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Plano prévio define estratégias de vacinação contra a Covid-19

O Ministério da Saúde já trabalha para garantir a imunização contra o novo coronavírus para a população brasileira. Na última semana, o órgão apresentou um plano prévio com estratégias de vacinação contra a Covid-19, fruto de uma parceria com o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e o Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde).

O plano, que ainda está em construção, tem como objetivo reduzir a transmissão e o número de mortes no país por causa da doença. Inicialmente, a estratégia é vacinar todos os profissionais de saúde e as populações de maior risco, como os idosos e as pessoas que têm comorbidades ou doenças crônicas, entre elas o diabetes e as cardiopatias.

Para Julival Ribeiro, médico infectologista e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), é muito importante que o governo se prepare o quanto antes na elaboração de um plano para vacinação da população. No entanto, ele destaca que até lá é preciso ter paciência.

“Nós temos que manter as medidas preventivas (como lavar as mãos com água e sabão, higienizar com álcool em gel, usar máscaras). Não sabemos ainda quando essa pandemia vai acabar. O mais importante em relação à vacina é que todos nós tenhamos paciência, porque precisamos de algo seguro”, avalia.

O plano

Por hora, não há um cronograma de vacinação como ocorre nas campanhas de imunização contra o vírus Influenza, causador da gripe, por exemplo. Isso porque a ampliação da vacinação a outros grupos depende do aumento da disponibilidade de doses.

O Ministério da Saúde tem um acordo com a farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford para aquisição de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19. A vacina está em fase de ensaio clínico e conta com a participação de 5 mil voluntários no país — a Anvisa autorizou os testes em mais 5 mil pessoas há duas semanas.

Como o Brasil acompanha os estudos por uma vacina eficaz e segura contra o novo coronavírus, o plano pode sofrer algumas atualizações, conforme as evidências e avanços do conhecimento. Até lá, ao menos, as instituições que vão participar desse processo estão definidas. Entre elas, estão a Anvisa, os laboratórios da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Butantan, além de diversas sociedades médicas.

O infectologista Julival Ribeiro destaca a experiência do país com estratégias de vacinação, mas alerta para as dificuldades que podem surgir com a distribuição de um novo imunizante. “O Brasil é um dos melhores países do mundo em relação à campanhas de vacinação. Portanto, ele já tem logística para realizar também a aplicabilidade da vacina para a Covid. Entretanto, vale lembrar que nós somos um país continental e que não é fácil você de uma hora pra outra fazer essa distribuição”, ressalta.

O plano prevê um esforço de comunicação dos atores envolvidos em uma campanha de vacinação para atingir a sociedade. Pontos como a importância da vacinação, quais os critérios para a escolha de uma população prioritária, como, quando e onde a vacina estará disponível e segurança do imunizante devem ser reforçados.

Francieli Fontana, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), também levantou aspectos que ainda precisam de esclarecimento: quando uma vacina segura estará disponível, duração da proteção, se precisará de mais de uma dose, se mais de uma vacina será adquirida, entre outros.

“Nós precisaremos orientar a população sobre a importância de se vacinar. Temos tido movimentos antivacina, de fake news, e essa comunicação vai ser imprescindível para termos sucesso na estratégia de vacinação”, afirma.

Estágio

Atualmente, 149 vacinas candidatas estão em avaliação pré-clínica no mundo. No Brasil, além da vacina de Oxford, o imunizante do laboratório chinês Sinovac, em testes em mais nove mil voluntários no país, também está na última fase antes da aprovação da Anvisa.

Nesta quarta-feira (30), o governador de São Paulo fechou acordo para compra de 46 milhões de doses da vacina, que é desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com os chineses. Segundo ele, a ideia é começar a campanha para os profissionais de saúde do estado em 15 de dezembro.

Francieli Fontana reforçou em reunião ordinária, na última semana, que o país acompanha os imunizantes que estão em andamento.

“Essas vacinas estão sendo estudadas pelo Programa Nacional de Imunizações junto a um grupo de especialistas, para que nós tenhamos subsídios no momento de aderir a uma vacina com eficácia e segurança adequada e poder definir um grupo prioritário de vacinação”, diz.

Estrutura

O Brasil já conta com o PNI e uma estrutura e tradição consolidadas para a aplicação de vacinas em escala nacional. Neste ano, por exemplo, mais de 75 milhões de doses contra a gripe foram distribuídas para estados e municípios. Ao todo, são mais de 38 mil salas de vacina, de acordo com o Ministério da Saúde.

Fonte: Brasil 61

 

 

Ministro da Educação expõe ao Congresso estratégias de retorno às aulas presenciais

A volta às aulas, de maneira presencial, por todo o país é um momento bastante aguardado pela população brasileira. Por isso, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, participou de audiência pública do Congresso Nacional para explicar as estratégias e investimentos do Governo Federal em relação ao assunto e tirar as dúvidas dos parlamentares a respeito das medidas que estão sendo adotadas para garantir segurança aos estudantes e profissionais da área.

