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Bráulio Bessa faz palestra sobre empreendedorismo em Areia, na Paraíba

O poeta, cordelista e escritor Bráulio Bessa fará palestra sobre empreendedorismo durante o Encontro de Homens e Mulheres de Negócios do Brejo Paraibano. O evento acontece 13 de novembro, em Areia, Brejo do estado.

Na palestra, Bráulio irá falar sobre motivação e empreendedorismo com poesia de cordel, causos da sabedoria popular e humor. O Encontro de Homens e Mulheres de Negócios do Brejo Paraibano acontece no Hotel Triunfo e além da palestra de Bráulio, terá balcão de negócios e expositores.

As inscrições para a palestra de Bráulio acontecem no site do evento. Os valores dos ingressos variam de acordo com os lotes, de R$ 100 + 1 kg de alimento até R$ 160 + 1kg de alimento, no dia do evento.

G1

 

Feira de empreendedorismo ocorre em quatro cidades paraibanas entre julho e novembro

O programa Empreender-PB já está realizando os preparativos para realização da Feira de Negócios e Empreendedorismo da Paraíba (Fenemp), com o objetivo de ampliar o pensamento empreendedor dos paraibanos. O evento vai acontecer em quatro municípios do estado, sendo o primeiro deles João Pessoa, entre os dias 28 e 30 de julho, no Espaço Cultural. Em seguida, a feira passará pelas cidades de São Bento (06 a 09/09), Bananeiras (13 a 15/10) e Monteiro (24 a 26/11).

A ideia é estimular a vocação empreendedora da população, incentivando o surgimento de novas empresas e novos empreendedores. Dentre as atividades promovidas na feira estão cursos de capacitação e orientação, além de serviços exclusivos disponibilizados para o crescimento pessoal e profissional dos empreendedores.

A Fenemp também contará com uma gama de palestras e oficinas com consultores nos diversos segmentos. Algumas delas são: “A importância da formalidade”, “Motivação para empreender”, “Planejamento: Como planejar sua empresa”, “Gestão Empreendedora: O caminho para o desenvolvimento”, “Características de um empreendedor de sucesso”, “O poder das mídias digitais na divulgação do seu produto”, além de oficinas como “Beleza Empreendedora”, “Agricultura Familiar”, “Técnicas Artesanais” e “Oficina Tecnológica”.

O evento conta com a parceria de instituições como a Secretaria da Receita Federal do Brasil, Secretaria de Estado da Receita da Paraíba, Câmara de Dirigentes Lojistas de João Pessoa (CDL/JP), Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq), Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Sebrae-PB, Federação Paraibana de Empresas Juniores, Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Cariri , Seridó e Curimataú (Procase), Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh) e o Programa de Artesanato Paraibano (PAP).

portalcorreio

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Empreendedorismo é tema de aula em escolas públicas da Paraíba

Através do Programa Nacional de Educação Empreendedora (PNEE), o Sebrae Paraíba espera levar a cultura empreendedora para mais de 2,5 mil alunos de todo o Estado

SebraeA cultura empreendedora vai entrar na rotina de mais de 2,5 mil alunos dos ensinos fundamentais, médio e superior da Paraíba. Ao longo deste ano, estudantes do Litoral ao Sertão do Estado terão aulas sobre noções de empreendedorismo em escolas e universidades. A ação faz parte do Programa Nacional de Educação Empreendedora (PNEE) promovido pelo Sebrae Paraíba, em parceria com o poder público e instituições de ensino superior.

No ano passado, foram qualificados mais de 500 professores que trabalharam o empreendedorismo dentro das salas de aula com mais de 5 mil alunos do ensino fundamental e médio de 30 escolas municipais e estaduais.  De acordo com a analista técnica do Sebrae Paraíba e gestora de Educação Empreendedora do Sebrae Paraíba, Socorro Vasconcelos, o PNEE tem o objetivo ampliar, promover e disseminar a educação empreendedora nas instituições de ensino, por meio da oferta de conteúdos de empreendedorismo nos currículos.

