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Espanha acusa polícia brasileira de deixar escapar suposto assassino de família paraibana

familia-de-paraibanosÉ uma das poucas vezes que um crime é dado como resolvido sem que o principal suspeito seja preso, e apesar de a polícia de seu país de origem, o Brasil, ter deixado escapar o suposto assassino. “Não temos dúvida de que foi ele, François Patrick Nogueira, o sobrinho das vítimas”, afirmou o comandante Reyes em uma coletiva de imprensa convocada pelos responsáveis pela Guarda Civil espanhola nesta quarta-feira, dia 5 de outubro, em Guadalajara. “Temos numerosos indícios e provas cabais”, acrescentou, sem poder dizer quais, “em função do segredo do sumário sobre uma parte importante da investigação”.

O caso pode estar resolvido, mas o suspeito passeou há alguns dias pelas dependência policiais de sua cidade natal, João Pessoa (capital do estado da Paraíba) e os agentes que tomaram seu depoimento deixaram que saísse por onde tinha entrado.

Foi o que afirmaram ontem os agentes do Instituto Armado, que há 15 dias se dedicam a esclarecer um dos crimes mais truculentos de que se tem notícia na Espanha. Em 18 de setembro passado foram encontrados os corpos do brasileiro de 30 anos Marcos Campos Nogueira e sua mulher Janaína, da mesma idade e nacionalidade – ambos esquartejados – e de seus dois filhos pequenos – de um e quatro anos, degolados. Todos estavam em sacos plásticos lacrados, no chalé recém-alugado da localidade de Pioz (Guadalajara). “Havia a intenção de se desfazer dos corpos e destruir provas”, afirmam os investigadores.

O suposto autor do crime, segundo os investigadores, é o sobrinho de Marcos, François Patrick, de 20 anos, que conviveu quatro meses com a jovem família e que antecipou uma passagem para voltar ao Brasil de Madri no dia 20 de setembro passado, exatamente dois dias depois que os corpos das vítimas foram encontrados. “Em nenhum momento se dirigiu às autoridades, nem espanholas nem brasileiras, para denunciar a morte/desaparição de seus familiares”, afirmam os investigadores.

“Supomos que foi localizado”, afirmaram os responsáveis pela investigação na Espanha, incapazes de responder a pergunta de por que não foi preso. Diante da situação de incerteza, e sabendo que “pessoas de nacionalidade brasileira não são extraditáveis para a Espanha”, a Guarda Civil “vai emitir uma comissão rogatória ao Brasil para poder enviar para lá uma equipe de investigadores” que colabore com seus colegas brasileiros para capturar o principal suspeito do crime brutal. No entanto, os investigadores afirmavam nesta quarta-feira que “três dias depois da descoberta horrível dos corpos já foi possível apontar o principal suspeito ao juiz” e que por isso, em 22 de setembro passado, o Tribunal de Instrução número 1 de Guadalajara apresentava uma ordem internacional de prisão.

Diante das hipóteses iniciais oferecidas pelos investigadores, de que devido às características do quádruplo assassinato tendia-se a pensar em “matadores profissionais” ligados ao narcotráfico, uma linha de investigação se destaca agora acima de todas. Seria o caso de um crime com componentes passionais, “apesar de único”. O possível autor supostamente estava obcecado por sua tia, Janaína. Ela própria teria se queixado de sua atitude a familiares no Brasil durante os quatro meses em que compartilharam do mesmo teto. Mas, diante do caráter violento do garoto – “agrediu de maneira muito grave um professor no Brasil quando menor de idade” – e de seu “perfil psicótico”, a família tinha decidido se distanciar dele. Fugir. Esconder-se em Pioz. Ali o sobrinho os teria encontrado um mês depois e os teria assassinado, de faca na mão e “de maneira sequencial”, um a um.

El Pais

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Sobrinho é suspeito de matar e esquartejar paraibanos na Espanha

familia-de-paraibanosO suspeito de assassinar o casal brasileiro e seus dois filhos pequenos na Espanha é um sobrinho do homem morto. Segundo o jornal espanhol El País, trata-se de Patrick Gouveia, uma pessoa de caráter “violento” e “emocionalmente instável” que tinha convivido com a família anteriormente.

Os corpos do casal Marcos Nogueira e Janaína Santos Américo e dos filhos de 1 e 4 anos foram descobertos esquartejados no dia 18 de setembro em Pioz, a 60 quilômetros de Guadalajara, na Espanha. No dia seguinte, o suspeito antecipou sua passagem de volta para o Brasil, que estava marcada para novembro. Em 22 de setembro, a Justiça espanhola expediu um auto de prisão e uma ordem de detenção europeia e internacional contra ele.

