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Após música que chama apoiadores de Bolsonaro de demônios, Eliza diz que Chico César está decadente: “ele não é ninguém”

Em resposta à música de Chico Cesár, a qual diz que “bolsominions são demônios”, a vereadora Eliza Virgínia disse ao ClickPB, nesta terça-feira (4), que o cantor está em decadência e que ele não é ninguém. Ela comparou Chico César a artistas os quais considera que “viram gays ou lésbicas ou inventam algum tipo de polêmica para o nome dele ascender de novo. E ele está conseguindo o que queria.”

Segundo Eliza, “a música, a arte do Chico César, que está em decadência, que ninguém fala mais dele… Na verdade, esses artistas quando estão em decadência ou viram gays ou lésbicas ou inventam algum tipo de polêmica para o nome dele ascender de novo. E ele está conseguindo o que queria.”

A vereadora informou ao ClickPB que o cantor atacou os cristãos de forma insana e grosseira. “Se eu for dar entrada na Justiça, ele não merece isso porque ele não é ninguém. Infelizmente, uma pessoa que tem uma atitude dessa tão desrespeitosa, tão insana, tão grosseira com o povo de Deus, que ele diz isso: “o povo que vai para culto”. Quem é que vai para culto? Somos nós evangélicos, mas também são católicos. São cristãos. Na verdade, ele não ofende só aos evangélicos, ele ofende os cristãos.”

Eliza Virgínia reafirma que votou no presidente Bolsonaro e que espera que o governo dele dê certo. “Bolsominions? Somente porque a gente votou no presidente Bolsonaro? Então quer dizer que quando você vota em alguém vai ser daquela pessoa para sempre? E se for, qual o problema? Votei sim em Bolsonaro e quero que esse governo dê certo.”

Ela chegou a mencionar Xuxa e Daniela Mercury como artistas em decadência e disse que muitos estão com saudades de ganhar dinheiro da Lei Rouanet. “Na verdade, pessoas como Chico César, como Daniela Mercury, que quando estão em decadência, como a Xuxa, inventam alguma polêmica para seu nome ascender. E conseguem. “Na verdade, pessoas como ele estão com saudade das verbas da Lei Rouanet, que iam indiscriminadamente para artistas que já tinham muito dinheiro, que ganhavam dinheiro da Lei Rouanet e ainda cobravam ingressos. E agora não tem mais essa ‘boquinha’.”

Eliza encerrou dizendo que tem pena de Chico César e que o show dele é que parece uma dança no inferno. “Eu fico muito triste. Tenho pena da alma dele. Quando a gente começa a ver os vídeos, ontem eu lancei um vídeo dele no meu Instagram, onde o show parece realmente uma dança no inferno. Onde tem muitas pessoas que parecem ser demônios, inclusive ele. Então nós não somos demônios. Nós somos patriotas, pessoas de Deus que querem, sim, um Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.”

A música

A música circulou nas redes sociais durante o final de semana e ganhou grande repercussão nesta segunda-feira (3). Muitas pessoas afirmaram que a música, a qual diz que “bolsominions são demônios”, é intolerante e que o cantor não só atingiu os apoiadores do presidente como também os cristãos evangélicos.

“Bolsominions são demônios que saíram do inferninho para brincar de amigo oculto com Satan no condomínio”, diz um trecho da música. O cantor não se pronunciou sobre a repercussão negativa da composição.

 

clickpb

 

 

Ossada que pode ser de Eliza Samudio é achada perto de aeroporto de Belo Horizonte

elizaUma ossada humana foi encontrada em um terreno vazio próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, Belo Horizonte, na terça-feira (29). A polícia fez buscas na região em um lote de Vespasiano pelos restos mortais de Eliza Samudio depois de indicação de Jorge Luiz Rosa, primo do ex-goleiro Bruno.

Os ossos foram localizados por um funcionário de uma empresa de coleta de lixo na região e encaminhados para o Instituto Médico Legal de Belo Horizonte. Ainda não é possível saber se os restos são do corpo de uma mulher, segundo o jornal O Tempo. De acordo com a Record, a estimativa é de que a ossada tenha 4 anos.

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O servente Reinaldo da Sagrada Família, 37 anos, encontrou a ossada “por acaso”. Os ossos estavam espalhados por aproximadamente 3 metros, perto de uma pequena árvore que fica em um terreno da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O corpo estava a pouco mais de 1 km do terminal de embarque de passageiros.

O servente contou que foi verificar o nível da água em uma nascente quando avistou o crânio e vários ossos espalhados. “Fiquei tremendo de medo com o susto que levei e subi o barranco correndo”. A polícia foi chamada e recolheu a ossada, que passará por exames para determinar a quem pertence.