“Nosso foco são os estudantes, mas, como estratégia, atuamos com os professores. Costumo dizer que esta é uma parceria de especialistas: o Sebrae especialista no tema Empreendedorismo e os professores especialistas em sala de aula. Os professores são capacitados pelo Sebrae para trabalhar com a metodologia em sala junto aos estudantes”, explicou Socorro Vasconcelos.

A analista disse que as ações do programa estão direcionadas para todos os níveis de ensino da educação formal, oferecendo metodologias renovadas voltadas para formação de estudantes, denominados potenciais empreendedores e identificados como público-alvo do Sebrae. No ensino fundamental, o trabalho é voltado para crianças entre 6 e 14 anos. Já no ensino médio, as atividades são direcionadas para adolescentes na faixa etária de 14 a 18 anos.

“Com este trabalho, o Sebrae pretende contribuir para a construção de um novo perfil de estudante, propondo metodologias educacionais que têm como base a educação por competências contextualizadas com o atual cenário socioeconômico, considerando, também, que a maior parte dos jovens matriculados no ensino formal, sobretudo no ensino médio, não podem esperar concluir o ensino superior para serem considerados “aptos” a terem uma vida produtiva ativa. Eles precisam ter na educação básica uma formação que possibilite encontrar oportunidades para escolher seu próprio caminho e garantir um desenvolvimento contínuo”, destacou.

No ano passado, projeto de Educação Empreendedora do Sebrae Paraíba no ensino fundamental foi realizado em escolas das cidades Alcantil, Prata, Água Branca, Teixeira, Solânea, Sossego, Dona Inês, Frei Martinho, Pedra Lavrada, Bananeiras, Salgadinho, Cajazeiras e Caaporã. Já ações com alunos do ensino médio aconteceram em escolas de João Pessoa, Uriraúna, Cajazeiras, Cachoeira dos Índios, Poço José de Moura, Poço de Dantas, Bom Jesus, Juripiranga, Ingá, Zabele, Pariri, São João do Cariri, Gurjão, Sumé, Serra Branca, Prata, Monteiro e Camalaú.

Sebrae

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Paraibanos vão disputar competição nacional sobre empreendedorismo

Universitários de João Pessoa, Campina Grande e Cajazeiras venceram a semifinal estadual e participam nos dias 7 a 12 de abril da final nacional, em Brasília 

foto Júlio Cezar Perez
foto Júlio Cezar Perez

Quatro paraibanos irão disputar a etapa nacional do Desafio Universitário Empreendedor em Brasília, entre os dias 7 e 12 de abril. Neste último final de semana, eles e mais 32 competidores estiveram na semifinal estadual do Desafio, em Campina Grande, participando de jogos, workshops sobre modelos de negócio e dinâmica, de forma individual e em grupo, onde foram trabalhadas atitudes e habilidades empreendedoras.

Da etapa estadual, os estudantes com melhor desempenho foram: Hiuquem Monteiro (UFCG), campus de Campina Grande, no Agreste, com 31,67 pontos; Samuel de Oliveira (IFPB) de Cajazeiras, no Sertão, com 29,83; Fábio Galdino (UFPB – campus João Pessoa), com 29,67 pontos; e Rafael Eleotério (FPB – João Pessoa), com 29,5. “O desafio exige muito foco, atitude e persistência. Aprendi isto na edição do ano passado. Desde então procurei me capacitar para conseguir ser um finalista, porém o primeiro lugar foi inesperado”, disse o estudante de engenharia química, Hiuquem Monteiro.

Durante a semifinal, também receberam a premiação, no ranking histórico, a professora Janeide Albuquerque, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e no ranking ciclo, Juliana Menezes, da Faculdade Maurício de Nassau. Juliana falou que incentivou alunos de todos os cursos a participarem porque já conhecia a competição e acredita na eficácia da prática para a vida profissional. “Empreendedorismo é uma disciplina tradicional na área de Administração e eu pretendo estendê-la a todas as outras áreas. Facilita nosso trabalho e estimula o aluno”, disse.