De acordo com Milton Ribeiro, o MEC está realizando uma série de ações em apoio às redes de ensino federal, estadual e municipal, sendo a principal delas o repasse de R$ 525 milhões de reais para as escolas públicas, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), que vai alcançar aproximadamente 116.757 escolas.

Esses recursos serão usados de forma estratégica pelas escolas na aquisição de produtos e contratação de serviços para dar segurança aos profissionais da educação e aos alunos contra a Covid-19, como destacou o ministro. “São itens de consumo para a higiene do ambiente e das mãos, contratação de serviços especializados para desinfecção. Realização de pequenos reparos e adequação das salas e dos ambientes para o acesso à internet para alunos e professores”, afirmou o ministro.

A medida pode beneficiar mais de 36 milhões de alunos, uma vez que a previsão é de que os recursos contemplem as escolas municipais, estaduais e federais da Educação Básica, que inclui pré-escolas, ensinos fundamental e médio. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica, publicação que reúne as informações mais recentes como as pesquisas do IBGE e do Inep/MEC, fazem parte dessa estrutura mais de três milhões de crianças de zero aos três anos de idade, quase cinco milhões de estudantes de quatro e cinco anos, vinte e cinco milhões de jovens entre 6 e 14 anos, além de pouco mais de oito milhões de adolescentes entre os 15 e 17 anos. A publicação ainda estima que nas escolas públicas, estejam lotados mais de um milhão e setecentos mil professores.

Além disso, dados apresentados pelo ministro mostram que, das 69 universidades federais, 15 suspenderam totalmente as atividades durante a pandemia. Dos 41 institutos federais, 4 tomaram a mesma providência. O Ministério da Educação informou que serão destinadas verbas extras para as instituições de ensino superior.
Para o professor do Instituto de Medicina Social (IMS/Uerj), Guilherme Werneck, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e responde pela Frente Pela Vida, é necessário mais ações deste tipo para que a Covid-19 não seja uma ameaça para estudantes e professores nesse momento de reabertura das escolas.

“Esses são recursos importantes e vão ajudar as escolas a se organizarem nos municípios, mas obviamente é muito mais complexo e que vai envolver, principalmente, o controle da infecção naquela comunidade. E é importante salientar, é uma boa iniciativa mas não resolve o problema apenas cria condições para quando as escolas e os municípios retornarem”, avaliou.

Protocolos

De acordo com o ministro da Educação, até o final deste mês, vai ser finalizado um protocolo de biossegurança para a educação básica, a exemplo do que já existe para o ensino superior. Esse material está em elaboração juntamente com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O Protocolo de Biossegurança para a educação básica, de acordo com as recomendações sanitárias das principais autoridades nacionais e mundiais de saúde. O mesmo já foi feito para a educação superior, que teve o lançamento da cartilha em julho deste ano.

Fonte: Brasil 61

 

 

As estratégias para controlar a ansiedade perto do Enem, segundo psicóloga

Suami Dias/ GOVBA

Faltando pouco mais de uma semana para a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os candidatos precisam controlar a ansiedade, para não deixar o nervosismo atrapalhar seu desempenho. A professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) Regina Pedroza diz que a concentração é muito importante para o bom desempenho na prova, mas o candidato deve tentar manter seu cotidiano nos últimos dias antes do Enem.

“Ele tem que continuar estudando, tem que estar concentrado e focado. Mas essa concentração não pode ser algo que vai consumir todas as energias do candidato. Ele tem que continuar com o seu cotidiano, tem que estudar, mas tem que dormir bem, se alimentar bem e se divertir também. Ficar focado não significa que ele deve abrir mão de tudo que faz normalmente”, diz.

Os pais também têm papel importante no controle dessa ansiedade. Segundo a psicóloga, apesar de ser um momento importante, não deve haver pressão por um bom desempenho no Enem. “Os pais têm que entender que a pressão não ajuda, o que ajuda é eles estarem com seus filhos, e isso significa estar acompanhando, estar atento, conversar e, em determinados momentos, permitir que os jovens possam extravasar seu nervosismo, mas sem achar que uma bronca, uma exigência vai ajudar, pelo contrário”, orienta Regina.

A orientadora educacional do Colégio Dínamis, do Rio de Janeiro, Jane Rapoport, diz que agora não é mais o momento de aprofundamento dos estudos, e sim de revisão. “Um estudo aprofundado, neste momento, pode trazer mais ansiedade”. Ela também recomenda que o candidato faça atividades de lazer, para se distrair, mas sempre mantendo o que já está acostumado a fazer. “Não vai jogar futebol se você não tem esse hábito, até porque tem o risco de acidente”.

