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Estudantes da UFPB protestam contra Valdiney Gouveia em placa da turma: “reitor menos votado e empossado”

Estudantes do curso de História, na Universidade Federal da Paraíba, resolveram registrar um manifesto contra a nomeação de Valdiney Gouveia. Na placa da turma, no espaço destinado ao nome do reitor, eles preencheram da seguinte forma: “Reitora eleita pela comunidade acadêmica: Terezinha Domiciano Dantas Martins. Reitor menos votado e empossado: Valdiney Veloso Gouveia”, seguidos dos nomes do Chefe do Departamento de História, Fernando Cauduro Pureza, e do Coordenador do Curso de História, Mozart Vergetti Menezes.

O ClickPB conversou com uma estudante da turma idealizadora da placa. Ela confirmou que essa foi uma decisão unânime do grupo.

A placa apresenta também uma homenagem póstuma da turma a uma colega, a estudante Thayná Karoline de Lima, que deu nome à turma 2016.1 do curso de História da UFPB.

Na placa com protesto contra o reitor empossado Valdiney Gouveia, foi colocada a frase escrita pelo aluno Helton Cabral. “Em tempos de peste, desencanto e barbárie, mesmo repleta de incongruências e limitações, ainda assim, a História nos lembra que a ampliação de nossas humanidades futuras depende cada vez mais da compreensão de nossas desumanidades do passado, passado mais que presente de todos os dias.”

Terezinha Domiciano foi a mais votada na consulta feita na UFPB. Mas o presidente Jair Bolsonaro nomeou o candidato menos votado como novo reitor da instituição de ensino. Mesmo estando dentro da lei a nomeação de Valdiney Veloso Gouveia, a escolha pelo nome dele, que ficou em terceiro lugar na consulta e teve apenas 5,35% dos votos, gerou revolta em parte da comunidade acadêmica.

A nomeação de Valdiney foi publicada no Diário Oficial da União do dia 5 de novembro. Ele ficará no cargo por quatro anos.

A Chapa 2, de Terezinha, obteve 964,518 votos contra 920,013 da Chapa 1, dos professores Isac e Regina, e 106,496 da Chapa 3, de Valdiney e Liana.

clickpb

 

Justiça Federal determina reintegração de posse na UFPB e manda estudantes desocuparem prédio da reitoria sob pena de multa no valor de R$ 1.000

Os estudantes que protestam acorrentados em frente à reitoria da Universidade Federal da Paraíba tiveram uma ordem de reintegração de posse do prédio, no Campus I, determinada pelo Juiz Bruno Teixeira de Paiva, Juiz Federal Titular da 2ª Vara. A pena é multa de R$ 1 mil para cada dia de descumprimento.

O grupo protesta contra a nomeação do reitor Valdiney Veloso Gouveia, que foi escolhido pelo presidente Bolsonaro, na lista tríplice encaminhada pela Universidade. Valdiney foi o último da lista.

Veja a decisão na íntegra:

Trata-se de ação de reintegração/manutenção de posse proposta pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB em face de réus de qualificação desconhecida, com pedido de liminar, objetivando a expedição de mandado de reintegração de posse, com a consequente retirada de todos os requeridos que se encontram ocupando irregularmente a entrada da Reitoria da UFPB, campus universitário de João Pessoa, a fim de desobstruir o acesso ao referido prédio e suas instalações, sob pena de multa diária no valor de R$ 1.000,00 por dia de atraso no cumprimento da ordem judicial, bem como de serem tomadas as medidas de força cabíveis, em caso de descumprimento da ordem judicial.

