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Entenda como votar nas eleições para escolha dos novos reitor e vice-reitor da UFPB

Na próxima quarta-feira (26) a comunidade acadêmica da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) estarão escolhendo os novos reitor(a) e vice-reitor(a). Três chapas disputam as eleições, são elas: “Inovação com Inclusão” composta pelas professoras Terezinha Domiciano e Mônica Nóbrega; “UFPB em primeiro lugar” cabeceada por Isac Almeida de Medeiros e Regina Celi Mendes Pereira da Silva; e “Orgulho de ser UFPB”, que tem os candidatos Valdiney Veloso Gouveia e Liana Gilgueira Albuquerque.

A votação ocorre de forma remota em decorrência da pandemia do novo coronavírus, vai eleger os novos gestores da UFPB pelos próximos quatro anos (2021 a 2024) e será realizada pelo Sistema SigEleição da UFPB, das 7h às 22h. Poderão votar professores e técnico-administrativos do quadro permanente  da UFPB e em efetivo exercício, e alunos da UFPB formalmente matriculados nos cursos de médio e profissionalizante, graduação e tecnológico, pós-graduação, mestrados (acadêmicos e profissionalizantes), doutorados e pós-graduação (lato sensu), nas modalidades de especialização, residência médica, residência multiprofissional e residência em área profissional da saúde. Todos os cadastros devem estar devidamente atualizados.

O acesso ao SigEleição ocorre por meio de autenticação do eleitor, através de login e senha, únicos e intransferíveis, os mesmos utilizados para o acesso aos sistemas da UFPB. Para ter direito de acesso, docente, técnico-administrativo ou estudante deverá providenciar, caso ainda não tenha, a criação de sua conta através do autocadastro, até 24h antes do dia da consulta estabelecido para votação. O voto será secreto e o sigilo será garantido pelo SigEleição.

Resultados – Toda comunidade acadêmica terá acesso ao resultado das eleições no mesmo dia em que ocorre a votação, ou seja, nesta quarta-feira (26) e homologado em 3 de setembro, pelo Conselho Universitário (Consuni) da UFPB. A lista com os três primeiros nomes mais votados para cada cargo será encaminhada ao Ministério da Educação até 1 de setembro e como acontece de modo tradicional, a pasta nomeia os nomes mais votados pela comunidade universitária para cada cargo.

 

Assessoria

 

 

Entenda a vontade frequente de urinar na gravidez

Dr. Alberto Guimarães explica sobre o xixi na gestação

A vontade constante de urinar pode começar logo no início da gestação. Muitas vezes, é um dos sintomas que ajudam a mulher a identificar a gravidez. Inicialmente, é consequência do aumento do volume do útero.

“A partir da 35ª semana, as futuras mamães sentem muita urgência em fazer xixi e em períodos curtos. A culpa é do hormônio (HCG), que aumenta o fluxo sanguíneo na área pélvica e para os rins que se tornam mais eficientes durante a gravidez, ” informa o Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo.

Nas duas últimas semanas, a frequência se intensifica por causa do encaixe da cabeça do bebê na bacia da mãe, o que é chamado de “queda do ventre, pois a bexiga é comprimida pelo útero conforme ele aumenta de tamanho para suportar o crescimento do bebê.

“O útero em crescimento também é um pouco responsável pelas corridas ao banheiro pois ele exerce pressão na bexiga, dando menos espaço para armazenar o xixi,” complementa o médico.

Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

Assessoria

 

 

Entenda como os resíduos produzidos por empresas podem ser reaproveitados

Gerenciamento de resíduos sólidos melhora processos e pode aumentar lucros com revenda de materiais.

Apesar de a maioria das empresas brasileiras se enquadraram nas leis e normas designadas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei 12.305 de 2010, do Ministério do Meio Ambiente), muitas ainda podem estar perdendo a oportunidade de aplicar boas práticas de gerenciamento de resíduos sólidos.

Quando bem aplicadas, elas podem não apenas melhorar uma série de etapas processuais na produção, mas também tirar proveito monetário de seus próprios destinados à comercialização. Nem todo material que pode passar despercebido como lixo realmente é totalmente descartável, mesmo que de acordo com as etapas necessárias para o cumprimento das leis.