Antes o local, que é um sítio da Infraero, tinha uma floresta, que passou por queimada. Isso pode ter atrapalhado a localização da ossada. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, chegou a morar perto da região.

Correio Forense

 

Polícia encerra buscas pelo corpo de Eliza Samudio em Vespasiano

A Polícia Civil encerrou por volta das 13h desta sexta-feira (25) as buscas pelo corpo de Eliza Samudio em um lote vago na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O terreno fica no bairro Santa Clara, na cidade de Vespasiano, perto da casa de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, um dos réus condenados pela morte da ex-amante do goleiro Bruno Fernades. O local foi indicado pelo primo do atleta, Jorge Luiz Rosa, que era menor de idade na época do crime.

Jorge, primo de Bruno, acompanha trabalhos de busca por corpo de Eliza Samudio (Foto: Pedro Ângelo / G1)
Jorge, primo de Bruno, acompanha trabalhos de
busca por corpo de Eliza (Foto: Pedro Ângelo / G1)

As buscas pelo corpo de Eliza Samudio começaram no fim desta manhã. Em um terreno íngreme, uma retroescavadeira foi usada para tentar encontrar os restos mortais. Ao lado do advogado Nélio Andrade, Jorge Luiz Rosa, primo do goleiro Bruno, acompanhou as escavações que procuram o corpo de Eliza Samudio.

De acordo com advogado Nélio Andrade, Jorge Luiz Rosa ficou decepcionado. “O sentimento dele é de frustação. Mais do que ninguém ele queria  encontrar [o corpo]. O que faria ele a se expor se não estivesse convicto?”, disse. O defensor ainda afirmou que o jovem mantém a versão de que os restos mortais foram enterrados no local. “Ele é convicto, ele continua com essa convicção”, ressaltou.

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A retroescavadeira chegou a escavar um buraco com cerca de três metros, mas nada de relevante foi encontrado, de acordo com delegado Wagner Pinto. Somente alguns objetos foram achados durante os trabalhos. De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, entre os materiais estaria uma luva.

Eliza foi morta em 2010. O goleiro foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão por ter tramado a morte da ex-amante para não pagar pensão alimentícia ao filho recém-nascido – hoje com quatro anos. Em junho deste ano, ele foi transferido para a Penitenciária de Segurança Máxima de Francisco Sá, no norte de Minas Gerais.

Rosa disse saber onde Eliza foi enterrada em uma entrevista concedida à Rádio Tupi do Rio de Janeiro e veiculada nesta quinta-feira. Ele viajou para Minas Gerais com o advogado Nélio Andrade e policiais cariocas.

Após chegar à capital mineira, Rosa se dirigiu ao local em Vespasiano. Segundo o advogado, ao chegar ao lote vago, o jovem se emocionou. Em seguida ele foi a uma companhia da Polícia Militar (PM), de onde seguiu para o Departamento de Investigações de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP), em Belo Horizonte. Ele foi ouvido durante parte da tarde e da noite pela Polícia Civil e repitiu o relato que havia feito à emissora no Rio.

Nesta manhã, Rosa retornou ao departamento. Pouco antes das 10h, seguiu em um comboio da polícia em direção a Vespasiano. As buscas duraram cerca de duas horas e trinta minutos.

Segundo o advogado Nélio Andrade, após o encerramento dos trabalhos, o jovem seguiu novamente para o DIHPP. Ele contou também que a expectativa é que, acompanhado de policiais cariocas, retorne com Jorge Luiz Rosa para o Rio de Janeiro ainda nesta sexta-feira.

 

Pedro Ângelo

Eliza Samudio está enterrada perto de aeroporto em MG, diz primo de Bruno

Jorge Rosa Sales, primo do goleiro Bruno, durante entrevista ao "Fantástico, da TV Globo, em 2013
Jorge Rosa Sales, primo do goleiro Bruno, durante entrevista ao “Fantástico, da TV Globo, em 2013

Jorge Rosa Sales, 21, primo do goleiro Bruno Fernandes, que foi condenado a 22 anos de prisão pela morte da sua ex-amante Eliza Samudio, disse que o corpo da mulher foi enterrado nas proximidades do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, situado na cidade de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte. O crime ocorreu em 2010 e o corpo da modelo nunca foi localizado.

“Ela foi assassinada e enrolada em um lençol e colocada dentro de um saco plástico preto e enterrada em um buraco bem fundo escavado com trator em uma chácarazinha perto do aeroporto de Belo Horizonte”, referindo-se ao aeroporto de Confins.

A declaração foi dada em entrevista veiculada nesta quinta-feira (24) ao programa Haroldo de Andrade, da Rádio Tupi, do Rio de Janeiro.

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Sales, que era menor de idade na época do crime, foi condenado e cumpriu medida socioeducativa em Minas Gerais por ter sido considerado culpado no sumiço de Eliza. Ele foi solto em setembro de 2012.