O sobrinho, que atualmente está foragido, era o principal suspeito para os investigadores da Guarda Civil Espanhola que trabalham no caso. Ele estaria obcecado por Janaína, esposa de seu tio.

O ministro de Interior da Espanha, Jorge Fernández Díaz, deu por “esclarecido” hoje o quádruplo assassinato e descartou a possibilidade de que os crimes tenham relação com o tráfico de drogas ou o crime organizado.

O suposto assassino, que tem menos de 20 anos, conviveu durante algum tempo em Madri com a família, que havia se mudado para o povoado de Pioz justamente para se afastar da personalidade violenta do sobrinho.

A ideia do rapaz, que tem um histórico de violência no Brasil e agiu por motivações pessoais, era transferir os corpos para algum lugar e sugerir um desaparecimento, plano que por motivos ainda não esclarecidos ele não conseguiu realizar.

A família, que originalmente é de João Pessoa (PB), foi morta à noite. Depois do crime, o suspeito esquartejou os corpos do casal e os colocou em sacolas, encontradas dias depois, quando vizinhos alertaram a polícia sobre o odor nas imediações da casa. Segundo a perícia, o assassino teve muito cuidado para limpar a residência e não deixar rastros.

O juiz encarregado do caso informou hoje que a identidade do casal foi confirmada por meio de impressões digitais. A família estava na Espanha há alguns anos e se mudou para o país depois de Marcos Nogueira, que trabalhava como gerente de um restaurante, receber uma proposta de emprego. Os quatro corpos ficam sob custódia judicial até a autópsia e a investigação serem concluídas.

Veja

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‘Família foi dizimada’, diz parente de paraibanos esquartejados na Espanha

janainadinizA família do casal e das duas crianças que foram encontrados esquartejados na Espanha já teve a confirmação da identificação dos corpos por meio do Itamaraty. As vítimas são os paraibanos Marcos Nogueira e Janaína Santos Américo, de 39 anos, e os filhos deles, uma menina também paraibana, de 4 anos, e um menino que nasceu na Espanha, de 1 ano. “Foi uma família que foi dizimada”, lamentou o cunhado da mulher, Eduardo Bráulio. Ele informou ao G1 que a família entrou em contato com o Consulado-Geral do Brasil em Madri depois de ver a notícia do encontro dos corpos e perceber que as idades eram as mesmas dos parentes.

Ao G1, o Itamaraty informou que está acompanhando o caso, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Madri, e mantendo contato com as autoridades locais. Porém, em respeito à privacidade dos cidadãos brasileiros no exterior e em cumprimento à determinação das autoridades locais de que as investigações tramitem em segredo de justiça, o Itamaraty informou que não está autorizado a divulgar mais informações sobre o caso.

Eduardo explicou que Janaína também usava o sobrenome Diniz, nas redes sociais, por causa do pai. A família era de João Pessoa e tinha ido morar na Espanha há 3 anos, por conta de uma oportunidade de trabalho. Ele era gerente em um restaurante.

Depois que desconfiaram que os corpos encontrados poderiam ser deles, os familiares do casal entraram em contato, nesta segunda-feira (19), com o consulado, que apenas confirmou o crime e as identidades das vítimas. A família só deve conseguir mais informações por parte do consulado e documentações na terça-feira (20), conforme explicou Eduardo.

“A gente recebeu a notícia com muita tristeza. É tanto que eu que estou passando as informações para a imprensa, porque ninguém mais tem condições”, disse o cunhado de Janaína. Ele acrescentou que ninguém tem pistas do que pode ter acontecido.

Eduardo explicou que a família não percebeu que eles estavam desaparecidos porque era comum eles ficarem um tempo sem dar notícias, principalmente porque tinham mudado de casa recentemente. “Fazia um bom tempo que a gente não tinha contato. A gente achava que era porque eles tinham se mudado, porque estavam sem internet. Não desconfiamos no início. Às vezes acontecia eles ficarem sem comunicação”, disse.

Parentes informaram que o pai de Janaína teve um pico de hipertensão e passou mal ao saber da notícia. Ele foi encaminhado para um hospital particular de João Pessoa. Não há informação sobre o estado de saúde do idoso.

Entenda o caso
Os corpos do casal e das duas crianças foram encontrados esquartejados neste domingo (18), na casa onde eles moravam, a cerca de 60 km de Madri. Um porta-voz da Guarda Civil informou que os corpos esquartejados estavam em uma casa de Pioz, um povoado de menos de 4 mil habitantes próximo a Guadalajara, ao nordeste de Madri.

Os investigadores calculam que os corpos se encontravam na casa há cerca de um mês. As autoridades foram alertadas por um vizinho “que percebeu o odor” procedente da residência, segundo a polícia. Segundo a imprensa espanhola, os corpos esquartejados foram achados em bolsas de plástico fechadas com uma fita adesiva.