O gerente do Sebrae em Campina Grande, João Alberto Miranda, parabenizou a todos os participantes e estimulou aos que não conseguiram chegar à final estadual a participarem do próximo Desafio. “Esperamos que vocês também se engajem em outros projetos, como o de Cidades Inteligentes, que está iniciando. Uma grande plataforma digital será instalada na cidade para atender esse mercado que só cresce. Outra dica que damos é para todos formarem parcerias e desenvolverem produtos e serviços para os pequenos negócios”, falou.

O Desafio é uma competição nacional que estimula alunos universitários a desenvolver atitudes empreendedoras, como lançar uma inovação ou um serviço de ponta em algum mercado. Na Paraíba, 360 estudantes se inscreveram e 36 foram pré-selecionados a participar de três dias de atividades, da sexta (17) ao domingo (19). Através de jogo e do planejamento de negócio, eles seguem a metodologia preparatória aos desafios do mercado.

Palestras – No primeiro dia da competição, na última sexta-feira (17), dois jovens empreendedores que ganharam evidência nacional conversaram com os estudantes sobre suas experiências profissionais.  Aline dos Anjos, designer de 19 anos, mentora de startups e uma das palestrantes mais jovens do país apresentou as 10 principais características empreendedoras: atitude,  comprometimento,  busca de informações,  qualidade e eficiência, persistência, os riscos calculados, as metas, planejar e monitorar, persuasão e rede de contatos e independência e confiança.

“É preciso estar atento, informado e preparado para as mudanças. Tenho enfrentado muitas adversidades, apesar da pouca idade. Obstáculos pessoais e profissionais, mas sigo firme, aprendendo mais e passando o que sei adiante. É importante nos prepararmos para mudar. As profissões ainda nem existem na área digital, mas já nos preparamos para elas. É assim, veloz e focado o mercado e nós temos que acompanhar”, comentou.

Já a segunda palestra, com o diretor da ThoughtWorks, também um jovem que se tornou cidadão australiano, foi focada na transformação digital e na psicologia cognitiva. Após viajar por 68 países, Fábio Pereira adquiriu experiência nestas áreas e em desenvolvimento de softwares. Com o tema “Decisões Digitais”, ele fez uma ampla investigação dos nossos hábitos que estão cada vez mais comandados por robôs e tecnologia.

“Você pensa antes de dar um like num post de uma rede social? O pensamento rápido diz que não a maior parte do tempo. Já estamos na Era em que interagimos com as máquinas de maneira inconsciente. Uma pesquisa avaliou quantas vezes tomamos decisões acatando as sugestões das máquinas ou do robô mais acessado do planeta, o Google. São 35 mil dicas tomadas por dia, entre as naturais e as sugeridas pelo mundo digital. Na maior parte do tempo, devido ao pensamento rápido, seguimos as sugestões tecnológicas”, disse.

Sebrae

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Investir em empreendedorismo desenvolve cidades do interior

 

Prêmio Prefeito Empreendedor divulga vencedores da etapa estadual no dia 13 de abril. Estão concorrendo projetos de 96 municípios do Estado

 

douglasFomentar o empreendedorismo e desenvolver políticas públicas para criação um ambiente favorável para os pequenos negócios no interior do Estado é fundamental para fortalecer a economia local para o enfrentamento de crises econômicas e problemas ambientais, como a diminuição dos repasses da União e as estiagens vividas nos últimos anos na Paraíba.

 

Esse foi um dos destaques do gerente de políticas públicas do Sebrae Paraíba e gestor do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor, Luciano Holanda, durante a última etapa de avalaição da premiação, que no próximo dia 13 de abril divulgará os municípios vencedores da 9ª edição. “Investir em empreendedorismo é dar alternativas para que o município possa se desenvolver, sair da prática usual de sempre priorizar o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) como fonte de desenvolvimento e renda”, disse o especialista do Sebrae Paraíba.

 

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Luciano Holanda reforça que, ao implantar políticas públicas ao empreendedorismo, os municípios ganham fôlego para fortalecer a economia local. “A partir do momento que o gestor público consegue implantar modelos de ambiência favorável para prática empresarial das micro e pequenas empresas, ele vai observar a progressão do desenvolvimento de sua economia”.

