa primeira quinzena de junho demonstram que, embora existam perfis diferentes em cada veículo, foi mais vantajoso financeiramente abastecer com gasolina em todos os Estados do Nordeste.

Sobre a Ticket Log

A Ticket Log integra a divisão de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, juntamente com Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas, com o propósito de valorizar o tempo das pessoas para que possam aproveitar mais e melhor a vida. A marca, que atua no mercado urbano, conecta pessoas e empresas a uma mobilidade inteligente por meio de soluções inovadoras que otimizam processos e apoiam no controle da gestão de deslocamento para organizações de todos os tipos e tamanhos.

Com mais de 25 anos de experiência, a Ticket Log conta com 30 mil empresas-clientes, administra, por ano, 1 milhão de veículos em sua base de clientes e quase 2,5 bilhões de litros de combustível, com uma rede de mais de 36 mil comerciantes credenciados. Entre os produtos disponíveis, estão: Ticket Car com a funcionalidade Log&Go, que permite o pagamento de diferentes meios de transporte e serviços veículos, como lavagens ecológicas de automóveis (App Easy Carros), caronas compartilhadas (App Zumpy), serviços de assistência 24h (App Fácil Assist) e recarga do bilhete único (Onboard Mobility); Ticket Fleet e Gestão de Manutenção.

A marca é uma das Maiores e Melhores do Transporte na categoria “Automação e Informática”, no prêmio promovido pela OTM Editora e foi reconhecida como uma das “As 500 Maiores do Sul”, ranking promovido pela revista Amanhã. Também foi eleita uma das melhores empresas para trabalhar na região Sul pela consultoria global Great Place to Work ® Institute (GPTW).

 

Região Nordeste inicia março com queda de 2% no preço do etanol, aponta levantamento da Ticket Log

Análises mostram uma curva decrescente no preço dos combustíveis, com queda de 0,6 % no valor médio da gasolina e de 1,7% com relação ao etanol.
O levantamento mais recente do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), continua apontando queda no preço dos combustíveis nos postos da Região Nordeste. Na primeira semana de março, a gasolina recuou 0,6%, passando de R$ 4,680, registrado em fevereiro, para R$ 4,650; é a segunda média mais baixa do Brasil para o combustível. O valor do etanol também recuou 1,7%, com o litro a R$ 3,629, ante os R$ 3,691 do mês passado.

“Nas primeiras análises para o mês, percebemos que o etanol manteve o comportamento de baixa dos últimos seis meses. Ainda assim, entre 2 e 8 de março, o combustível alcança média 21% superior, quando comparada à média nacional para o mesmo período, que foi de R$ 3,001. Ainda é difícil prever se essa baixa vai permanecer em razão da atual instabilidade no mercado financeiro, como a queda do preço do petróleo”, comenta o Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Neste início de março, a Paraíba lidera com os menores preços para a gasolina e etanol, em todo o Nordeste, comercializados a R$ 4,414 e R$ 3,238, respectivamente. Já os postos do Maranhão apresentam o maior valor médio do litro do etanol, R$ 4,001, enquanto o Piauí o valor mais caro para a gasolina, com o litro a R$ 4,813.

O IPTL também revela o comportamento do preço dos combustíveis em fevereiro. No mês passado, a região apresentou leve alta de 0,3% para o etanol, que foi de R$ 3,680, registrado em janeiro, para R$ 3,691. Com relação à gasolina, o cenário foi de recuo. O combustível fechou fevereiro com baixa de 1,14%, em relação ao mês de janeiro.

No recorte por Estado, em Alagoas o etanol apresentou recuo de 0,13% no comparativo com os preços praticados em janeiro deste ano. O combustível passou de R$ 3,826 para R$ 3,821. A gasolina também ficou mais em conta nas bombas, baixa de 0,54%.

Depois de começar o ano com alta nos preços, a Bahia teve um alívio no valor dos combustíveis. Com redução de 2%, o etanol passou a custar R$ 3,580, ante os R$ 3,656 de janeiro. A gasolina baixou 1,9%, com o litro vendido à média de R$ 4,649. Nos primeiros 30 dias de 2020, o valor médio era de R$ 4,739.