Para tanto, a UFPB alega que:

– é legítima proprietária e possuidora dos prédios instalados em seu Campus, os quais são caracterizados como bens públicos de uso especial, por serem essenciais à prestação do serviço público de educação de nível superior prestado pela autora, dentre os quais se inclui o da Reitoria, que foi invadido/ocupado por estudantes, desde a noite de 06/11/2020;

– os invasores estão impedindo o ingresso e o livre trânsito de servidores, terceirizados, demais alunos e pessoas em geral, mediante ameaças e colocação de cadeados nos portões;

– a invasão teve início a partir da nomeação, no dia anterior, pelo Presidente da República, do Professor Valdiney Veloso Gouveia, terceiro colocado da lista tríplice do Conselho Superior da UFPB, para o cargo de Reitor da Universidade Federal da Paraíba;

– desde então, os invasores permanecem na Reitoria da UFPB, com correntes e cadeados, impedindo o acesso de servidores, com ameaças e intimidações, em manifesto prejuízo ao funcionamento da instituição;

– as fotografias encartados à inicial comprovam o esbulho possessório praticado pelos estudantes no prédio da Reitoria da UFPB, e há receio de que aumente expressivamente o número de manifestantes dentro e fora da Reitoria, já que circulam pelas redes sociais calendários e convocações para novos protestos na Reitoria contra a nomeação do Reitor da UFPB, conforme provas acostadas aos autos;

– tais fatos inequivocamente estão provocando desordens e tumulto que podem resultar em danos à integridade física dos servidores, transeuntes da região, dos próprios manifestantes, bem como danos ao patrimônio da UFPB;

– diante de tal ameaça, antevendo a possibilidade de a Universidade ser posta em iminente perigo, inviabilizando suas atividades, é que se ajuíza a presente ação;

– os atos que estão sendo praticados pelo grupo, além de atentarem contra o patrimônio público e a liberdade de trabalho, passíveis de caracterização de ilícito penal, ameaçam/violam literal e visceralmente o direito de posse da autarquia federal em questão, que teve as suas dependências interditadas e, consequentemente, de se ver totalmente impedida do exercício das atividades que lhe competem, em decorrência do referido movimento;

– a ocupação no prédio da Reitoria da UFPB, além de colocar em risco a integridade de servidores e alunos no espaço físico da Universidade bem como os bens públicos envolvidos, está interferindo e limitando a liberdade de ir e vir dos que trabalham ou frequentam em suas instalações;

– restando infrutíferas as tentativas de negociação amigável, não restou à UFPB outra alternativa, senão socorrer-se do Poder Judiciário, para que seja permitido o livre acesso às dependências da Reitoria pelos servidores que desejam trabalhar, a fim de que todos os serviços e atividades sejam restabelecidos, com a realização de aulas e demais atividades, em homenagem à necessária continuidade do serviço público.

Relatei para o ato. Decido.

As declarações da demandante na inicial e os elementos de prova documental encartados aos autos denotam que o caso é de posse nova, ou seja, de menos de ano e dia. Logo, a teor do disposto no art. 558, do CPC/2015, o procedimento a ser adotado na espécie deverá ser o de manutenção e reintegração de posse, de maneira que o exame do pedido liminar deve ter como norte os arts. 560 a 563 do CPC/2015.

O art. 1.210 do CC/2002 dispõe que o possuidor tem direito a ser mantido na posse do imóvel em caso de turbação, restituído por motivo de esbulho, bem como segurado de violência iminente, se tiver justo receio de ser molestado.

Ademais, os arts. 560 e 561, ambos do CPC/2015, estabelecem que o possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de turbação e reintegrado em caso de esbulho, devendo ele, no caso da ação possessória, provar a sua posse; a turbação ou o esbulho praticado pelo réu; a data da turbação ou do esbulho; a continuação da posse, embora turbada, na ação de manutenção, ou a perda da posse, na ação de reintegração.

Os arts. 562 e 563, do CPC/2015, preceituam que, estando a petição inicial devidamente instruída, o juiz deferirá, sem ouvir o réu, a expedição do mandado liminar de manutenção ou de reintegração, caso contrário, determinará que o autor justifique previamente o alegado, citando-se o réu para comparecer à audiência que for designada. Considerada suficiente a justificação, o juiz fará logo expedir mandado de manutenção ou de reintegração.

No caso dos autos, é fato público e notório, amplamente divulgado na imprensa local, a invasão ao prédio da Reitoria ocorrida após a nomeação do novo Reitor da UFPB, pelo Presidente da República, ato publicado no Diário Oficial da União de 05/11/2020.

As fotos coligidas à inicial, bem como as matérias publicadas em vários veículos de imprensa1, demonstram que os invasores ocupam irregularmente o local há mais de 70 horas, impedindo o acesso ao prédio da Reitoria.