 

Nesta edição do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor foram inscritos projetos de 96 municípios do Estado, recorde registrado na história do evento, 28 a mais que na última premiação, quando participaram 68 projetos. Na avaliação do gestor do prêmio, o número exemplifica o potencial empreendedor das cidades do interior da Paraíba.

 

“Estamos na etapa de julgamento dos projetos e ficamos felizes com o robusto volume de inscrições, levando em conta o cenário de estiagem prolongada vivenciado nos últimos anos, a crise nos repasses dos recursos e a retração no FPM. É um resultado que demonstra que o empreendedorismo continua crescente nessas cidades e que os esforços do Sebrae no segundo semestre de 2015 foram valiosos para chegarmos a esse cenário”, destacou Luciano Holanda.

 

Sobre o Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor – A cerimônia de divulgação dos vencedores da etapa estadual do IX Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor acontece no próximo dia 13 de abril, no Shopping Sebrae. Os primeiros colocados das seis categorias concorrentes disputarão a etapa nacional do prêmio, que acontece no dia 10 de maio. Na última edição, o projeto da cidade de Bananeiras venceu na categoria Melhor Projeto, tanto na etapa estadual como nacional.

 

UNIDADE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING

Empresárias paraibanas debatem empoderamento e empreendedorismo na próxima terça-feira (20)

Encontro do Fórum das Mulheres de Negócios (FMN) será na MRH Gestão de Pessoas
bannerNa próxima terça-feira (20), o Fórum das Mulheres de Negócios (FMN) realiza mais um encontro com empresárias paraibanas com o objetivo de capacitar, trocar experiência e promover negócios e networking. O evento será na MRH Gestão de Pessoas, localizada na Avenida Governador Ribeiro Coutinho, 200- Manaíra. As palestras serão com a proprietária do Guarde Bem e assessora de Logística do FMN, Cristina Heim, e a proprietária da Higieniza Soluções e presidente do FMN, Juliana Castro, com o tema “Empoderamento e empreendedorismo”.
A entrada para o evento é gratuita e acontece das 16h às 18h.

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FMN – Criado há três anos, o Fórum das Mulheres de Negócios é uma associação formalizada na Paraíba que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo feminino. As associadas contam com uma série de benefícios, tais como clube de descontos, linhas de crédito, cursos de capacitação, palestras mensais, clube de investimento, clube de leitura, banco de clientes, networking, rodada de negócios, carteirinha de participação, trabalhos sociais, entre outros.
Para a empresária de deseja fazer parte do Fórum, são necessários alguns critérios, além do crivo das demais membros e do preenchimento da ficha de indicação, disponível na Fanpage facebook.com/MulheresdeNegociosdaParaiba. São eles: ser mulher, conter o nome da participante no CNPJ da empresa ou ser profissional liberal e realizar pagamento da anuidade no valor de R$ 300.

Andréia Barros
DIRETORA DE COMUNICAÇÃO

Câmara de Bananeiras discute empreendedorismo, desabastecimento de água e aprova requerimento

camaraNa Sessão Ordinária dessa terça feira, 29/04, da Câmara Municipal de Bananeiras, durante o tema livre, ocasião em que os Vereadores tratam de temas diversos, utilizou a tribuna o Vereador Guga Aragão, para registrar o aniversário do programa Empreender Bananeiras, que proporcionou acesso ao crédito aos empreendedores de Bananeiras. Guga Aragão ainda destacou que alguns beneficiários do programa quitam os empréstimos antes mesmo do vencimento, o que demonstra a importância do Empreender e a acreditação dos empreendedores na ação governamental. Em seguida usou a palavra o Vereador Ramom Moreira, que repercutiu uma matéria jornalística do portal Bananeirasonline, que tratava sobre a falta de água nos Conjuntos Homero Araújo e Major Augusto Bezerra. O Vereador solicitou que o Governo do Estado e Federal socorressem Bananeiras, com a disponibilização de carros pipas, para que a zona urbana tivesse acesso a água, pois a barragem de Canafístula II, que abastece a cidade, encontra-se com apenas 12% da capacidade, tendo o serviço de distribuição de água racionado, o que dificultava ainda mais o atendimento a população que reside nos pontos mais altos da cidade, destacou.