No dia da prova

Cada candidato deve desenvolver suas próprias estratégias para controlar a ansiedade no dia da prova. “O aluno tem que ter consciência do que é melhor para ele, não existe uma regra para todos. Tem pessoas que se concentram até mascando chicletes, por exemplo, mas para outros isso vai desconcentrar”, afirma Regina, que também é integrante do Conselho Federal de Psicologia.

Outra dica para evitar a ansiedade no dia da prova é conhecer com antecedência o local, ir até lá dias antes, com o mesmo transporte que vai usar na data do exame para calcular o tempo que vai precisar de deslocamento. “O atraso é uma questão muito séria, não há tolerância”, alerta a orientadora Jane.

Estratégias

Para fazer uma prova tranquila, é importante que o estudante tenha uma estratégia para resolver as questões. A dica do professor de matemática Bruno Vianna, do Colégio Mopi, do Rio de Janeiro, é deixar para o final as perguntas que não sabe responde e dar prioridade aos assuntos que domina.

“Quando esbarrar em uma questão que não domina e não sabe como resolver, ele deve automaticamente pular. Com isso, sobra mais tempo para voltar a essas questões e fazer com mais calma, evitando o nervosismo, porque o que é dele ele já garantiu, e o que vier depois é lucro”, diz.

O professor de física da plataforma de ensino Me Salva! Felipe Ben também aconselha os candidatos a não resolverem as questões na ordem em que elas aparecem na prova, fazendo primeiro as questões da matéria em que têm mais facilidade. “Chegou em uma questão que está muito difícil? Circule e volte para ela depois . Não vale a pena perder tempo e sanidade com uma questão impossível quando há uma questão fácil pela frente que precisa ser feita com a cabeça calma”, afirma.

Ele também sugere que os candidatos pratiquem o “desapego” com as questões que já foram resolvidas. “Questão marcada é questão que caiu no passado, parta para a próxima. Não recomendo marcar uma alternativa e ficar relendo a questão várias vezes, desmarcando e marcando de novo”, recomenda o professor.

No primeiro dia de Enem, 5 de novembro, os candidatos vão fazer as provas de redação, linguagens, códigos e ciências humanas. A orientação de Jane Rapoport é fazer primeiro a prova de redação, separando cerca de uma hora para fazer o levantamento de ideias, um rascunho, e passar a limpo. Depois, ao fazer as questões objetivas, é preciso controlar o tempo para não ficar ansioso no final da prova. “Não adianta a gente ter o conhecimento e não gerenciar o tempo”.

No primeiro domingo, os estudantes terão cinco horas e meia para fazer o exame. No segundo domingo, 12 de novembro, as provas serão de matemática e ciências da natureza, com prazo de quatro horas e meia.

 

Agência Brasil

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Paraíba ainda tem 300 mil eleitores não cadastrados na biometria e TRE analisa estratégias de reforço

A 33 dias do fim do cadastramento biométrico, a Paraíba ainda tem cerca de 300 mil eleitores não cadastrados até agora. O quantitativo é considerado alto pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e vem gerando preocupação por parte dos membros da Corte. A presidente do TRE-PB, Maria das Graças Morais Guedes, disse, nesta segunda-feira (9), que vai traçar estratégias para intensificar o esforço com vistas a estimular os eleitores a fazerem o cadastramento biométrico.

O desembargador Romero Marcelo, vice-presidente do TRE, acredita que a baixa procura dos eleitores pelo cadastramento biométrico também se deva à dificuldade de transporte, sobretudo no interior, e na opinião dele e de outros membros da Corte, há necessidade de maior engajamento dos juízes eleitorais para chamar os eleitores, com campanhas e ações voltadas para esse trabalho.

Para o juiz Antônio Carneiro de Paiva Júnior, se não houver o engajamento dos juízes, 30 dias não serão suficientes para avançar nesse índice de revisão.

O recadastramento segue durante o mês de novembro. Quem não participar da revisão, terá o título eleitoral cancelado e vai ficar de fora do processo eleitoral de 2018.

Atualmente, a Paraíba tem 70,69% do eleitorado recadastrado no sistema de biometria, conforme dados coletados neste dia 9 de outubro. Alguns municípios estão mais atrasados do que outros. Itabaiana, por exemplo, está com apenas 59% do eleitorado revisado. Já Tacima, 48%, Conde, 47%, Mato Grosso, 41,52%, Santana de Mangueira, 36,12%, Riachão do Bacamarte, 29,85%, e Juripiranga, 25,21%, estão com os menores índices.

Conforme os dados do TRE, foram revisados até agora 728.184 eleitores na Paraíba, faltando revisar 1.030.201 eleitores. Considerando a média de procura dos últimos cinco dias, 3.607 eleitores, a Paraíba só atingiria 80% do eleitorado restante em 29 dias. Ou seja, 20% do eleitorado pode ficar fora do cadastro. O processo de revisão começou no dia 12 de maio.