A irresignação quanto à nomeação do Reitor da instituição não pode inviabilizar direitos e garantias constitucionalmente assegurados, como o direito de propriedade (CF, art. 5º, inciso XXII) e a liberdade de locomoção (CF, art. 5º, XV).

Nem mesmo eventual alegação de exercício do direito de reunião ou de livre manifestação do pensamento respaldaria a invasão de prédio público, como forma de protesto, muito menos nos moldes ocorridos atualmente, com pessoas acorrentadas à porta de entrada da Reitoria, a fim de impedir o acesso de servidores, terceirizados, estudantes e do público em geral.

Sobre o direito de reunião, a Constituição Federal estabelece, no art. 5º, XVI: “XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;”.

É certo que a liberdade de reunião é direito de estatura constitucional, que dá vazão à liberdade de expressão do pensamento e de comunicação (art. 5º, IV e IX, da CF), corolários do Estado Democrático de Direito.

Como toda garantia constitucional, porém, o direito de reunião não é absoluto, devendo ser sopesadas as circunstâncias em que exercido, para que não viole outros direitos fundamentais, a exemplo, no caso específico, de propriedade e da liberdade de ir e vir.

O direito de reunião, como delineado no art. 5º, XVI, da CF, depende apenas de prévio aviso à autoridade competente, quando exercido em local aberto ao público, pacificamente e sem armas.

Na presente situação, embora os manifestantes afirmem tratar-se de “protesto silencioso”, o ato está sendo praticado mediante esbulho, impedindo o livre exercício da posse, por parte da autora. E, ainda que, até o momento, não se tenha relatado violência por parte dos manifestantes, não há como considerar pacífica uma aglomeração de pessoas que está impedindo – além do já citado direito de ir e vir-, a regular prestação de serviço publico essencial ao bom andamento da instituição.

Desse modo, havendo evidência do esbulho realizado, tenho que, neste exame preliminar dos autos, restou demonstrado a probabilidade do direito na forma como alegado na inicial.

O perigo de dano se mostra evidente, eis que a autora encontra-se impedida de utilizar a área invadida para o desempenho de suas atividades institucionais.

Ante o exposto, defiro a tutela de urgência requerida na inicial, para determinar a reintegração da autora na posse do prédio da Reitoria do Campus I.

Determino a imediata expedição de mandado de reintegração de posse, devendo os Oficiais de Justiça, antes do seu cumprimento, intimar os manifestantes/ocupantes da Reitoria da UFPB para que desocupem o local, e de lá retirem todos os seus objetos.

Cientifiquem-se os réus/ocupantes de que, na hipótese de descumprimento do mandado de reintegração, haverá a desocupação forçada do imóvel, inclusive mediante o uso de força policial, caso essa medida seja necessária.

A Secretaria da Vara deverá notificar a UFPB imediatamente, inclusive por fax, telefone e/ou “e-mail”, para que indique, com urgência, o nome do preposto com poderes de recebimento do local, a quem caberá acompanhar a diligência de reintegração de posse a ser realizada por 02 (dois) Oficiais de Justiça.

Em seguida, o Diretor de Secretaria, depois de estabelecidas a hora e a data de cumprimento da diligência, comunicará ao preposto da UFPB o dia e o horário em que este deverá comparecer ao local, juntamente com os Oficiais de Justiça, para acompanhar o cumprimento do mandado de reintegração de posse.

No dia útil seguinte ao prazo anteriormente estabelecido, os Oficiais de Justiça deverão retornar ao endereço indicado juntamente com o representante da UFPB, portando o mandado de reintegração, ocasião em que certificarão quanto à desocupação, ou não, do bem, imitindo imediatamente a autora na posse do imóvel.

Quanto ao prosseguimento do feito, adote a secretaria as providências a seu cargo, tão logo decorrido o prazo da contestação.

João Pessoa/PB, (na data de validação no Sistema PJE).