Os agentes não encontraram sinais de que os assassinos tenham forçado a entrada na casa da família. “A entrada não foi forçada, nem qualquer tipo de janela, porta, nada”, indicou o porta-voz da Guarda Civil. Vários vizinhos entrevistados indicaram que a família alugava a casa e que foram pouco vistos desde que se mudaram para lá no final de julho.

“Temos a investigação sob segredo judicial e ainda não esclarecemos as causas. Parece que foi feito por profissionais”, acrescentou o porta-voz. Apesar do sigilo da investigação, as autoridades especulam sobre um possível ajuste de contas.

“O que está claro é que a forma com que os corpos foram achados indica uma intenção de não deixar pistas e depois se desfazer deles”, afirmou Jesús García, tenente-coronel e investigador da Guarda Civil. “Dá a impressão de que algo foi abortado em um determinado momento, porque não é lógico que os cadáveres ficassem ali, dentro de casa”, acrescentou.

A prefeitura da localidade decretou dois dias de luto e, na terça-feira, será observado um minuto de silêncio ao meio-dia.

G1 PB

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Família encontrada esquartejada na Espanha é paraibana

familia-espanhaAs informações dão conta que a família de brasileiros que foi encontrada esquartejada em sacos plásticos numa casa da Espanha é paraibana.

A suspeita é que a jovem conhecida como Janaína Diniz, filha de um empresário paraibano, seu marido e seus dois filhos sejam as vítimas do assassinato que segue sem explicação. O empresário, dono da Diniz Veículos, foi hospitalizado ao receber a notícia.

Os corpos esquartejados de uma família − dois adultos de 40 anos, uma menina de 5 e um menino de 1 − com documentação brasileira foram encontrados pela Guarda Civil em um chalé do povoado espanhol de Pioz na madrugada deste domingo. Sem exames de DNA que confirmem a identidade das vítimas, os investigadores trabalham com a hipótese de “um ajuste de contas levado a cabo por sicários profissionais”. O estado da moradia (quase vazia) e dos corpos indica que as vítimas fugiam de alguém e foram mortas há pelo menos um mês.

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O telefone tocou no posto da Guarda Civil de Horche, na província espanhola de Guadalajara, quase de madrugada. Um morador se queixava do mau cheiro vindo de uma casa. Por volta da 1h deste domingo, vários agentes chegaram à rua de Los Sauces, justo na entrada do condomínio La Arboleda, na periferia de Pioz, um povoado de 3.500 habitantes.

Conhecem o proprietário da moradia, “Pedro, da vida inteira, mas nem sabíamos que ele tinha alugado a casa para alguém”. Aqueles que, sim, repararam na família assassinada dizem que não voltaram a vê-los “desde o fim de agosto”. Lembram do pai “caminhando até o supermercado da cidade, porque acredito que não tinha carro”. Nada mais. Eram vizinhos, mas perfeitos desconhecidos.

O mau cheiro e a falta de resposta de dentro da casa levou os guardas a abrir, “com a chave que um vizinho tinha”, a porta da moradia, um dos chalés que compõem esse complexo urbanizado rodeado por campos e pastagens. “A casa estava quase vazia, praticamente não havia móveis, não havia sinais de vida nem comida, apenas seis volumes na sala”, contam fontes da investigação.

Eram seis sacos de lixo de plástico grandes, empilhados na principal sala de estar da casa, dos que vinha o terrível cheiro de morte. Em um deles estava o tronco de um homem de 40 anos. Em outro, suas extremidades. Repartido por outros dois sacos, o corpo esquartejado de uma mulher de idade semelhante. E em mais dois sacos, os cadáveres (completos) de dois menores, um menino de 5 anos e uma menina de 1.

“A morte foi rápida, não há sinais de tortura, não sofreram”, assinala uma fonte da investigação, que está sendo conduzida pelo comando de Guadalajara com 20 agentes especializados. “O trabalho foi feito por sicários profissionais, provavelmente com um facão ou um machado.”

O fato de as fechaduras das portas não estarem forçadas leva os investigadores a acreditar que os assassinos entraram na casa sem violência. “[As vítimas] os conheciam e os deixaram passar”, supõem. Pelo tipo de morte e pela “limpeza”, intuem que pode se tratar de “um ajuste de contas, provavelmente por drogas”, e os autores da chacina parecem ter experiência nisso. “Não é a primeira vez que fazem isso”, diz uma fonte. Pelo fato de a casa estar quase sem mobília, os investigadores acreditam que “a família estava fugindo, estava se escondendo”. E o estado de decomposição dos cadáveres indica que “estavam mortos havia pelo menos um mês”.

Aparentemente, “pela documentação encontrada, trata-se de uma família brasileira, um casal e seus dois filhos, mas os exames de DNA é que confirmarão suas identidades”, assinala uma fonte. Na casa não foram encontradas drogas nem grandes somas de dinheiro.