No Ceará, o custo do etanol para o consumidor teve um pequeno acréscimo de 0,13%, com o litro a R$ 3,824. No caso da gasolina, o preço médio do litro registrado nas bombas foi de R$4,726, queda de 0,46%, no comparativo com janeiro.

Pelo segundo mês consecutivo, o Maranhão liderou com o litro do etanol mais caro no Nordeste, com o valor médio de R$ 3,969, alta de 0,35% no comparativo com janeiro. Já a gasolina recuou 1,5%, comercializada a R$ 4,653. Na Paraíba foram registrados os menores preços para a gasolina e o etanol de toda a região, comercializados a R$ 4,443 e R$ 3,238, respectivamente.

Em Pernambuco, o destaque foi para o recuo de 0,8% da gasolina e a alta de 2,16%, para o etanol. O preço por litro praticados nas bombas baixou de R$ 4,606 para R$ 4,570 no caso da gasolina, e aumentaram de R$ 3,511 para R$ 3,587, no caso do etanol. No Piauí foi registrada a média mais alta da gasolina, comercializada a R$ 4,828. Apesar de contar com o valor mais alto da Região, o estado apresenta sinais de queda, com uma redução em 0,8% no comparativo com o valor comercializado em janeiro, que era de R$ 4,868. Com relação ao etanol, os preços passaram de R$ 3,716 para R$ 3,722, em fevereiro e apresentam alta de 0,16%.

No Rio Grande do Norte foi registrado maior recuo no valor médio da gasolina e do etanol de todo o território nacional, baixa de 2,62% e 2,08%, respectivamente. Na contramão, os postos de Sergipe se destacaram pela curva crescente de 3,28% no preço médio do etanol, com o litro vendido a R$ 3,714. A maior alta registrada em fevereiro para o combustível no Brasil.

No contexto nacional, o cenário foi de baixa para a gasolina e o etanol em fevereiro, sendo o último com o avanço mais expressivo de 0,81%. Depois de fechar o mês passado com o preço médio de R$ 3,757, o etanol sinaliza para um contexto de baixa na primeira semana de março, comercializado à média de R$ 3,001. Com a gasolina não é diferente, em fevereiro com o litro vendido a R$ 4,693, o combustível já apresenta o preço médio de R$ 4,668 na média de todo o território nacional.

O IPTL é um índice mensal de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Sobre a Ticket Log

A Ticket Log integra a divisão de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, juntamente com Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas, com o propósito de valorizar o tempo das pessoas para que possam aproveitar mais e melhor a vida. A marca, que atua no mercado urbano, conecta pessoas e empresas a uma mobilidade inteligente por meio de soluções inovadoras que otimizam processos e apoiam no controle da gestão de deslocamento para organizações de todos os tipos e tamanhos.

Com mais de 25 anos de experiência, a Ticket Log conta com 30 mil empresas-clientes, administra, por ano, 1 milhão de veículos em sua base de clientes e quase 2,5 bilhões de litros de combustível, com uma rede de mais de 36 mil comerciantes credenciados. Entre os produtos disponíveis, estão: Ticket Car com a funcionalidade Log&Go, que permite o pagamento de diferentes meios de transporte e serviços veículos, como lavagens ecológicas de automóveis (App Easy Carros), caronas compartilhadas (App Zumpy), serviços de assistência 24h (App Fácil Assist) e recarga do bilhete único (Onboard Mobility); Ticket Fleet e Gestão de Manutenção.

A marca é uma das Maiores e Melhores do Transporte na categoria “Automação e Informática”, no prêmio promovido pela OTM Editora e foi reconhecida como uma das “As 500 Maiores do Sul”, ranking promovido pela revista Amanhã. Também foi eleita uma das melhores empresas para trabalhar na região Sul pela consultoria global Great Place to Work ® Institute (GPTW).

 

‘Venda direta do etanol vai baratear o preço’, afirma presidente da Asplan

O presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio, comentou a respeito da Audiência Pública que acontece nesta terça-feira (11), na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados com a participação da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana).

Em contato com o Portal Paraíba.com.br, José Inácio, afirmou que a consequência imediata da venda direta do Etanol, que é a que se propõe a agenda em Brasília, é o barateamento do combustível.