“Com o cadastramento biométrico, que vai exigir a comprovação de residência, ele não se apresenta. Se não se apresenta, é porque está em outra Zona Eleitoral, e possivelmente, seja a da Capital e de Campina Grande. É a presunção que se tem”, analisou Romero Marcelo. Se assim for, o desembargador acredita que no final do prazo esses eleitores procurem fazer o cadastramento às vésperas do fechamendo do cadastro, gerando grandes filas no final do processo de cadastramento.

A presidente do TRE lembrou que o não cadastramento biométrico pode implicar na perda do CPF e, com isso, uma série de benefícios. “Essa questão do eleitor que não procura os seus municípios, devem ser estudantes que moram fora, na Capital ou Campina Grande, trabalhadores”, avaliou a presidente.

Em alguns municípios, o prazo vai até 30 de novembro. Em outros, faltam apenas 33 dias para o fim do prazo.

Consulte o painel da biometria.

Dados levantados no dia 09/10/20117

clickpb

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Estados discutem estratégias de combate às quadrilhas de ataques a bancos

segurancaIntegrantes das Forças de Segurança dos Estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte estiveram reunidos, nesse fim de semana, em Patos, para discutir estratégias de combate integrado e qualificado contra quadrilhas responsáveis por ataques a bancos. O encontro aconteceu durante o I Simpósio Nordeste de Guerreiros de Caatinga, com integrantes de tropas especializadas no combate a esses grupos na área de vegetação de Caatinga – local geralmente escolhido como rota de fuga dos bandos que praticam esse tipo de crime.

O simpósio foi promovido pelo comandante do 3º Batalhão, tenente coronel Francisco Rubens Campos, que falou da importância do evento para a segurança pública. “Reunimos neste simpósio integrantes das Polícias Militares da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, da Polícia Federal, Rodoviária Federal e alunos em formação no curso de operações de Caatinga, com o objetivo de aprimorar o conhecimento e integrar as forças públicas para o combate às quadrilhas especializadas em ataques a bancos, que geralmente terminam em perseguições nas áreas de vegetação de Caatinga”, destacou.

O simpósio foi aberto com palestras do secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, e do comandante Geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller Chaves, e seguiu com a participação de outros palestrantes, inclusive da área de inteligência especializada contra essas quadrilhas.

O próximo simpósio deve ocorrer no Estado do Rio Grande do Norte, onde serão avaliadas as ações integradas que estão sendo planejadas para os próximos meses contra essas quadrilhas.

Secom-PB

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Secretaria de Agricultura de Santa Rita discute estratégias para melhorar a vida do homem do campo

 

reuniãoOs secretários executivo e adjunto da Agricultura e Abastecimento de Santa Rita, respectivamente, Glauco Morais e Gilvan Castro, se reuniram, nesta terça-feira (14), com representantes de associações comunitárias para discutir estratégias que proporcionem melhorias na vida dos homens e mulheres do campo. Na pauta do encontro constava desde a viabilização da comercialização de produtos dos agricultores locais até a busca por parcerias que contribuam para o desenvolvimento rural do município.

De acordo com o secretário Executivo da Pasta, Glauco Morais, o diálogo com as comunidades rurais tem sido uma constante na gestão do prefeito Reginaldo Pereira. “A secretaria está sempre presente e aberta para resolver os problemas que são de interesse das associações e de toda a população da zona rural de Santa Rita. Nesses encontros, que estão sempre acontecendo entre a secretaria e os agricultores, nós discutimos projetos que venham beneficiá-los, como por exemplo, o acesso às suas comunidades. Outro tema que vem sendo debatido constantemente é a implantação de uma usina de beneficiamento de polpa de frutas e também a questão de parcerias que contribuam que o desenvolvimento dessa área”, explicou o gestor.

Gilvan Castro, secretário adjunto, ressaltou a importância da parceria entre a prefeitura, as associações e outros órgãos para a melhoria da vida dos produtores rurais. “Temos parceria com o Sesc, Senar, Emater, Projeto Cooperar e eles têm sido muito importantes para a realização de projetos como a destilaria Japungu, o beneficiamento de frutas e de macaxeira. A Emater, por exemplo, tem dado suporte técnico na elaboração de projetos, a Conab na viabilização da comercialização dos produtos dos agricultores, enfim, temos tido a preocupação de contribuir com a produção agrícola”, destacou.

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E o resultado de tudo isso, conforme os próprios agricultores, é o crescimento e o desenvolvimento das comunidades da zona rural do município de Santa Rita. Para o presidente da União Santarritense das Associações Comunitárias (USAC), Luciano Silva, o contato direto e de forma aberta com a gestão municipal só tem trazido benefícios.

“E não é apenas a questão da assistência que tem beneficiado os agricultores, mas as orientações que a secretaria tem nos dado tem sido fundamental para que a gente possa buscar formas de melhorar nossas comunidades. Com a chegada do Brasil sem Miséria foi o apoio da gestão que ajudou a identificar a vulnerabilidade social dos agricultores. Além disso, essa orientação constante da Secretaria de Agricultura é o que tem feito com que a gente entenda que podemos ter parceiros. Hoje nós temos biblioteca em nossa comunidade, temos rodas de leitura, aulas de violão, capoeira, cursos de artesanato e foi essa orientação que nos fez buscar essas parcerias”, falou orgulhoso Luciano Silva.