Os moradores de La Arboleda ficaram sabendo neste domingo, “pela televisão”, que no chalé vizinho havia toda uma família esquartejada e colocada em sacos plásticos.

Trata-se “da casa do Pedro, o administrador anterior”, comentavam alguns vizinhos na tarde deste domingo. “Mas ele e sua família viveram aqui até muito pouco tempo atrás, tão pouco que nem sabíamos que tinham alugado a casa para outras pessoas, deve fazer no máximo pouco mais de um mês, porque nós os vimos faz mais ou menos esse tempo”.

Segundo fontes da investigação, a casa “foi alugada por meio de uma imobiliária há mais de um mês”. O tipo de contrato assinado pelos inquilinos revelará parte de suas intenções. Segundo os vizinhos, o proprietário, chamado Pedro, vive agora em Madri com sua família. A casa era uma das poucas para alugar no condomínio, que foi construído há 21 anos e tem um vigilante que entra e sai da guarita da entrada aleatoriamente, “só tem a obrigação de permanecer ali a partir das 20h”. Com a casa isolada pela polícia, a investigação está verificando agora quais veículos acessaram a área nos últimos dois meses.

PolêmicaPB

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Furioso, Mamute faz 31 pontos e, com Bruno, bate Espanha para ir às quartas

O Mamute mostrou toda a sua fúria nas areias de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, neste sábado. Debaixo de sol forte e com a Arena de Vôlei de Praia quase em sua lotação máxima, Alison Cerutti brilhou demais marcando 31 pontos no jogo. Ele voou em quadra para, ao lado de seu parceiro Bruno Schmidt, que cresceu no segundo set, bater a Espanha, de Herrera e Gavira, e garantir a vaga nas quartas de final da Olimpíada de 2016. Foi pelo placar de 2 a 0, parciais de 24/22 e 21/13. Ao todo, o duelo teve 43 minutos.

– Era para eu ter marcado (pontos) um pouco mais. Acabei errando muitos também. Eles não deram um saque no Bruno. Faz parte da estratégia do time adversário. Eles apostaram muito na minha deficiência do tornozelo devido ao último jogo. Mas estou sem dores. A equipe médica, de fisioterapeutas, me recuperaram e me colocaram 100% nesse jogo. Estava com muita confiança. Por causa disso, estou sem dor, estou jogando bem. Isso me deixa muito tranquilo para fazer o meu melhor – disse Alison.

Alison vibra com ponto ao lado de Bruno no volei de praia (Foto: Patrick Smith/Getty Images)Alison vibra com ponto ao lado de Bruno no volei de praia (Foto: Patrick Smith/Getty Images)

Agora, Alison e Bruno Schmidt vão aguardar o vencedor do duelo entre a parceria americana formada pelo campeão olímpico Phil Dalhausser e seu experiente parceiro Nick Lucena, e os fortes austríacos Alexander Huber e R. Seidl. Pedro Solberg e Evandro, os outros representantes brasileiros, decidem sua classificação para as quartas às 16h (de Brasília), contra os russos Liamin e Barsouk. Seus rivais serão Nicolai e Lupo, da Itália, que bateram os compatriotas Adrian Carambula e Alex Ranghieri nesta sexta-feira por 2 a 0.

Considerado um jogador de extrema força física e monstruoso no bloqueio, Alison ganhou o apelido por causa de seus atributos. Ele tem 2,03m de altura e 110kg. Além disso, fez uma tatuagem com um imenso mamute no tronco e caiu nas graças dos amantes do vôlei de praia por conta disso.

O JOGO

Bruno e Alison começaram descendo o braço. Eles foram animando os brasileiros com bons ataques e ficaram na dianteira. Schmidt levou um bloqueio dos adversários e cometeu uma falha. Assim, Herrera e Gavira conseguiram a virada. A partir daí, o que se viu foi um duelo equilibrado. Mas Alison fez toda a diferença, e o Brasil teve quatro set points. Antes do primeiro, ele deu uma cortada, e os espanhóis pediram desafio, mas a arbitragem validou o ponto brasileiro.

Bruno Schmidt e Adrian Gavira duelam no volei de praia (Foto: Patrick Smith/Getty Images)Adrian Gavira e Bruno Schmidt duelam no vôlei de praia (Foto: Patrick Smith/Getty Images)

Depois, um outro pedido de tira-teima irritou o Mamute. Herrera havia soltado uma bomba e pediu a revisão alegando que o capixaba tocou na rede, o que claramente não aconteceu. Dessa forma, a parcial terminou 24 a 22 para os donos da casa. Ao todo, o gigante de 2,03m teve 18 pontos no set de abertura, os adversários erraram três vezes, e Bruno marcou três pontos.