Um exemplo bem-sucedido está acontecendo no sistema prisional, mais precisamente na Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro, no Rio Grande do Sul. O Projeto Envolva-se do Sesc traz ao complexo resíduos sólidos de 44 empresas que se transformam em bolsas e sacolas confeccionadas pelos detentos. Além da iniciativa de inclusão social, a iniciativa é rentável, já que as peças são comercializadas em feiras municipais do Sesc.

Como o gerenciamento de resíduos sólidos pode ajudar as empresas a lucrar?

Existe um verdadeiro mercado de resíduos acontecendo entre empresas dos mais variados segmentos e tratadores especializados. Foi o que percebeu a VG Resíduos, premiada startup que uniu a tecnologia ao desenvolvimento sustentável, tornando-se um dos principais nomes em gestão de resíduos sólidos para empresas.

Guilherme Gusman, sócio da VG Resíduos conta que as ferramentas de inteligência inseridas software da empresa possibilita o controle de documentação de fornecedores, controle de documentação relativa a destinação de resíduos (como Certificado de Destinação, MTR), emissão de alertas quanto à capacidade de armazenamento e otimização de processos.

Mas, além de simplificar todo o gerenciamento de resíduos sólidos, a plataforma foi além, criando oportunidade de conexões entre empresas geradoras e tratadores em todo o Brasil, com mais de 1.100 conexões e 4.300 clientes ativos na plataforma, transformando resíduos em receita.

“Geramos uma redução em média de 20% nos custos com destinação de resíduos das empresas através da venda de resíduos na plataforma Mercado de Resíduos. Há o exemplo de uma empresa que pagava R$900,00/mês para destinar paletes de madeira e encontramos um comprador que compra o material mensalmente por de R$300,00, somando um total de total de R$1200,00 por mês de economia. Isso sem falar no impacto positivo que geramos no meio ambiente, pois agora esses materiais podem ser reutilizados ou reciclados”, conta Gusman.

Não existe lixo ou descarte quando a gestão de resíduos sólidos de uma empresa é bem aplicada e praticamente quase todos os tipos de materiais não tóxicos podem ser reaproveitados.

Materiais orgânicos e inorgânicos podem agregar outros processos produtivos em forma de matérias-primas: restos de alimentos, bagaços ou até produtos alimentícios vencidos podem passar por processo de compostagem e se transformarem em adubos orgânicos importantes para o cultivo de cana-de-açúcar, café e até eucalipto e plantas ornamentais.

Outros materiais podem servir de material alternativo aos combustíveis de fornos e caldeiras industriais, sem se esquecer da gama de materiais oleosos e gordurosos que podem ser incorporados à produção de tintas. As possibilidades são diversas e vão muito além do entulho revendido aos ferros-velhos e materiais recicláveis como plástico, alumínio, vidro e papel.

Assessoria

 

Entenda os perigos de escalar montanhas muito altas

Todos os dias alpinistas de todo o mundo se arriscam subindo montanhas. E chegar ao cume delas deve realmente ser muito prazeroso. Olhar para o que tem embaixo, se ver tão grandioso, provavelmente, é uma das maiores recompensas. Mas todos esses sentimentos de felicidade andam lado a lado com riscos e sacrifícios.

Os perigos que esses alpinistas correm ao percorrem o caminho até o cume das montanhas mais altas viraram foco de discussões entre especialistas depois que ao menos onze deles morreram em um intervalo de apenas uma semana, no mês de maio deste ano, tentando chegar o pico do Everest. Com a temperatura contribuindo para a escalada, vários alpinistas fizeram fila na montanha enfrentado os riscos do frio e da altitude do lugar.

As mortes serviram para acender o sinal de alerta para a superlotação da montanha mais alta do mundo. O debate gira em torno da promoção de regras que garantam mais segurança aos que querem viver a emoção de escalar essas montanhas.

Na ocasião, com toda a repercussão que as mortes causaram, várias autoridades governamentais em Katmandu, a capital do Nepal, disseram estar analisando o que havia acontecido. Entre as potenciais providências a serem tomadas está a possibilidade de exigir que todos os que se candidatem a subir o Monte Everest apresentem provas de experiência em montanhismo e um atestado de saúde.