 

 

Assessoria

PT, PSDB e PSB montam estratégias para conter boatos nas redes sociais

  A menos de cinco meses das eleições, PT,  PSDB e PSB se organizam para monitorar e  combater a guerra de insultos e boatos contra os  principais candidatos à Presidência da República  na internet, sobretudo nas redes sociais.

Anônimas, as publicações reproduzidas em  massa por meio de e-mails, Facebook e Twitter são vistas pelos partidos políticos como potenciais ameaças às campanhas oficiais.

O lamentável é que existe um gansgsterismo digital. A gente, quando atua enquanto PT, a gente bota a nossa marca. O que sair na rede do PT é responsabilidade nossa. Esses caras não têm compromisso com a verdade.”

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O vice-presidente nacional do PT, Alberto Cantalice, que coordena área de redes sociais do partido, disse que está “coletando” todos os posts ofensivos a lideranças petistas e à presidente Dilma Rousseff para pedir à Justiça Eleitoral que sejam retirados do ar.

Para ele, existe um “gangsterismo” na internet, com a reprodução de informações “inverídicas” e “ofensivas” sobre os candidatos à Presidência da República. “Estamos juntando tudo o que é feito para exigir a retirada disso na Justiça. Somos contra a censura, mas cada um tem que ter responsabilidade pelo que diz. Vamos querer a responsabilização dessas pessoas que difamam as lideranças e candidatos do PT”, afirmou.

Cantalice disse ainda quetenta, por meio do Facebook oficial do PT, “desmentir mentiras” divulgadas na internet sobre os governos de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Fizemos recentemente uma postagem com as 13 mentiras contadas sobre o PT, desmistificando um por um os boatos lançados. O lamentável é que existe um gansgsterismo digital. A gente, quando atua enquanto PT, a gente bota a nossa marca. O que sair na rede do PT é responsabilidade nossa. Esses caras não têm compromisso com a verdade”, disse o dirigente petista sobre publicações anônimas que circulam na internet.

Quando percebermos que existe por trás do boato divulgado na internet a máquina do partido adversário ou uma voz oficial com o objetivo de desequilibrar a campanha, vamos à Justiça Eleitoral cobrar a punição dos responsáveis.”

O PSDB montou uma equipe para monitorar a circulação de informações na internet e adotar providências nos casos de divulgação por militantes das siglas adversárias de dados considerados “falsos”.

“Temos um escritório cuidando de monitorar ações criminosas, que transgridam as regras eleitorais. Quando percebermos que existe por trás do boato divulgado na internet a máquina do partido adversário ou uma voz oficial com o objetivo de desequilibrar a campanha, vamos à Justiça Eleitoral cobrar a punição dos responsáveis”, disse o secretário jurídico do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP).

O tucano reconheceu, porém, que é difícil identificar a autoria das informações que circulam pela internet. Ele criticou, por exemplo, boatos na rede de que o candidato Aécio Neves acabará com o programa Bolsa Família caso seja eleito presidente.

“É muito difícil identificar o autor dos boatos. Não nos preocupa tanto a informação produzida e repassada por internautas, mas sim os boatos encabeçados por partidos ou candidatos adversários”, disse Sampaio.

Com menor tempo de rádio e televisão, o PSB pretende usar a internet como arma de campanha, divulgando as plataformas do candidato Eduardo Campos no Facebook, Twitter, Instragram, Youtube e Flickr.

PSB pretende usar a internet como arma de campanha, divulgando as plataformas do candidato Eduardo Campos no Facebook, Twitter, Instragram, Youtube e Flickr. Estratégia para reduzir o impacto dos boatos será a ampla divulgação das propostas de Campos nas redes sociais. Segundo integrantes do partido ouvidos pela reportagem, a estratégia para reduzir o impacto dos boatos será a ampla divulgação das propostas de Campos nas redes sociais.

Twitter e Facebook – Paralelamente aos esforços do partido, as próprias redes sociais se preparam para atender a eventuais determinações da Justiça Eleitoral, como a retirada do ar de conteúdos que afrontem a lei eleitoral.

A assessoria do Facebook informou  que tem uma equipe atuando dia e noite para analisar conteúdos denunciados.

“O Facebook está preparado para atender às demandas da Justiça Eleitoral e tem uma equipe que opera 24 horas por dia e sete dias por semana para analisar qualquer tipo de conteúdo denunciado por meio do site”, disse a assessoria em nota.

O site de relacionamento ressaltou que não “não age espontaneamente sobre conteúdo que esteja de acordo com suas políticas e termos da comunidade”, mas atende “determinação de autoridade que tenha a atribuição de avaliar se o conteúdo é legal ou não”.