Inácio exemplificou afirmando que o álcool sai de uma destilaria no interior, vai as vezes até Suape em Pernambuco e volta para um posto ‘ao lado’ da destilaria. “Tudo isso encarece. Com a liberação da venda direta, o caminho diminui e vai beneficiar”, disse.

Além disso, o presidente comentou que há um cartel de venda de álcool e acredita que a concorrência também vai beneficiar na queda dos preços. “Mais gente vendendo a tendência é baixar”, afirmou e completou que além do “passeio” que o combustível dá também tem a tributação.

Marília Domingue

 

 

Etanol sobe em 16 Estados, maior alta nos preços foi na Paraíba

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 16 Estados e no Distrito Federal na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Houve recuos em outros nove Estados e não houve avaliação no Amapá. . A maior alta semanal, de 3,50%, foi na Paraíba.

Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP, o preço médio do etanol na semana passada ficou estável ante a anterior, em R$ 2,969.

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado avançou 0,04% sobre a semana anterior, de R$ 2,833 para R$ 2,834 o litro. A maior alta semanal, de 3,50%, foi na Paraíba.

Na comparação mensal os preços do etanol subiram em 22 Estados e no Distrito Federal, recuaram no Acre, em Goiás e em Roraima.

No Amapá também não houve avaliação mensal. Na média brasileira, o preço do etanol pesquisado pela ANP acumulou aumento de 7,57% na comparação mensal, com destaque para Paraná e São Paulo, os maiores nos preços do biocombustível no período, de 9,68% e 9,63%, respectivamente.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,379 o litro, em Mato Grosso, e o máximo individual ficou de R$ 4,949 o litro, no Rio Grande do Sul. Mato Grosso tem também o menor preço médio estadual, de R$ 2,637 o litro, assim como os postos gaúchos registram o maior preço médio, de R$ 4,105 o litro.

Competitividade

Os preços médios do etanol hidratado permanecem vantajosos ante os da gasolina em apenas quatro Estados brasileiros – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, e São Paulo. O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido em média por 58,89% do preço da gasolina, em Goiás a 65,19%, em Minas Gerais a 67,34% e em São Paulo por 68,97%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 68,07% entre os preços médios do etanol e da gasolina, também favorável ao biocombustível.

 

 

pbagora com Times de Brasília

 

 

Gasolina ou etanol: faça as contas e veja o que compensa mais

Na hora de abastecer, quem tem carro flex precisa fazer as contas para saber qual combustível compensa mais – gasolina ou etanol -, afinal toda economia é bem-vinda, principalmente em momentos de crise econômica. Mas, com tanta mudança no valor do combustível acaba ficando difícil saber o que está compensando mais. Então como resolver essa questão?

Se está na dúvida, não é preciso ficar tentando adivinhar qual combustível escolher e ainda depois fazer a escolha errada. A verdade é que se deve considerar o preço e também o desempenho que cada um deles proporciona para se chegar a uma conclusão. Isso porque o etanol, apesar de ser mais barato, acaba sendo consumido bem mais rápido do que a gasolina, ou seja rende menos.

Então veja nesse artigo como fazer as contas e não errar quando a dúvida for abastecer com gasolina ou etanol!

COMO FAZER AS CONTAS E VER SE COMPENSA GASOLINA OU ETANOL

Se pretende fazer economia é preciso calcular, sabendo que a regra básica é que só vale a pena abastecer com etanol se o preço desse combustível for até 70% o da gasolina.

© Carlos Jassa / Reuters

Para fazer o cálculo é bastante simples: basta pegar o preço do litro da gasolina e multiplicar por 0,7. Se o resultado for menor que o preço do litro do etanol, então vale a pena o etanol; já se for maior, opte pela gasolina.

Pode-se fazer a conta de outra maneira. Nesse caso é preciso pegar o valor do litro do etanol e dividir pelo valor do litro da gasolina. Se o resultado for maior que 0,7, use a gasolina; já se for menor, use o etanol.

Facinho, não é?

APLICATIVOS DE CELULAR PARA VER SE COMPENSA GASOLINA OU ETANOL

Agora quem não quer ter que ficar fazendo conta porque se esquece da fórmula (ou até mesmo porque é igual a mim – e odeia matemática), pode encontrar nos aplicativos para celulares ótimas soluções. Basta instalar e usar quando for abastecer, já que você tem sempre o celular na mão.