Em recente entrevista à Betway, dois experts sobre os assuntos falaram dos desafios de escalar o monte. Ayesha Zangaro foi a mais jovem brasileira a conseguir o feito de chegar ao cume do Everest. Ela fez isso em 20 de maio do ano passado, quando tinha apenas 23 anos de idade. Ela contou que a experiência toda leva pelo menos dois meses. De acordo com Ayesha, “a jornada para o Everest começa em Katmandu, capital do Nepal, de onde saem as expedições de diversos grupos e agências de logística. De lá, um voo até Lukla, cidade que está a 2.860m acima do nível do mar e é o principal ponto de acesso ao Himalaia”. A partir daí, de acordo com Ayesha Zangaro, “os primeiros dias são o trekking de aproximação até o campo base. Demora, geralmente, 9 dias, contando com uma aclimatação bem-feita e cuidadosa”.

Durante a conversa com o time de conteúdo da Betway Cassino, Manoel Morgado, que chegou ao cume em 17 de maio de 2010, aos 53 anos, elenca os riscos de o escalador corre no caminho. “Minha escalada foi razoavelmente tranquila, pois estava muitíssimo bem preparado, tanto em termos físicos como em termos de experiência, com mais de 30 anos de montanha. E tive muita sorte com o clima. Mas, mesmo assim, o Everest é uma montanha muito exigente física e psicologicamente. Estar no campo base, um dos lugares mais extremos do planeta, por dois meses é muito difícil. Lidar com a ansiedade de ‘será que vou dar conta? Será que o clima vai ajudar? Será que vou ficar doente?’, tudo isso, por tanto tempo, é muito complicado”.

Para Manoel, a paciência deve ser um dos itens de segurança a ser levado na bagagem do escalador. “Muita gente morre na descida, já que, muitas vezes por não ter a experiência necessária, não sabem quanta energia ainda têm no corpo, dão tudo para chegar no cume e não sobra para a descida”.

Para se entender melhor, a escalada pelo Everest passa por quatro acampamentos onde os alpinistas podem parar para descansar após passarem por uma cascata de gelo. O primeiro acampamento, considerado o de base, fica a 5.364m acima do nível do mar. O segundo, que possui melhor estrutura que o anterior, já fica a 6.400m de altura, o que reduz os níveis de oxigênio a condições extremas.

Depois de passar por eles, os escaladores chegam ao acampamento 3, que a 7.300m. O último é o 4, que fica a quase 8.000m. Esse fica na categoria chamada de “zona da morte”. Nele a eficiência de oxigênio é de um terço em relação ao nível do mar. De lá, atravessa-se alguns pontos de altíssimo risco, e segue-se o ataque ao cume, que fica a 8.848m.

Para Ayesha e Manoel, alguns pontos podem ser considerados os mais perigosos e que necessitam de ainda mais atenção. A cascata de gelo (Khumbu Icefall) e a zona da morte são apontadas por ela como os dois momentos mais arriscados da jornada.

“O Everest tem várias partes delicadas. A cascata é a parte mais inclinada do glaciar que desce do cume da montanha até seu campo base e, com isso, o gelo se fragmenta criando um caos de grandes blocos de gelo, alguns com mais de 30 metros de altura, que podem despencar a qualquer momento”, diz Manoel Morgado. Ayesha concorda: “é um lugar muito instável. Dependendo da temperatura ou outros fatores externos, é um lugar que se mexe”.

Ayesha Zangaro listou alguns pontos que contribuíram para que o ano de 2019 já seja um dos que mais registram mortes de escaladores no Everest. “Cada vez mais, o Everest tem chamado a atenção de pessoas com menos experiência. Além disso, há também o lucro do governo do Nepal. Montanhismo é a maior fonte de renda do país. As poucas janelas de bom tempo que tivemos nesta temporada, o uso de permissões antigas, que espiravam este ano e empresas pouco qualificadas vendendo serviços de logística” são alguns dos elementos que ela considera responsáveis pela atual situação do Everest. Para Manoel, as coisas não devem mudar tão cedo. “O Nepal jamais vai limitar o número de escaladores. O país vive de turismo e é muito pobre. A única maneira de fazer algum controle disso seria as empresas aceitarem somente quem tem a experiência necessária para uma montanha como o Everest. Mas, isso nem sempre acontece”.