[DOCUMENTO ASSINADO ELETRONICAMENTE]

BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA

Juiz Federal Titular da 2ª Vara

 

paraiba.com.br

 

 

Enem: estudantes têm até 1º de outubro para inserir foto no cadastro

Até 23h59 (horário de Brasília) do dia 1º de outubro, inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 devem inserir ou alterar a foto na Página do Participante. O cadastramento é obrigatório e a foto deve atender a algumas regras, como ser atual, nítida, individual, colorida e com fundo branco.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), não serão aceitas imagens de pessoas com óculos escuros ou artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares). A fotografia também deve mostrar o rosto inteiro do participante, com uma boa iluminação e foco, além de estar nos formatos de arquivo JPEG e PNG (tamanho máximo de 2 MB). Imagens em PDF não serão permitidas. O Inep e o Ministério da Educação (MEC) não realizam validação da foto.

Provas

Por causa da pandemia do novo coronavírus, as provas da edição 2020 do exame foram adiadas para os dias 17 e 24 de janeiro de 2021 (versão impressa); e 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021 (versão digital). Além de uma redação e 45 questões, os candidatos terão que responder questões sobre quatro áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias.

Dúvidas

As informações a respeito do Enem 2020 podem ser acompanhadas nos portais do Inep e do MEC, assim como nas redes sociais oficiais dos dois órgãos do governo federal. Dúvidas podem ser sanadas pelo Fale Conosco do instituto, por meio do autoatendimento online ou do 0800 616161, a central aceita apenas chamadas feitas de telefone fixo.

 

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
Agência Brasil

 

 

Estudantes da UFPB criam aplicativo para identificar vício em redes sociais

No Brasil, 88% dos jovens acessam a internet todos os dias. Um app desenvolvido por estudantes paraibanos promete identificar excessos e propor alternativas para o bom uso da web e redes sociais. O projeto é um dos selecionados para a edição 2020 do Academic Working Capital (AWC), programa de empreendedorismo universitário do Instituto TIM. “O objetivo é melhorar a saúde mental dos avaliados pelo app, incluindo a identificação de quadros de ansiedade, estresse e até depressão”, detalha Vinicius Henrique, graduando em Ciência da Computação na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e um dos idealizadores do aplicativo. A turma atual do AWC conta com mais de 60 jovens, alunos de 13 universidades de seis Estados do Brasil. Ao longo de nove meses, eles receberão apoio financeiro, técnico e de negócios para apresentarem seus produtos a investidores e especialistas.

 

Assessoria de Imprensa

 

 

Deputado propõe Auxílio Internet para estudantes de Ensino Médio na Paraíba

O deputado estadual Chió (REDE) defendeu na Assembleia Legislativa a criação de um Auxílio Internet para os estudantes do Ensino Médio da Rede Pública Estadual, com o objetivo de auxiliar os estudos para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), durante o período do distanciamento social.

O deputado avalia que embora medidas estejam sendo tomadas pela Secretaria Estadual de Educação, as iniciativas ainda não estão atendendo os estudantes. “Tenho feito reuniões remotas com professores, diretores de escolas e estudantes que me relatam a dificuldade primária de acesso à internet. Por isso, defendi na Assembleia a necessidade de um Auxílio para que esses alunos não percam mais um único dia, em preparação para o ENEM”, justificou Chió.

O parlamentar explica que é preciso promover o incentivo a educação, sobretudo, em famílias que estão em maior situação de vulnerabilidade e desvantagem, a exemplo dos estudantes que vivem em comunidades indígenas, quilombolas e até nas colônias de pescadores. “No atual cenário em que se encontram os estudantes, sem aula presencial é necessário à oferta deste auxílio para os jovens que estão no ensino médio e precisam estudar para o vestibular”, completou.

Chió informou ainda, que está cobrando ao Governo do Estado, que seja incluído nas cestas básicas que estão sendo entregues aos estudantes, produtos da agricultura familiar. “São agricultores que forneciam para a merenda escolar e que estão sem saber o que fazer com suas produções, tendo em vista que é com essas colheitas que a maioria mantém o sustento de suas famílias”, informou Chió.

FONTE: Assessoria de Comunicação

 

 

 

Justiça da Paraíba determina antecipação de formatura de estudantes de Medicina devido à pandemia do coronavírus

O desembargador José Ricardo Porto determinou, que o Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) providencie todo o procedimento necessário para antecipar a colação de grau de duas alunas que se encontram no 12º período do curso de Medicina e que passaram em concurso público. Elas alegam que não podem ser prejudicadas diante a suspensão das aulas por causa da pandemia do coronavírus.