O Álcool ou gasolina, chefia? utiliza essa base de cálculo e tudo o que você precisa fazer é informar o valor que está na bomba.

O BrasilFLEX 2.0 é mais completo e, além de fazer esse cálculo, ajuda a organizar melhor os gastos com o veículo, calculando o consumo médio por quilometragem, gastos com combustíveis, entre outros.

O Gazo ajuda na hora de abastecer porque ele faz uma pesquisa de preço entre os postos de combustíveis e lhe informa o mais barato, inclusive, indicando a distância de onde está e traçando a rota até o local.

Porém, não adianta ficar fazendo conta para tentar economizar se o seu veículo gastar muito. Por isso sempre vale a pena o selo de classificação fornecido pelo Inmetro, que informa a eficiência energética do veículo. Assim, tendo um carro econômico e fazendo as contas se compensa mais a gasolina ou o etanol, os seus gastos vão diminuir.

E você, usa outro aplicativo para decidir se usa gasolina ou etanol? Compartilhe nos comentários qual é o seu preferido!

MSN

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Gasolina, etanol, diesel: entenda tudo sobre os combustíveis do mercado

Na hora de comprar um veículo, o tipo de combustível que ele utiliza deve ser levado em consideração. Mas qual a melhor opção? Vale mais a pena abastecer com álcool ou gasolina? O que os combustíveis aditivados oferecem? Saiba mais sobre as possibilidades do mercado.

Gasolina
• Comum: Chamada oficialmente de Tipo C, é derivada do petróleo e possui enxofre em sua composição. Assim, é a mais poluente. Normalmente não contém agentes detergentes e acaba acumulando detritos que danificam o motor e o sistema de combustão. Ela tem coloração amarelada, é a mais encontrada em postos de combustíveis, e tem 25% a 27% de etanol anidro em sua composição.

• Aditivada: A gasolina aditivada é o Tipo C com agentes detergentes. De coloração esverdeada, ela impede o acúmulo de detritos e até pode limpar o material que já foi depositado, mas não influencia na potência do carro. Caso queira mudar da comum para a aditivada, faça isso aos poucos, pois a mudança brusca pode entupir o filtro e prejudicar o motor.

• Premium: Mais cara de todas, a gasolina premium tem a maior octanagem do mercado e produz uma queima mais eficiente. Isso prolonga a vida de alguns componentes do motor e polui menos. Sua coloração é amarelada e ela possui 25% de etanol em sua composição. Caso queira utilizá-la, consulte o manual do veículo, pois ela é indicada para motores mais potentes.

dunlop_combustiveis (Foto: Divulgação Dunlop)

Etanol
• Comum: Feito principalmente com a fermentação da cana-de-açúcar, é vendido nos postos na forma hidratada, a fim de melhor lubrificar o motor. Para isso, ele deve ser límpido, transparente, isento de impurezas, com graduação alcoólica entre 95,1% e 96% e com PH neutro. Por ser produzido nacionalmente e a baixo custo, seu preço é menor que o da gasolina, exceto nos períodos de entressafra da cana-de-açúcar. Sua compra compensa quando o preço está 30% mais barato em relação à gasolina.

• Aditivado: Assim como a gasolina, o álcool aditivado tem adição de agentes que melhoram sua qualidade e lubrificação, estendendo a vida útil do motor. Além disso, seu rendimento aumenta cerca de 3% em relação ao álcool comum. Por consumir menos combustível na mesma distância rodada, ele pode ser mais viável economicamente do que o comum, que é mais barato.

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Diesel
Derivado do petróleo, o Diesel é altamente tóxico e inflamável. Por isso, é utilizado em motores que possuem combustão interna como caminhões, ônibus, picapes com capacidade de carga superior a 1.000 kg e utilitários com tração 4×4 e reduzida. Sua versão limpa (S-10) tem menor concentração de enxofre e é menos poluente. Ainda assim, sua utilização em automóveis de passeio é proibida pelo governo desde 1976.

Gás Natural (GNV)
Sem aditivos ou variações, é o combustível mais puro, seguro (é considerado não-tóxico) e em conta. É econômico, pouco poluente e mantém a vida útil do motor por mais tempo. Ainda assim, os carros que utilizam GNV devem vir preparados de fábrica e precisam de certificação caso forem modificados, pois ele trabalha com uma pressão muito alta, o que pode ser um risco.