O outro expert, Manoe Morgado explica o que torna uma pessoa qualificada para escalar o monte. “Acho difícil quantificar experiência, mas creio que, no mínimo a pessoa teria de ter feito um curso de escalada em neve, gelo e rocha básico e um curso avançado. Ter escalado um ou mais montes de 6.000m, como o Denali, para mim uma das mais importantes escolas para o Everest, e ter escalado um monte de 8.000m mais fácil, como o Cho Oyu ou o Manaslu. No Denali, cada um começa a escalada com 50 quilos entre o trenó e a mochila, tem de montar seus acampamentos e construir um muro de blocos de gelo ao redor da barraca por conta do vento. Se der conta disso, está pronto fisicamente para o Everest, onde os sherpas farão a maior parte do trabalho físico”.

 

Redação FN

 

 

Entenda mais sobre a harmonização entre vinhos e carnes

Há quem diga que comer e beber bem são dois dos maiores prazeres do ser humano. E para os amantes dos vinhos, não há nada melhor do que descobrir uma nova combinação com seus pratos preferidos.

Dependendo do tipo de prato, os temperos utilizados e, principalmente, quando a refeição possui algum tipo de carne, é fundamental saber escolher a bebida para saboreá-la ao máximo.

Sendo assim, preparamos um guia completo, sobre como escolher o vinho ideal para acertar naquele almoço ou jantar especial. Vamos lá?

O que levar em consideração na hora de fazer a harmonização de vinhos?

Mesmo sabendo da particularidade do paladar de cada pessoa, a enologia leva a consideração alguns pontos específicos para fazer a harmonização de vinhos. São eles:

  • Sabor dos alimentos — doce, salgado, azedo, amargo e umami;
  • Quantidade de gordura do prato;
  • Acidez e doçura do vinho;
  • Adstringência — quantidade de taninos,

Somando a esses fatores, é possível entender qual tipo de uva combinará melhor com determinado prato. E é claro, as “regras” de harmonização podem variar, já que cada pessoa tem um paladar único.

No entanto, é sempre bom a opinião de um especialista para ter uma experiência melhor na degustação.

Vinhos para carnes vermelhas

Para harmonizar os pratos de carne vermelha, deve ser levado em consideração a quantidade de gordura e o tipo de preparo do prato, já que ele pode ser cozido, frito assado  ou grelhado.

Já que os pratos com carnes cozidas, geralmente, possuem um pouco mais de gordura, é preciso escolher um vinho com a acidez um pouco mais alta e com os taninos marcantes. Uma ótima opção, são os produzidos com a uva Tempranillo.

Para a carne grelhada, as melhores alternativas são vinhos mais encorpados e baixa acidez, como o Malbec e o Tannat. Uma dica: essas combinações ficam ainda melhores com carnes mal passadas.

Se a ocasião for um churrasco, apostar em um Cabernet Sauvignon pode ser a melhor escolha. Esse tipo de vinho combina bastante com carnes assadas e que são consumidas assim que saem do fogo.

Vinhos para peixes e frutos do mar

Para fazer uma boa harmonização entre peixes e vinhos, também é necessário levar em conta a quantidade de gordura do prato. No caso do salmão, por exemplo, é bacana combinar com algum vinho da uva Brut, que combina perfeitamente com a culinária japonesa, algum vinho rosé ou um Pinot Noir.

Já no caso do bacalhau, um peixe que possui um sabor muito particular, vale a pena apostar em um vinho mais leve, como o Tempranillo. Agora, se você é daqueles que adora combinar peixes com vinhos brancos, procure opções de vinho verde.

As opções que levam crustáceos e frutos do mar —  como a paella — pedem vinhos brancos. Um Chardonnay combina perfeitamente com esse prato, assim como o Sauvignon Blanc.

Vinhos para carne de aves

As aves são carnes brancas que podem ser preparadas de diversas formas e com diversos molhos. Os frangos, por exemplo, combinam perfeitamente com um Sauvignon Blanc.

No entanto, se preparado com um molho de ervas, a melhor opção é saboreá-lo com um Chardonnay. O mesmo vale para o peru, que geralmente é assado.

Molhos mais picantes, por exemplo, pedem uma bebida menos marcante, como o Riesling. E para os cortes de frango preparados em churrasco, uma excelente opção é Malbec.