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Durante a ordem do dia, momento em que são analisados os requerimentos e os projetos de lei, foi apreciado requerimento proposto pelo Vereador Paulo Brito, que solicitava a perfuração de poço artesiano na comunidade rural de Laranjeiras. Foi analisado ainda, moção de pesar aos familiares do Sr. Flavio Ramalho. Todas as proposições apresentadas na Sessão foram aprovadas à unanimidade.
Estiveram presentes na Sessão o Presidente Ramom Moreira e os Vereadores Douglas Bubú, Heraldo Azevedo, Alline Gisele, Gilson Rosário, Cristina Carvalho, Paulo Brito, Marcelo Bezerra, Antonio Marques e Guga Aragão.

 

 

Assessoria Câmara

Empreendedorismo feminino avança na última década

 

Na Paraíba, as mulheres representam 30% dos empreendedores

 

mulheresNa última década, as mulheres ganharam espaço no mercado de trabalho e na política. A conquista deste espaço também se repete no empreendedorismo. Conforme estudo inédito do Sebrae, “As Mulheres Empreendedoras do Brasil”, publicado nesta terça-feira (14), o número de mulheres donas do próprio negócio aumentou 21%, entre os anos de 2001 e 2011. Já, entre os homens, esse crescimento foi de 10%, no mesmo período. Segundo a pesquisa, as empresárias estão mais escolarizadas, têm mais acesso a informações e ousam empreender em atividades antes predominantemente masculinas.

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As mulheres, em 2011, representavam 31% do total de empreendedores do país. Em 2001, essa participação feminina era de 29%. Na Paraíba, essa proporção é quase a mesma. Do total de empreendedores paraibanos em 2011, 30% são mulheres e 70% são homens.

O estudo do Sebrae mostra ainda que as empresas comandadas por mulheres estão se mantendo mais no mercado. Na última década, subiu de 48% para 54% a taxa de empreendedoras com negócios em atividade há mais de cinco anos, frente à redução da proporção de empresárias que tocam empreendimentos com até dois anos de criação. Em 2001, esse índice estava em 30%, passando para 25% em 2011.

“Muitas mulheres estão se tornando empreendedoras por oportunidade e não apenas por necessidade. Estão conquistando seu espaço no mundo dos negócios”, destaca a analista do Sebrae Paraíba e gestora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, Maria José Menezes. Prova da conquista definitiva desse espaço é o aumento da proporção de empreendedoras que sustentam suas famílias. Em 2001, 59% das empresárias complementavam a renda do marido no orçamento familiar. Dez anos depois, esse percentual baixou para 50%, enquanto que a taxa das donas de negócio que são chefes de domicílio subiu de 27% para 37%.

 

Serviço, comércio e indústria

A análise histórica por setor também confirma o avanço feminino no mundo dos negócios. A prestação de serviços e determinadas atividades do comércio, como lojas de vestuário e acessórios, concentravam 80% das donas de empresas no início da década passada. Passados dez anos, mais seguras e escolarizadas, as mulheres despontaram na indústria. Enquanto que a proporção das empreendedoras com negócios em Serviços caiu de 49% para 33%, a quantidade de mulheres que empreendem na indústria saltou de 9% para 19% do total de mulheres com negócios estabelecidos.

As atividades industriais que mais atraem as donas de negócio são vestuário, que reúne 47% das empresárias da Indústria. A produção de artigos diversos, entre brinquedos e bijuterias, também desperta o interesse feminino e concentra 15% das empreendedoras do setor, seguido pelas indústrias de alimentos e bebidas, que agrupa 11% das donas de negócios industriais. Comércio e Serviços ainda aglomeram 64% das empresárias, com destaque para salões de beleza, bares e lanchonetes e ambulantes e acessórios do vestuário.