As duas ingressaram com ação na Justiça para antecipar a colação de grau, sob alegação do estado de calamidade pública devido a Pandemia decorrente da Covid-19 e a aprovação em concurso público. O pleito foi indeferido pelo juízo da 3ª Vara Cível da Capital, tendo as partes apelado da decisão.

Em suas razões recursais, as estudantes aduziram que, diante do estado de calamidade pública em decorrência da decretação da Pandemia da Covid-19, encontram-se prejudicadas pela suspensão das aulas, sem previsão de retorno, não podendo ser alijadas junto aos concursos públicos nos quais lograram êxito.

Relator do caso, o desembargador José Ricardo Porto destacou a possibilidade de o estudante de Medicina poder encurtar a duração do curso, desde que cumpra 75% da carga horária do internato, conforme o disposto na Medida Provisória nº 934, de 1º de abril de 2020. “No presente caso, está evidente que as alunas/agravantes já cumpriram esse lapso exigido pela mencionada MP, tendo em vista que apenas restam pouco mais dois meses para a finalização do curso superior, uma vez que ambas já adimpliram mais de 92% da carga horária total exigida”, ressaltou.

Após a decisão proferida pelo desembargador José Ricardo Porto, a instituição de ensino apresentou pedido de reconsideração, sustentando que apesar de a Medida Provisória nº 934/2020 ter permitido a antecipação de colação de grau a alunos que tenham cumprido 75% da carga horária do internato, esta MP possui caráter de aplicação facultativa para as instituições de ensino, não impondo esse dever, em respeito a autonomia universitária.

O pedido, no entanto, foi indeferido pelo relator, que assim se manifestou:  “A decisão deve ser mantida, tendo em vista que a parte agravante demonstrou a verossimilhança de suas alegações, quanto ao fato de haver concluído mais de 90% do curso de Medicina, inclusive com ótimas notas e aprovação em seleção pública, enquadrando-se na situação excepcional justificadora da adoção de providências no sentido de antecipar a colação de grau”.

Ainda cabe recurso da decisão.

 

clickpb

 

 

Com escolas em quarentena, Startup leva simulado do ENEM online a estudantes

Com mais de 2.500 escolas parceiras, Evolucional já prepara alunos para o Enem e aplicará pela primeira vez o simulado do exame via internet
Enquanto surgem especulações sobre a possibilidade do adiamento do ENEM 2020, devido à suspensão de aulas provocada pelo coronavírus, a Evoluciona– empresa que auxilia gestores e educadores a tomarem decisões pedagógicas baseadas em dados e evidências – programa seu primeiro simulado online do Enem para seguir preparando alunos no Brasil todo. O simulado, que é muito similar à versão oficial, é aplicado presencialmente nas mais de 2500 escolas clientes da empresa e agora será oferecido no formato digital, durante a quarentena.

“Neste momento de isolamento social, as escolas precisam criar alternativas para manter os alunos engajados em sua proposta pedagógica, além de não deixá-los despreparados para os vestibulares e exames, que vão acontecer, mesmo se adiados. Um dos principais desafios neste período é a estruturação e aplicação de uma avaliação significativa da aprendizagem”, comenta o Diretor de Inovação Pedagógica da Evolucional, Vinícius Freaza. A empresa destaca que o simulado presencial do Enem ainda é a melhor forma de avaliação, “mas a versão online, elaborada para a quarentena, já é um passo para que as escolas comecem a experimentar novos formatos de avaliação e estejam preparadas para essa revolução digital no ensino. O próprio INEP já divulgou uma aplicação oficial do ENEM, no formato digital, para 500 mil alunos em outubro deste ano”, complementa.

Questão do Simulado Enem online da Evolucional
Assim como na versão presencial, o simulado online terá seus resultados calculados com a metodologia conhecida como TRI (Teoria de Resposta ao Item), a mesma usada no Enem. O algoritmo desenvolvido pela Evolucional para apurar os resultados dos simulados presenciais permite prever, com até 99,7% de precisão, o resultado da escola no exame oficial. O simulado online contará com questões já calibradas pela startup, distribuídas nas 4 áreas do conhecimento trabalhadas pelo ENEM: Matemática, Linguagens e Códigos, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. A partir desta terça-feira (31), escolas parceiras da Evolucional poderão conectar seus alunos do 9º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio no simulado online do Enem, em todo Brasil.