O pato é outra ave que pode ser bem harmonizada com um vinho, pois possui um sabor mais marcante do que as outras. Caso seja preparado com ingredientes mais básicos, o Riesling é a opção perfil. Nos pratos grelhados, aposte em um Pinot Noir, ou então, em um Merlot.

Vinhos para carnes suínas

A carne suína, por si só, já possui um sabor mais marcante que as demais. Então, opte por vinhos mais básicos e com baixa adstringência. Para os amantes de vinhos brancos, um  Riesling é excelente, mas, se você preferir vinhos tintos, o Cabernet Sauvignon fará o prato ficar com um sabor especial.

Agora, é só utilizar a criatividade na cozinha e preparar aquele prato delicioso!

 

Conteúdo Gear Seo

 

 

Estafa: entenda seus sintomas e veja como tratar esse problema

cansaoDesânimo sem explicação aparente, dores no corpo, falta de motivação para continuar aquela atividade de que tanto gosta e uma vontade enorme de ir embora logo após chegar ao trabalho. Se você está com algum desses sintomas, fique de olho, pode ser estafa.

De origem emocional ou física, ela pode atingir crianças e adultos e compromete o desempenho na escola, no trabalho e na relação com as demais pessoas no dia a dia, tornando todas as atividades antes prazerosas, em obrigações desgastantes e chatas. Por alterar todo o funcionamento do organismo, pode desencadear outras doenças como hipertensão, fobias e ansiedade, problemas cardíacos e gastrite. “Se você ficar acumulando tensões e cansaço, vai virar uma panela de pressão e uma hora ela explode e faz um estrago maior”, alerta o fisiologista da Unifesp, Claudio Pavanelli.

“A estafa pode ser física (periférica) ou mental (central) e está muito ligada a rotina que o paciente leva, por isso, antes de prescrever qualquer medicamento, pergunto se ele tem dado conta de todos os afazeres que estão sob sua responsabilidade ou se ele está passando por algum problema afetivo, só assim é possível tratar o problema”, explica Claudio.

Ai que cansaço!

Estafa - Foto: Getty Images
Estafa mental tira o ânimo em trabalhar

Treino, caminhada, corre-corre com as crianças e muito cansaço. Mais popularmente conhecida como fadiga, a estafa periférica se caracteriza por dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar o tempo de recuperação) e pela má alimentação. “Não há quem suporte esse ritmo frenético, é fadiga na certa”, explica o fisiologista. “Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. Geralmente estas duas ações resolvem o problema”, continua. “Se não for tratada, pode desencadear outras doenças como: anemia, prisão de ventre, diarreia e até queda de cabelo”, diz Claudio.

Mente e corpo em equilíbrio

A forma mais comum da estafa é a fadiga mental. Caracterizada pela alteração do sistema nervoso central, ocorre em função do excesso de responsabilidades e tensões acumuladas que provocam um desgaste metabólico e mental muito grande. “O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física. As pressões psicológicas se refletem no corpo”, explica o fisiologista. “Neste caso, a melhor indicação é o relaxamento. É preciso rever a maneira como lidamos com os nossos problemas e frustrações. Às vezes, uma mudança simples de postura pode te livrar de um dano maior a saúde”, continua.

“A estafa mental é muito mais grave do que a física porque tende a causar danos psicológicos e físicos. Caso não seja tratada adequadamente pode provocar doenças como: falha de memória, insônia, irritabilidade, desânimo, tristeza profunda e angústia”, explica Claudio.

Estresse x estafa

“O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física”.

Muita gente confunde, mas estafa e estresse são problemas diferentes. Algumas diferenças ajudam a diferenciar os dois quadros. A fadiga ou estafa é um sintoma do estresse, mas não a a sua causa. No estresse, a intensidade da fadiga é maior e a maneira como nosso organismo reage a estes sintomas é bem diferente. Enquanto a estafa pode ser tratada com mudanças de hábitos ou tratamento médico, o mesmo não ocorre com o estresse, uma espécie de estágio crônico das duas formas de fadiga. “O grau de irritabilidade e da dor sentida no estresse é maior, além disso, o estresse é muito mais mental do que físico, por isso, não adianta usar os mesmos procedimentos. É uma questão de intensidade e durabilidade da fadiga”, explica Claudio.