A concentração das mulheres em setores que tradicionalmente apresentam faturamento mais baixo ainda confere às empreendedoras rendimento inferior a dos homens. Mais de 70% das donas de negócio faturam até dois salários mínimos. Entre os empresários, 59% têm rendimento de até R$ 1.356. Em 2001, esse mesmo ganho era realidade para 66% das empresárias. Na década, porém, o rendimento médio real das mulheres donas de negócio, já descontada a inflação, cresceu 41%, enquanto o rendimento dos homens cresceu 37% no período.

  

Tempo para dupla jornada

O estudo do Sebrae mostra ainda que as empresas comandadas por mulheres estão mais aglomeradas em lojas, oficinas, fábricas ou escritórios. São esses os locais escolhidos por 36% das empresárias para tocar suas empresas, embora 34% das donas de negócio empreendam na própria casa.

Quanto às horas de trabalho, o grupo de empresárias que dedica de 15 a 39 horas reduziu de 39%, em 2001, para 37% em 2011, mas ainda é predominante. Na década, a média das horas trabalhadas ficou próxima de 35 horas por semana, com aumento de 17% para 24% no grupo de empresárias que dedicam ao negócio de 40 a 44 horas.

Outra pesquisa do Sebrae, a GEM 2012, mostra que 65% das iniciativas de empreendedorismo entre as mulheres nasceu a partir da identificação de uma oportunidade de mercado. Os dados revelam uma forte mudança no perfil das empreendedoras nos últimos dez anos, quando em 2002 esse percentual era de apenas 39%.

 

Mais escolarizadas

O estudo As Mulheres Empreendedoras no Brasil ressalta que a proporção de empresárias com, no mínimo, Ensino Superior incompleto é quase o dobro do percentual de homens com a mesma escolaridade. Entre as empresárias, 18% cursam universidade ou já têm diploma de graduação, enquanto 11% dos empresários donos de negócio estão na mesma situação.

A busca por mais qualificação faz com que a mulher empreenda mais tarde. Entre 2001 e 2011, a média de idade da dona de negócio passou de 41 para 43 anos. Atualmente, 27% delas têm entre 40 e 49 anos e, no início da década passada, a faixa etária de 29% das empreendedoras estava entre 30 e 39 anos.

O levantamento do Sebrae aponta que as mulheres têm mais acesso à informação e aos meios de comunicação do que os homens. Quase 95% das empresárias têm telefone fixo ou celular em casa, contra 89% dos donos de negócio. A proporção de empreendedoras que possui microcomputador no domicílio é de 54%, frente a 44% da proporção de homens. O acesso à internet é realidade para 48% das mulheres e restrito a 37% dos homens.

A procura por informação também se repete na procura por orientação no Sebrae. Em 2011, 38% do atendimento da instituição oferecido a empresários foi destinado a mulheres. No ano passado, as donas de negócio responderam por 46% das consultorias do Sebrae.

Para elaborar o estudo As Mulheres Empreendedoras no Brasil, o Sebrae utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (PNAD) do IBGE, de 2011, e da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgada pelo próprio Sebrae, de 2012. O levantamento considerou como empreendedor, homens e mulheres, que já possuem um negócio.

 

UNIDADE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING
SEBRAE PARAÍBA

Projetos em Areia incentivam o empreendedorismo

Da palha da banana, fez-se uma verdadeira revolução na vida da comunidade (Foto: Jorge Machado/G1)

Na Comunidade Chã de Jardim, exemplos de empreendedorismo não faltam (Foto: Jorge Machado/G1)

Criado em 2006, o projeto ‘Doce Jardim’ é uma prova de que a cidade de Areia, no Brejo paraibano, é única não apenas pela cultura, representada por personagens ilustres como o pintor Pedro Américo e o escritor José Américo de Almeida, nem pelo clima suave em tempos de sol escaldante. Na tranquila comunidade Chã de Jardim, na divisa de Areia com a cidade de Remígio, vivem 200 famílias, que aprenderam a olhar em volta e ver na natureza uma oportunidade para a independência financeira.

Os projetos de empreendedorismo da cidade têm como foco o turismo. “O projeto ‘Arte na Palha’, por exemplo, já existia. As artesãs sempre fizeram artesanato. Mas com o apoio do Sebrae e com a produção associada ao turismo foi um sucesso”, conta Mirian Rocha, consultora da Associação de Culturas Gerais (ACG), contratada pelo Sebrae.