O segundo set começou da mesma forma que o primeiro. Os brasileiros saíram na frente, chegaram a abrir três pontos em 8 a 5, mas a Espanha equalizou o confronto. Só que, novamente, falou mais alto o talento dos brasileiros. Bruno teve um crescimento em relação ao primeiro set, e Alison manteve a mesma pegada. Assim, eles conseguiram virar. Muito tranquilos e com tudo dando certo, abriram enorme vantagem. A parcial terminou 21 a 13 no bloqueio espetacular do Mamute. No set final, o capixaba conseguiu 13 pontos, enquanto o “Mágico”, eleito melhor do mundo em 2015, conseguiu mais três, totalizando seis no jogo. Ao todo, foram oito erros de adversário na partida.

– Alison entrou com muita força, independente do que passou no último jogo. Ele entrou com muita força, muita vontade, e eu embarquei nessa. Foi muito legal. Alison cresceu muito, principalmente no final do primeiro set. A gente buscou bolas ali determinantes, e no segundo set, a gente manteve – finalizou Bruno Schmidt.

Alison e Bruno comemora ponto contra a dupla espanhol (Foto: Patrick Smith/Getty Images)Alison e Bruno comemora ponto contra a dupla espanhol (Foto: Patrick Smith/Getty Images)
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Padres que pregavam ‘amor livre’ para praticar pedofilia chocam Espanha

padres“Boa tarde filho, sou o padre Jorge”. “Não conheço nenhum padre Jorge”, respondeu o interlocutor. “Filho, acalme-se, aqui é o papa Francisco”.

Essas são as palavras que um atônito jovem escutou ao telefone. Ele havia escrito uma carta ao argentino meses antes, para denunciar anos de supostos abusos por parte de um grupo de religiosos da diocese de Granada, no sul da Espanha.

O escândalo foi noticiado pelos sites de internet espanhóis, atraindo cada vez mais atenção estrangeira. O próprio papa se referiu à polêmica na terça-feira (25).

Até o momento, três sacerdotes católicos e um professor de religião foram detidos.

“Eu li sua carta e escrevi ao bispo dizendo que ele comece uma investigação”, explicou o papa na terça-feira.

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“Recebi essa notícia com grande dor, com uma dor muito grande, mas a verdade é a verdade e não podemos escondê-la”, disse.

Mas qual é a trama em cuja investigação o papa se envolveu pessoalmente?

O clã dos Romanones
Acusações de escândalos sexuais , abusos de autoridades eclesiásticas, detenções, heranças duvidosas, segredos e um grupo com sobrenome aristocrático: “os Romanones”.

Os ingredientes são de um romance de intriga, crime e suspense. Mas não é ficção.

Daniel (nome fictício) tem 24 anos e há alguns meses denunciou ─ em uma carta dirigida ao papa ─ que entre os 13 e os 18 anos foi submetido a constantes abusos por parte de um grupo de sacerdotes católicos, os “Romanones”.

O jovem, membro da organização católica Opus Dei e professor universitário, entrou em contato com os sacerdotes investigados quando era coroinha na paróquia de San Juan María Vianney, localizada em um bairro de Granada.

Segundo seu depoimento, a rede seria comandada por um dos detidos, o padre Román M.V.C (de quem deriva o nome do clã) e realizaria atos sexuais em diversas de suas propriedades na província de Granada.

Ele afirmou que os religiosos justificavam suas práticas sexuais com a frase: “o amor é livre, eleva o espírito”.

Vítimas
As acusações recaem sobre dez sacerdotes e dois laicos.

Não se sabe exatamente quantos meninos e meninas podem ter sido vítimas do grupo, que supostamente atraía os jovens conquistando sua confiança ou afastando-os de suas famílias.

Daniel disse que decidiu fazer a denúncia principalmente por não saber a extensão da rede e quantas pessoas foram vítimas dela. Ele acrescentou não querer que as pessoas que arruinaram sua infância façam o mesmo com outros meninos e meninas.

Encorajado pelo respaldo do papa, Daniel apresentou uma denúncia formal perante a Fiscalização Central de Andaluzia, em outubro.

Detenções
O processo foi acelerado a partir do momento em que a denúncia foi feita.

O órgão judicial encarregado da causa ordenou na segunda-feira (24) a detenção de três sacerdotes e um leigo. Mas a Justiça ainda vai decidir se eles responderão ao processo em liberdade.

Os detidos são Román M.V.C, a quem o denunciante identifica como “o diretor”, Francisco C.M, e Manuel M.M. Todos eles tiveram algum vínculo com a paróquia de Vianney.

Eles foram encaminhados à Chefatura Superior de Polícia de Andaluzia Oriental e negaram qualquer relação com os crimes ao ser interrogados.