Com a frequente preocupação com o meio ambiente e o valor de produção de combustíveis derivados de fontes não renováveis, a busca por novas formas de alimentar o motor dos automóveis está cada vez mais acirrada. Carros movidos a energia elétrica e a hidrogênio já estão sendo produzidos e testados, a fim de diminuir a poluição e os custos.

 

 

G1

Etanol sobe e gasolina tem leve queda em 7º reajuste de combustíveis

GASOLINAPela sétima vez em 2015, os valores médios dos combustíveis sofrem reajuste. A tabela de preços novos que podem ser praticados a partir de 1º de outubro pelos postos foi divulgada no Diário Oficial da União na quinta-feira (24). A gasolina teve leve diminuição, o etanol subiu três centavos e o diesel S10 e o óleo diesel permaneceram praticamente estáveis.

Os valores partem do Conselho Fazendário (Confaz), que estabeleceu R$ 3,2068 para o preço da gasolina comum, frente aos R$ 3,2297 que valiam em agosto; R$ 2,8875 para o diesel S10 que era R$ 2,8888 (estável); R$ 2,4305 para o etanol que custava R$ 2,4017 (alta de 3 centavos); e R$ 2,7530 para o óleo diesel, que estava em R$ 2,7586 (estável).

O reajuste dos valores médios ocorre não só na Paraíba, mas também em Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins.

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O Confaz é composto pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que está à frente do Conselho, formado pelos secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação de cada Estado e do Distrito Federal.

O órgão tem como objetivo tomar medidas necessárias para que a política fiscal dos Estados sejam aperfeiçoadas e compatíveis com as leis da Federação.

Via Portal Correio

Aumento do etanol na gasolina não atingirá o combustível tipo premium

GASOLINAO aumento do percentual do etanol na gasolina de 25% para 27% não vai valer para a gasolina premium, informou nessa quarta (4) o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. A mudança no percentual, assinada ontem (4), e que começa a valer no próximo dia 16, ocorrerá apenas em dois tipos de gasolina (comum e aditivada), após negociação entre governo, representantes de fabricantes de veículos automotivos e do setor de petróleo nos últimos meses.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, durante as discussões, a entidade manifestou preocupação com os veículos movidos exclusivamente a gasolina, e, por isso, pediu que a mudança não se estendesse ao tipo premium. “Os testes de durabilidade ainda estão sendo realizados pela Anfavea. Por isso, nós insistimos bastante que a gasolina premium não sofresse nenhuma alteração na sua formulação, de forma que o consumidor tenha uma alternativa de abastecimento para os veículos movidos exclusivamente a gasolina”, ressaltou.

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Após participar de reunião no Palácio do Planalto, onde foi assinada a resolução sobre o aumento, o ministro Eduardo Braga disse que a medida não se refletirá no preço da gasolina. “Não haverá impacto para o consumidor. Manteremos o preço de bomba”, declarou. Segundo ele, o setor tem estoques estratégicos de álcool suficientes para suprir a demanda.

De acordo com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, a mudança vai requerer 1 bilhão de litros de etanol anualmente. De acordo com a presidenta da União da Indústria de Cana-de-Açúcar, Elizabeth Farina, a produção atual de etanol hidratado é de 12 bilhões de litros por ano. Com a mudança, aumentaria para 13 bilhões anuais.

“Como as usinas já estavam esperando isso, elas fizeram um estoque suficiente para atender a todas contratações que já tinham feito, e mais esse aumento. Então, é uma coisa absolutamente factível”, disse Elizabeth. Segundo ela, os testes de consumo, emissão e durabilidade não apresentaram grandes diferenças estatísticas com a mudança.

Discutida deste o segundo semestre do ano passado, a mudança deveria ter sido definida no início de fevereiro. Para o ministro de Minas e Energia, o atraso ocorreu devido aos estudos que estavam sendo feitos, que resultaram em uma “absoluta tranquilidade para o consumidor” quanto à qualidade dos motores. “O adiamento é fruto da segurança que o governo queria ter, com nenhum risco ao rendimento e durabilidade dos motores e ciclomotores com aumento da participação etanol”.

Agência Brasil