Em Areia, pelo menos 20 pessoas estão participando do projeto  (Foto: Jorge Machado/G1)
Com a palha da bananeira, artesãs fabricam
bolsas e conquistam a independência financeira
(Foto: Jorge Machado/G1)

“Antes, a maior parte das mulheres tinha como principal fonte de renda o ‘Bolsa  Família’. Elas vão pegar o dinheiro, porque não vão deixar lá. Mas aprenderam a depender de si mesmas ao apostarem na criatividade”, disse a coordenadora do projeto, Luciana Balbino.

Na Chã de Jardim, há três empreendimentos montados com a ajuda da criatividade, fruto de um povo simples, mas com espírito empreendedor. Na fábrica de polpa de frutas, trabalham cinco jovens. Por dia, são feitas 230 kg de polpa, tudo certificado pelo Ministério da Agricultura, ainda de acordo com Luciana Balbino. “A nossa polpa é orgânica, sem conservantes, sem água, sem nenhum produto químico”, acrescenta a coordenadora.

O extrato é produzido com frutas fornecidas por agricultores da região, ligados à agricultura familiar. Na venda das frutas para a fábrica, eles conseguem uma nova fonte de renda. “Os cinco jovens que trabalham na fábrica de forma direta produzem polpa de caju, cajá, abacaxi, manga, acerola, umbu-cajá e goiaba. O preço do quilo é de R$ 5, sendo 10 pacotes de 100 gramas que chegam a produzir dependendo do sabor até cinco litros de suco”, explica Luciana Balbino.

Na polpa, de frutas... (Foto: Divulgação/Chã do Jardim em Movimento)
Fábrica de polpa de fruta só voltou a funcionar
graças a ousadia e  empreendedorismo
Foto: Divulgação)

Construída em 1996, a fábrica de polpa de fruta passou dez anos fechada. Só voltou a funcionar graças a um grupo de jovens através da Associação para o desenvolvimento sustentável da comunidade da Chã de Jardim (Adesco).

Arte na Palha
Mas a criatividade do povo da Comunidade Chã de Jardim foi além. Com a palha da bananeira, 12 mulheres conseguem fabricar bolsas para congresso que são vendidas até para outros estados como Porto Alegre com o projeto ‘Arte na Mão’. Ao custo de R$ 10, as bolsas são vendidas por até R$ 50, ainda segundo Luciana Balbino.

Produtos feitos com a palha da banana (Foto: Jorge Machado/G1)
Produtos feitos com a palha da banana
(Foto: Jorge Machado/G1)

A artesã Maria do Socorro Santos está no projeto desde 2007. “Eu vivo da agricultura e, às vezes, há meses em que eu tiro até um salário [mínimo]”, conta. Maria do Socorro diz ter ficado surpresa ao aprender que a palha seca da bananeira, “que não dava tanta atenção assim”, se transforma em pastas para congresso, bolsas, esteiras. “Nós fazemos muitos produtos com a ajuda da palha seca da banana”, explica ainda com ar de surpresa.

Piquenique na Mata
Aproveitar a sombra das árvores é mais um exemplo da força empreendedora que têm os moradores. Com a consultoria do Sebrae, o ‘Piquenique na Mata’ virou mais uma forma de gerar divisas para os moradores da Comunidade Chã de Jardim.

Rejane Ribeiro, de 18 anos, está no projeto desde os 14. Com o sonho de ser cantora desde os 9 anos, o ‘Piquenique na Mata’ foi a grande oportunidade que encontrou para mostrar o talento aos turistas que visitam a comunidade todos os dias da semana, que fica aberta das 8h as 17h. “Eu fico feliz ao ver as pessoas me elogiarem. Comecei cantando na igreja que frequento, mas cantar no projeto tem algo de especial”, revela.

Com o apoio do Sebrae, Rejane é contratada para se apresentar nos restaurantes e hotéis de Areia. O incentivo para que ela lançasse o CD na Feira do Empreendedor – realizada pelo órgão anualmente – foi outro grande incentivo.