Além disso, há alguns dias, foi denunciado o desaparecimento de vários computadores de um chalé em Pinus Puente (Granada), que é de propriedade dos acusados.

Também há uma segunda denúncia, formulada por uma outra suposta testemunha, que forneceu aos investigadores mais dados e nomes.

O subdelegado do governo, Santiago Pérez, afirmou que não há mais prisões previstas por enquanto.

Reação da hierarquia
Enquanto isso, a Igreja Católica na Espanha demonstrou estar chocada e consternada com os eventos.

A Conferência Episcopal, por meio de seu porta-voz, José María Gil Mamayo, expressou repulsa e pediu perdão às “possíveis vítimas”.

O arcebispo de Granada, Francisco Javier Martínez, protagonizou no domingo uma cena pouco usual na catedral da província: deitou no solo junto com outros membros da diocese por vários minutos – um gesto que só é realizado Sexta-feira Santa.

“Os males da Igreja são os males de cada um de nós”, disse o arcebispo durante a homilia. Ele disse que tudo isso é “uma ferida dolorosíssima para (Jesus) Cristo”.

G1

 

Holanda estreia com vitória humilhante sobe a Espanha, sua algoz na última Copa

holandaHá pouco menos de quatro anos a Holanda via, diante a Espanha, o sonho de seu primeiro título mundial escapar. Os vice-campeões mundiais souberam esperar, souberam mastigar a derrota na final de 2010 para nesta sexta-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador, destruir seu antigo algoz com vitória por 5 a 1, de virada, na largada do Grupo B da Copa do Mundo. Não é título, não rende taça, mas é uma vitória histórica – um daqueles jogos que entram para o imaginário de um país.

O jogo não poderia ter sido mais emblemático. Robben, vilão em 2010, fez dois gols. Van Persie, tão discreto quatro anos atrás, fez mais dois. E Casillas, o herói do Soccer City, falhou feio – em um lance por cima, com possível falta de De Vrij, e no último, quando largou a bola nos pés de Van Persie. Diego Costa, muito vaiado, muito xingado, cavou o pênalti que rendeu o gol da Espanha, marcado por Xabi Alonso.

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A torcida se mostrou muito favorável à Holanda, como acontecera com os adversários da Espanha na Copa das Confederações. Até olé gritou – aumentando o massacre moral. E ajudou a colocar sob risco a situação dos campeões mundiais. A Espanha volta a campo no dia 18, quarta-feira, no Maracanã, contra o Chile. Precisa vencer. A Holanda, no mesmo dia, encara a Austrália no Beira-Rio.

Holanda maquiavélica

Xabi ALonso gol no jogo Espanha x Holanda (Foto: Reuters)
Xabi ALonso faz 1 a 0 de pênalti (Foto: Reuters)

Quando um carequinha apareceu diante dos olhos de Casillas, aos sete minutos do primeiro tempo, parecia que Espanha e Holanda tinham entrado em uma daquelas engenhocas futuristas e voltado no tempo – mais precisamente, quatro anos. Mas com um porém, talvez fruto de pequeno defeito na máquina: desta vez, era Sneijder quem perdia o gol, não Robben, como na final de 2010. Casillas, porém, foi o mesmo, com defesa muito parecida com aquela do título mundial espanhol. Ao repetir o gesto salvador, o capitão pareceu lembrar a Fúria de quem ela é, pareceu acender o aviso de que um campeão do mundo precisa agir como campeão do mundo. E aí a Espanha passou a dominar a Holanda.

A Espanha foi a Espanha em alma e identidade. Deu mais do que o dobro de passes do adversário. Chegou duas vezes mais do que oponente com perigo ao ataque. Teve 60% de posse. Mas seu controle do jogo teve algo de plano maquiavélico da Holanda. A equipe laranja montou um ferrolho: ao se defender, postava o time em um pouco habitual 5-2-1-2, com uma linha de cinco defensores mais dois volantes; ao atacar, pendia para o 3-4-1-2.

A questão é: por que essa tendência suicida de chamar tanto a Espanha para seu próprio campo? De bobo, Louis van Gaal nada tem. Ele sabia que tentar atacar com a mesma intensidade da Espanha faria seu time ceder espaços que o adversário não cede. O negócio era apostar no contra-ataque. Era usar seu trio espetacular de frente: Sneijder, Robben e Van Persie, que precisariam ser sustentados necessariamente por uma equipe sistemática, que funcionasse feito relógio, que tiquetaqueasse perfeição.

O plano quase ruiu. Aos 25 minutos, Diego Costa, tão vaiado, recebeu na área, acossado por De Vrij, e foi ao chão. A arbitragem marcou pênalti – em decisão no mínimo duvidosa. Xabi Alonso bateu e fez: 1 a 0 Espanha.