“Nesse curto período de tempo, as escolas estão dando grandes saltos rumo à implementação de uma cultura digital. No processo de adaptação de aulas para o ambiente online e estruturação de novos modelos de avaliação, é importante oferecer aos alunos estímulos e recursos capazes de mantê-los preparados para o ENEM, mesmo à distância”, finaliza Freaza.

 

Estudantes fazem ato em protesto contra a morte de aluno da UFPB

Estudantes, professores e amigos realizaram, na noite desta terça-feira (18), um ato em protesto contra a morte do universitário Clayton Tomaz de Souza, de 31 anos, que foi encontrado morto no dia 8 de fevereiro deste ano, em uma mata às margens de uma estrada em Gramame. O encontro aconteceu em uma praça localizada no campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.

O evento foi realizado para homenagear Alph, como a vítima era conhecida. A homenagem foi marcada por pedidos de justiça e investigação da morte dele, além de testemunhos sobre a trajetória do jovem na comunidade acadêmica e em movimentos estudantis.

Natural de Pernambuco, o estudante do curso de filosofia da UFPB estava desaparecido desde o dia 6 de fevereiro. O corpo foi identificado pelo pai da vítima nesta segunda-feira (17).

De acordo com o IPC, Alph sofreu um disparo de arma de fogo na cabeça. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que está analisando um vídeo feito pelo estudante, em que ele aponta possíveis ameaças feitas em um campus da UFPB antes de ser morto.

O delegado de homicídios Carlos Othon explicou que as declarações publicadas pela vítima em seus perfis nas redes sociais estão sendo coletadas e vão ser analisadas dentro do inquérito que apura a morte do estudante. “Vamos ouvir os seguranças da UFPB, todos vão ser convocados a prestar esclarecimentos”, comentou.

G1

 

Estudantes relatam falha para se inscrever na lista de espera do Sisu

Estudantes que tentam se inscrever pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) enfrentam mais um desafio nesta quarta-feira (29): quem se inscreveu em apenas uma opção de curso não consegue entrar para a lista de espera de sua primeira opção porque o sistema diz que já está na lista da segunda – que nunca foi marcada.

O erro já chegou aos trending topics do Twitter com a hashtag #erronalistadeespera.

Foi o caso de Alef Mateus Tavares, de Sergipe, que se inscreveu para Psicologia como primeira opção na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Ele não consegue entrar na lista de espera.

— Coloquei somente a primeira opção na Universidade Federal de Sergipe e não fui selecionado, mas agora quando fui me inscrever na lista de espera, diz que eu não posso participar porque eu declarei interesse na segunda opção. Mas eu não me inscrevi nas duas opções. Estou desesperado.

Alguns estudantes dizem na rede social que conseguiram se inscrevem na lista de espera via “guia anônima”.

Procurado, o Ministério da Educação (MEC) informou que ainda está “apurando as informações com a área técnica”.

 

O Globo

 

 

Estudantes de escola pública de Campina Grande são internados vítimas de envenenamento

Três estudantes de 17, 18 e 20 anos da Escola Estadual Nenzinha Cunha Lima, instalada no bairro do José Pinheiro, Zona Leste de Campina Grande, deram entrada na tarde desta quinta-feira (14) no Hospital de Emergência e Trauma após terem supostamente ingerido perfume na tentativa de tirarem a própria vida.

A informação foi confirmada ao Blog do Márcio Rangel pelo comandante regional do Corpo de Bombeiros de Campina Grande, tenente-coronel Jean Benício.

Em contato com o Hospital de Trauma, constatamos os jovens deram entrada na unidade por intoxicação acidental e intoxicação exógena, que é quando acontece por contato com substâncias nocivas à saúde. Segundo a unidade hospitalar, os jovens ingeriram perfume.

O estado de saúde delas não foi divulgado.

Blog do Márcio Rangel