O Twitter informou não ter política específica para atuação em campanha eleitoral, mas adota regras para controlar conteúdos fraudulentos, perfis falsos e uso incorreto de marcas registradas por usuários.

Interação –  Para especialistas ouvidos pelo G1, a chamada “guerrilha de internet” pode acabar prejudicando a campanha eleitoral, reduzindo o espaço de discussão programática.

Para o especialista em redes sociais Lúcio Teles, professor da Universidade de Brasília, os comitês de campanha podem minimizar os danos monitorando a divulgação de boatos, esclarecendo as informações falsas e se distanciando desse tipo de militância.

Segundo ele, posts agressivos, com montagens de fotos e informações falsas podem acabar favorecendo o próprio candidato que a militância procura ofender e atrapalham a campanha oficial promovida pelos partidos políticos. “As equipes de campanha precisam tomar cuidado, porque esses ataques ferozes sem informação sólida podem prejudicar. Grande parte dos eleitores não se motiva positivamente com baixaria e palavras de baixo calão. Então, esses ataques anônimos têm que ser claramente separadas da política de campanha oficial”, afirmou.

Professor titular da USP e consultor político e de comunicação, Gaudêncio Torquato diz que cada candidato, em especial Dilma e Aécio, contam com “exércitos” que certamente farão guerra de “versões e contraversões” na internet.

“Alguma boataria pode até colar, algum discurso, por exemplo, no sentido de que um candidato pode cortar um ou outro programa, mas haverá contrarreação, e os exércitos na internet, que estão muito afinados, vão reagir”, declarou.

Os dois professores concordam que a internet deve ser aproveitada pelos partidos como espaço de interação com o eleitor, em vez de ser utilizada somente para propagar informações ou “versões”.

“Há participação cada vez mais intensa por parte dos usuários da internet no processo político, o que é saudável. Grande parte dos eleitores que não tem acesso aos jornais diários têm acesso à internet”, disse Torquato. Para Lúcio Teles, o candidato que se dispuser a dialogar diretamente com o internauta por meio de redes sociais vai ter vantagem na campanha. “Quem ganha é quem puder dialogar com o eleitor na internet de forma continuada. Os candidatos não mais terão de fazer a campanha somente em comício, mas também interagir continuamente com os eleitores pelas redes sociais.”

O professor afirma ainda que a internet será instrumento importante para medir a resposta dos eleitores às campanhas tradicionais- programa de TV e comícios. “Caberá às equipes dos candidatos avaliar, por meio da internet, a resposta da população às propagandas tradicionais, aos debates televisivos. Eles têm que monitorar a internet para identificar as posições do eleitor e através disso saber as fraquezas.”

G1

Aprenda 20 estratégias para superar uma traição e manter o relacionamento

Imagem meramente ilustrativa
Imagem meramente ilustrativa

Ninguém está imune aos efeitos nocivos da traição. Mas nenhuma pessoa é obrigada a transformá-la em um trauma afetivo. Muitos casais conseguem, talvez não esquecê-la, mas superá-la e elevar o relacionamento a outro patamar, com maiores chances de felicidade.

Para que uma escapada não detone a sua vida amorosa, siga as dicas a seguir:

 