Estafa mental (central)

Estafa - Foto: Getty Images
Já a estafa física causa dores no corpo

Entre os sintomas da estafa mental, nós podemos enumerar:

  • Falha de memória
  • Insônia
  • Irritabilidade e choro com facilidade
  • Desânimo
  • Tristeza e angústia
  • Azia, má-digestão
  • Palpitação
  • Diminuição do desejo sexual.

Tratamento
Relaxar é o lema para curar a estafa. “Muitas vezes o tempo que se ‘perde’ indo ao cinema ou em um parque, por exemplo, é um ganho de saúde e bem-estar. É melhor parar agora do que perder o controle depois”, alerta o fisiologista.

  • Saiba aproveitar os momentos de lazer
  • Converse sobre os problemas com os amigos ou com um profissional
  • Cultive o bom humor
  • Aprenda a relaxar
  • Não faça várias tarefas ao mesmo tempo
  • Procure resolver um problema de cada vez
  • Organize suas prioridades
  • Não leve preocupações do trabalho para casa.

Estafa física (periférica)

Entre as manifestações da estafa física, se encontram os seguintes sintomas:

– Dores por todo o corpo; Apatia, falta de ânimo; Baixa resistência imunológica; Distensão muscular.

Tratamento
O processo de cura envolve muito mais atividades relacionadas ao corpo. Confira as opções:

  • Pratique atividade física com moderação
  • Respeite o ritmo de seu corpo
  • Procure ter uma alimentação balanceada e saudável.

Doenças desencadeadas pela estafa

  • Hipertensão arterial (pressão alta)
  • Doenças emocionais (ansiedade, pânico, fobias)
  • Doenças gastrointestinais (colite, gastrite e úlcera)
  • Doenças do coração (arritmia, angina e infarto).

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Entenda o que muda na sua aposentadoria com aprovação da reforma da Previdência

previdencia-social-inssA proposta de Reforma da Previdência apresentada nessa segunda-feira (5) pelo governo federal estipula uma idade mínima de aposentadoria aos 65 anos para homens e mulheres em contraponto ao que ocorre atualmente, onde eles podem pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos no dos homens.

Se aprovada no Congresso, a medida vai criar novas regras de idade, de tempo de contribuição. Segundo o governo, a reforma vai dar sustentabilidade para a Previdência e respeitar direitos adquiridos.

Caso aprovada, a aposentadoria passa a ser concedida para os brasileiros a partir dos 65 anos. Além disso, para adquirir esse direito, o trabalhador terá de ter contribuído por no mínimo 25 anos.

O novo formato de Previdência valerá apenas para homens com menos de 50 anos e para as mulheres com menos de 45. Quem estiver acima dessas idades vão ser atendidos por uma regra de transição.

Regra de transição para aposentadoria

Na prática, para essas pessoas, é como se a norma antiga ainda vigorasse, mas com acréscimo no tempo de serviço.

Supondo que um homem de 52 anos esteja para se aposentar pela regra antiga e ele tenha mais 12 meses de serviço, o seu tempo final para receber a aposentadoria sofre uma pequena mudança. Ele terá de fazer um acréscimo de 50% nesse prazo.

Com isso, ao invés de trabalhar mais um ano, ele ficará na ativa por mais um ano e meio. Por essa norma, se faltarem dois anos para a pessoa se aposentar, ela terá de trabalhar três anos; se faltarem três anos, ele terá de trabalhar 4 anos e meio.

Como calcular o valor da aposentadoria

O valor da aposentadoria vai corresponder a 51% da média dos salários de contribuição, mais um ponto percentual para cada ano de contribuição até o limite de 100%. O trabalhador com 25 anos de contribuição e 65 de idade irá se aposentar com renda igual a 76% do seu salário de contribuição.

Esse valor, no entanto, pode aumentar. Se o trabalhador ficar na ativa e contribuir por mais 12 meses além dos 65 anos, ele vai receber o equivalente a 77% do seu salário de contribuição e isso sobe sucessivamente até atingir os 100%.

A reforma ainda vai mudar as regras para pensões por morte; criar uma lei de Responsabilidade Previdenciária; colocar fim às isenções para contribuições previdenciárias sobre as receitas decorrentes de exportações; além de estabelecer uma unidade gestora única por ente federativo.

Governo alega economia com a mudança

Segundo o governo federal, a reforma vai gerar uma economia de R$ 4,6 bilhões apenas no primeiro ano de vigência da PEC. Já o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) vai economizar R$ 678 bilhões até 2027 com a reforma.