Segundo Sales, o corpo foi levado ao local dentro de uma EcoEsport e ele teria ajudado a jogar terra na cova. “Eu sei chegar ao local. Eu sei ir certo porque observo bastante”, disse.

Segundo ele, o local exato onde o corpo está enterrado tem como referência um coqueiro.

“Tem um pé de coqueiro, só tem esse coqueiro lá dentro. É um pé de coqueiro grande. Mesmo se não tiver esse pé, eu sei onde está”, afirmou. “Assim que você entra nesse sitiozinho, [a cova] é no meio desse terreno”, afirmou.

 

Rayder Bragon

Ossada encontrada em MG pode ser de Eliza Samudio, diz delegado

Corpo foi encontrado na zona rural de Nova Serrana(Foto: Christyam de Lima / Jornal Agora)
Corpo foi encontrado na zona rural de Nova Serrana
(Foto: Christyam de Lima / Jornal Agora)

Um exame de DNA que ficará pronto na próxima semana poderá confirmar se uma ossada encontrada no dia 30 de janeiro em Nova Serrana, no Centro-Oeste do estado, é da modelo e ex-amante do goleiro Bruno, Eliza Samudio, desaparecida desde junho de 2010. O caso está sendo investigado pelo delegado da cidade, Rodrigo Noronha, que trabalha a partir das características  semelhantes às do corpo de Eliza.

Segundo o delegado, após terem encontrado a ossada, a primeira hipótese foi de que ela seria de alguma mulher desaparecida na região. Contudo, a polícia mudou de ideia depois da divulgação de um laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte. “Percebemos que havia características parecidas com as de Eliza”, afirmou Rodrigo.

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A ossada estava enterrada em um buraco com aproximadamente seis metros profundidade e, com a chuva na região, acabou ficando parcialmente submersa. Os vizinhos próximos ao local avistaram e ligaram para a polícia. A região fica dentro de uma propriedade particular à beira de uma estrada vicinal, que fica a 800 metros da MG-423.

Junto com a ossada havia vestes femininas, uma sandália rasteirinha tamanho 37 e um cinto. Ainda de acordo com o delegado, também tinha um tecido que a polícia não soube precisar se era uma saia ou se era uma blusa. “O que chamou a atenção foi o tamanho do pé, já que ela calçava 37, e a falta das duas mãos e de um braço completo. Mas para nós este aprofundamento no crânio é uma das semelhanças mais fortes, e é do mesmo lado onde Jorge (primo do goleiro Bruno) relatou ter visto Eliza ser agredida dentro do carro. Entretanto, é claro que são apenas hipóteses as quais estamos estudando e investigando para chegarmos a alguma conclusão”, concluiu.

Mulher de Macarrão
A polícia também sabe que existe a possibilidade de a ossada ser de Eliza, porque a esposa de Macarrão mora na região. Para o delegado, o corpo pode ter sido desovado em Nova Serrana a fim de desviar suspeitas das autoridades que investigam o caso. “Em 2010 tivemos um índice crescente de homicídios na cidade. Então possivelmente eles levaram o corpo para lá para que o caso fosse tratado como um homicídio qualquer”, argumentou o delegado.

Delegado de Nova Serrana aguarda laudo do IML (Foto: Christyam de Lima/Jornal Agora)Delegado de Nova Serrana aguarda laudo do IML (Foto: Christyam de Lima/Jornal Agora)
G1

Réu do caso Eliza, primo de Bruno é encontrado morto

O primo do goleiro Bruno Fernandes, Sérgio Rosa Sales, de 24 anos, foi encontrado morto a tiros na manhã desta quarta-feira (22) no bairro Minaslândia, na Região Norte de Belo Horizonte. Sales era um dos réus no processo que apura o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada de Bruno.

“Ele não estava sendo ameaçado, ele era amigo de todo mundo”, disse o pai da vítima Carlos Alberto Sales, no local do crime nesta quarta-feira (22).

Segundo a PM, ainda não há dados sobre motivação, mas informações iniciais dão conta de que Sales estava saindo de casa para trabalhar quando foi perseguido por dois homens em uma motocicleta. Ele teria tentado se esconder em uma casa quando foi morto. O local é próximo à casa da vítima. A PM disse que o primo do goleiro Bruno foi atingido por seis tiros, entre eles, no rosto, na barriga e na mão. “Pelo número de disparos, a tentativa era de execução”, disse o sargento da Polícia Militar (PM), Célio José de Oliveira.