Mas, como a consultora da agência contratada pelo Sebrae ressalta, o sucesso para que aconteça é preciso que haja oportunidade – no caso, a potencialidade nata do lugar – mais também outros fatores igualmente importantes, como ter uma boa metodologia para colocar em prática as ideias. “Temos quatro etapas, iniciando pela pesquisa de gabinete e levantamento do potencial local, organização das atividades, verificação das atividades e acompanhamento e colocação no mercado”, explica.

Ao chegar à cidade de Areia, Mírian Rocha explica que o turista vivencia todas as atividades, em uma integração total com a comunidade.

Um dos patrimônios culturais da Paraíba, a cidade de Areia concilia empreendedorismo e turismo (Foto: Jorge Machado/G1)
Patrimônio Cultural da Paraíba, a cidade de Areia concilia empreendedorismo e turismo
(Foto: Jorge Machado/G1)

Em frente à fábrica de polpa de frutas, ao lado da loja onde são vendidos os produtos feitos com a palha seca da bananeiras, debaixo de árvores gigantescas, turistas têm a oportunidade de provar deliciosas frutas e ouvir o melhor da música popular brasileira na voz de Rejane. “Quando saem, nós incentivamos o plantio de uma muda de árvore para que o espírito de conservação fique ainda mais presentes nas pessoas”, explica Luciana Balbino.

Planos
Se não falta criatividade, a Comunidade Doce Jardim tem planos de se expandir. “Estamos construindo a cozinha rural Doce Jardim, além de um restaurante de comida regional. Vamos ter também frutas desidratadas e todos os nossos produtos vão ter a nossa marca”, finaliza Luciana Balbino.

 

Fonte: G1 PB

Acordo leva empreendedorismo a rádios comunitárias de Natal – RN

Embora o estado tenha 126 rádios comunitárias legalizadas, elas são uma mídia ainda subutilizada, na avaliação do consultor em comunicação Ciro Pedroza. Ele fez a análise durante a assinatura do termo de cooperação técnica entre o Sebrae no Rio Grande do Nortee a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), no dia 20 deste mês.

De acordo com Ciro Pedroza, falta às rádios de cunho comunitário a promoção de ideias que estimulem o desenvolvimento local e o empreendedorismo. “As rádios comunitárias precisam ser utilizadas em toda a sua força. Em muitos municípios, elas são o único meio de comunicação existente, mas é preciso aplicar ideias que estimulem o desenvolvimento da comunidade”, atesta.

De acordo com o termo de cooperação técnica, o Sebrae fará um trabalho contínuo de capacitação nas áreas de gestão e empreendedorismo junto ao sistema de radiodifusão comunitário potiguar. O diretor-técnico da instituição no Rio Grande do Norte, João Hélio Cavalcante Júnior, explica que a ideia é focar o trabalho nos conceitos de associativismo e cooperativismo, de modo que o sistema de radiodifusão seja fortalecido.

“Vamos realizar um trabalho diferenciado, que através de capacitações, poderá se transformar em modelo para outros estados. Queremos ter as rádios como nossas porta-vozes, para que o empreendedorismo e o desenvolvimento cheguem a todos os municípios do Estado”, pontua.

Marco

O diretor-executivo da Abraço potiguar, Hugo Tavares, acredita que o acordo com o Sebrae será um marco para o sistema de radiodifusão comunitário do estado.“Estamos muito felizes com esta parceria celebrada neste dia, que é histórico para a Abraço”, prevê.

O presidente da FM Cidadania, Nelson Gregório, lembrou o papel importante da emissora comunitária de Mossoró. Instalada no Nova Vida, bairro com mais de 30 mil habitantes na periferia da cidade, a rádio é apontada como uma experiência bem sucedida da radiodifusão comunitária no Rio Grande do Norte.

“Pelo reconhecimento ao nosso trabalho realizado junto à comunidade, conseguimos parcerias importantes com a Petrobras e Fundação José Augusto, do governo do Estado. Isso mostra que estamos no caminho certo. E essa nova parceria só vem reafirmar a importância das rádios comunitárias”, comenta.
Serviço:
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