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1. Não jogue a culpa no outro 2. Questione a responsabilidade
Perdoou a traição? Ótimo, agora siga em frente e, caso outros problemas surjam no relacionamento, evite misturar as estações e ficar jogando na cara do outro o que aconteceu em qualquer oportunidade. Punir verbalmente não faz o tempo voltar atrás nem exime a relação de sofrer um novo abalo -e não ajuda em nada. Há casos em que a responsabilidade pelo que aconteceu é do casal, que não percebia até então o quanto estava distante, embora somente um dos dois traia. Se esse for seu caso, faça uma avaliação sincera sobre a maneira como vinha agindo e procure melhorar nos pontos que julgar deficientes.
3. Descarte a amnésia 4. Não se vitimize
Para a psicóloga Maria Claudia Lordello, não há nada mais prejudicial ao futuro de um casal que decide continuar o relacionamento após a traição do que fazer de conta que nada aconteceu. “Um episódio de traição causa uma crise, que oferece a possibilidade de repensar os erros e conversar sobre questões mal resolvidas”, diz. Ignorar o fato transforma a infidelidade em um fantasma que pode ressurgir a qualquer momento. De acordo com a psicóloga Angélica Amigo, é comum perdoarmos uma traição, mas isso nem sempre significa que conseguiremos lidar com a frustração. “O rancor vira um processo de vitimização em que o papel de sofredor, incompreendido e infeliz se torna cômodo, impedindo qualquer um de seguir em frente”, explica. Para saber se você tem tendência a se vitimizar, faça o teste.
5. Filtre as opiniões dos amigos 6. Fuja do efeito chiclete 
Desabafar as dores faz bem, é claro. Porém, tudo aquilo que foi dito assim que a infidelidade foi descoberta pode ser usada contra você agora. Alguns amigos sentem as mágoas das pessoas queridas como se fossem delas. Para a psicóloga Eliete Matielo, diretora da agência de relacionamentos Eclipse Love, depois que o pior já passou e o relacionamento voltou a caminhar às mil maravilhas, é importante não dar ouvidos às opiniões negativas sobre o que houve. “Lembre-se de que os amigos, além de não terem uma visão isenta sobre o assunto, não sabem o que se passa entre o casal”. Na tentativa de prevenir um novo “acidente”, homens e mulheres passam a vigiar o outro com extrema desconfiança, tomando atitudes que vão desde xeretar redes sociais e emails até bisbilhotar pertences pessoais e seguir o parceiro. Nenhuma dessas medidas, porém, é capaz de impedir uma reincidência. “Quem quer trair arruma tempo, lugar, oportunidade”, diz a psicóloga Maria Claudia Lordello. Ela recomenda que o casal transforme qualquer indício de insegurança em algo positivo, procurando ideias para manter o relacionamento sempre empolgante.
7. Fuja de filmes românticos 8. Preserve-se
Para a psicóloga Eliete Matielo, buscar respostas na ficção para questões da própria vida não é uma boa ideia, principalmente porque algumas produções vendem uma visão totalmente equivocada e pouco prática do que é o amor. “Trata-se de uma fuga”, diz. Fuja de dramas e romances por um bom tempo. Vocês superaram a crise e agora estão vivendo um verdadeiro conto de fadas? Parabéns, mas não precisam compartilhar alegrias e intimidades com o mundo todo para que isso fique bem claro. Guardem as expectativas somente para vocês, isso irá evitar que os conhecidos façam comentários desnecessários.
9. Evite a paranoia 10. Não se baseie em experiências alheias
Segundo a psicóloga Angélica Amigo, o grande problema na vida de um casal não é o acontecimento de um episódio isolado de traição, mas a repetição constante de parceiros que agem assim. Ficar o tempo todo preocupado com uma provável nova pisada na bola só vai desviar a atenção das coisas boas do relacionamento.  Muita gente adora despejar suas frustrações em cima dos outros. Para o bem do seu romance, é bom não levar em consideração histórias alheias –principalmente as que envolvem puladas de cerca reincidentes. Tome decisões com base em seus sentimentos, e não na trajetória de terceiros.
11. Cuide da própria vida 12. Dê um troco light
Em vez de se preocupar em demarcar território a fim de impedir outra pulada de cerca –colocando foto ao lado do amor no perfil do Facebook, por exemplo–, os especialistas em comportamento recomendam investir no trabalho, nos estudos, no círculo de amigos, nos hobbies, na cultura. “Quem tem uma vida própria e cuida bem dela acaba se tornando mais interessante aos olhos do parceiro, pois traz novas experiências à relação”, diz a psicóloga Eliete Matilelo. Em “Avenida Brasil”, quando Noêmia (Camila Morgado) descobriu que seu marido Cadinho (Alexandre Borges) tinha uma amante, foi poderosa para a balada e dançou de forma insinuante para um garotão -e disse ainda que, a partir daí, se sentiria livre para extravasar seus desejos. “Querer se vingar não adianta. O que funciona é se reconhecer como objeto de desejo e fazer o outro perceber isso”, afirma a psicóloga Maria Claudia Lordello.
13. Aposte em mudanças 14. Transforme a novidade em “rotina”
Investir nas mudanças no período pós-traição é mais do que certeiro. Vale desde trocar os móveis de lugar na casa até renovar o visual e fazer uma viagem romântica para um destino paradisíaco. “Essas novidades permitem que o casal se redescubra”, diz a psicóloga Maria Claudia Lordello, mas ela alerta, “um passeio diferente não é capaz de operar milagres, são as atitudes que precisam mudar, senão fica difícil resgatar as coisas bacanas do início do relacionamento.” Para a psicóloga Maria Claudia Lordello, as mudanças de comportamento do casal não devem se restringir somente às tentativas de colocar a relação em ordem, mas devem se tornar constantes. É claro que nem todo mundo tem condições de bancar um jantar cinco estrelas por fim de semana e fazer viagens todo mês, mas é possível investir em gestos de carinho e pequenas surpresas, porém significativas.
15. Não use o sexo como arma 16. Tenha autenticidade
É importante não transformar a sexualidade em moeda de troca. É óbvio que uma traição envolve sexo, mas nem sempre esse é o motivo principal. Questões como falta de atenção e diálogo ou a rotina, por exemplo, levam homens e mulheres a tentar, equivocadamente, resolver os problemas nos braços de outras pessoas. Por isso, se um casal resolveu continuar mesmo depois da infidelidade, investir todas as fichas na cama –usando acessórios eróticos ou rompendo tabus, por exemplo– pode ser uma experiência frustrada se os problemas forem outros. A dica vale para os dois: quem traiu e quem foi traído. Na ânsia de fazer a relação dar certo, muitas pessoas mudam de comportamento de forma drástica a fim de mostrar que agora estão de fato comprometidas com o romance ou que a crise as transformou. Assim, quem é extrovertido se fecha, quem curte roupas sexy passa a se vestir de modo recatado, quem adora balada se tranca em casa. Tais atitudes não garantem a felicidade e ainda podem provocar o efeito contrário, causando insegurança e desconfiança.
17. Diga adeus ao excesso de fofura 18. Dispense os joguinhos
Adotar uma postura permissiva demais com medo de parecer castrador (no caso de quem foi traído) pode funcionar, mas por pouquíssimo tempo. Em vez de apostar na condescendência, mais vale conversar sobre o que querem e o que de fato esperam da relação. Insinuações, frases de duplo sentido, ironias, ciúmes… Uma relação, para dar certo, precisa ser sustentada por maturidade e confiança, e não por joguinhos inúteis que só geram mais dor e sofrimento. E ainda há o risco de virar um relacionamento do tipo ioiô.
19. Invista na autoestima 20. Acredite no amor
Para que a traição não destrua uma relação, é preciso que a pessoa que sofreu o golpe seja capaz de reestruturar sua autoconfiança, além de confiar em si mesma e em seus valores. “Sem conseguir gostar de si e se perdoar, será impossível viver um romance feliz”, diz a psicóloga Angélica Amigo.