O interessante é que o gol não mudou as convicções da Holanda. Os campeões do mundo seguiram atacante, seguiram controlando o jogo, e quase ampliaram quando Iniesta, genial, deixou David Silva na cara do gol. O camisa 21 tentou encobrir o goleiro Cillessen, mas não levou. A bola saiu por pouco.

E aí começou a funcionar o plano holandês, sua tática de serpente – escondida até dar um bote rápido, fatal. Blind encaixou longo lançamento para Van Persie, que foi mais ágil que Sergio Ramos e encobriu Casillas: 1 a 1.

Ooooooooooolé

Chame como quiser: um massacre, uma surra, uma tunda, uma humilhação, um passeio: uma enorme goleada. A Holanda destruiu a Espanha. Esmagou a campeã mundial entre seus dedos. Aplicou à grande geração multicampeã da Fúria seu maior vexame. Só no segundo tempo, foram quatro gols. E Robben engoliu Casillas.

Foi o craque do Bayern de Munique quem fez o terceiro. Ao receber na área, em outro lançamento de Blind, fatalmente lembrou de quatro anos antes. Desviou do goleiro para fazer 2 a 1.

O terceiro saiu em lance duvidoso. De Vrij disputa no corpo com Casillas e manda para o gol. O goleiro subiu mal, mas sofreu choque do zagueiro holandês. A Espanha reclamou muito de uma jogada que depois viraria apenas mais um detalhe macabro da goleada holandesa.

É incrível como os heróis de ontem podem ser os vilões de hoje. E vice-versa. Casillas, com a bola nos pés, permitiu que Van Persie a roubasse. Não poderia ter falhado na frente de alguém tão frio. O atacante avançou área adentro e aumentou o placar: 4 a 1.

E não era tudo. Robben recebeu lançamento longo, ganhou de Sergio Ramos em uma arrancada impressionante e fez o quinto. Incrível: massacre na Fonte Nova.

A parte holandesa e brasileira da torcida entrou em surto. Enquanto a Holanda perdia chances de ampliar ainda mais a goleada, o público gritava aquele termo tão característico dos toureiros espanhóis: “Oooooooolé! Ooooooooolé! Oooooooolé!”.

Que jogo. Que tarde em Salvador. Que vingança da Holanda. Quando a dor é grande, quando ela é dor de final de Copa do Mundo, nem quatro anos podem estragar um prato, nada pode tirar o sabor dele.

Globo.com

Rei Juan Carlos da Espanha abdica do trono em favor de seu filho

rei-juan-carlosO rei Juan Carlos I da Espanha decidiu abdicar em favor do filho, o príncipe Felipe de Borbón, anunciou nesta segunda-feira (2) o chefe de Governo espanhol Mariano Rajoy.

O monarca mostrou “sua vontade de renunciar ao trono e abrir o processo sucessório”, disse Rajoy em uma declaração institucional.

Em discurso à nação, Juan Carlos, de 76 anos, disse que decidiu abdicar em favor do filho, o príncipe Felipe de Borbón, para que se possa “abrir uma nova etapa de esperança na qual se combinem a experiência adquirida e o impulso de uma nova geração.”

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O monarca também afirmou que pensou em deixar o cargo em seu aniversário de 76 anos, e que ao olhar para trás, pode “apenas sentir orgulho e gratidão” em relação aos espanhóis.

Uma fonte do palácio real informou à agência Reuters que os motivos da abdicação são políticos, e não de saúde. “É uma decisão política. Ele está abdicando devido aos novos desafios na Espanha, porque ele acredita que é necessário dar espaço para a nova geração”, afirmou a fonte.

“Vi o rei convencido de que este é o melhor momento para que possa acontecer, com toda normalidade, a mudança na chefia de Estado e a transmissão da coroa ao príncipe Felipe, que reinará como Felipe VI”, disse o premiê Rajoy.

O rei da Espanha chegou ao trono em 22 de novembro de 1975, apenas dois dias depois da morte do ditador Francisco Franco, que o havia nomeado seu sucessor.

Muito popular, especialmente após a oposição a uma tentativa de golpe de Estado em 23 de fevereiro de 1981, a aceitação do monarca entre os espanhóis caiu nos últimos anos após uma série de escândalos.

Seu filho, Felipe de Bourbon, de 46 anos, se tornou Príncipe das Astúrias, título do herdeiro da Coroa espanhola, em janeiro de 1977.

Foto do rei Juan Carlos durante encontro em Berlim, em 7 de abril de 2011 (Foto: Tobias Schwarz/Reuters)Foto do rei Juan Carlos durante encontro em Berlim, em 7 de abril de 2011 (Foto: Tobias Schwarz/Reuters)

Papel histórico
O presidente do governo lembrou o papel do rei na transição democrática na década de 1970, após a ditadura de Francisco Franco e disse que ele “foi um defensor infatigável” dos interesses da Espanha.