Movimentação dos policiais no local onde o corpo foi encontrado. (Foto: Pedro Triginelli/G1)Movimentação dos policiais no local onde o corpo foi encontrado. (Foto: Pedro Triginelli/G1)

Sales ganhou liberdade no dia 10 de agosto de 2011, quando a Justiça decidiu pela soltura provisória do réu. De acordo com o desembargador Doorgal Andrada, Sales não apresentava capacidade de influenciar testemunhas, não tinha poder aquisitivo e colaborava com as investigações. À época, o advogado de Sales, Marco Antônio Siqueira, disse que sempre esperou que seu cliente fosse solto. Para ele, o primo do goleiro era uma testemunha do crime.

Nesta quarta-feira, até o fechamento desta reportagem, o defensor não foi encontrado para comentar sobre o assassinato.

Na fase de inquérito sobre o desaparecimento e morte de Eliza, Sales e outro primo do goleiro Bruno – Jorge Luiz Rosa, 19 anos – contribuíram com informações à polícia. Segundo a investigação, eles estiveram com Eliza no sítio do jogador, em Esmeraldas (MG). Atualmente, Rosa cumpre medida socioeducativa, pois foi apreendido quando ainda era adolescente.

Caso Eliza Samudio
O goleiro Bruno Fernandes e mais sete réus forma pronunciados a júri popular no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada do jogador. Para a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e o corpo nunca foi encontrado.

Após um relacionamento com o goleiro Bruno, Eliza deu à luz um menino em fevereiro de 2010. Ela alegava que o atleta era o pai da criança. Atualmente, o menino mora com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.

O goleiro e o amigo Luiz Henrique Romão vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A Justiça havia atribuído as mesmas acusações a Sérgio Rosa Sales, mas ele respondia o processo em liberdade desde 2008. Já o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro; Wemerson Marques, amigo do jogador, e Elenílson Vítor Silva, caseiro do sítio em Esmeraldas, respondem pelo sequestro e cárcere privado do filho de Bruno. Já Fernanda Gomes de Castro, outra ex-namorada do jogador, responde por sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela. Eles foram soltos em dezembro de 2010 e respondem ao processo em liberdade. Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, foi inocentado.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), não há previsão de data para o julgamento do caso Eliza Samudio.

G1

Bruno pede que Macarrão assuma culpa por morte de Eliza, diz revista

Uma carta supostamente escrita pelo goleiro Bruno Fernandes de Souza para o seu ex-secretário Luiz Henrique Romão, o Macarrão, é a nova peça que surge no caso da morte de Eliza Samúdio, a ex-amante do jogador.

A carta, que faz um pedido de “perdão” e cita um “plano B”, foi revelada pela revista “Veja” neste fim de semana.

A mensagem teria sido interceptada por um agente penitenciário no presídio de Contagem, onde o goleiro do Flamengo está preso há dois anos, sob a suspeita de armar uma trama para matar sua ex-amante, cujo corpo nunca foi encontrado.

Alex de Jesus-28.jun.11/O Tempo/Folhapress
Goleiro Bruno durante audiência em Minas Gerais
O goleiro Bruno Fernandes de Souza chora durante audiência na Justiça em Minas Gerais

Segundo a revista, dois peritos atestaram que a assinatura que consta na carta é de Bruno. Macarrão nunca teria recebido essa carta, na qual é tratado por Bruno como “meu querido irmão” e “Maka”, seu apelido.

“…conversei muito com os nossos advogados […] devido aos últimos acontecimentos e descobertas sobre o processo e investigações […] eles acham que a melhor forma para resolvermos isso é usando o plano B”, diz a carta, que não tem data.

“Eu, sinceramente, nunca pediria isso pra você, mas hoje não temos que pensar em nós somente! Temos uma grande responsabilidade que são nossas crianças. Então, meu irmão, peço que pense nisso e, do fundo do meu coração, me perdoe. Fui e sempre serei homem com você, mas essa decisão tem que partir de você!”

A interpretação da polícia é que a carta evidencia uma estratégia da defesa do goleiro, na qual Macarrão deve assumir a culpa pelo crime e livrar o goleiro.

“É de má-fé a toda prova essa interpretação”, disse à Folha o advogado de Bruno, Rui Pimenta.

“Se for mesmo do Bruno, parece ser mais uma carta que fala de amizade, amor, família, situação de relação pessoal entre eles, até homossexual pode ser”, disse.

Em março passado, Pimenta declarou à Folha que Bruno diria à Justiça, pela primeira vez, que Macarrão matou Eliza à revelia dele porque tinha ciúmes dela.

Para Pimenta, a carta, que ele desconhecia, não faz parte dos autos. Ele contesta o fato de os laudos e nomes dos peritos não terem sido apresentados, mas diz que a assinatura da carta parece ser a de Bruno.

Ele acha estranho haver uma linha rasurada com caneta, no final da carta publicada, que, segundo ele, pode ter sido apagada de forma proposital para esconder uma explicação que desse sentido ao texto.

Folha.com