 

 

por Davi Lambertine do Uol

Uma experiência ruim, ainda que superada, não deve servir de parâmetro para decisões. O sofrimento pode ser inevitável, mas não permanente. Quem mantém um relacionamento calcado em desconfiança, sem esperanças de que ele dê certo, só pode mesmo condená-lo ao fracasso.

 

 

 

 

Plenária discute estratégias para intensificar adesão popular à Lei de Mídia Democrática

PlenariaNa semana passada, representantes de movimentos populares, jornalistas, estudantes e centrais sindicais se reuniram para traçar estratégias de ampliação do debate em favor da democratização da mídia. A primeira plenária nacional de 2014, organizada pelo Fórum Nacional para a Democratização da Comunicação (FNDC), no Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, estudou novos meios para ampliar a coleta de assinaturas para o projeto de lei de iniciativa popular de Mídia Democrática.

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O projeto, parte da campanha “Para expressar a liberdade – uma nova lei para um novo tempo”, lançado no ano passado, pretende regulamentar os artigos da Constituição 5, 21, 221, 222 e 223 que tratam dos meios de comunicação no Brasil, tornando-a mais plural e inclusiva. Para ser encaminhada ao Congresso Nacional, a campanha precisa coletar 1,3 milhão de assinaturas. Atualmente, o modelo midiático brasileiro estabelece concessões a grupos restritos de comunicação que, segundo o representante do Centro de Mídia Barão de Itararé Altamiro Borges, “utilizam esses meios como instrumentos de defesa de interesses econômicos e políticos”.

“As lutas dos trabalhadores, das mulheres e dos negros contra o racismo não vão avançar se a comunicação não for democratizada, porque ela é um tema transversal. Ela interfere em todas as lutas porque ela mexe com a cabeça das pessoas”, explicou Borges, em entrevista à TVT.

Pedro Ekman, coordenador do Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social e integrante do FNDC, em reportagem realizada pela TVT, avaliou que a continuidade das mobilizações sociais, como as manifestações das ruas de junho passado, são importantes para o avanço da pauta, especialmente em um ano marcado por eleições presidenciais. “Colocar para os candidatos a governo do estado, a presidente da República, ao Senado e a Câmara Federal, quem são os candidatos que estão alinhados com a proposta de iniciativa popular, que quer uma mídia mais democrática.”

Segundo a secretária de Comunicação da CUT, Rosane Bertotti, coordenadora do FNDC, o PLIP conta hoje com 100 mil assinaturas e precisa de 1,3 milhão para que seja votado no Senado.

 

 

Da Rede Brasil Atual

Prefeitura Municipal de Remígio define estratégias para o programa de habitação no meio rural

DSCF0574 Na última quarta-feira, dia 10 de julho, aconteceu um importante encontro onde estavam presentes o secretário de Estado da Agropecuária e Pesca (SEDAP), Marenilson Batista, além de  representantes associação das cooperativas do nordeste (ASSOCENE) e dos municípios de Algodão de Jandaíra, Barra de Santa Rosa e Remígio.

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reuniãoNo encontro foram discutidas ações que definem estratégias para a construção de casas para a zona rural através de parceiras entre o governo do estado e a Prefeitura Municipal de Remígio. Participaram deste debate, as secretarias de Comunicação, Agricultura e Planejamento, além do prefeito Melchior Batista, “Chió” (PSB), que mais uma vez busca ações que melhorem a vida do homem do campo.

(SECOME/PMR)


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