“O rei deixa uma impagável dívida de gratidão a todos os espanhóis”, afirmou Rajoy em seu pronunciamento no Palácio da Moncloa, sede do Executivo.

Rajoy prestou homenagem ao rei ao afirmar que “renuncia ao trono uma figura histórica tão estreitamente vinculada à democracia espanhola que não é possível entender uma sem a outra”.

Rajoy acrescentou que convocou para esta terça-feira (3) um Conselho de Ministros extraordinário para tramitar a renúncia do rei ao trono, mediante a aprovação de uma Lei Orgânica como estabelece a Constituição espanhola.

“Quero transmitir que este processo se desenvolverá em um contexto de estabilidade institucional e como prova da maturidade de nossa democracia”, disse Rajoy.

O presidente do governo explicou que espera que em um prazo “muito breve” o parlamento proclame como rei ao príncipe Felipe.

Foto de 10 de junho de 1971 mostra o então príncipe Juan Carlos ao lado do ditador Francisco Franco (Foto: AFP)Foto de 10 de junho de 1971 mostra o então príncipe Juan Carlos ao lado do ditador Francisco Franco (Foto: AFP)

Repercussão
O governo da Alemanha destacou o papel desempenhado pelo rei Juan Carlos I na transição da Espanha para a democracia e desejou o melhor para o seu futuro após o monarca abdicar em favor do príncipe Felipe.

“A chanceler teve vários encontros com o rei Juan Carlos e tem por ele um grande apreço pessoal. Além disso, tem uma grande estima pelo papel que desempenhou na transição para a democracia e com certeza deseja o melhor para seu futuro”, disse em entrevista coletiva o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert.

G1

Assassinato de brasileira gera repulsa unânime na Espanha

andinaO assassinato da brasileira Andina Pereira de Brito, de 35 anos, gerou repulsa unânime na cidade de Mungia, no País Basco, na Espanha, onde ela morava e foi achada morta.

 

Ela morreu nesta segunda-feira, supostamente estrangulada em casa pelo seu ex-namorado. Ele foi detido poucas horas depois e é o principal suspeito do crime.

 

De acordo com o irmão da vítima, Fábio de Brito, que mora em Redenção (PA), Andina e o homem estiveram juntos por dois anos, mas tinham terminado na semana passada e ele não aceitava o fato.

 

“Ele invadiu o apartamento e matou a minha irmã. Ela tinha marcas de mão no pescoço”, disse Fábio em entrevista por telefone à Agência Efe.

 

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O homem, um espanhol de 35 anos, se negou a falar perante o juiz, que ordenou sua prisão provisória. O juiz solicitou a mudança do caso para um juizado especializado em violência de gênero, segundo fontes judiciais.

 

O ex-namorado tem antecedentes por maus tratos e denúncias por violência em um relacionamento anterior. Andina, no entanto, não tinha apresentado qualquer denúncias contra ele.

 

Segundo Fábio, a irmã mantinha contato constante com o Brasil, ligava para casa semanalmente e falava com os irmãos todos os dias por um aplicativo de mensagens por celular.

 

As amigas relatam que ela vivia com medo do ex-namorado, que a proibia falar com as pessoas e a vigiava. Algumas delas afirmaram que era possível ‘prever’ um final trágico.

 

Andina deixou dois filhos, uma menina de 11 anos, que encontrou o corpo da mãe; e um menino de 15 anos. Eles estavam na Espanha desde outubro de 2012. A família da mulher está tentando trazer as crianças, que estão em um abrigo, de volta ao Brasil. Na escola da menina, os colegas fizeram uma concentração silenciosa de cinco minutos no pátio.

 

A prefeitura de Mungia realizou nesta manhã uma reunião extraordinária, em que aprovou por unanimidade uma declaração de condenação, e cobriu com um pano lilás uma escultura com a letra “M” de Mungia, de grandes dimensões, localizada perto da Câmara Municipal.

EFE

Seleção brasileira cai diante do poder ofensivo da Espanha e perde em torneio

selecao-handebol-masculinoO Brasil não resistiu ao poder dos donos da casa e perdeu para a Espanha neste sábado por 39 a 28, no Torneio Memorial Domingo Bárcenas, de handebol masculino, disputado na cidade de Córdoba.
O jogo valeu pela segunda de três rodadas da competição amistosa. Ontem, na abertura, a seleção comandada pelo espanhol Jordi Ribeira bateu a seleção sueca, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres, por 31 a 29.

 

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Esta foi a segunda vitória da seleção anfitriã, que ontem havia derrotado o Egito por 32 a 23. Mais cedo, na abertura da segunda rodada, os suecos bateram os egípcios por 23 a 21.

Uol