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Entenda por que os cachorros correm atrás de veículos

cachorroTodo mundo já deve ter presenciado um cachorro metido a corajoso correndo atrás de uma moto ou de um carro. Mas por que os cães têm essa atitude? De acordo com o psicólogo canino Bruno Leite, da clínica Terapeuta de Cães, tudo não passa de instinto.

Segundo o especialista, a explicação pode ser encontrada na origem do melhor amigo do homem. “Esse comportamento de perseguir veículos tem explicação na origem do cão, inicialmente um predador. Em um primeiro momento, esse comportamento nasce do medo que o cão sente daquele veículo grande, barulhento e rápido que invadiu seu território”, disse. “Então, começa a tentar espantá-lo com latidos. Obviamente o cachorro vence, visto que o veículo, invariavelmente, ‘foge’. Para o cão, se fugiu é porque é presa. Logo, ele se sente muito poderoso e passa a repetir aquele comportamento de ‘caça’ sempre que vê um veículo com aquelas características”, completou.

O psicólogo ainda explicou o que os motoristas devem fazer nesses casos. “O melhor que se pode fazer é parar o veículo e esperar alguns segundos até que o cachorro desista para seguir viagem. Para o cachorro é um jogo de caça. Se a presa para, rapidamente o jogo acaba”, explicou.

Leite aproveitou para aconselhar os donos desses “predadores”. “Os donos de cães perseguidores devem, primeiro, cortar o acesso do cão a esse tipo de atividade perigosa. Segundo, devem aumentar atividades que deem vazão ao instinto de caça do cachorro, como buscar bolinhas, procurar brinquedos ou comidinhas escondidas e cabo de guerra com brinquedos de corda. Aumentar o tempo das caminhadas diárias também ajuda no processo”, concluiu.

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Mariana Rios esclarece polêmica sobre nudes na Internet, entenda!

mariana-riosMariana Rios, que é a mais nova integrante do elenco do programa The Voice e fez carão em ensaioresolveu usar sua conta no Instagram para esclarecer uma polêmica, no sábado, dia 17.

Isso porque, vazaram algumas imagens pela Internet do nude de uma mulher, e diversas pessoas estavam dizendo que era a atriz nas imagens.

Revoltada com a exposição, a atriz compartilhou uma foto em sua conta na rede social e escreveu na legenda para esclarecer toda a situação:

Só para esclarecer: as imagens da pessoa em cenas intimas que estão circulando na internet com meu nome, NÃO são minhas! Essa menina não sou eu! Alias, não consigo entender como as pessoas me enxergam nas fotos, não tendo, assim, o cuidado de prestar atenção em detalhes , como a diferença do corpo e traços do rosto! Resolvi me pronunciar a respeito porque não admito passar por este tipo de situação. Sempre fui uma pessoa reservada. Peço que me respeitem!

MSN

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Auxílio-doença do INSS tem nova regra para segurados; entenda como fica

auxilio-doençaO governo federal modificou as regras que tratam do retorno ao trabalho de quem recebe o auxílio-doença, concedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A portaria 152, publicada no diário Oficial da União, determina que o trabalhador que recebe o benefício terá que solicitar uma nova avaliação pericial quando não se considerar recuperado para voltar ao trabalho.

O Secretário Executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, Alberto Beltrame, afirma que a nova medida é uma garantia de direitos, uma vez que acaba com o chamado Pedido de Reconsideração, quando o mesmo perito reavalia o segurando e dificilmente altera a decisão tomada anteriormente.

“Ela significa, na verdade, uma ampliação de direitos, a medida que o segurado pode ser submetido a uma nova perícia por outro perito que já tenha negado inicialmente, ou seja, ele tem a possibilidade de uma reconsideração real. Ela foi retirada porque representava um retrabalho: 94% delas eram negativas. Então, elas ocupam 200 mil perícias por ano e, portanto, a agenda dos peritos. Saindo isso, é liberado 200 mil agentes para que atendamos mais rapidamente os demais beneficiários que precisam dessa perícia”, explica Beltrame.

O segurado que não se considerar apto para voltar ao trabalho no prazo estipulado terá que solicitar nova perícia nos últimos 15 dias antes da data limite do benefício.

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